Verdade ou Desafio com o Amigo
Esse conto abaixo é real, e aconteceu há quase dez anos atrás, tinha por volta dos meus 30 anos, numa época de fim de ano.
Me descrevendo, me chamo Victor, hoje tenho 37 anos, tenho 1,75m de altura, 82 kg, branco de olhos castanhos, cabelo curto e castanho, 17cm de instrumento, tenho um peitoral bem definido trabalhado na academia por alguns anos, mas uma leve barriga que a idade não esconde. Tenho poucos pelos pelo corpo, algo natural, e gosto de deixar um cavanhaque, e uma marca de sunga das idas à praia.
Descrevendo a outra pessoa deste conto se chama Luís, é um conhecido do trabalho, 28 anos, tem por volta de 1,68m, uns 65kg bem magrelo, bem branquelo, cabelo curto quase raspado, e poucos pelos.
Moro com minha noiva há pouco mais de um ano. Sou um cara discreto, poucas pessoas além das quais me relacionei sabem da minha orientação, sendo que minha noiva e família não fazem ideia disso. Na época deste conto, minha noiva precisou viajar a trabalho para outro estado, e só voltaria na próxima semana. Aproveitei que ficaria sozinho na nossa casa, e convidei um conhecido do trabalho, que tinha acabado de ser demitido e queria alguns conselhos de carreira.
Estávamos em casa, por volta das 20h, na sacada do meu apartamento, tomando uma cerveja. Ele não tem costume de beber, nem socialmente, então estava tomando sua segunda latinha e dizia já estar tonto. Trouxe para ele um copo de vodca com energético. Confesso que energético pra mim não faz efeito nenhum, mas para ele, o manteve acordado. Deixei tocando uma música ambiente, papo vai, papo vem, em um dado momento fomos para dentro. Sugeri que jogássemos verdade ou desafio, para passar o tempo. Ele já não estava em condições de voltar para casa, e perguntou se poderia dormir no meu apartamento, o que eu permiti sem problemas.
Depois das perguntas triviais, começamos a esquentar um pouco o jogo, e já não seguíamos mais sequencia de perguntas, e era praticamente só desafios. Pedi para que ele tirasse a camisa, e ele tirou normalmente. Ele pediu para que eu tirasse a cueca sem tirar a bermuda, e após muito malabarismo, consegui tirar. Pedi para que ele fizesse uma massagem completa em mim, e ele bem desajeitado fez em mim sendo que eu estava sentado no sofá, então ele precisou meio que ficar por cima do meu colo. Eu estava excitado, mas só o suficiente para aparentar um pouco através da bermuda sem cueca que eu estava.
Ele estava se divertindo bastante com os desafios, achando graça inocentemente, e nem percebia minhas segundas intenções. Pedi então para que ele tirasse a calça, e corresse pelo hall do elevador de cueca, lembrando que ele já estava sem camiseta. Após muita relutância, ele foi, checou se não havia ninguém no hall, saiu indo até o final do corredor e voltou correndo. Dei muita risada quando voltou, mas foi relativamente rápido. Ele então pediu para que eu tirasse minha camiseta, para que ele fizesse cócegas em mim. Eu tirei, e ele fez cócegas em mim, pelo corpo todo, inclusive em partes íntimas, o que me deixou ligeiramente espantado.
Falei para ele sentar em uma cadeira que havia ali em casa, e aguentar um cuecão, brincadeira de quando puxamos a cueca para cima ao máximo. Eu puxei tanto que as bolas dele saíram para fora da cueca. Ele implorou para que eu parasse, mas só parei quando seu pacote estava totalmente para fora. Depois disso, como revolta ele pediu que eu batesse uma punheta para ele. Eu estava excitado com a ideia, mas relutei, fingindo não querer, afinal tinha que manter a imagem de hétero. No final das contas, comecei a bater uma pra ele, mas só até deixar seu pau duro, e parei em seguida, já que ele não estipulou tempo, e deixei ele lá com o pau duro.
Aproveitando que ele estava animado, e com a sensação de que havia me vencido no jogo, giramos novamente a garrafa, e na minha vez eu mandei ele tirar a cueca, que era sua última peça de roupa, e que fosse até a sacada e se masturbasse lá fora, por 15 segundos. Ele arregalou o olho, pois seria um ambiente aberto, com possibilidade de outras pessoas verem. Apenas concordei que fosse de luzes apagadas, e então ele foi lá e bateu uma rapidamente, e voltou correndo para dentro.
Na sequencia, ele pediu para que eu fizesse uma massagem nele, e ele ainda frisou: "completa!". Levei ele até a cama, e pedi para ele deitar de bruços, e comentei que não iria fazer massagem com final feliz (pelo menos, não no começo, rs). Eu fiz questão de fazer de tudo lentamente com ele. Comecei pelos pés, fui subindo pouco a pouco, com ele de barriga para baixo e o pau virado para o lado, que vi ele ajeitar ainda meia bomba. Tirei minha bermuda, que era a última peça de roupa que eu tinha pois já tinha tirado a cueca no começo. Eu estava com meu pau completamente duro, mas ele de costas não viu. Fui subindo e relando meu pinto nele. Cheguei na sua bunda, redondinha por sinal, e apertei bastante, chegando bem perto de seu orifício. Continuei subindo pelas costas, chegando no pescoço, e deixei meu pau babando em sua nuca.
Pedi então para que ele virasse de barriga para cima. Ele levou um susto com meu pau duro na altura do seu rosto, mas não comentou nada. Percebi que estava excitado também. Comecei a descer, centímetro a centímetro, e quando cheguei na sua barriga, e sentei em cima do seu pau e comecei a forçar para entrar em mim. Eu não tenho muita experiência em ser passivo, sempre fui ativo nos relacionamentos que tive, mas por sorte ele tinha um pau relativamente pequeno, uns 15cm, não muito grosso. Lubrifiquei um pouco com saliva e comecei a cavalgar. Ele pegou meu pau, e começou a me punhetar. Assim ficamos até que gozamos juntos. Fiquei com ele dentro por mais um tempo, e caímos daquele mesmo jeito para dormir.
Dia seguinte acordamos, fomos tomar banho juntos. Nunca mais tocamos no assunto, e a vida nos fez perder contato. Uma pena. Vi algum tempo depois nas redes sociais que se casou e teve um filho, e está levando uma vida socialmente aceita, tanto quanto eu. Coisas da vida.