Continuando…
Acordei na manhã de sexta com o som de água correndo no banheiro da minha suíte.
Um sorriso preguiçoso surgiu no meu rosto. Aline… safadinha. Imaginei ela saindo do banho molhada, nua, vindo me acordar com aquela boquinha quente ou subindo em cima de mim pra esfregar a bucetinha virgem no meu pau como tinha feito nos últimos dias.
Tirei a minha cueca, fiquei completamente nu na cama, com pau já meio duro só de expectativa, e esperei. Cinco minutos depois a porta do banheiro abriu.
Não era Aline.
Era Andréia.
Ela saiu peladinha do meu banheiro, o corpo ainda molhado, gotas escorrendo pela pele. Meu Deus… que mulher linda. Os seios eram perfeitos — cheios, empinados, os bicos escuros e duros do banho frio. A cintura marcada, a barriga levemente suave, e a bunda… redonda, durinha, firme, balançando a cada passo. Quando ela se virou de lado pra pegar o creme na pia do lavabo, vi sua bucetinha lisinha, completamente depilada, os lábios mais carnudos e desenhados que os da filha, mas com a mesma delicadeza de formato. Era uma buceta madura, bonita pra caralho.
Ela me viu acordado e sorriu com calma, quase natural.
— Bom dia, meu amor… Dormiu bem?
Meu pau estava completamente duro agora, latejando em cima da barriga. Andréia pegou a toalha e terminou de se enxugar devagar na minha frente, sem pressa, deixando a toalha cair no chão por um momento. Os seios balançaram livres. Depois se pegou se abaixando sensualmente, e se enrolou, aproximou-se da cama, puxou o lençol com delicadeza e olhou direto pro meu pau duro.
Sem dizer nada, inclinou-se e deu um beijo lento e molhado bem na cabeça do meu pau, a língua passando de leve pela base. Depois subiu e me deu um selinho carinhoso na boca.
— Vou passar o dia fora com Aline. Vamos fazer umas compras… — murmurou, com um sorriso cúmplice. —
Se comporte.
E saiu, me deixando ali, com meu pau babando, coração disparado e completamente excitado.
O resto do dia passou lento, mais passei bem.
Eu estava deitado na minha cama, só de cueca preta, luz baixa do abajur, quando a porta abriu devagar.
Aline entrou.
E porra… ela estava usando uma langerrie linda.
A peça era perfeita nela. O sutiã de renda branca transparente deixava os bicos pequenos e rosados visíveis, o tecido delicado mal contendo os peitos firmes. Um lacinho com rosas vermelhas no centro dava um toque inocente e safado ao mesmo tempo. A calcinha era minúscula, fio-dental de renda fina, com o mesmo detalhe de rosas vermelhas bem em cima do monte. Dava pra ver o contorno perfeito da bucetinha dela por baixo — os lábios pequenos bem marcados, o montinho de pelinhos escuros aparecendo sutilmente através da renda. As alças finas e o laço atrás completavam o visual de menina que queria ser mulher pela primeira vez.
Ela fechou a porta, caminhou até a minha cama e subiu devagar, ficando de joelhos ao meu lado. O cheiro dela — shampoo doce misturado com excitação do seu corpo — encheu o quarto.
Aline se inclinou, colou os lábios no meu ouvido e sussurrou, toda manhosa e tremendo de emoção e desejo:
— Titio… hoje vai ser a minha primeira vez. De verdade.
Eu quero você dentro de mim. Quero que seja você o homem que vai me fazer mulher. Essa é a noite mais importante da minha vida… por favor, faz com carinho ta bem?
A culpa me acertou como nunca antes. Mas o tesão era maior. Eu a puxei pra mim, beijei devagar, explorando aquela boquinha perfeita. Admirei seu corpo com meus olhos vidrados em cada detalhe. Tirei o sutiã com cuidado, lambendo e chupando os bicos pequenos dos seios até ela gemer e arquear as costas. Fui descendo até o umbigo beijando e acarinhando cada pedaço do seu corpo, Depois baixei a calcinha devagar, beijando cada centímetro das coxas até chegar na bucetinha inchada e molhada.
— Você tá encharcada, princesinha… — murmurei, passando a língua devagar entre os lábios dela. — Tá pronta pra mim?
— Tô… titio… faz tempo. Acho que sempre fui sua, mais nao sabia ainda… mais agora eu sei, vem… Por favor, titio… eu to pronta pra ser sua… toda sua…
Eu me posicionei entre as pernas dela, fui passando meu pau duro, com a cabeça roçando a entradinha virgem. Olhava nos olhos dela o tempo todo.
— Vai doer um pouquinho no começo, mas depois fica bom. Respira fundo e confia em mim. Vou te dar muito prazer, muito carinho, e voce vai virar a minha mulher…
Empurrei devagar. A cabeça abriu os lábios pequenos, entrando centímetro por centímetro na bucetinha apertadíssima. Aline cravou as unhas nas minhas costas, gemendo alto, olhos marejados. Enquanto eu ia metendo bem devagar… entrava, saia um pouquinho… entrava de novo mais um pouco… pra ela ir acostumando…
— Ai… titio… você é tão grande… tá enchendo tudo…
— Shhh… relaxa, meu amor. Você é tão apertada… tão quente… tão minha. Voce ta tao molhada…
Entrei até o meio, parei, dei tempo pra ela se acostumar. Depois continuei novamente… devagar, até sentir a barreira. Um último empurrão cuidadoso e eu rompi a virgindade dela. Aline soltou um gemido misturado de dor e prazer, lágrimas escorrendo do seu rosto, mas as pernas envolveram minha cintura, puxando-me mais pra dentro.
Comecei a me mover devagar. Longas estocadas suaves, sentindo a bucetinha dela se ajustando ao meu pau, ficando cada vez mais molhada. Os gemidos dela foram ficando mais altos, mais gostosos.
— nossa titio… que gostoso… titio… mais fundo… eu quero sentir tudo… ela ta quente… eu to sentindo voce…
Eu acelerei aos poucos, beijando seu pescoço, os peitos, a boca. Quando ela começou a rebolar de baixo, pedindo mais, eu segurei firme e fodi com mais intensidade, mas ainda com carinho. A bucetinha dela pulsava forte em volta do meu pau.
Estava muito bom, ficamos nesse movimento quente, delicado, romantico, Carinhoso. O tempo passava lentamente… ai…
Aline gozou primeiro — um orgasmo forte, tremendo inteiro, gemendo meu nome no meu ouvido. A sensação da bucetinha apertada dela pulsando no meu pau enquanto gozava… gemendo forte, alto, a voz manhosa, rouca e fina… me levou junto ao meu maximo prazer. Gozei fundo dentro dela, enchendo a bucetinha dela com minha porra quente, jato após jato.
Ficamos abraçados, suados, ofegantes. Meu pau ainda dentro dela, pulsando.
Ela beijou meu peito e sussurrou:
— Agora eu sou sua de verdade, titio… pra sempre.
Eu acariciei o cabelo dela, a culpa e o prazer misturados de forma irreversível. Mais sinceramente… ali agora era só prazer… a culpa era uma desculpa, que deixei de lado… eu queria muito viver aquilo tudo… e vivi…
Eu continuava me movendo dentro dela com estocadas lentas e profundas, sentindo cada centímetro daquela bucetinha virgem se abrindo só pra mim.
Aline estava completamente entregue: suas pernas bem abertas, as unhas cravadas nas minhas costas, olhos marejados de prazer e emoção. A lingerie branca de renda estava jogada ao lado da cama, esquecida.
— Titio… mais fundo… por favor… — ela gemia, a voz manhosa e rouca. — Eu quero sentir tudo… quero que você me encha…
Aumentei o ritmo, mas ainda com carinho, segurando a cintura fina dela enquanto entrava e saía. Mal saimos do nosso primeiro gozo, e nossos corpos simplesmente continuaram esse ritual intenso de sexo com amor… A bucetinha dela fazia barulhinhos molhados deliciosos a cada estocada. Os bicos rosados estavam duros, roçando no meu peito. Eu baixei a cabeça e chupei um deles com força enquanto metia mais fundo.
Aline arqueou as costas, o corpo tremendo inteiro.
— Ai, titio… eu tô gozando de novo… não para… não para! Ahhhhhhh… ainnnnnn… ainnnn… que gostoso… nossa.. ahh, ahhh, ahhhh…
Ela gozou forte, a bucetinha apertando meu pau em espasmos quentes e ritmados, o seu mel escorrendo pelas minhas bolas. O aperto foi demais. Eu segurei firme na bunda dela e gozei junto, jatos grossos e quentes enchendo bem no fundo da bucetinha. Gozei tanto que escorreu pra fora enquanto eu ainda estava dentro dela.
Ficamos colados, suados, ofegantes. Meu pau ainda pulsando dentro dela. Aline me abraçou forte, beijando meu pescoço, meu peito, e sussurrou com a voz doce e emocionada:
— Foi tão bom… tão lindo…o melhor momento da minha vida. Eu te amo, titio. Não como sobrinha… eu te amo como mulher. Eu sou sua agora. Pra sempre. Obrigada por ter sido tão carinhoso comigo na minha primeira vez.
Eu acariciei o cabelo dela, com um prazer profundo e amoroso.
— Eu também te amo, princesinha. Agora voce é uma mulher completa, voce tambem me proporcionou um momento incrivel, unico. Obrigado por confiar em mim, e permitir eu ter sido seu primeiro homem…
Dorme aqui comigo hoje.?
Sim… bem agarradinha rsrs… nossa primeira noite…
Nós dormimos abraçados, meu pau ainda meio duro encostado na coxa dela, a bucetinha dela melada roçando na minha perna. Uma cena digna de pintura de quadro.
De manhã, acordei com o cheiro de café fresco dentro do quarto… Quando abri os olhos, Andréia estava em pé ao lado da cama, segurando uma bandeja com café da manhã completo: pães, frutas, suco, ovos. Ela usava um robe de seda preto semi-aberto, o decote mostrando os seios.
Ela sorriu calmamente, sentou na beira da cama e acordou Aline com carinho.
— Bom dia, filha, bom dia meus amores… — disse com voz suave. — Acorda, filha. Trouxe café pra voces.
Aline acordou sonolenta, nua, dengosa… , e se encostou em mim, sem vergonha. Andréia nos olhou com um sorriso sereno, quase maternal e cúmplice ao mesmo tempo.
Enquanto tomávamos café na cama, ela falou naturalmente:
— Então… como foi a noite de vocês? — perguntou, olhando pra Aline com carinho. — Foi especial?
Aline corou, mas sorriu feliz e apertou minha mão com carinho.
— Foi perfeito, mãe… ele foi muito carinhoso. Eu nunca imaginei que pudesse ser tão bom.
Andréia sorriu, os olhos brilhando.
— Fico muito feliz por vocês. De verdade. Nós três vamos ser uma família feliz. Uma família diferente… mas feliz.
Ela olhou pra mim e falou: Você cuidou de nós com tanto amor todos esses anos — Agora você merece colher o que plantou. Pode ser o homem dessa casa de verdade.
Ela deu um beijo na testa de Aline, depois um selinho leve na minha boca e saiu do quarto, deixando a bandeja conosco.
Algumas horas depois, Aline saiu com algumas amigas para passar a tarde fora. Assim que a porta da casa fechou, Andréia me chamou do quarto dela.
— Vem aqui…
Entrei e parei na porta. Meu pau endureceu instantaneamente.
Andréia estava completamente pelada na cama, deitada de lado, apoiada no cotovelo. O corpo maduro e bonito à mostra: os seus seios grandes e firmes, bicos escuros, bucetinha lisinha e carnuda entre as coxas grossas, a bunda redonda empinada. Ela sorriu e bateu levemente na cama ao lado dela.
— Tira a roupa e deita aqui comigo.
Eu obedeci. Tirei tudo e me deitei ao lado dela.
Andréia se aproximou, colou o corpo quente no meu e me beijou. Um beijo profundo, experiente, cheio de desejo reprimido por anos. A língua dela dançava com a minha enquanto a mão descia e segurava meu pau duro. Ela sabia exatamente o que fazia e queria.
Ela afastou o rosto só o suficiente pra sussurrar, com sua voz manhosa, delicada e ao mesmo tempo safada:
— Um dia eu fui a mulher do seu irmão… mas a vida mudou todos os planos. E Agora eu sou sua mulher. Sua. — Ela apertou meu pau com mais força. — Quero que você assuma de vez o seu lugar, meu amor. Seja o homem da casa. Me fode como você fodeu minha filha ontem… mas me fode como a mulher madura que eu sou.
Eu a virei de bruços, levantei aquela bunda perfeita e meti de uma vez, fundo. Andréia gemeu alto, apertando os lençóis e o travesseiro.
— Isso… assim… bem fundo… me fode gostoso, meu amor…
Eu fodi ela com força, com estocadas pesadas e ritmadas, segurando a cintura enquanto via a bunda balançar. Depois virei ela de frente, abri bem as pernas e meti novamente, olhando nos olhos dela enquanto chupava aqueles seios grandes. Andréia gozou primeiro, tremendo e arranhando minhas costas, a bucetinha dela apertando meu pau.
Eu gozei logo depois, enchendo ela também, marcando meu lugar dentro da mãe da minha sobrinha.
Quando terminamos, suados e ofegantes, ela acariciou meu rosto e sussurrou:
— Agora sim… nós três somos uma família de verdade.