Aqui na minha rua tem uma novinha de 20 aninhos. Ela passa um pouco despercebida, ela não faz muito o tipo sexy, meio nerd, usa óculos e roupas largas. Mas eu sempre reparei na beleza escondida dela, falsa magra, peitinhos durinhos e uma bela bunda. Sempre quis dar uns pegas nela, então me aproximei. Ela não é muito social, então foi fácil pegar intimidade com ela, estava sempre dando carona, fazendo favores. Mas pela diferença de idade, já vou fazer 30, eu achava que não tinha chances com ela e nunca imaginei que ela fosse capaz fazer o que ela fez.
– Oi vizinho! Estou precisando de um favor, você pode me ajudar?
– Claro vizinha! Pode falar.
– É que eu estou gostando de um garoto, só que eu nunca tive um namorado, nunca beijei antes, e uma amiga minha disse que eu tenho que praticar antes. – Eu pensei que ela ia pedir que eu arrumasse um carinha mais da idade dela pra ela praticar. – O senhor pode me ensinar?
– Ah! – Fiquei sem reação, respirei fundo, digeri a informação e aproveitei. – Posso sim, o que você quer aprender?
– Tudo!
– Tudo?! Tudo, é muita coisa.
– Eu quero aprender tudo que você puder me ensinar, eu sou uma boa aluna. – Disse com malícia.
Então eu puxei ela e tasquei um beijo. Ela realmente era inexperiente, mas logo ela foi pegando o jeito. Eu fui direcionando ela, mostrando onde pôr as mãos. Ficamos um bom tempo nos beijando e as coisas foram esquentando. Eu tive uma ereção e pensei que ela ia recuar, mas quanto mais meu pau ficava duro, mais ela se esfregava nele. Guiei a mão dela e ela pegou no meu pau com a mão cheia por cima da roupa.
– O beijo você já aprendeu, agora se você quiser aprender mais, vai ter que tirar a roupa! – Eu disse.
– Ai, que vergonha! – Ela coloca as mãos no rosto
– Então não posso te ensinar mais.
– Não vizinho! Eu quero aprender mais, quero aprender tudo!
– Então vai ter que tirar a roupa vizinha.
– Tá bom, eu vou tirar! É que eu nunca fiquei pelada na frente de ninguém. Você me ajuda?
– Claro!
Comecei tirando a blusinha dela, depois o sutiã. Que seios lindos, médios, durinhos, redondinhos. Não resisti e já dei uma apalpada. Depois tiramos as calças, devia estar vindo do trabalho, deixando-a só de calcinha.
– Pronto! Já podemos começar a próxima lição.
– Ok! O que eu faço agora?
– Pode começar tirando a minha roupa. – Eu estava apenas de shorts, nem cueca estava usando. Ela tirou meus shorts e ficou mais nervosa ainda quando viu meu pau duro na frente dela.
– E agora?
– Faz um carinho nele. – Ela pegou com muita timidez. – Não precisa ter medo, ele não morde. – Então ela pegou vontade e bateu uma punheta gostosa para mim. – Muito bem! Agora põe ele na boca!
Ela arregalou os olhos demonstrando medo e eu mandei com mais autoridade para que ela fizesse aquilo. Ela começou a chupar meu pau, mal colocava ele na boca, praticamente só cabeça.
– Estou fazendo certo? – Ela perguntou.
– Não! Chupa mais fundo! – Ela foi até a metade do pau. – Tudo! – Eu gritei.
– Mas já está indo na minha garganta.
– Foda-se!! Quer aprender a fazer certo ou não quer?
– Eu quero! Me ensina, por favor vizinho!
Então eu puxei ela pelo cabelo e enfiei a piroca todinha no fundo da garganta dela. Ela tentava me segurar nas pernas, mas eu era mais forte e não deixava ela escapar. Ela chorava e babava meu pau todinho, e escorria baba no seu corpo inteiro, pelos seios, pela barriguinha, até molhar a calcinha.
Depois de fuder a garganta dela, eu a joguei no sofá e num movimento ninja eu tirei a calcinha dela que ela nem viu.
– Por favor vizinho, vai devagar, eu sou virgem.
Eu coloquei o pau na entrada da buceta dela e fui empurrando devagar. A cabeça entrou fácil, ela estava muito molhada, tive que me controlar para não meter tudo de uma vez. Conforme eu ia empurrando, ela ia fazendo cara de dor e puxava a capa do sofá. Apesar de apertada, estava entrando fácil, parecia que aquela buceta tinha sido feita para mim, que minha piroca pertencia aquele lugar. De repente, meu pau deslizou para dentro dela, ele foi sugado por aquela xaninha gulosa. Ela pegou a primeira almofada que viu e gritou nele. Eu fiquei ali parado com a pica inteira dentro dela esperando ela se recuperar. Aos poucos comecei a mexer, devagar, e depois fui aumentando o ritmo. Logo estávamos num ritmo mais acelerado e ela pedia para não parar, pedia mais. Coloquei ela de quatro e comecei a meter mais forte. Então larguei um tapão naquela raba.
– Aiiiiii! Doeu!!!!!
– Cala boca!! Você não queria aprender vadia?
– Sim, eu quero vizinho!
– Então pede piranha!
– Por favor me ensina! Eu quero aprender a ser uma vagabunda!
– Vagabunda que é vagabunda de verdade gosta de apanhar! – Dei um tapa mais forte ainda.
– Aiiiiiiiiiiiiiiii! Então bate, bate mais, eu quero aprender a ser uma vagabunda!
Eu metia e batia naquela bunda, cada vez mais forte. Ela gritava e seu corpo ficava mole a cada golpe. Sua bunda estava toda marcada, não tinha mais onde bater.
Então eu puxei o seu cabelo com toda a força e dei um tapa em seu rosto. Ela é pega de surpresa, arregala os olhos em choque, geme e chora ainda mais.
– Para! Por favor, para! – Ela disse soluçando de chorar, mas empinava o corpo pedindo mais.
– Você pensa que eu não sei que está gostando? – Dou outro tapa em seu rosto, ela tenta defender com a mão. – Sua puta!!! Só uma puta mesmo para gostar de apanhar!
– Sim… eu sou sua putinha sim, mas… dói muito, eu não aguento mais…
– Você não queria aprender tudo sua piranha? Eu vou te ensinar a ser uma verdadeira puta! E putas como você, gosta de apanhar na cara!
– Ok, está bem! Eu quero aprender a ser uma puta, sua putinha. Nate na minha cara, me castiga, me ensina o meu lugar.
Eu fodo a buceta dela com força, xingo e bato nela, no rosto e na bunda. Ela geme, chora, grita, pede mais e tenta se defender inutilmente a cada golpe. Até ela gozar, seu corpo todo tremeu e sua xaninha se contraiu inteira com o meu pau dentro.
– O que é isso? Eu nunca senti algo assim!
– Agora só falta uma lição para você se tornar uma putinha completa. – Eu puxei o seu cabelo e sussurrei em seu ouvido.
– Que… que lição? – Sussurrou com a voz rouca. – Eu quero ser uma vadia perfeita.
– Você vai aprender a dar esse cu! – Ela arregala os olhos assustada.
– Como… como assim? Na… na bunda? – Sua voz é trêmula. – Eu não posso, não sei se eu consigo. – Dou um tapa em seu rosto.
– Pela sua desobediência! Vai dar o cu ou não vai?
– Está bem, está bem! Se é isso o que você quer. – Ela abaixa a cabeça em sinal de submissão. – Sou sua para usar como quiser, só seja gentil no começo por favor.
– Gentil!? Porra nenhuma! Eu vou arrombar esse cu inteiro!
– Mas e se doer? – Disse em desespero. – Eu tenho medo de doer muito.
– Vai! Vai doer muito! Mas isso é problema seu, eu não tô nem aí.
Lágrimas escorrem de seu rosto, ela engole em seco e empina o quadril trêmulo submissamente. Eu tiro a pica de dentro da sua xereca, posiciono no cu dela e fui empurrando devagar. Quando o cu dela começou a se abrir, eu meti com tudo, sem piedade, arrancando um grito de dor e desespero de sua boca que ecoou na sala, a rua inteira deve ter ouvido. Ela se contorce, tenta sair, pede para parar aos gritos. Eu seguro seus braços e seu corpinho. Começo o movimento de vai e vem fodendo o seu cuzinho apertado.
– Não! Para! Dói muito! – Ela grita soluçando. – Está me destruindo! Eu não estou aguentando!
Eu ignoro completamente os seu apelos e continuo a penetrar seu ânus com força brutal. Com violência, eu a viro de frente, volto a foder a sua bunda enquanto golpeio o seu rosto já vermelho e seus seios. Ela tenta se defender inutilmente, e já sem forças, ela se rende e se entrega por completo, aceitando o seu castigo. Eu continuo castigando e fodendo com violência até fazer ela gozar novamente.
Aos poucos, vou diminuindo o ritmo, paro de bater em seu rosto e começo chupar seus seios, beijar seu corpo e acariciar suas marcas. Sua respiração ofegante começa a diminuir. Permaneço conectado a ela, meu membro repousado confortavelmente em seu interior enquanto abaixo minha cabeça para chupar seu seios sensíveis. Minha língua circunda seu mamilo rosado arrancando gemidos fracos dela. Minhas mãos percorrem as marcas vermelhas de seu corpo.
Continuo descendo até chegar em sua xaninha e sentir o sabor de seu mel. Ela geme sem forças e aproveita com o corpo completamente entregue. Entre as suas pernas trêmulas eu mergulho em sua intimidade e chupo até cansar. Depois levo ela para o chuveiro e demos um beijo apaixonado debaixo d'água.
– Mostre-me o que você aprendeu! – Ela se ajoelha diante de mim, olha nos meus olhos e começa a chupar meu pau.
– Agora estou fazendo direito?
– Sim! Você aprendeu direitinho, virou uma putinha profissional.
– O senhor que é um ótimo professor!
– Você já gozou duas vezes, agora é a minha vez.
– Sim senhor, goza!
Ela abocanhou minha pica esperando o gozo. Eu gozo em sua boca e ela recebe me olhando nos olhos demonstrando total submissão. Eu ordeno que ela beba e ela obedece, sem deixar escapar nenhuma gota. Terminamos o banho, limpei cada ferida, fomos para cama e ficamos namorando com muitos beijos e carícias por um bom tempo.
– E o rapaz que você gosta? Qual o nome dele? – Perguntei, queria saber se era alguém que eu conhecia.
– Que rapaz?