A fama de um corno.

Um conto erótico de Carlos Corno
Categoria: Heterossexual
Contém 1251 palavras
Data: 08/04/2026 16:29:21

Preciso falar uma coisa para vocês: eu não fazia ideia que a notícia sobre a minha esposa transar com outro homem dentro de um carro, enquanto eu, o marido, aguardava do lado de fora, ia se espalhar tão rápido. Ao que parece, o Sr. Manuel, o fofoqueiro do bairro, tratou de contar para todo mundo.

Quando fomos para a academia mais cedo, senti o peso dos olhares dos marmanjos fingindo normalidade enquanto espiavam de canto. Ouvi cochichos, palavras como esposa puta e marido corno, cabeças virando discretamente na nossa direção. Segui caminhando ao lado dela como se não percebesse, mas percebia cada detalhe.

Eu sabia que um dia isso poderia acontecer, só não imaginava que seria agora. Não consegui me concentrar no treino, vez ou outra flagrava alguém olhando para buceta ou para bunda de Thais sem disfarçar, como se, a partir daquele momento, qualquer um estivesse autorizado a encarar o rabo da minha mulher de forma descarada.

Admito para vocês que fiquei irritado com o assédio. Não pelos olhares, porque olhar sempre vão olhar, afinal, casei com uma mulher gostosa, mas pela liberdade que alguns achavam que tinham. Comentários baixos, risadinhas, gente medindo cada passo dela como se estivesse avaliando alguma coisa.

Continuei o treino tentando manter a cabeça no lugar, até que um sujeito ultrapassou o limite. Ele se aproximou enquanto Thais fazia agachamento e se atreveu a passar a mão nas pernas dela, fingindo ajudar com o peso.

Vocês que estão lendo precisam entender: uma coisa é ser corno, outra coisa é ser passivo. Não fiquei quieto. Empurrei o maluco e ele foi parar longe.

A confusão começou na hora. Seguraram nós dois, eu rangendo os dentes de raiva, o sangue fervendo. No fim, conseguiram apaziguar a briga e o infeliz até pediu desculpas.

Mais tarde, em casa, sentei para conversar com Thais. Chegamos à conclusão de que nossa vida pessoal já tinha virado assunto público. Restava apenas uma escolha: recuar e se esconder, ou assumir tudo de cabeça erguida e enfrentar o que viesse.

Decidimos enfrentar.

No dia seguinte, convidamos Léo, o vizinho que tinha tirado a virgindade do cu de Thais, para nossa casa. Ele foi o responsável pelo meu primeiro chifre. Era final da tarde. Quem quisesse olhar, que olhasse; quem quisesse falar, que falasse.

Depois que ele entrou, notei o velho fofoqueiro na varanda da casa em frente, olhando a vida dos outros como sempre.

Já no sofá da sala, conversa vai, conversa vem, quando dei por mim, lá estava minha esposa com a mão em volta do cacete enorme de Léo, segurando sem vergonha, sem disfarce, com naturalidade.

Pouco tempo depois, ela inclinou o rosto na direção daquele pau. Deu um beijinho com a pontinha dos lábios na cabeça, olhou para mim, sorriu, fechou os olhos e então engoliu até a metade.

Minhas pernas ficaram bambas diante da cena e eu praticamente desabei no sofá pequeno que ficava de frente. Léo era chupado e me encarava ao mesmo tempo, sem dizer uma palavra. Seu olhar era o suficiente para mostrar que, naquele momento, minha amada esposa era sua puta.

Foi entre uma chupada e outra que ouvi a voz da minha esposa sair abafada pela pica em sua garganta. Ela me chamou de corno valente, provavelmente lembrando da confusão na academia.

Talvez eu devesse ficar chateado com aquilo, talvez a maioria de vocês ficasse.

Mas o que senti foi outra coisa.

Mais tesão.

A verdade é que ouvir a voz da minha esposa abafada pela pica de outro homem comprovou um fato: eu sou muito corno mesmo.

Ela parou o boquete, se levantou do sofá e limpou o canto da boca, sempre sem perder o contato visual comigo. Disse que já estava lubrificado e sorriu.

Em seguida ficou de quatro, dizendo que eu merecia levar um chifre de cu para deixar de ser ciumento. Ao ouvir tudo isso, meu pau soluçou forte.

Cheguei perto da bunda e vi a ponta da cabeça da rola do vizinho encostar na entrada do cuzinho. O branquinho já tinha fechado, graças ao tratamento que eu dei depois do estrago que aquele mesmo pau fez da última vez.

Fiquei angustiado quando ele tentou forçar passagem, parecia que não ia caber, era como tentar encaixar um bastão de basebol em uma aliança. O furinho era pequeno demais.

Tive que ajudar, abrindo a bunda dela para facilitar a penetração. Por um instante, ela tentou fugir, mas agora era tarde, aos poucos a cabeça foi sumindo ali dentro, esticando o cuzinho ao máximo. Quando finalmente entrou, soltei o ar preso nos pulmões. Só quem é corno de verdade sabe a aflição que dá quanto um pau tão grande rasga as pregas da sua esposa.

Eu me afasto para admirar o espetáculo.

Léo começa a enrabar minha mulher sem dó, segurando a cintura, evitando que ela tente escapar da surra de pica, o som do atrito entre os corpos e os gemidos de Thais preenchem a sala.

E ela não se esquecia de me olhar. A cada metida, a cada movimento, seus olhos voltavam para mim, como se ela quisesse ver minha cara de corno.

É um verdadeiro show ver um marmanjo todo enfiado atrás da nossa mulher, principalmente quando o pau é grande o suficiente para alcançar o intestino e reorganizar tudo lá dentro.

Os gemidos de Thais ficam mais altos, ela grita que sou corno e pede para o Léo socar forte que ela vai gozar pelo cu. Tenho certeza que quem estiver passando pela rua ouviu tudo. E eu não estou nem aí.

O filho da puta está comendo a bunda da minha mulher sem camisinha de novo, por alguma razão, acho que não é justo ele derramar sua porra no preservativo, ele merece sentir as contrações da parede interna do cu da minha esposa a medida que esvazia os ovos, seu esperma não pode ficar preso dentro de um saquinho de látex, ele deve se espalhar pelo interior de qualquer fêmea.

No meio das metidas, Léo olhou para mim e começou a perguntar se podia contar para os amigos que comeu minha mulher.

Muitos de vocês vão dizer que eu vou me arrepender de ter dito sim, mas foi exatamente isso que eu disse.

Foi aí que ele gozou, urrando para todo mundo ouvir que estava gozando no cu de Thais, acho que deixar ele se gabar com os amigos foi o que fez ele gozar tão intenso.

Quando ele desencaixou aquele pau gigantesco, vi o estrago que ficou, um rombo tão grande que caberia meu punho. E o mais curioso é que a porra não escorreu, o filho da puta gozou fundo o bastante para só sair dias depois.

Thais continuou de quatro, pedindo para eu meter na buceta dela olhando o resultado do meu chifre de cu.

Não perdi tempo, baixei o short e enfiei. Garanto a vocês que foder uma buceta logo depois do cu ser arrumado é uma delícia, o arrombamento de trás faz pressão na frente. Não demorei três metidas para gozar.

Mais tarde, quando o vizinho tinha ido embora e já estávamos de conchinha na cama, Thais perguntou se podia pedir desculpas ao sacana da academia. Eu disse que tudo bem, mas ela não tinha acabado de falar, então ela concluiu dizendo que ia fazer um boquete nele como um pedido de desculpas sincero.

Aí vocês vão dizer que eu deveria brigar, ficar chateado...

Mas não.

O pau ficou duro.

No fim, acabei fodendo a buceta enquanto ela chupava o meu dedo.

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Comentários

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Ridículo só pode ser mesmo um boi fraco, manso, e totalmente doente para virar a vida assim, assumir o que, é o que logo vai acontecer - essa puta vai te largar, como todas fazem, porque não aguentam um frouxo que tolera tamanha humilhação. Separação de um verme doente, pois ela vai encontrar um macho que a assuma, pois mulher quer ficar quieta com um homem, não um mané

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Mestra, largar? Tá doída? A mulher tem um manso frouxo que leva pra passear, que está lá quando está mal ou doente, que passeia no shopping de não dada e serve de marido exemplar enquanto ela leva a vida de dublê de puta com a anuência do frouxo!!

Largar ele? Du-vi-de-o-dô!!!

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