Yana - Se tornando adepta de BDSM pt. 7

Da série Yana
Um conto erótico de Dom Harper
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 913 palavras
Data: 07/04/2026 13:22:14

Ordeno que Ayume recoloque a máscara em Yana. Atendido.

Yana permanece algemada com os braços para trás. Às duas se posicionam como ordenei, uma de cada lado, Yana com seu corpete, máscara e a calcinha que deixa livre a bunda e plugada, Ayume nua e também com os braços para trás ainda com a respiração pesada.

Pego outra dose de whisky e me posiciono na poltrona para a próxima apresentação. O palco está escuro. Algo está sendo preparado.

O silêncio é quebrado. Ouço a introdução. Inconfundível. Feuer frei! - Rammstein, algo bem pesado vem por aí...

Os holofotes se acendem.

Uma mesa de metal já está no meio do palco. Em fila acorrentadas pelo pescoço entram 5 mulheres nuas. As duas da frente e as duas de trás usam máscaras slave de couro brancas que deixam somente os olhos descobertos, os corpos cobertos por tatuagens e piercings, muito familiares.

A do meio é uma loirinha, mignonzinha, pele bem branquinha, bundinha pequena mas redondinha, peitos pequenos presos por clamps nos mamilos, está vendada, com um gagball e usa um arnês de couro cruzado no ventre, prendendo o pescoço e as coxas, tudo na cor também branca.

Chegam ao centro perfiladas. Às luzes se apagam novamente. Falo para Yana que ela além de poder falar novamente, pode se aproximar do balcão para assistir melhor.

A trilha sonora muda, começa a tocar a "Cavalgada das Valquírias - Wagner", um holofote vermelho acompanha a entrada.

Uma mulher vestida de demônio com um cintaralho com um dildo dragon acoplado, montada em uma albina imensa de quatro que usa um plug anal com um rabo e nas costas uma cela.

Oxi! Com certeza! Conheço a albina, Tânia, mora com a Ox.

A música para. Ox vai para o centro do palco à frente das escravas e Tânia pega o microfone e anuncia:

- Senhores e Senhoras, para o entretenimento de de vocês, algo raro, nossa rainha- demônio, nossa Hécate, vai desvirginar sua nova escrava de dezenove anos, aproveitem o espetáculo único!

Tânia retira a corrente do pescoço das cinco, duas escravas mascaradas se abaixam a cada lado da loirinha e a deixam de pernas abertas a contendo pelos tornozelos. As outras duas, a deixam de braços abertos contidos pelos pulsos.

Ox caminha com imponência e empáfia. Recebe um chicote de Tânia, não desses de sex shop, um real.

Ox circunda umas duas vezes as escravas examinando-as e batendo o chicote na palma da mão.

Ox não é só fetichista, é sádica e cruel. É teatral, por isso a insistência em retornar ao clube. Não sei como consegue tantas escravas.

Ox dá uns passos para trás, ergue o chicote e desce o braço. A loirinha está amordaçada, um grunhido, o corpo se retesa pra trás contido pelas outras escravas. Ox quer machucar, quebrar a vontade, submeter da pior maneira que conseguir.

Chicoteia em sequência, costas, bunda, tetas, buceta... Vez ou outra resvala numa das escravas que contém a loirinha.

Ox gargalha insana. As marcas já estão por todo o corpo. A loirinha já perdeu a força nas pernas, os joelhos falham e ela e contida pelas escravas. Ox lança o chicote no chão e esbraveja:

- Monte de estrume inútil... Tinha que ter aguentado mais! Vocês quatro, deitem essa vadia e mantenham ela de pernas bem abertas!

Yana olha pra mim assustada, não acredita no quê está presenciando.

Encaro Yana e digo:

- Está gostando?

Os olhos de Yana nunca viram um espetáculo tão bizarro e burlesco. Ela só acena com a cabeça que sim e volta a assistir.

A loirinha é esticada em cima da mesa. Oxi arranca a venda e o gagball. Dá um tapa na buceta e fala:

- Quero ver teus olhos quando te descabaçar... Fique à vontade para gritar...

Ox encosta a ponta do dildo na entrada da buceta, segura as ancas e, numa só estocada, empurra com força até sua pélvis colar na da loirinha.

Um urro toma conta do ambiente, o sangue pinga da mesa. O corpo da loirinha convulsiona contida pelas 4 escravas.

Ainda enterrada na loirinha, Ox a enforca com a mão esquerda, esbofeteia a face com a direita e grita:

- Aguenta vagabunda, nem comecei... AINDA TEM SEU CU!!!

Gargalha diabolicamente e começa a meter frenéticamente arregaçando a loirinha.

Me aproximo por trás de Yana que, imóvel e estática, assiste ao espetáculo. Seguro ela pela coleira e arranco o plug com violência.

Coloco a pica pra fora dura como pedra, afasto as nádegas e enterro direto no cuzinho de Yana.

Yana retesa o corpo pra trás e eu vou metendo no mesmo ritmo que Ox estupra sua escrava. Puxo Yana pelos cabelos e falo em seu ouvido:

- Não era porra que você queria, vai ter!

Yana geme e fala:

- Estou aqui pra satisfazer... Aaaaaaiiiiiinnnnn... Meu dono.

Vou fodendo no mesmo ritmo de Ox, Yana assiste atenta ao espetáculo enquanto a enrabo.

A loirinha está entregue, nem grita mais. O olhar estático para o nada é a prova disso.

Gozo no cu de Yana, agarro Ayume pelos cabelos e mando ela limpar o cu de Yana.

A loirinha desfalece e furiosa Ox se retira do palco. As escravas a carregam para os bastidores.

Yana me pergunta:

- Amor... digo senhor... Ayume pode vir conosco hoje?

Eu:

- Pra mim já deu, Ox não tem mais lugar aqui. Sim, se Ayume quiser, sim.

Me viro para Ayume e digo:

- O quê Ox fez é inaceitável, avise o proprietário que quero falar com ele amanhã.

Pegue suas coisas e venha conosco.

Continua...

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