Esposa tem Marido e namorado parte 7

Um conto erótico de bola
Categoria: Heterossexual
Contém 1152 palavras
Data: 07/04/2026 23:05:19
Assuntos: Esposa, Heterossexual

A semana inteira com Ricardo: o paraíso que quase me destruiu

Segunda-feira de manhã eu cheguei no apartamento dele com a mala pequena, o coração batendo tão forte que parecia que ia sair pela boca. Ricardo abriu a porta só de cueca, pau já meio duro

marcando o tecido. Não falou nada. Me prensou contra a parede do corredor, rasgou o vestido que eu estava usando e enfiou a mão na minha calcinha já encharcada.

— Finalmente, porra… sete dias inteiros só minha, Mariana. Sem marido, sem filhos, sem culpa. Essa buceta e esse cu vão ser só meus do nascer ao pôr do sol.

Ele me levantou no colo, me carregou pro quarto e me jogou na cama king size. Caiu de boca na minha buceta como um animal faminto, chupando meu clitóris com força enquanto enfiava dois dedos no meu cu.

— Diz pra mim que você me ama mais que ele — rosnou, mordendo a parte interna da minha coxa. — Diz que essa semana você vai ser minha mulher de verdade.

Eu gemi alto, pernas tremendo:

— Eu te amo, Ricardo… caralho, me chupa mais forte… eu sou sua essa semana… toda sua… ahhh, me fode com a boca!

Gozei jorrando na língua dele em menos de dois minutos. Ele não esperou. Virou-me de quatro, cuspiu na minha buceta e meteu o pau todo de uma vez, estocando fundo, batendo pele contra pele.

— Isso… toma esse pau que vai te arrombar o dia inteiro, vadia casada. Grita pra mim que você quer que eu te engravide.

— Me engravida, amor… me enche de porra… quero sentir você gozando fundo enquanto meu marido tá em casa sofrendo… me fode como se eu fosse sua pra sempre!

Ele me fodeu sem parar, trocando de buraco, me fazendo gozar três vezes antes de jorrar quente na minha buceta. Depois me abraçou forte, suado, e sussurrou no meu ouvido:

— Eu te amo pra caralho, Mariana. Essa semana vai ser o começo. Você vai voltar pra casa e contar pra ele que acabou.

Eu não respondi. Só apertei ele mais forte, sentindo a porra escorrendo pelas coxas.

O marido… ah, o Eduardo ficou em casa a semana inteira como um fantasma. Eu sabia porque ele mandava mensagens de hora em hora: “Tô com saudade pra caralho, Mari. A casa tá vazia sem você.” “As crianças perguntaram de novo onde você tá. Eu disse que você precisava de um tempo… mas eu tô morrendo aqui.” “Te amo. Volta logo.” Ele não brigou, não pressionou. Só ficou triste. Triste de um jeito que partia meu coração… e me deixava ainda mais molhada.

Terça-feira Ricardo me acordou com o pau na minha boca. Me fodeu a garganta até eu babar inteira, lágrimas escorrendo, depois me virou de lado e meteu no cu devagar, centímetro por centímetro.

— Relaxa esse cuzinho pra mim, amor… hoje eu só quero sua bunda o dia inteiro. Quero te deixar aberta, inchada, marcada só por mim.

Eu gemia, unhas cravadas no lençol:

— Me arromba o cu, Ricardo… me usa como sua cadela anal… eu quero sentir você gozando dentro da minha bunda enquanto o Eduardo tá em casa sozinho, triste, imaginando o que você tá fazendo comigo…

Ele meteu com força, segurando meu cabelo como rédea:

— Ele tá triste? Que sofra. Essa bunda agora é minha. Diz que você me ama mais.

— Eu te amo mais… eu te amo mais, porra… me enche o cu de porra!

Ele gozou rugindo, enchendo meu intestino. Depois, no chuveiro, me fodeu de novo contra o vidro, me fazendo gritar que eu queria deixar o Eduardo por ele.

Quarta-feira ele me levou pra sacada de novo, me colocou de quatro com o sol batendo nas minhas costas e me comeu o cu enquanto eu olhava a cidade. Eu gozei tão forte que minhas pernas falharam. Ele me segurou e sussurrou:

— Eu quero que você pare de tomar remédio essa semana. Quero te engravidar de verdade. Quero um filho nosso. Deixa ele, Mariana. Vem morar comigo.

Eu não contei isso pro Eduardo. Nunca. Ele sabia que eu tava com Ricardo a semana inteira, sabia que a gente tava transando o tempo todo… mas não sabia que eu chorei no ombro do meu amante depois do sexo, dizendo que tinha medo de perder tudo, mas que o amava de um jeito que nunca amei ninguém.

Quinta-feira foi o dia mais pesado. Ricardo me fez deitar de pernas abertas na cama, filmou enquanto metia devagar na minha buceta e falava direto pra câmera:

— Olha pra isso, Eduardo… olha como sua mulher goza no meu pau. Olha como ela implora pra eu gozar dentro sem camisinha.

Eu gemia, tocando meu clitóris:

— Me enche, amor… me dá um filho seu… eu quero ser sua mulher… ahhh, goza fundo!

Ele gozou jorrando, e eu gozei junto, gritando o nome dele. Depois ele apagou o vídeo. Não mandou pro Eduardo. Disse que era só nosso segredo… por enquanto.

Sexta e sábado foram dias de sexo sem parar: na cozinha eu debruçada na pia enquanto ele me arrombava o cu; no sofá eu cavalgando ele e contando como o Eduardo tava triste; na cama, de madrugada, ele me comendo devagar, olhando nos meus olhos e dizendo “eu te amo pra caralho, Mariana… você é minha”.

Domingo à noite, quando eu voltei pra casa, o Eduardo estava sentado no sofá, olhos vermelhos, cara de quem não dormiu a semana inteira. As crianças já estavam dormindo. Ele me abraçou forte, quase desesperado, e sussurrou:

— Você voltou… graças a Deus você voltou.

Eu o beijei, sentindo o cheiro dele, o amor dele… e a porra do Ricardo ainda escorrendo devagar na minha calcinha.

— Eu voltei, amor. Sempre volto.

Ele me levou pro quarto, me deitou na cama e abriu minhas pernas devagar. Lambeu minha buceta inchada, cheia da porra de outro homem, e perguntou, voz rouca:

— Conta o que aconteceu, Mari… me conta tudo que você quiser contar.

Eu contei algumas coisas: as fodas na sacada, ele me chamando de puta dele, os creampies quentes. Mas não contei o resto. Não contei que Ricardo me fez dizer “eu te amo mais que ele” enquanto gozava no meu cu. Não contei que ele falou em filho, em morar junto, em eu largar tudo. Não contei que, no último dia, eu chorei nos braços dele e disse que não sabia mais o que fazer.

Eduardo me fodeu devagar aquela noite, com amor e tristeza, gozando dentro de mim enquanto lágrimas escorriam pelo rosto dele.

— Eu te amo, Mari… não me deixa.

Eu o abracei forte, sentindo o peito apertar de culpa e tesão.

Meu celular vibrou na mesa. Mensagem de Ricardo:

“Essa semana foi só o começo, amor. Da próxima vez você não volta. Eu te amo.”

Eu não respondi. Ainda não.

Mas meu corpo inteiro tremia… porque eu sabia que a próxima vez ia chegar.

E eu não sabia se ia conseguir dizer não.

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Comentários

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Nossa , eu nunca torci pra um marido mandar a esposa se fuder igual neste conto .

Seria maravilhoso ver o marido expulsando a esposa de casa e ela sentindo falta de uma família, de um pai carinhoso e um marido amoroso

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