Me chamo Wal, sou solteiro, 1,88, magro. Trabalho em uma empresa multinacional com assistência técnica, então estou sempre viajando.
Viajei para Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul. Baixei o Facebook Namoro e comecei a dar match com algumas mulheres. Nisso, uma me chamou atenção — vou chamar de Suz.
42 anos, toda delicada, bem cuidada, unha feita, corpo bonito, um jeito que já chamava atenção só de olhar. Mãe de dois filhos, mas com uma energia leve e envolvente.
A conversa fluiu rápido. Falei que era mineiro e que estava na cidade a trabalho. Saímos do aplicativo, fomos pro Messenger e logo depois já estávamos no WhatsApp.
Ela me chamou pra tomar um tereré na lagoa principal da cidade. Cheguei e, quando vi ela pessoalmente, era ainda melhor do que nas fotos. A gente sentou, começou a conversar… mas não demorou muito pra rolar aquele clima. Quando percebi, já estávamos nos beijando.
Ela soltou, meio rindo, que esses aplicativos geralmente são só pra coisa casual. Eu levei na boa, não forcei nada, deixei as coisas acontecerem no tempo certo.
No outro dia nos encontramos de novo. Dessa vez o clima já estava bem mais intenso. Chamei ela pro hotel, sem muita enrolação… e ela aceitou na hora.
Quando entramos no quarto, parecia que a gente já se conhecia há muito tempo. O beijo encaixava, o toque também. Tudo foi acontecendo naturalmente, com aquela mistura de vontade e curiosidade.
O clima esquentou de vez. Entre olhares, risadas e provocações, a gente se deixou levar. Ela reagia a cada momento, completamente envolvida, e isso só aumentava ainda mais a intensidade.
Chegamos no quarto e já começamos a nos pegar. Coloquei ela para mamar e caí de boca naquela buceta lisinha. Fizemos um 69 delicioso. Peguei a camisinha e me posicionei para foder ela. Fui colocando, e ela gemendo até encaixar tudo. Comecei a bombar, ela se contorcia toda, falando que tinha mais de 5 meses que não dava. Ela gemia, pedia mais e gozou. Depois gozou novamente.
Coloquei ela de quatro, que beleza de rabo. Meti nela pesado, ela se tocava por baixo e acabamos gozando juntos.
Tirei, tinha muita porra dentro da camisinha.
Comecei a alisar ela novamente, coloquei outra camisinha, coloquei ela de bruço e deitei por cima. Meti naquela buceta, sentia minha pica encostando no útero dela. Ela gritava e pedia para eu gozar rápido. Fiquei assim uns dez minutos até gozar novamente.
Teve aquela conexão que não é só física, sabe? A gente se perdeu no momento, sem pressa, curtindo cada detalhe. Ela falava baixo, se entregava, e aquilo deixava tudo ainda mais forte.
Depois, já mais calmos, ficamos ali, trocando carinho, rindo de tudo que tinha acontecido… aquele tipo de encontro que você não espera muito, mas acaba sendo marcante.
E não parou por aí… tivemos mais um encontro, mas essa parte fica pra outro dia.