Chapeuzinho Vermelho (Capítulo 3)

Um conto erótico de Hot♡
Categoria: Homossexual
Contém 1148 palavras
Data: 08/04/2026 00:12:16
Assuntos: Gay, Homossexual

“O Bolo e a Fome”

Uma semana se passou desde o encontro quente na toalha de piquenique. Tiago ainda sentia o gosto da porra de Johnny na boca quando se lembrava daquela tarde. O cuzinho latejava de saudade toda vez que ele se mexia.

Naquela manhã, Tiago foi visitar a avó como de costume. A senhora o recebeu com um sorriso carinhoso e preparou um bolo de cenoura com cobertura de chocolate — úmido, macio e cheiroso. Enquanto comiam juntos, Tiago guardou discretamente um pedaço grande em um pote plástico dentro da cesta. Era para Johnny. Ele queria ver o homem careca comendo algo feito por sua família antes de ser devorado outra vez.

Às duas da tarde, Tiago entrou na floresta novamente. Vestia uma camisa branca simples que ficava justa nos peitos macios e na barriguinha, um boné vermelho virado para trás sobre os cabelos pretos lisos, bermuda jeans que marcava suas coxas grossas e a bunda redonda, e tênis brancos. A cesta balançava em seu braço.

Ele caminhou pelo atalho conhecido, o coração acelerado de expectativa. Não demorou muito. Johnny apareceu entre as árvores como se estivesse esperando. Regata preta colada ao corpo atlético, bermuda jeans azul que deixava as pernas musculosas à mostra e botas pretas. Os olhos azuis brilharam ao ver Tiago.

— Chapeuzinho... de novo por aqui? — Johnny perguntou com aquela voz grave e rouca, aproximando-se devagar.

Tiago parou, sorrindo timidamente.

— Trouxe uma coisa pra você. Minha avó fez bolo de cenoura com chocolate hoje. Guardei um pedaço grande... pra você.

Johnny ergueu uma sobrancelha, surpreso e divertido. Chegou mais perto, o corpo grande dominando o espaço de Tiago.

— Que fofo... Você trouxe comida pra mim antes de eu comer você? Que putinho atencioso.

Sem aviso, Johnny agarrou Tiago por trás, colando o peito contra as costas do rapaz. Um braço forte passou ao redor da cintura, a outra mão já subindo para abrir os botões da camisa branca.

— Você sabe que eu tenho outra fome, né? — Johnny sussurrou no ouvido de Tiago, mordendo o lóbulo. Ele tirou completamente a camisa, jogando-a na grama. As mãos grandes agarraram os peitos macios de Tiago por trás, apertando com força.

— Olha essas tetas gordas... tão pesadas, tão macias. Perfeitas pra eu brincar o dia todo.

Johnny balançou os peitos de Tiago para os lados, sentindo a carne fofa balançar em suas palmas enquanto falava putarias baixinho no ouvido dele.

— Imagina eu te foder bem aqui enquanto você geme como uma vadia... essas tetas balançando toda vez que eu meter fundo. Você gosta quando eu falo assim, não gosta?

Tiago gemeu, inclinando a cabeça para o lado. Johnny chupou o pescoço dele com força, deixando uma marca vermelha enquanto os dedos beliscavam e giravam os mamilos rosados.

— Ahh... Johnny...

Johnny pegou a cesta de Tiago, tirou a toalha que estava dentro e forrou o chão em um trecho de grama macia. Depois voltou para Tiago e tirou o restante das roupas: bermuda jeans, cueca e tênis. O corpo gordinho e totalmente depilado de Tiago ficou nu, o pauzinho de 12 cm já meio duro.

— Fica de quatro na toalha — ordenou Johnny, a voz autoritária.

Tiago obedeceu, ficando de quatro, a bunda empinada e o rosto virado para o lado. Johnny tirou a regata preta, a bermuda jeans azul e as botas, ficando completamente pelado. O pau de 20 cm já estava duro, grosso, com a base rodeada pelos pelos castanhos aparados.

Johnny se posicionou atrás de Tiago e deu um tapa forte na bunda direita, depois outro na esquerda.

— Que bundinha gulosa... toda empinada pra mim. Você veio aqui só pra levar pau, né? Trouxe bolo pra disfarçar, mas na verdade quer esse pauzão arrombando seu cu.

Ele abriu a bunda de Tiago com as duas mãos, expondo o cuzinho rosado e liso.

— Olha esse buraco apertado... — Johnny cuspiu direto no cu, saliva escorrendo. Depois colou a boca e lambeu devagar, a língua larga passando várias vezes. Em seguida chupou com vontade, os lábios sugando o anel apertado.

Tiago gemeu alto, empinando mais.

Johnny puxou o pauzinho de Tiago para trás, entre as pernas, e começou a masturbar enquanto continuava chupando o cu. A língua entrava e saía, fodendo o buraco molhado. A mão de Johnny acelerou a punheta no pau de Tiago.

— Não aguento... — Tiago choramingou.

A velocidade da língua e da punheta aumentou. Tiago tremeu inteiro e gozou, jatos de porra caindo na toalha enquanto o cuzinho piscava contra a boca de Johnny.

Johnny riu, lambendo os lábios.

— Gozou rápido hoje, hein? Que putinha sensível.

Ele se levantou um pouco, segurou o quadril de Tiago e esfregou o pau duro entre as nádegas, simulando a foda sem entrar ainda. A cabeça grossa deslizava pelo cu molhado de saliva.

Tiago implorou, a voz rouca:

— Por favor, Johnny... me fode. Enfia tudo. Eu preciso do seu pau dentro de mim.

Johnny segurou o quadril com força e meteu tudo de uma vez. O pau de 20 cm invadiu o cu de Tiago até o fundo em uma única estocada forte.

— Aaaahhh! — Tiago gritou, o corpo inteiro tremendo.

Johnny começou a meter com força, estocadas profundas e pesadas que faziam a bunda de Tiago balançar. Ele dava tapas fortes enquanto fodia, a pele clara ficando vermelha.

Depois agarrou os cabelos pretos lisos de Tiago, puxando a cabeça para trás enquanto continuava metendo forte.

— Toma esse pau, caralho... — Johnny rosnou.

Ele empurrou Tiago para baixo, fazendo o rosto dele pressionar contra a toalha, e puxou o quadril para cima, deixando a bunda bem empinada. Johnny colocou um pé no rosto de Tiago, pressionando levemente enquanto metia fundo, o pau entrando e saindo com força bruta.

Tiago gemia sem parar, a voz abafada pela toalha.

Johnny tirou todo o pau e meteu tudo novamente, repetidas vezes, fazendo o cu de Tiago piscar e se abrir a cada estocada violenta.

De repente, Tiago gozou pela segunda vez, o pauzinho soltando mais porra na toalha sem nem ser tocado, o cuzinho apertando forte ao redor do pau de Johnny.

Johnny puxou o pau para fora, se masturbou rápido e gozou na entrada do cu de Tiago. Jatos grossos e quentes de porra acertaram o buraco aberto, escorrendo para dentro e pelas nádegas.

Ele deu mais algumas estocadas, empurrando o sêmen para dentro de Tiago.

Satisfeito, Johnny pegou o pote com o pedaço de bolo na cesta, sentou na toalha e começou a comer, gemendo de prazer com o sabor.

— Hum... tá uma delícia esse bolo.

Tiago, ainda de quatro, com o cu pingando porra, passou os dedos no cuzinho, recolhendo o gozo branco e grosso. Levou os dedos à boca e lambeu devagar, saboreando o gosto salgado de Johnny enquanto olhava para ele com olhos vidrados.

Johnny sorriu, dando outra mordida no bolo.

— Boa garoto. Da próxima vez traz mais bolo... e prepara essa bundinha pra eu passar o dia todo comendo.

Continua...

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