Parte 43: Revelações no Sofá e Desejos Confessados

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 1525 palavras
Data: 07/04/2026 21:32:25

A relação com Jaqueline seguiu normal apesar do sexo gostoso – na loja, ela era profissional, conversando sobre estoque e clientes, sem abusar da intimidade. "Ei, Sara… essa peça vende bem?", perguntava, mantendo distância respeitosa. Rufus e Sara apreciavam isso: "Ela é discreta… bom sinal", comentava Sara.

João viaja para um simpósio de enfermagem em outra cidade, deixando Gislaine pra trás. Ela fica triste, pois queria ir: "Por que ele não me levou? Ia ser legal…" Descobriu depois que Jorge, o namorado de seu pai, foi junto – aquilo mexeu com ela, um ciúme sutil: "Ele preferiu a companhia dele do que a minha? Que merda…" Triste, fica em casa e falta à aula da faculdade naquele dia, enrolada em cobertores, olhos inchados de choro.

Quando Rufus chega da faculdade, antes de ir pra loja, encontra Gislaine lá, triste e chorosa no sofá. Ele se aproxima, abraçando-a forte, beijando sua testa: "Ei, Gi… o que houve? Seja o que for, tudo se acerta. Eu faço o que puder pra ajudar." Ela simplesmente o beija, lábios macios se unindo devagar, mão passeando pelo peito dele, descendo pela barriga: "Ahh, Rufus… te quero agora." Rufus suspira, excitado: "Eu também, mas tenho afazeres na loja… depois a gente conversa direito." Ela resmunga, enciumada: "Afazeres com a Sara ou com a Jaqueline?" Rufus a beija forte, quase roubando o ar, língua invadindo faminta: "São da loja, Gi. Lembra que minha esposa é a Sara… mas admito, te amo também. Muito. E a Jaqueline é só uma colega que tá virando uma boa amiga, nada mais que isso." Ela sorri, mais disposta, e o beija de volta: "Tá bom… vai lá." Resmunga algo sobre ele "ainda não ter entendido, apesar de tudo", mas deixa como está, deixando-o ir pro banho com o pau duro como rocha. Ela volta pro quarto, mordendo o lábio: "Ele vai ver…"

Na loja, tudo corre bem. Rufus cobre a falta de Beatriz, organizando prateleiras. A nova funcionária começaria somente no próximo mês, uma prima de Jaqueline. Jaqueline estava à vontade com ambos, conversando mais até do que Sara, mas assuntos triviais: "Rufus, essa campanha de marketing tá bombando… parabéns!" Ela não era abusada e não queria se meter na família: "Tô tão feliz aqui, gente… obrigada pela chance."

Ao fim do dia, Sara e Rufus fecham a loja e voltam pra casa, mãos dadas no carro: "Dia produtivo, amor." Lá, encontram Gislaine cochilando no sofá. Rufus comenta baixinho: "Mais cedo ela tava triste… abracei, mas não contou tudo." Sara explica: "Foi o João… viajou pro simpósio com o Jorge, o namorido do pai dela. Ela se sentiu deixada pra trás, coitada." Rufus franze a testa, preocupado: "Poxa… vamos pro banho e pensar em como ajudá-la." Sara assente: "Tá bom, meu lindo."

Eles tomam um banho rápido, água quente relaxando os músculos, mas a mente em Gislaine. Sara foi mais rápida e saiu primeiro do banheiro. Após mais alguns minutos, ele sai enrolado na toalha e encontra Sara e Gislaine conversando na cozinha – clima sério, mas com uma tensão no ar, olhares carregados. Sara o vê e sorri, aquele sorriso lindo que ele amava, iluminando o rosto maduro dela: "Ei, amor… vem cá." Gislaine também sorri, ruborizada: "Oi, Rufus…" Aparentemente não era um segredo – elas pareciam conspirar algo.

Após um lanche rápido – sanduíches leves e suco –, eles assistem a um filme no streaming, "Mulholland Drive", um thriller psicológico com uma cena lésbica icônica e sensual. Rufus sentado no meio de Sara e Gislaine, ambas segurando a mão dele, corpos quentes roçando. Em dado momento, a cena quente começa – duas mulheres se beijando devagar, mãos explorando, respirações ofegantes, sem ser explícito mas muito erótico, com close-ups de lábios e toques suaves. A respiração de Sara e Gislaine fica ofegante, peitos subindo e descendo, coxas se apertando.

Rufus decide fazer um testa, justando as mãos delas de maneira que se toquem. Devagar, retira a dele, e logo elas alisam uma à outra – dedos entrelaçando, carinhos leves nas palmas. Suas respirações aceleram, olhos se encontrando. Ele leva as mãos às coxas delas, acariciando levemente por cima dos shorts, fazendo carícias devagar em suas coxas e virilha: "Mmm… vocês tão quentes." Ambas dão um pequeno gemido: "Ahh…", pernas se abrindo sutilmente. Quando isso acontece, uma olha pra outra e riem levemente, coradas: "Ei… vai mesmo mexer com nós duas?", diz Gislaine, voz rouca. Rufus bolina suas bocetas por cima do short e calcinha, dedos pressionando levemente o tecido úmido.

Gislaine se aproxima e beija Rufus, língua circulando: "Mmm… te quero." Sara não deixa barato, puxando-o: "Ei, meu turno… ahh, delícia." Ficou assim, um cabo de guerra gostoso, Rufus alternando beijos, dedos afundando mais nos shorts, gemidos ecoando: "Ahh, Rufus!" Até que, com as duas o beijando ao mesmo tempo – línguas se tocando na dele –, Rufus puxa suas mãos de volta e guia o rosto de uma na direção da outra. Elas não recuam, iniciando um beijo longo de língua, faíscas saindo – lábios macios se unindo, suspiros misturados, mãos nos cabelos uma da outra. Rufus comenta, voz grave: "Vocês de fato têm essa química… faz um tempo que notei. Olhares, toques quentes..." Gislaine para o beijo, ofegante, e ri: "Você ainda não percebeu tudo, Rufus." Sara apenas sorri, visivelmente excitada, ambas ruborizadas, seios arfando. Rufus desafia: "Então me conta o que não percebi? Vocês por acaso já transaram?" Ambas riem, a estática intensa no ar, corpos se aproximando mais.

Sara diz: "Não… mas quase." Ambas se alisam – mãos nos braços, coxas – e alisam Rufus, dedilhando o pau por cima da calça: "Ahh, duro já…" Ela continua: "Durante a viagem, a gente tava fuçando a TV do hotel e achou um canal adulto liberado sem querer. Era um filme lésbico… assistimos vidradas, as duas desejosas por pau." Rufus instiga, excitado: "Pau de quem?" Gislaine responde quase ferozmente, beijando-o forte: "Seu, óbvio, seu tonto!" A situação muda – ambas se lançam sobre ele, despindo-o devagar, mãos tirando camisa e calça: "Vem cá, nosso homem…" Elas começam a chupá-lo juntas, línguas circulando a cabeça babada, boquete duplo ritmado: "Mmm, delícia de pau… geme pra gente." Dão pausas para rápidos beijos de língua entre si: "Ahh, Gi… sua boca é quente." Aquilo estava matando Rufus de excitação – Sara e Gislaine eram as mulheres de sua vida, safadas e conectadas de um jeito que ele nunca imaginou ver, apesar de saberem ser ousadas e safadas.

Gislaine solta, cheia de tesão e tática: "Você ainda não entendeu, Rufus?" E ri, mordendo o lábio. Rufus ri, mas não entende exatamente: "O quê? Me explica…" Sara pergunta: "Não reparou no que tem aqui?" Rufus cai em si, olhando as duas loiras – Sara madura e curvilínea, Gislaine jovem e esguia, mas ambas com olhos famintos por ele. Sara sorri e o chupa, passando a língua na cabeça.

"Você literalmente tem pra si as duas loiras mais lindas, gostosas e safadas do Rio. Somos suas putinhas pra fazer o que quiser." - diz Gislaine. Sara complementa, reclamando brincalhona com o que Gislaine disse: "putinha do Rufus? Tá, vai... pior que é. Amor, por você eu aceito qualquer coisa… sorte nossa você não ser galinha, senão seríamos cheias de chifres." Gislaine provoca, beijando Sara: "Você é corna pra própria filha, mãe…" Sara a beija na boca, retirando a blusa dela: "Você não conta, pois é putinha do Rufus também." Rufus, excitado, complementa: "Seus seios, bocetas, cuzinhos… mas também olhos, ouvidos, pés, seus corações… tudo de vocês é meu. Eu amo vocês. Pra que eu iria querer outras na rua?" Elas dizem juntas: "Que bom! haha E claro que tudo nosso é seu! Nós te amamos mais que tudo!"

Gislaine diz, ofegante: "O João tá ficando igual meu pai, querendo mais rola que boceta. Mas o problema é que eu não quero outras rolas… além do pau dele, a única que importa pra mim é a sua, Rufus." Assume: "Tá, admito! Virei uma cadelinha sua, algo que nunca imaginei. De quatro, totalmente apaixonada." Sara a baixa, terminando de despi-la: "Minha filha enfim assumiu completamente seus sentimentos e desejos… merece um prêmio: aquilo que não fizemos naquela noite." Rufus pergunta: "O quê?" Sara diz: "No hotel, enquanto víamos o filme lésbico, nos despimos e nos masturbamos, chamando por você… 'Rufus, vem nos foder'." Rufus geme: "Delícia…" Sara continua: "Eu nem liguei dela chamar por você em vez do João – sei que ela te ama, mais até que na época em que namoravam. Só você é homem de verdade pra nós duas." Então: "Em dado momento, perguntei se uma não podia ajudar a outra… então masturbamos uma à outra, chamando você: 'Suas gostosas querem seu pau, Rufus. Vem nos foder!'." Mas o tesão subiu: "Começamos a xingar, 'seu filho da puta gostoso, suas cadelas no cio querem pica, porra!'… olhamos uma pra outra e nos beijamos, masturbando forte, nossos dedos explorando uma à outra, entrando e saindo ritimado. Gozamos uma nos dedos da outra enquanto nossas linguas brigavam, Mas não fizemos oral… eu disse que só faria isso com nosso gostoso... com você. E essa é a hora." Gislaine, com olhos vidrados, se deita no sofá, pernas abertas: "Vem vocês dois… eu sou de vocês hoje e pra sempre!"

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