A luz da manhã entrava fraca pelas cortinas da sala de jantar. O cheiro de café fresco e pão na torradeira deveria ser reconfortante, mas o ar estava pesado, quase sufocante.
Eu estava sentado à mesa, mexendo o café sem parar. Michelle estava do outro lado, cabelo curtinho ainda bagunçado do sono, vestindo uma camiseta larga que mal cobria as coxas. Nossa mãe, estava de pé perto do balcão, de costas para nós, preparando as torradas. Ela usava um robe de seda bege curto, o mesmo que Michelle tinha usado quando mamãe nos flagrou
Ninguém falava.
O silêncio era tão denso que parecia que qualquer palavra poderia quebrar tudo.
Mamãe virou-se finalmente, colocando o prato de torradas no centro da mesa. Seus olhos evitaram os nossos por um segundo. Os seios avantajados marcaram o tecido do robe quando ela se inclinou. Eu desviei o olhar rápido, sentindo o pau dar uma pulsada traidora só com a lembrança da noite anterior — aqueles seios pesados na minha boca, a boceta dela apertando meu pau enquanto ela lambia Michelle.
— Bom dia — disse Mamãe, voz baixa e controlada.
— Bom dia — respondemos Michelle e eu quase ao mesmo tempo.
Ela sentou-se entre nós dois. Por um momento, os três ficamos ali, olhando para as xícaras. Michelle pegou uma torrada e passou manteiga, como se fosse um dia qualquer. Eu não conseguia parar de lembrar da noite anteior no quatro, mamãe gemendo enquanto eu entrava na buceta molhada dela devagar, ela lambendo a boceta da filha por baixo.
Mamãe tomou um gole de café. Sua mão tremia levemente.
— Eu… — começou ela, mas parou. Respirou fundo e tentou de novo. — Eu não sei o que dizer sobre ontem.
Michelle deu de ombros, tentando soar casual, mas a voz saiu um pouco rouca.
— Não precisa dizer nada agora, mãe.
Mamãe olhou para ela, depois para mim. Seus olhos estavam vermelhos, como se tivesse chorado um pouco mais cedo.
— Eu gerei vocês dois. Eu sou a mãe de vocês. E ontem eu… eu transei com meus filhos.
A palavra “transei” saiu dela como se doesse. Ela fechou os olhos por um segundo.
— Eu não sei como me sinto. Parte de mim quer fingir que foi um sonho. Outra parte… não consegue parar de pensar.
Eu senti o rosto queimar. Meu pau, traidor, começou a endurecer debaixo da mesa só de ouvir ela falar aquilo.
Michelle colocou a mão sobre a da mãe, um gesto carinhoso.
— A gente também não sabe direito, mãe. Mas… foi bom. Pra mim foi.
Mamãe olhou para Michelle com uma mistura de ternura e choque. Depois virou o rosto para mim.
— E você, Mauro?
Eu engoli seco.
— Foi… intenso. Eu ainda tô tentando processar.
O silêncio voltou. Mamãe terminou o café, levantou-se e foi até a pia. Antes de sair para o trabalho, ela parou atrás de nós dois.
Primeiro, deu um beijo na testa de Michelle — um beijo demorado, maternal, mas com algo mais. Depois veio até mim. Seus seios avantajados roçaram meu ombro quando ela se inclinou. Os lábios macios tocaram minha testa, demorando um segundo a mais do que o normal.
— Tenham um bom dia, meus filhos — murmurou ela.
E saiu.
Michelle e eu ficamos sozinhos na mesa.
Ela olhou para mim, um sorrisinho lento aparecendo nos lábios.
— Finalmente sozinhos… — disse ela, voz baixa. — Vem cá. Vamos conversar direito sobre ontem.
Eu me levantei e fui atrás dela até o sofá da sala. Michelle sentou, cruzou as pernas e me puxou para sentar ao lado dela.
— Então… — começou ela, olhos brilhando. — A gente finalmente conseguiu. Transamos com a mamãe. Como você se sentiu quando estava dentro dela?
Eu respirei fundo, ainda sentindo o peso da manhã estranha.
— Foi… surreal. Ela é tão quente, tão macia… e ver ela te lambendo ao mesmo tempo… porra, Michelle, eu quase gozei só de olhar.
Michelle riu baixinho, mas havia um brilho diferente nos olhos dela.
— Eu também gostei. Ver você metendo nela… ver a cara dela de prazer… foi foda. Mas…
Ela hesitou por um segundo, depois continuou, voz mais baixa:
— Eu fiquei com um pouco de ciúmes. Quando você gozou dentro dela. Quando você gemeu “mamãe” daquele jeito… senti que você tava entregando algo pra ela que ainda não tinha entregado pra mim.
Eu pisquei, surpreso.
Michelle se aproximou mais, a mão dela subindo pela minha coxa.
— Não é raiva. É só… eu quero que você seja meu também. Não só dela.
Ela se inclinou e me deu um beijo lento, língua roçando a minha.
— Mas ontem foi só o começo — sussurrou contra meus lábios. — Hoje à noite… a gente vai ver até onde isso vai.
Eu senti o pau endurecer novamente.
A manhã tinha sido estranha.
Mas a noite prometia ser ainda mais perigosa.
***
O dia inteiro eu não consegui pensar em outra coisa.
Fiquei na faculdade como um zumbi, respondendo coisas no automático, a cabeça voltando o tempo todo para a noite anterior: o corpo quente de mamãe, os gemidos dela, a boceta ensopada engolindo meu pau enquanto Michelle rebolava em seus lábios. E depois a manhã estranha, o beijo na testa, o silêncio pesado.
“Será que a mãe se arrependeu?”
“Será que hoje à noite vai acontecer de novo?”
“Será que Michelle vai querer me ter só pra ela?”
Quando voltei para casa no final da tarde, o coração já estava acelerado.
Abri a porta e o cheiro de sabão e comida veio da cozinha. Michelle estava lá, de costas para mim, lavando louça. Usava um vestidinho curto preto, daqueles bem finos, que mal cobria a bunda redondinha. O tecido subia toda vez que ela se mexia, revelando a curva inferior das nádegas firmes. Os seios pequenos marcavam o decote, sem sutiã.
Ela nem virou quando me ouviu entrar.
— Chegou cedo — disse ela, voz casual, mas com aquele tom que eu já conhecia.
Eu me aproximei por trás, parando bem perto. O cheiro dela (suor leve misturado com o perfume doce) me deixou tonto.
— Michelle… — comecei, voz rouca.
Ela continuou lavando um prato, mas empinou levemente a bunda, roçando de propósito contra minha virilha.
— O que foi, maninho?
Eu não aguentei. Segurei a cintura fina dela por trás e encostei o corpo no dela.
— Você tá chateada comigo? — perguntei baixo. — Por eu ter gozado dentro da mãe ontem… e não em você?
Michelle parou de lavar. Ficou em silêncio por uns segundos, depois soltou uma risadinha baixa.
— Chateada? — repetiu ela, ainda de costas. — Talvez um pouquinho.
Ela virou o corpo devagar dentro dos meus braços, ficando de frente pra mim. Os seios pequenos pressionaram meu peito. Os olhos dela brilhavam com desafio e desejo.
— Eu gostei de ver você metendo nela. Mas quando você gemeu “mamãe” e gozou tão forte dentro dela… eu senti uma coisa aqui — ela pegou minha mão e colocou sobre o peito esquerdo, bem em cima do seio pequeno e durinho. — Ciúme. Quero que você goze pra mim também. Quero que você me foda com a mesma vontade.
Ela se inclinou e mordeu meu lábio inferior de leve.
— Então prova pra mim agora.
Não precisei de mais convite.
Eu a virei de novo contra a pia, levantei o vestidinho curto e descobri que ela não estava de calcinha. A boceta lisinha já brilhava de tesão. Desci o short rapidamente, pau duro saltando livre, e entrei nela de uma vez, fundo.
Michelle soltou um gemido alto, segurando na borda da pia.
— Isso… me fode, maninho… mostra que você também é meu…
Eu metia com vontade, segurando a cintura fina, vendo a bundinha redondinha balançar a cada estocada. Os seios pequenos dela balançavam livres sob o vestido. O som molhado da boceta ecoava na cozinha.
— Mais forte… — pediu ela, voz rouca.
Estava gostoso, a buceta dela era uma delícia, eu nunca me cansava. Porém, ela disse para continuarmos na sala. Ela me puxou pelo braço até o sofá. Lá era se virou de costas, se empinou e eu entrei novamente. Ela estava tão molhada que a buceta fez um barulho estranho quando entrei.
Metemos forte.
Metemos gostoso.
E com muita vontade.
Nós dois estávamos tão entregues que nem ouvimos a porta da frente abrir.
Só quando ouvimos o barulho das chaves caindo no chão é que congelamos.
Mamãe estava parada na entrada da sala, bolsa na mão, olhos arregalados olhando diretamente para nós.
Eu tentei parar, puxar o pau de dentro de Michelle, mas ela segurou minha cintura com força, impedindo.
— Não para — sussurrou Michelle, voz baixa e desafiadora, ainda empinando a bunda contra mim.
Mamãe não disse nada.
Só ficou ali, olhando.
Ela usava um vestido roxo, curto e muito decotado. Um verdadeiro pecado naquele corpo tão gostoso. E em falar em decote, ele mostrava o vale profundo entre os seios avantajados.
O rosto dela estava vermelho, a respiração acelerada.
Michelle rebolou devagar contra mim, mantendo meu pau dentro dela, e olhou para mamãe om um sorrisinho provocante.
— Chegou cedo, mamãe…
Mamãe engoliu seco.
E, em vez de gritar ou sair correndo, ela deu um passo para dentro da sala e sentou-se lentamente na poltrona grande, de frente para nós.
Os olhos dela não desgrudavam da cena.
— Continuem — disse ela, voz baixa, quase um sussurro. — Quero assistir.
Meu coração disparou.
Michelle sorriu vitoriosa e empinou mais a bunda, rebolando contra mim.
— Ouviu a mamãe? Continua me fodendo, maninho.
E eu obedeci.
Com Mamãe sentada na poltrona, olhos fixos em nós, eu voltei a meter em Michelle, mais devagar agora, sentindo cada olhar da nossa mãe queimando na pele.
A noite estava só começando.