Mar de Astúrias
O que eu conto é uma história real e aconteceu há pouco mais de dez anos atrás, quando eu tinha por volta dos meus 25 anos.
Me descrevendo, me chamo Victor, hoje tenho 37 anos, tenho 1,75m de altura, 82 kg, branco de olhos castanhos, cabelo curto e castanho, 17cm de instrumento, tenho um peitoral bem definido trabalhado na academia por alguns anos, mas uma leve barriga que a idade não esconde. Tenho poucos pelos pelo corpo, algo natural, e gosto de deixar um cavanhaque, e uma marca de sunga das idas à praia.
Descrevendo a outra pessoa relevante deste conto se chama Breno, é um amigo que conheci na vizinhança, mais novo que eu na época, com uns 20 anos, tem por volta de 1,70m, uns 70kg estilo moleque marrento, cabelo comprido na altura do ombro, bem preto liso.
Fomos eu, o Breno e mais um amigo o Enzo, para o Guarujá, em SP, mais precisamente na praia de Astúrias. Enzo é o dono do apartamento, tem a minha idade, e é hetero convicto já tendo deixado claro em outras oportunidades. Eu sou bi, mas ninguém sabe, além das poucas pessoas as quais me relacionei. Chegando na cidade ainda pela manhã, depois de pegar um baita trânsito para descer a serra, como nós três gostamos muito de beber, passamos no supermercado para reabastecer a geladeira. Logo no primeiro dia, regado à bastante cerveja, ríamos, brincávamos nas áreas comuns do prédio, e nadamos na piscina. Eu sempre de sunga, mas meus dois amigos só usavam bermuda pois achavam feio quem usava sunga, coisa de jovem que acha que todos reparam apenas em você, rs.
Tudo ia correndo normal, a não ser pelo fato da minha admiração pelo Breno, um pouco mais novo que eu e Enzo, que sempre tinha uma mala marcada na bermuda que eu não conseguia tirar o olho. Chegando mais a noite, preparamos umas batidas, bebemos, e já estávamos bem altos. Noite adentro, depois de já termos tomado banho e colocado roupas normais, decidimos ir para a praia, com mais algumas cervejas num cooler, para observar o luar e as ondas. O apartamento é de frente para o mar, e estava bem quente aquela noite, então fomos descalços e só de bermuda.
Fomos ficar sentados em algumas pedras, de papo pro ar, jogando conversa fora. Já passava da uma da manhã, quando decidimos voltar. Na volta, Breno escorrega em uma pedra à beira mar e acaba se molhando, mas não se machucou e continuamos voltando. Chegando ao apartamento, Enzo se dirige ao seu quarto, sozinho já que o apartamento é dele, e eu e o Breno fomos para o segundo quarto, onde havia uma beliche. Ele já pula para a parte de cima da beliche do jeito que estava, com a bermuda molhada. E eu tiro meu shorts e me troco colocando uma cueca samba-canção para dormir.
Eu estava com tanto tesão que não conseguia dormir, pensando nele na cama acima de mim, e eis que eu tive uma ideia: me levanto, acordo ele e falo para ele tirar a bermuda, pois estava molhada, e que ele não deveria dormir daquele jeito molhando o colchão. Ele acorda, balbucia alguma coisa, faz como se não quisesse tirar, e volta a fechar os olhos. Eu insisto e começo a tirar o shorts dele. Ele percebendo, ajuda a tirar. Assim que começo a tirar, eu reparo que ele estava sem cueca e aparece seu pau, talvez por isso ele não quisesse tirar.
Só que eu não aguentei e esbarrei intencionalmente em seu pau. Ele continuou tirando de forma desajeitada a bermuda, e eu com a mão em seu pau e comecei a punhetá-lo. Ele termina de tirar o shorts e passa a aproveitar a punheta. Eu então tiro minha samba-canção, subo no beliche, e deito por cima dele. Numa posição de tesoura eu punhetando ele, conduzi a mão dele até o meu pinto. Ele começa a me punhetar, e ficamos assim por um bom tempo, até que então eu me viro e começamos um 69. Ele não queria me chupar, mas acabei insistindo, e ele não fez muita resistência. Ele tem um pau de tamanho normal, algo por volta de 15cm, com uma fimose considerável. Ele era virgem ainda, algo que ele tinha me confidenciado anteriormente.
Nos chupamos bastante, e então voltamos para a posição anterior, e voltamos a nos punhetar. Batemos um para o outro até que cada um gozasse. Gozei primeiro, e mesmo gozado, ele continuou a bater pra mim. Fui a loucura naquela hora. Meu gozo foi tão alto que caiu inteiro nele. Ele também acabou gozando em cima dele mesmo. Acho que era a descarga de energia que precisávamos, pois ele caiu no sono na sequencia. Eu desci, e dormi em baixo.
No dia seguinte, não falamos nada, e ele veio com um discurso que estava muito bêbado e dizia que não se lembrava de nada, mas eu duvido que não se lembre, pois assim que acordou pelado foi direto para o banheiro se lavar de toda a porra ressecada em seu peito.
Outra prova é que algumas coisas aconteceram novamente entre a gente em outras oportunidades, mas isso é coisa pra outros contos. Mas mesmo assim, continuamos sem falar a respeito disso.