Episódio 2: A Noite no Canil da Fazenda

Da série Segredinho
Um conto erótico de Cat
Categoria: Zoofilia
Contém 1880 palavras
Data: 07/04/2026 18:25:12

Oi, sou eu, Cat. Se você tá aqui, já sabe que meus desejos não têm limites, e minhas fantasias são um poço sem fundo de pura safadeza. Tô ansiosa pra compartilhar com vixe mais um segredinho pervertido dos meus sonhos de passar alguns dias em uma fazendinha, Meu corpo já treme só de sonhar o que eu ia fazer com aqueles bichos. Tô falando de uma putaria sem fim, um desejo que queima dentro de mim como fogo. Então, vem comigo, mergulha nesse sonho de viagem suja e deixa eu te contar cada detalhe nojento e delicioso do que eu queria que acontecesse.

Cheguei na fazenda no fim da tarde, o sol já se escondendo atrás das colinas. O lugar era simples, uma casinha de madeira, um celeiro meio caído e, o mais importante, os animais. Eu sabia o que tinha ali: cinco cachorros, dois porcos e um cavalo preto lindo, com um porte que fazia meu coração disparar só de pensar no que ele podia me dar. Meus olhos brilhavam de tesão enquanto eu descarregava minha mala pequena da caminhonete. Não vim pra cá pra descansar, não. Vim pra me entregar aos meus instintos mais baixos, pras coisas que ninguém ousa nem sussurrar.

Enquanto caminhava pelo terreno, o cheiro de terra molhada e esterco enchia meu nariz. Era um cheiro forte, cru, que só me deixava mais excitada. Meu short jeans apertado roçava na minha pele suada, e minha camiseta fina deixava meus mamilos duros à mostra com o menor vento. Eu não tava nem aí. Queria que qualquer um que me visse soubesse que eu tava pronta pra tudo.

Cada passo que eu dava, sentia minha buceta pulsar de ansiedade. Eu sabia que essa noite seria inesquecível.

Depois de um jantar rápido, só um pedaço de pão e queijo, porque minha fome era outra, o escuro caiu sobre a fazenda. A lua tava cheia, iluminando o terreno com uma luz prateada que parecia conspirar com meus planos. Não perdi tempo. Meu corpo todo formigava enquanto eu pegava uma lanterna e ia direto pro canil. Meu coração batia tão forte que parecia que ia explodir. Eu já tinha visto os cachorros mais cedo, latindo e correndo pelo terreno, e sabia exatamente qual deles eu queria primeiro.

O canil era uma estrutura simples de madeira e tela, com um chão de terra batida. Assim que cheguei, os cinco cachorros começaram a latir, farejando o ar, sentindo meu cheiro. Meus olhos percorreram cada um deles, mas pararam no maior, o líder da matilha. Ele era um cachorro grande, com pelo preto e marrom, um pastor alemão misturado com sabe-se lá o quê. Seus olhos brilhavam com uma energia selvagem, e ele me encarava como se soubesse o que eu queria. Meu corpo respondeu na hora, um arrepio subindo pela minha espinha enquanto eu lambia os lábios.

"Calma, meninos," murmurei, minha voz rouca de tesão, enquanto eu abria o portão do canil. "Hoje só o grandão vai ter sorte. Mas não se preocupem, vou dar atenção pra todos vocês."

Os outros cachorros continuaram latindo, cheirando o ar, suas caudas abanando enquanto eu entrava. O líder, que eu decidi chamar de Rex, se aproximou de mim sem hesitar, farejando minha mão e depois subindo pra cheirar minha virilha. Meu short tava úmido, e ele sabia disso. Soltei um gemido baixo só de sentir aquele focinho quente roçando em mim através do tecido. Meus dedos tremiam enquanto eu tirava a roupa ali mesmo, sem pudor nenhum. Primeiro a camiseta, deixando meus peitos livres, os mamilos inchados e duros de desejo. Depois, o short e a calcinha, que já tava encharcada. Fiquei nua, a brisa fria da noite arrepiando minha pele, mas o calor dentro de mim era insuportável.

"O que você tá esperando, Rex?" sussurrei, me ajoelhando no chão de terra, de quatro, minha bunda empinada pro ar. "Vem, seu cachorro gostoso. Tô pronta pra você."

Ele não precisou de mais convite. Rex latiu baixo, quase um grunhido, e se aproximou. Senti o peso das patas dele nas minhas costas enquanto ele subia em mim, seu pelo áspero roçando na minha pele nua. Meu coração disparou quando senti algo duro e quente cutucando minha entrada. Era o pau dele, já todo fora da bainha, vermelho, grosso e babando. Soltei um gemido alto, sem me importar se alguém ouvia. Ninguém ia me parar, ninguém ia me julgar. Isso era só entre mim e ele.

"Assim, vai, mete!" eu gemi, empurrando minha bunda contra ele. Rex não perdeu tempo, enfiando aquele pau quente na minha buceta com uma estocada forte. Gritei de prazer e dor misturados, sentindo cada centímetro dele me preenchendo. Era grande, maior do que eu esperava, e a textura era diferente de qualquer homem que já tinha me comido. Era áspero, pulsante, e eu sentia cada veia enquanto ele começava a bombear dentro de mim, rápido, selvagem, sem controle.

"Ah, caralho, isso, Rex! Me fode!" eu gritava, minhas unhas cravando na terra enquanto ele metia com força. Meus peitos balançavam com cada estocada, batendo contra meu corpo, e o som molhado da minha buceta sendo arrombada enchia o ar. O cheiro de sexo, suor e animal era intoxicante. Eu tava perdida, entregue, só sentindo aquele cachorro me dominar. Ele grunhia e babava nas minhas costas, e eu só pedia mais.

"Mais forte, seu filho da puta peludo! Me rasga!" eu implorei, minha voz rouca. Meu corpo todo tremia, o prazer subindo como uma onda que eu não conseguia segurar. Mas eu não queria que acabasse ainda. Queria mais, queria tudo.

Depois de uns minutos de ele me comer daquele jeito, senti algo novo. O nó. Eu sabia o que era, já tinha lido sobre isso, e meu corpo inteiro se contraiu de antecipação. O pau dele começou a inchar na base, formando um nó grosso que esticava minha buceta ao limite.

Gritei alto, meio de dor, meio de prazer, enquanto ele tentava enfiar aquilo tudo dentro de mim.

"Porra, Rex, isso é enorme!" gemi, sentindo as lágrimas escorrerem pelo meu rosto suado. Mas eu não queria que parasse. Empurrei contra ele, forçando meu corpo a aceitar. Quando o nó finalmente entrou, foi como se um fogo explodisse dentro de mim. Eu gozei na hora, meu corpo convulsionando, minha buceta apertando aquele pau e o nó com força enquanto eu gritava pro céu.

"Ahhh, caralho, tô gozando! Tô gozando com um cachorro!" eu berrei, sem vergonha nenhuma. Meu orgasmo parecia não ter fim, onda após onda de prazer me sacudindo enquanto Rex continuava empurrando, preso dentro de mim por causa do nó. Então, senti. Um jato quente, forte, enchendo minha buceta. Ele tava gozando, gozando muito, e eu sentia cada esguicho me enchendo, transbordando, escorrendo pelas minhas coxas.

"Isso, me enche, seu cachorro safado!" eu gemi, sentindo o líquido quente escorrer enquanto ele continuava pulsando dentro de mim. Era tanto que parecia que nunca ia parar. Meu corpo tava um caos, suado, sujo de terra, e eu amava cada segundo disso.

Mas eu ainda não tava satisfeita. Quando o nó começou a diminuir e Rex finalmente saiu de mim, com um som molhado e nojento, eu me virei no chão, ainda de joelhos. Meu corpo tava fraco, mas meu desejo era maior. Peguei o pau dele com as mãos, ainda duro, ainda babando porra, e lambi a ponta sem hesitar.

"Ah, que delícia," murmurei, sentindo o gosto salgado e estranho na minha língua. Não era humano, mas eu não tava nem aí. Chupei devagar, lambendo cada gota que escorria, enquanto Rex gemia baixo, suas patas tremendo. Queria mais daquele cachorro, queria sentir ele me comendo de novo, de outro jeito.

"Me fode no cu agora," pedi, olhando nos olhos dele como se ele pudesse entender. Me deitei de barriga pra baixo, o rosto na terra, e empinei minha bunda de novo. Peguei as mãos e abri minhas nádegas, mostrando meu buraco pras costas. "Aqui, Rex. Enfia aqui."

Ele farejou meu cu por um momento, o focinho frio roçando na minha pele sensível, e então montou em mim de novo. Dessa vez, senti a ponta do pau dele cutucando meu cu, e soltei um gemido baixo. Era apertado, mais do que minha buceta, e doeu pra caralho quando ele começou a enfiar. Mas eu queria isso, queria sentir essa dor misturada com prazer.

"Vai, empurra, seu cachorro gostoso," gemi, mordendo o lábio enquanto ele forçava a entrada. Meu cu tava sendo esticado, e cada centímetro que entrava parecia que ia me rasgar ao meio. Mas quando ele finalmente entrou todo, e começou a meter, a dor virou um prazer doente, sujo, que me fez gritar de novo.

"Ah, porra, no cu! Tô sendo fudida no cu por um cachorro!" eu gemia, sentindo cada estocada me abrir mais. Ele não tinha piedade, metendo rápido, grunhindo, babando nas minhas costas. Meu corpo tremia, e eu gozei de novo só com aquela foda anal, sem nem tocar minha buceta. Era intenso, nojento, perfeito.

Quando o nó começou a formar de novo, foi ainda mais apertado no meu cu. Gritei alto, sentindo como se fosse desmaiar, mas não queria parar. Ele gozou de novo, enchendo meu cu com porra quente, e eu sentia escorrer pra fora enquanto ele tava preso em mim. Meu corpo inteiro pulsava, exausto, mas satisfeito como nunca antes.

Quando finalmente se soltou, caí no chão, ofegante, suada, suja de terra e porra. Minhas pernas tava abertas, meu corpo exposto, e eu não tinha forças pra me mexer.

Os outros cachorros, que tinham assistido tudo, começaram a se aproximar. Senti os focinhos deles no meu corpo, lambendo minhas coxas, meus peitos, meu rosto. Um deles enfiou o focinho na minha buceta, lambendo a porra que escorria, e outro lambeu meu cu, limpando o que sobrava.

"Ah, isso, lambam tudo," murmurei, quase desmaiando de cansaço. Era nojento, era perfeito. Fechei os olhos, sentindo aquelas línguas ásperas no meu corpo inteiro, limpando cada gota de suor e porra. Meu corpo relaxou, e eu peguei no sono ali mesmo, no chão do canil, nua, com os cachorros me lambendo. Não tinha nada mais que eu queria naquele momento. Aquela era minha fantasia se tornando real, e eu sabia que isso era só o começo.

Tô só começando meus desejos aqui na fazenda. Ainda tem mais cachorros, porcos, e aquele cavalo preto que eu mal posso esperar pra ter dentro de mim. Mas isso são outras histórias, outros desejos sujos que eu vou contar pra você. Por enquanto, me deixa sonhar com essa noite, com o cheiro de terra e sexo, com o som dos latidos e gemidos. Porque, aqui, eu sou livre pra ser a mais vadia que eu posso ser.

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Me chama lá: @velvetcatt no Telegram 😈💋

E aí, meus gatinhos , o que acharam dessa loucura? Ficaram com tesão só de imaginar? Eu sei que sim, porque eu mesma tô ficando molhada de novo só de relembrar e escrever tudo isso pra vocês.

Se curtiu, deixa um comentário aí, me conta o que achou, o que mais te excitou. E se quiser mais histórias assim, com todos os detalhes sujos, é só pedir. Tenho um monte de aventuras pra compartilhar, cada uma mais safada que a outra. Beijos molhados, meus queridos, da sua Cat favorite. Até a próxima!

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