A nerd tímida viciada em agradar macho - parte 6 - sendo fodida de verdade

Um conto erótico de Franzinha
Categoria: Heterossexual
Contém 1817 palavras
Data: 09/04/2026 01:20:26

Oi oi, Franzinha aqui, continuando minha história de transformação. Tenho lido os comentários e fico feliz com a receptividade de vocês! Muito obrigada! Continuem comentando e aguardem os novos capítulos!

PARTE 6 - SENDO FODIDA DE VERDADE

Eu entrei no quarto meio trêmula. Ainda não tinha caído a ficha que o Robson iria me comer, finalmente. E com a anuência da minha mãe ainda! Quando ele entrou no meu quarto, empurrou a porta, deixando-a entreaberta e sorriu sem vergonha pra mim. Eu fiquei paralisada em frente a ele, sem saber o que fazer. Sorria e mexia as mãos, parecia uma idiota. Ele começou a soltar o cinto da calça, me fitando com um olhar de malícia pura e disse

- Franzinha, sua vagabunda... Cê sabe o que eu vou fazer com você agora? - dizia enquanto abria a calça, comigo vidrada no volume enorme por baixo do jeans

- V-você vai transar comigo? - falei nervosa

- Não, putinha. Eu vou te foder, com força, com vontade, como se cê fosse só um objeto, meu brinquedinho. Entendeu?

- S-sim, meu macho. Eu entendi - eu suava frio com a ideia de ser usada dessa forma. Apesar de estar bem íntima do pau enorme dele, seria a primeira vez dele me penetrando

- Então tira o vestido, ajoelha e pede pra eu fazer isso, vai, sua cadela! - falou ríspido, como nunca havia falado comigo

Aquela forma agressiva me acendeu. Fiquei molhada e completamente idiota. Não tive nem tempo de pensar, tirei meu vestido apressada. Fiquei apenas de calcinha fio dental vermelha, com meus peitos a mostra. Ajoelhei devagar em frente a Robson, que já se encontrava totalmente pelado. Foi a primeira vez que pude reparar de verdade naquele homem. O peitoral grande, abdomem definido, os músculos das pernas marcando. Aquele pau brilhoso apontado pra mim enquanto ele sorria, as bolas pesadas e grandes balançando levemente, a bunda dele era grande e musculosa, a pele retinta reluzindo com a luz fraca do meu abajur. Era um deus de ébano, eu não podia ser mais feliz me entregando a um macho tão perfeito assim. Olhei pra ele, com cara de total putinha entregue ao tesão, enquanto alisava meus mamilos já enrijecidos como pedra

- Meu macho... Por favor, me fode. Eu quero que você soque todo esse pau gostoso dentro de mim, tire minha virgindade e me faça sua mulher por completo. Não tenha dó de mim, faça como quiser, pode me foder como se eu fosse um nada. Você merece se satisfazer com meu corpo de puta - disse, sorrindo e mordendo o lábio

- Boa garota, assim mesmo que eu quero! - Robson riu e socou aquela rola grossa na minha boca, segurando minha trança como se fosse a rédea de um cavalo

Ele estava agressivo, nunca tinha o visto assim. Ele fodia minha boquinha com voracidade, socava o pau até o talo, grunhia enquanto sentia minha garganta dilatar pra receber aquela pica inteirinha. Puxava forte o meu cabelo, fazendo minha cabeça ir pra frente e pra trás, como se eu fosse apenas um brinquedo nas mãos fortes e ásperas daquele negão enorme. Dava tapas na minha cara fortíssimos que chegavam a me deixar zonza. Eu me apoiava nas suas coxas malhadas, tentando ficar parada pra aguentar o tranco das estocadas goela abaixo. Babava demais, meus peitos já estavam completamente lambuzados de saliva, pingava tudo no carpete do chão do meu quarto. Engasgava, sentia o ar faltar enquanto meu narizinho tocava o abdômen dele e ele segurava pra me dar breves momentos de asfixia. O mais engraçado? Eu estava AMANDO ele me tratando assim, eu merecia. Ele era meu macho, minha função como puta dele era apenas satisfazer a vontade dele, não importava como. Se ele quisesse violar minha boca como se fosse uma buceta, eu deveria apenas aceitar, era meu propósito. E por falar em buceta, essa violência toda estava me deixando extremamente excitada, sentia meu melzinho ensopar a calcinha e deixá-la encharcada.

- Gostou da mamãezinha te autorizar a ser minha puta, é? Gostou de poder ser a cadela que cê nasceu pra ser? - ele dizia enquanto eu apenas gemia e tentava concordar com a cabeça - Não tô te ouvindo, sua piranha inútil!

- (gasp) SIM! - ele tirou o pau da minha boca por alguns instantes onde eu consegui responder ofegante - Eu... (gasp) eu amei que ela deixa eu ser sua puta como eu preciso ser!

- Cadela do caralho, vai me chamar pra vir na sua casa te usar como puta sempre a partir de agora? - ele voltava a foder minha boquinha com força e tirava o pau quando eu ficava sem ar, esfregando ele todo babado na minha carinha

- Sim (gasp) SIM (gasp) - eu respondia esbaforida, estava fora de mim - Pode vir pra minha casa me foder e usar meu corpinho quando quiser, não precisa nem me pedir (gasp) Você é meu homem, faz o que tiver vontade!

- hahaha Sua puta burra, assim que eu gosto! - encheu minha cara de tapas, eu sentia a mão pesada dele arder e queimar meu rostinho - Hora de sentir meu pau dentro de você, sua piranha estúpida!

Robson me pegou pelos cabelos e me atirou na minha cama. Eu fiquei com a metade de cima do corpo na cama, de joelhos no chão e a bunda empinada pro alto. Senti aqueles dedos grossos e compridos afastarem a calcinha pro lado e invadirem minha buceta. Dei um gemido forte, o que foi seguido de uma risada muito malvada do meu macho. Eu estava enlouquecida, completamente entregue a vontade dele. Não tinha qualquer intenção de resistir, eu estava quase chorando querendo que aquele pau preto imenso me invadisse e me fizesse sentir minha buceta rasgando. Como se Robson pudesse ler meus pensamentos, ele posicionou a cabeça daquela tora negra na entrada da minha bucetinha e foi empurrando devagar, mas com força. Eu gemia sem parar, de dor, de tesão, de vontade de gritar pro mundo inteiro que estava me tornando uma puta dadeira de verdade. Senti cada pedacinho daquele pau adentrar e abrir espaço na minha fenda altamente molhada. Queimava, ardia, mas era delicioso saber que estava deflorada, finalmente o homem que eu estava apaixonada e devota ao pau dele estava me comendo. Depois de alguns segundos me dando tempo pra me acostumar, Robson passou a foder sem pena. Sem pena mesmo. Ele socava aquele pau dentro de mim como se quisesse me destruir, como se eu fosse um buraco feito só pra ele estourar. Eu sentia o quadril dele se chocar contra minha bunda com força, o barulho da batida ecoava pelo quarto. Os sons dos meus gemidos manhosos e das rosnadas guturais do meu macho se misturavam e com certeza eram ouvidos do lado de fora do quarto. Eu estava num êxtase profundo, nem na melhor sessão de boquete e punheta senti um tesão tão absurdo quanto ser fodida daquela maneira primitiva e feral. Robso rosnava, eu sentia o suor dele pingando sobre meu corpo. Suas mãos deslizavam pelas minhas costas, puxavam forte meu cabelo a ponto de eu arquear a cabeça pra trás, dava tapas fortes na minha bunda enquanto minha buceta pulsava estufada com aquela pica perfeita maltratando ela.

- Sua vagabunda de merda, é assim que se fode, sua puta! - Robson falava entre os dentes, se cuspindo, com o rosto suado colado no meu - Tá gostando de ser feita de mulherzinha na minha piroca, sua cadela?

- AAAH SIIIM - eu gritava entre os gemidos, revirando os olhos, sentindo a rola dele me destruir e alargar minha buceta - Eu tô amandooo AAAH fode a minha buceta, fode

- Vou te deixar aberta e pingando porra, como tem que ser! - ele falava e ria, ciente do poder absoluto que tem sobre mim

- Faz isso, meu macho! AAAH - eu gemia mordendo o lábio, ouvindo o saco pesado dele bater na minha bunda - Me preenche com sua porra!

- Isso, vagabunda! É pra isso que cê serve, Fran! Cê é meu depósito de porra, não é? - ele arfava, metia frenético e sem parar em mim

- SIIM AAAH - eu sentia aquela piroca cutucar meu útero com força, minhas pernas bambeavam e eu pingava - Eu só presto pra isso, meu único sentido é te satisfazer, meu machoooo AAAH Não tenha pena de mim, eu não tenho valor nenhum, me fode mais, faz eu perder os sentidos, me usa como um brinquedo AAAAH eu quero ficar arregaçada

Robson segurou meu pescoço e apertou, fazendo eu ficar sem ar e ver estrelas. Aquele clima agressivo todo foi o estopim pra um orgasmo alucinante, eu gozei com tamanha violência e senti meu corpo inteiro tremer sem parar. Senti um pico de tesão incontrolável e gritei abafado, ao mesmo tempo que comecei a esguichar perna abaixo. Eu momentaneamente perdi os sentidos, sentia minha cabeça ficar rodopiando e meu ouvido não escutava nada direito, apenas um zumbido e a respiração feroz e risada de Robson ao fundo. Quando ele soltou meu pescoço e o ar voltou, eu recuperei a consciência que estava indo embora e entendi tudo: eu era uma puta. De verdade. Eu nasci pra ser puta, minha vocação era ser puta e eu não podia lutar contra isso. Esse deveria ser meu propósito de vida, minha única meta enquanto existisse. Eu comecei a sorrir adoidada de tanta felicidade pós orgasmo, fiquei olhando pra trás vendo as caras de malvado que Robson fazia enquanto macetava minha buceta com toda a vontade do mundo. Como era bom dar praquele preto musculoso, eu poderia fazer isso o dia todo. Eu estava viciada, apaixonada, completamente louca por aquela piroca!

- Eu vou gozar, sua puta! Eu vou gozar, sua cadela! Aaah, caralho! Tá vindo demais - Robson rosnava e eu senti que ele estava prestes a explodir dentro de mim

- Goza, meu macho. Enche minha buceta de porra, me deixa pingando leite! Marca sua puta! - falei convicta, com um sorriso malicioso nos lábios

Robson berrou e despejou aquele monte de leite que estava guardado naquelas bolas inchadas dentro de mim. Eu sentia cada jato inundar minha buceta, aquele líquido quente lavando meu interior, meu útero sendo pintado de branco pelo macho da minha vida. Que sensação maravilhosa, eu estava nas nuvens. Robson se debruçou sobre mim e ficou ali tentando recuperar o fôlego, enquanto eu estendi meu braço pra trás e fiquei acariciando sua cabeça raspada, que estava ensopada de suor. Eu tinha perdido a virgindade, tinha sido fodida como uma puta merece e estava amando ter meu homem ali comigo, com o pau amolecendo dentro de mim e o leite escorrendo devagarinho pra fora da minha buceta recém deflorada. Depois de passado o frenesi todo, lembrei da minha mãe. Dado o barulho que fizemos, era impossível ela não ter ouvido nada. Como eu olharia na cara dela depois de tudo que acabou de acontecer? Estava pensativa a respeito disso quando de repente ouvi o ranger da dobradiça da porta, e quando olhei pra ela, só vi um vulto escapando assustado. Será que era o que eu estava pensando?

CONTINUA

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