Beta da Helô 2 - Humilhação do Perdedor - Part 5

Um conto erótico de Augusto
Categoria: Heterossexual
Contém 1204 palavras
Data: 08/04/2026 16:33:20

Eu realmente precisava esquecer os problemas, beber e fumar. Fizemos um churrasco na casa de Helô, um clima super agradável e descontraído e depois da gente beber um monte de cerveja e já estava tarde, todos foram embora e finalmente só sobrou eu, Helô e Diego.

Helô falou “vamos fumar um baseado pra gente ir dormir.”

Talvez era pra eu ter me tocado ali mesmo e ter ido embora, só que eu bêbado eu abri outra cerveja e falei “tô suave de maconha não quero nem lembrar.”

Helô começou a ter uma crise de riso, eu comecei a ter vergonha e depois comecei a rir também.

“Nem pensar em falar.” eu falei.

O Diego riu por causa dos risos da Helô, estava contagiante não tinha como não rir, mas ele ainda estava boiando.

Helô começou a contar e eu a interrompi, foi quando ela falou.

“Cala a boca e deixa eu contar.”

Percebi que não tinha mais volta e mesmo se não contasse agora ela iria acabar falando.

“Se lembra daquela noite no bairro sem loteamento ?”

Ele ficou olhando sério tentando lembrar.

“Do baseado e você foi embora por medo da polícia?”

“Ah sim.”

“Quando você saiu de carro, a camisinha estava debaixo do carro e ele viu.”

“E daí?” Diego ficou meio que sem entender.

“Daí a polícia chegou e pensou que a camisinha era dele.”

“Putz a polícia? Que merda, eu sabia que iria dar merda.”

A Helô gritou “E DEU MERDA.” começou a rir e não parava.

Depois ela se recompôs, enquanto eu falava “não conta, não conta.”

O Diego já tremia de ansiedade e preocupação.

“O policial não fez ele pegar a camisinha.”

Ele fez uma cara de nojo “que merda hein.” E deu um tapa no meu ombro.

“E depois fez ele colocar na boca e mastigar.”

“Ele?” Diego apontou pra mim espantando, eu já sem reação, serrando os dentes e desolado.

“Sim, ele.”

Diego começou a rir sem parar e Helô também riu falando “só eu posso rir dele.”

“Foda-se! O cara colocou a camisinha que estava no meu pau cheia de leite e eu não posso rir.”

“Puta que pariu.” Helô falou e eles riram, eu fiquei muito sem graça, sem saber como reagir, “porque essas coisas só acontecem comigo.”

“Que nojo mano.” Falou o Diego.

Eles riram mais um pouquinho, e começamos a fumar a maconha e Diego parecia mais valentão meio idiota, sempre tentando ser másculo, tirou a camisa e ficava entortando tampinha de garrafa e Helô sempre impressionada.

“Você consegue também Vini?... Quem é mais forte?” A Helô jogou gasolina na fogueira. “Vini é gordinho mas também é forte.”

“Não é só gordura.” Falou o Diego rindo.

“Tira uma queda de braço vocês dois.”

Eu já estava irritado, não queria perder.

“Por mim tudo bem, já sei que vou ganhar.”

Pra mim aquilo era um deboche, Helô me zua tudo bem, agora aquele merda não tava se achando demais? Foi quando eu ia responder.

“Só vou apostando.” falou Diego confiante.

Pensei que seria dinheiro.

“Por 2 minutos vai fazer o que eu quiser.”

Eu fiquei olhando “eu não.”

Ele abriu a carteira e colocou 500 reais em cima da mesa.

“Se você ganhar o dinheiro é seu ou tá com medo?”

Porra, aquele cara tinha ferido meu orgulho, Helô olhava tudo com atenção, bom eu acho ela fumou o baseado inteiro sozinha.

A gente se posicionou e quando demos a mão já eu senti que tinha perdido, não durou 8 segundos e a costa da minha mão tinha batido a mesa.

Ele deu um sorriso de vitorioso, “agora posso fazer o que eu quiser.”

Eu fiquei arrasado, Helô falou “iii Vini não tá valendo nada mesmo…. Como era a aposta mesmo?”

“Eu posso fazer o que eu quiser por 2 minutos com ele”

Eu já estava preocupado com quem aquele maluco iria fazer e Helô já estava com o celular na mão “vou cronometrar”

“O que você falou sobre ganhar? Não tô te escutando agora! Quem é o vencedor?” Diego falava cada vez mais perto, eu fiquei preocupado, ele agarrou meu queixo “quem é o vencedor?” E deu três tapas no meu rosto.

Eu não queria responder e fiquei em silêncio esperando aqueles 2 minutos já terem passado, ele fez a pose de macho alfa mostrando o muque pra mim. “Beija meus músculos? Beija e diga quem é o perdedor aqui.”

Ele zombava da minha cara, eu me sentia tão humilhado e não tinha o que fazer e era aposta e devia comprir dei um beijo no músculo do braço dele.

Ele começou a rir. “Você viu isso amor?”

“Não.”

“Não, faz de novo para ela ver.”

Aquele cara era gay? Ou estava me tirando? Beijei o músculo dele.

“Foi uma vitória tão fácil Helô.”

“Eu vi mesmo.”

“Nem cheguei a suar, ei perdedor cheira meu suvaco e vê se eu suei.”

Aquilo era humilhação demais, o cara ergueu o braço pra cima e eu tive que cheirar o suvaco dele enquanto Helô via a cena e ria de mim, (será que tinha passado quanto tempo?)

“Cheira meu amigo, esse cheiro de vencedor, não é o cheiro de derrota e da minha vitória.”

“Deu o tempo.” falou Helô.

Ufa sai de perto daquele cara, eu ainda estava puto, não queria nem ficar um minuto perto dele.

Ainda bem que ele não fez chupar o pau dele, ele tinha umas ideias meio gay.

Ele foi e abraçou Helô e eles deram um beijo de língua, eu fiquei olhando morrendo de ciúmes.

“O que você vai fazer agora?” ele perguntou pra Helô.

“Não, fala que é pra fazer.”

“É?”

“É!”

Eu olhava com ciúmes.

“E você vai pagar um boquete pra mim.”

“E como você quer?”

“Bem babado e gostoso.”

Caralho eu fiquei com tesão e inveja dele.

“Você não vai embora?” Me perguntou o Diego.

Helô pegou na mão dele e elas foram entrando pra dentro.

“Ele que se vira, se quiser ficar pode beber mais organizar tudo antes de ir.”

Eles foram pro quarto rindo e Diego com a mão na bunda dela mostrando quem manda.

Enquanto eu organizava, eles transavam. Tentei espiar pela janela mas não via nada, e tentei organizar tudo o mais rápido mas estava impossível.

Diego saiu do quarto depois de 30 minutos e passou por mim, dando uma tapa nas minhas costas “Você está aqui ainda cara, ficou uma bagunça mesmo.”

“É.”

Ele passou a mão no meu ombro e depois deslizou a mão no meio das minhas costas.“Vamos fazer isso mais vezes, vamos curtir tá.”

Ele saiu e logo após ele bater o portão, Helô saiu do quarto pelada “que caralhos está fazendo aqui?”

“Tô terminando de organizar.”

“Não é possível, ficou ouvindo a gente transar só pode.”

“Estava uma bagunça acredita, ou não precisa acreditar.”

“Ai acho melhor você ir embora.”

“Porque ele foi embora pensei que o seu namorado iria dormir com você.”

“Ah, vai embora você também.” Falou irritada me expulsando da casa.

Fui embora sem entender nada, no outro dia não quis nem conversar com Helô, ela estava estranha depois que eles transaram, e eu estava morrendo de vergonha, pois o álcool perdeu o efeito eu tinha visto a humilhação que tinha passado.

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Comentários

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Provavelmente tem algum distúrbio mental pra ser um bosta de homem sem amor próprio

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cara eu não entendo como uma pessoa pode ser assim, dependente de outra que caga e anda pra ela, sem amor próprio, realmente não consigo compreender né. mas cada louco com sua mania.

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