Alice tinha 47 anos, três filhos, mas ainda era uma gostosa. Gordinha na medida certa: barriguinha saliente, seios fartos que balançavam quando ela andava, bunda grande e empinada, e a buceta – aquela buceta inchada de tesão que vivia molhada, os lábios grossos roxos, sempre latejando.
Rogério, o marido, tinha um fetiche de anos: ver a esposa dando para outro homem. De preferência alguém com mais status, mais pau, mais atitude. Alguém como Carlão, o chefe dela no escritório.
Carlão tinha 52 anos, divorciado, barriga de chopp, pau grosso e mal humorado na hora do sexo – exatamente o tipo que Alice gostava de levar na cama.
– Hoje é o dia – Rogério disse no café da manhã. – Convidei ele pra jantar.
– E os filhos? – Alice perguntou, já com a calcinha molhada só de pensar.
– O Roberto vai chegar mais cedo da faculdade. A gente deixa ele ver se ele quiser. Ou ele fica no quarto.
Roberto era o filho do meio, 22 anos, bissexual assumido, cabeludo, corpo magro, pau médio mas curvado pra cima. Ele já tinha confessado pra mãe que curtia ver pornô com corno. Não ia ser problema.
Carlão chegou de camisa social aberta, peito peludo à mostra, cheirando a whisky e cigarro. Sentou na mesa como se fosse dono da casa.
– E aí, Alice… essa tua cara de puta já tá me dando tesão – ele falou na frente do Rogério.
Rogério sorriu, nervoso, o pau já duro dentro da calça.
Alice serviu o vinho, sentou no colo do chefe, passou a mão na nuca dele.
– Tá com saudade do que eu fiz na segunda-feira no estojo? – ela sussurrou.
– Tô. Só que hoje não vai ser só boquete. Hoje eu vou comer esse teu cu gostoso.
Rogério gemeu baixo. Tirou o pau pra fora e começou a bater punheta debaixo da mesa.
Roberto chegou nesse momento. Viu a cena: a mãe no colo do chefe, o pai com o pau na mão. Ele não foi pro quarto. Sentou na poltrona ao lado, tirou o celular, mas não ligou pra ninguém – só começou a passar a mão por cima da calça.
– Não precisa fingir, filho – Rogério disse. – Pode ver. Pode bater uma também.
Roberto puxou o pau pra fora. Médio, curvado, cabeça rosa.
– Vai, mãe – ele disse. – Mostra pra ele como você é puta.
Carlão levantou, tirou a camisa. O peito peludo, a barriga de chopp, e o pau – grosso, 18cm, veiudo – já babando pré-gozo.
– Tira essa roupa, Alice. Agora.
Alice se levantou, tirou o vestido devagar. Os peitos fartos caíram pesados, bicos morenos enormes, a barriguinha macia. A calcinha de renda preta – já encharcada. Ela tirou a calcinha e jogou na cara do marido.
– Cheira, corno. É o cheiro da buceta da tua esposa.
Rogério enfiou o nariz na calcinha, gemeu, punhetando mais rápido.
– Agora de quatro no sofá – Carlão ordenou.
Alice obedeceu. Empinou a bunda grande, a buceta inchada e peludinha (ela só aparava, não tirava tudo) já escorrendo mel. O cu fechadinho, rosado, piscando.
Carlão ajoelhou atrás dela. Abriu os lábios da buceta com os dedos. Cheirou.
– Que porra é essa, Alice? Tu já veio molhada de casa, sua cadela.
– É que eu sabia que você ia me comer hoje – ela respondeu, a voz trêmula de tesão.
Ele enfiou a língua. Lambeu a buceta inteira, dos pelinhos ao grelo, desceu até o cu, lambeu o cu dela com vontade. Alice gemia alto.
– Aí, caralho… lambe esse cu… lambe tudo…
Roberto se masturbava olhando o chefe lamber o cu da mãe. O pau dele escorria pré-gozo.
Rogério já tava quase gozando, mas segurou. Queria ver a hora da penetração.
– Agora senta nesse pau – Carlão mandou, deitando de costas no tapete.
Alice montou. Enfiou a buceta naquele pau grosso devagar, gemendo a cada centímetro.
– Assim… assim, caralho… enche essa buceta de puta…
Ela começou a quicar. Os peitos balançavam, a barriga tremia. Carlão batia na bunda dela, gorda, marcando vermelho.
– É assim que você gosta, seu corno? – Carlão perguntou pra Rogério. – Ver sua mulher sentando em outro pau?
– Sim… sim… – Rogério mal conseguia falar, a mão voando no pau.
Roberto se aproximou. Não tocou na mãe, mas se ajoelhou perto da cabeça de Carlão.
– E você, moleque? – Carlão perguntou. – Quer mamar um pau?
Roberto só assentiu. Abriu a boca. Carlão enfiou o dedo na boca do filho de Alice, depois cuspiu. Roberto lambeu a mão do chefe.
– Depois que eu gozar na sua mãe, você mama ele – Carlão disse.
Roberto gemeu, o pau latejando.
Alice quicava cada vez mais forte. A buceta inchada sugava o pau de Carlão igual uma boca. Os gemidos dela enchiam a sala.
– Vai gozar, seu filho da puta? – ela perguntou.
– Vou. Mas vou gozar dentro.
– Goza. Enche essa buceta de leite, caralho.
Carlão gozou. Jorrou rios dentro de Alice. Ela sentiu o leite quente escorrendo, contraiu a buceta pra sugar tudo. Gozou junto, esguichando no pau dele.
Rogério não aguentou. Gozou na própria mão, sujando a barriga.
Roberto parou de se masturbar. Queria mais.
Carlão tirou o pau da buceta de Alice. O leite escorria grosso pela coxa dela.
– Agora você, moleque – Carlão disse pra Roberto. – Vem mamar.
Roberto se aproximou de quatro. Abriu a boca e chupou o pau de Carlão – babado de porra e buceta da própria mãe. Ele chupou com fome, lambendo a cabeça, engolindo o mel da mãe misturado com o leite do chefe.
– Isso, filho – Alice disse, ainda deitada, passando o dedo na própria buceta e chupando. – Lambe a porra que saiu de dentro de mim.
Rogério olhava, atônito, o pau já ficando duro de novo.
Carlão puxou Roberto pelo cabelo, enfiou o pau inteiro na garganta do rapaz. Roberto engasgou, babou, mas continuou.
– Tu mama bem, hein, viado. Melhor que tua mãe chupa.
– Isso é porque ele é bissexual – Alice disse, rindo. – Puxou a mim.
Roberto chupou até Carlão gozar de novo. Dessa vez na cara do rapaz. Leite quente escorrendo pelos olhos, boca, cabelo.
Roberto limpou com a língua os próprios lábios.
– Agora você vai comer o cu do seu pai – Carlão disse.
Rogério arregalou os olhos. Mas não disse não.
Roberto se levantou, o pau duro, curvado. Rogério se ajoelhou de quatro, a bunda empinada.
– Isso, filho… come esse corno – Alice sussurrou.
Roberto cuspiu na mão, passou no pau, enfiou devagar no cu do pai. Rogério gemeu, apertando o sofá.
– Assim, caralho… assim…
Roberto metia devagar, o pau curvado raspando na próstata do pai. Rogério gozou só com isso – leite jorrando sem ninguém tocar no pau dele.
– Porra, filho… – ele gemeu.
Roberto gozou dentro do cu do pai.
Os quatro ficaram exaustos no chão da sala.
Alice se levantou por último. A buceta ainda escorrendo leite de Carlão, o cu lambido, os peitos marcados de dedo.
– Amanhã tem reunião às 9, Carlão – ela disse, séria.
– Vou tá lá – ele respondeu, já se vestindo.
Rogério ficou deitado de bruços, o cu aberto.
Roberto foi pro banheiro tomar banho.
Alice olhou pro marido.
– Realizou seu sonho, amor?
– Realizei – ele respondeu, com um sorriso bobo.
– Então amanhã você limpa a casa. Eu vou trabalhar de saia curta.
Ela subiu as escadas pelada, a buceta inchada e babada, pronta pra mais um banho – e mais uma siririca.