a minha vida com o primo Jorge parte 1

Um conto erótico de João
Categoria: Homossexual
Contém 569 palavras
Data: 08/04/2026 04:38:22
Assuntos: Gay, Homossexual

Jorge tinha a mesma idade minha, apenas um mês de diferença. Gostávamos de correr pelado pelo quintal. Riamos tentando fugir de nossas mães. O tempo foi passando. Agora com 11 anos. Durante uma conversa surgiu esse assunto. A época que corríamos pelados pelo quintal. Jorge me provocou dizendo que meu pinto deveria estar igual a quela época. Eu falei que se estivesse o dele também estaria. Então ele me desafiou a medirmos pra ver quem tinha o maior ponto. Estavamos no meu quarto jogando no computador, então fui até a porta e tranquei. Não queria que ninguém nos desse um fraga.

Puxei minha bermuda e cueca e falei. Olha como cresceu. Meu pau estava mole então Jorge me provocou. Há o meu é maior . Eu desafiei, então mostra. Ele puxou sua bermuda e cueca e me mostrou. Eu fui chegando perto pra medir. Eram bem parecidos. Jorge então falou. Vamos medir duro. E começou a punhetar seu pau, e eu fiz o mesmo.

Já de pau duro me aproximei outra vez pra medir e continuava muito parecidos. Então Jorge falou. É realmente são parecidos. E completou já que estamos de pau duro vamos tocar uma ? Respondi boa ideia. Eu olhava ele se masturbando e não consegui gozar então tive uma ideia.

O que você acha de um tocar punheta pro outro ?

Jorge me olhou retorcendo a cara. Não sei se é uma boa ideia. Então completei. Vai ficar só entre nós dois, ninguém vai saber. Jorge perguntou. Posso confiar em você ? Eu claro também não vou querer que os outros saibam que toquei punheta pra você. Ele concordou comigo e cada um pegou no pau do outro e começou a punhetar.

Jorge gozou primeiro e eu fiquei com a mão toda melada. Logo em seguida foi eu que gozei. Nos limpamos e voltamos a jogar.

Ficamos jogando pelados da cintura pra baixo. Já não existia timidez entre nós. Éramos cumprisse. Então falei vamos colocar a bermuda minha mãe vai chamar pro almoço. E quase no mesmo instante ouvi. Crianças venham almoçar. E fomos. Logo após o almoço voltamos pro quarto. Mais uma vez tranquei a porta e voltamos pro jogo. Depois de horas Jorge falou que precisava ir pois já era tarde. Então propus algo inédito pra nós.

Falei. Jorge já tocamos punheta um pro outro, o que você acha de trocarmos também um boquet. Eu te chupo e você a mim, quem sabe um 69. Jorge pensou um pouco e falou. Esta bem, mais promete que não vai gozar na minha boca. Eu prometo respondi e você também não vai gozar na minha ok. Ele concordou.

Eu deitei na cama e Jorge veio por cima de mim e começou a me chupar me oferecendo seu pau pra que eu fizesse o mesmo. Estava uma delícia sentir seu pau na minha boca, não sentia vontade de parar. Então comecei a sentir o gozo vindo e avisei Jorge, para vou gozar. Mais Jorge não parou e eu esplodi na sua boca. Ele continuou chupando e eu senti o primeiro jato na minha boca, mais também não conseguia parar de chupar e fui tomando seu leite enquanto ele tomava o meu.

Quando paramos nos olhamos e simplesmente nos beijamos na boca. Então falei. O que vai rolar agora perguntei. Jorge falou. Vamos deixar rolar, o que acontecer vai ficar só entre nós dois mesmo. Então se vestiu e voltou pra casa.

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Falo por mim: se não existisse censura e condenação social, no mínimo, 25-30% dos homens seriam gay ou bi. Na verdade são, só não vivem isso. Amo minha esposa de paixão, mas graças a ela, seu poio, e compreensão, reconheço que prefiro sexo com homem.

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