Acordei com a cabeça latejando e a boca seca. A luz do dia já entrava forte pelas janelas da sala. Olhei o celular: eram quase 11h da manhã. Tinha perdido a aula da manhã inteira. O corpo estava pesado, o estômago revirado pela mistura de álcool e maconha da noite anterior.
Levantei devagar do sofá, ainda com a roupa da noite passada, e fui até o quarto da minha mãe. A porta estava entreaberta.
Empurrei devagar e espiei.
O quarto estava bagunçado. O lençol embolado, marcas úmidas no colchão, roupas jogadas no chão. Minha mãe dormia de lado, completamente nua. As pernas estavam ligeiramente abertas, a buceta ainda vermelha e inchada, com resquícios secos de porra nas coxas e no lençol. Os seios pesados caíam para o lado, mamilos rosados visíveis. Havia marcas novas de mãos e tapas na bunda enorme e nas coxas. O cabelo loiro estava uma bagunça total, espalhado no travesseiro.
Caio não estava mais lá. Ele tinha ido embora em algum momento da noite ou da madrugada. O quarto cheirava a sexo, suor e álcool.
Fiquei parado na porta, olhando para ela. O tesão voltou misturado com uma culpa pesada. Lembrei de tudo: os gemidos, o som molhado das estocadas, a forma como Caio a tratava como uma vadia na minha frente. E eu, impotente, assistindo tudo.
Ela se mexeu levemente no sono, soltando um gemido baixo e virando de bruços. A bunda enorme ficou empinada, as nádegas se abrindo um pouco, revelando o cuzinho rosado ainda um pouco inchado.
Eu fechei a porta devagar e voltei para a sala. O apartamento estava silencioso. O dia já tinha começado há horas, e eu tinha perdido a aula.
Sentei no sofá, a cabeça latejando, o peito apertado com um misto de sentimentos que não conseguia separar: tesão, raiva, ciúme, vergonha e uma estranha excitação ao lembrar da cena que tinha presenciado.
Não sabia o que fazer agora.A porta do quarto dela continuava fechada. Minha mãe ainda dormia, destruída da noite anterior.
E eu, sozinho na sala, tentava entender como tudo tinha chegado até ali.
Fiquei deitado no sofá até umas 13:30h entre crises de enjoô e ressaca, quando ouvi o barulho da porta do quarto dela se abrindo.
Minha mãe saiu devagar, ainda grogue. O cabelo loiro estava uma bagunça completa, despenteado e com mechas grudadas no rosto. O rosto inchado, olheiras profundas, os olhos vermelhos e desfocados. Ela usava apenas uma camiseta larga cinza (provavelmente minha), que mal cobria a metade das coxas grossas. A barra da camiseta subia a cada passo, revelando que não estava usando calcinha a curva inferior da bunda enorme aparecia claramente. As marcas roxas no pescoço e no colo ainda estavam bem visíveis, algumas novas e escuras.
Ela parou por um segundo no corredor, piscou devagar, como se tentasse entender onde estava. Depois viu que eu estava sentado no sofá, olhando para ela.
Sem dizer nada, ela foi direto para o banheiro, caminhando com dificuldade, uma mão apoiada na parede para não cair. A camiseta subiu um pouco mais quando ela andou, mostrando a bunda nua balançando pesadamente.
Ouvi o barulho da porta do banheiro se fechando, depois o som do chuveiro sendo ligado.
Eu fiquei sentado, esperando. O coração batia forte, a cabeça ainda latejando da noite anterior.
Depois de uns 15 minutos, o chuveiro parou. A porta do banheiro abriu. Ela saiu enrolada em uma toalha branca, o cabelo molhado pingando nas costas. A toalha mal cobria o corpo os seios pesados pressionavam o tecido, quase escapando no decote, e a barra terminava logo abaixo da bunda.
Ela parou na entrada da sala, me olhando. A expressão era cansada, confusa, com um toque de vergonha.
—Que horas são? — murmurou ela, voz rouca.
— Quase duas horas— respondi, seco.
Ela passou a mão no rosto, suspirando.
— Eu… não lembro direito de ontem à noite.
Eu não consegui mais segurar. Levantei do sofá, a voz saindo mais dura do que eu queria.
— Mãe, isso não pode continuar assim. Você chegou destruída, com eles. Eu vi tudo. Você tava no colo do Caio, roçando nele, gemendo, foi para o quarto deu para ele… E eu aqui, vendo. Isso não é normal. Você tá se destruindo.
Ela ficou em silêncio por alguns segundos, apertando a toalha contra o corpo. Depois baixou os olhos.
— Eu sei… eu exagerei. Não lembro de quase nada depois do bar.
Ela se aproximou um pouco, a voz mais baixa, quase culpada.
— Desculpa te fazer passar por isso. Eu não queria que você visse nada disso.
Eu insisti, o peito apertado:
— Mas você continua saindo com eles. Continua bebendo, usando droga… e agora eles vêm aqui pra casa. O que você tá fazendo, mãe? Isso não é você.
Ela suspirou, os olhos cansados.
— Eu sei que não é certo. Eu só… eu me sinto viva quando tô com eles. Depois de tantos anos prendendo tudo, eu quis sentir alguma coisa. Mas eu vou tentar parar. Prometo.
Ela tocou meu braço de leve, um gesto maternal, mas eu me afastei instintivamente.
O silêncio voltou, pesado.
Ela apertou a toalha contra o corpo e murmurou:
— Vou me vestir. Depois a gente conversa melhor, tá?
Ela voltou para o quarto, fechando a porta atrás de si.
Eu fiquei na sala, o coração ainda acelerado, sabendo que a conversa não tinha resolvido quase nada.
O resto do dia seguiu de forma estranhamente normal, quase mecânica, como se ambos estivessem fingindo que nada tinha acontecido.
Minha mãe passou a maior parte da tarde no quarto, descansando. Eu no quarto, assistindo TV sem prestar atenção, o corpo ainda pesado da ressaca. Por volta das 15h, meu celular vibrou. Era uma mensagem de Allan.
Allan:
“E aí, filhinho. Faltou você e sua mãe faltaram hoje, adoeceram?.... e se rolar de novo hoje, avisa.”
Eu li a mensagem e guardei o celular sem responder. Não sabia o que dizer.
Por volta das 17h, ela saiu do quarto. Estava vestida com uma camiseta larga cinza e um shortinho de algodão curto, o cabelo ainda úmido do banho anterior. Ela parecia um pouco melhor, mas ainda com olheiras e o rosto inchado.
Ela parou na porta do meu quarto, que estava aberta, e entrou devagar.
— Posso entrar?
Eu assenti. Ela sentou na beira da cama, ao meu lado.
— Mãe… isso não pode continuar assim — disse eu, voz baixa mas firme. — Você chegou destruída ontem, com o Caio e os primos dele. Eu vi você no colo dele, roçando nele como uma vadia qualquer. E hoje você ainda quer fingir que tá tudo normal? Você faltou ao trabalho por causa disso. Por causa dele. Ele até teria batido em mim se eu tentasse impedir. Você é uma puta barata, mãe! Uma puta barata que prefere dar pra qualquer um do que ser mãe!
As palavras saíram cruas, cheias de raiva. Paula ficou parada, os olhos arregalados, o rosto pálido. Por um segundo ela não reagiu, como se tivesse levado um tapa.
Depois as lágrimas subiram. Ela baixou a cabeça, a voz saindo baixa e quebrada:
— Eu… eu sei que errei. Eu me deixei levar, bebi demais, usei coisa que não devia… e acabei faltando ao trabalho por causa disso. Desculpa. Eu não queria que você visse nada daquilo.
Ela respirou fundo, as lágrimas escorrendo pelo rosto.
— Eu não sou como seu pai. Eu não sou viciada. Eu só… eu me sinto tão sozinha às vezes. Depois de tantos anos prendendo tudo, eu quis sentir que ainda estava viva. Mas eu sei que exagerei. Desculpa te magoar assim.
Eu continuei olhando para ela, a raiva ainda queimando, mas a voz dela tão quebrada fez algo dentro de mim doer.
— Desculpa não resolve nada — respondi, ainda bravo, mas mais baixo. — Você continua saindo com eles. Continua bebendo, usando droga… e agora eles vêm aqui pra casa. O que você tá fazendo, mãe? Isso não é viver. Isso é se destruir. E me destruir junto.
Ela limpou as lágrimas com as costas da mão, a voz tremendo:
— Eu prometo que vou tentar parar. Eu não quero te perder. Você é tudo que eu tenho.
O silêncio voltou, pesado. Ela se levantou devagar, tocou meu ombro de leve um gesto maternal que contrastava com tudo e saiu do quarto, fechando a porta atrás de si.
Fiquei sentado na beira da cama, o peito subindo e descendo rápido depois da discussão. A raiva ainda queimava, mas agora vinha misturada com uma onda de imagens que eu não conseguia parar.
Eu via tudo de novo.
Vi ela entrando em casa de madrugada, cambaleando entre Caio e os primos, a blusa aberta, a saia subida, a calcinha rosa de renda aparecendo. Vi Caio segurando ela pela cintura, apertando a bunda enorme enquanto a carregava. Vi ela sentada no colo dele no sofá, roçando a buceta molhada contra o pau dele, gemendo rouco mesmo grogue. Vi Caio metendo nela com força, a bunda tremendo a cada estocada, a buceta esticada ao redor do pau dele, a porra escorrendo pelas coxas dela.
E o pior: eu via como ela parecia feliz naquele momento. Como o corpo dela reagia, como ela rebolava mesmo bêbada, como ela gemia o nome dele.
Eu me odiava por ter visto aquilo. Me odiava por ter ficado duro assistindo. Me odiava por ter participado na noite anterior, por ter enfiado meu pau na buceta e no cu dela enquanto ela dormia, por ter gozado dentro dela junto com Allan.
A culpa era sufocante. Eu tinha abusado da minha própria mãe. Tinha deixado outro homem foder ela na minha frente. Tinha gostado. Tinha gozado pensando nela sendo usada como uma vadia.
Mas o tesão não ia embora.
Mesmo com toda a raiva, meu pau endureceu de novo só de lembrar. Lembrei da sensação quente e apertada da buceta dela ao redor do meu pau, do jeito que ela pulsava quando gozava por reflexo, da forma como a bunda enorme tremia enquanto Caio metia nela. Lembrei de como a calcinha rosa de renda estava encharcada, grudada nos lábios grandes, do jeito que a buceta dela se abria para ele como se fosse feita para isso.
Eu me sentia um monstro. Um filho que traiu a mãe da pior forma possível. Um doente que ficava excitado vendo ela ser humilhada e usada.
Eu me odiava.
Eu a queria.
E não sabia como viver com isso.
O apartamento estava silencioso. Ela já dormia no quarto. Eu, destruído, fiquei sentado na cama, o pau ainda meio duro, a culpa e o tesão embolados num nó que não conseguia desfazer.
Terça-feira amanheceu cinza e pesada. O despertador tocou às 5h20, mas eu não consegui me levantar. O corpo estava exausto, a cabeça latejando, o peito ainda apertado com tudo que tinha acontecido nos últimos dias. Fiquei deitado, olhando para o teto, sem forças para ir à escola.
Alguns minutos depois, ouvi passos no corredor. Minha mãe entrou no meu quarto.
Ela estava vestida para trabalhar: uma blusa social branca bem ajustada que marcava os seios pesados, um decote discreto mas que ainda deixava o colo visível, e uma calça jeans escura justa que abraçava as coxas grossas e a bunda enorme de forma evidente. O cabelo loiro estava preso em um rabo de cavalo alto e bem arrumado, maquiagem leve para disfarçar as olheiras. Ela parecia tentar voltar ao papel de professora responsável, mas as marcas roxas no pescoço ainda apareciam um pouco por baixo da base.
— Ei? Você não vai se levantar? Já são quase cinco e meia — disse ela, voz preocupada, parando ao lado da cama.
Eu virei o rosto para o lado, voz fraca:
— Não vou hoje. Tô me sentindo mal. Dor de cabeça forte, corpo dolorido. Acho que peguei uma virose ou algo assim.
Ela se aproximou, tocou minha testa com a mão fria.
— Você tá quente… quer que eu fique em casa? Posso ligar pra escola e dizer que não vou.
— Não precisa vão acabar te botando para fora — respondi, virando o rosto para o outro lado. — Vai trabalhar. Eu fico bem sozinho.
Ela hesitou por um segundo, depois suspirou.
— Tá bom. Mas me liga se piorar, tá? Eu vou tentar voltar mais cedo hoje.
Ela se inclinou, deu um beijo rápido na minha testa e saiu do quarto. Ouvi a porta da frente fechar alguns minutos depois. Ela tinha ido sozinha para a escola.Fiquei deitado, olhando para o teto. O apartamento estava silencioso. O corpo doía, mas a mente doía mais. Voltei a dormir.
Acordei com meu celular vibrando. Já era 8:15h uma mensagem de Allan.
Allan:
“E aí, filhinho. Como você tá? Encontrei a Paula agora há pouco. Ela tá dando aula aqui na sala. Caralho, ela tava bonita pra caralho hoje. Blusa justa, calça marcando aquela bunda… não paro de pensar naquele dia. Ela disse que você tava doente. Tá tudo bem mesmo?”
Eu li a mensagem e senti um aperto no peito. Respondi seco:
Eu:
“Tô mal. Fiquei em casa.”
Guardei o celular e fechei os olhos novamente. O dia seguia sem mim. Minha mãe estava na escola, fingindo que tudo estava normal. Allan tinha visto ela e achado ela “bonita pra caralho”. E eu, deitado na cama, carregando sozinho o peso de tudo que tinha acontecido.
O dia passou devagar. Fiquei a maior parte do tempo deitado no quarto, alternando entre dormir e olhar o teto.
Por volta das 13h40, ouvi a porta da frente abrir. Minha mãetinha voltado da escola.
Ela entrou no apartamento, deixou a bolsa na sala e veio direto para o meu quarto. A porta estava entreaberta. Ela empurrou devagar e parou na entrada, ainda vestida com a roupa de trabalho. O cabelo loiro estava preso em um rabo de cavalo alto, mas algumas mechas tinham escapado.
— Filho? Você ainda tá deitado? Como você tá se sentindo?
Eu virei o rosto para o lado, sem levantar.
— Ainda mal. Dor de cabeça não passou.Quero ficar sozinho.
Mas ela se aproximou e sentou na beira da cama. Tocou minha testa com a mão fria.
— Tá um pouco quente ainda… quer que eu faça um chá ou algo? Ou quer ir ao médico?
Eu balancei a cabeça.
— Não precisa. Só quero ficar quieto.
Ela ficou em silêncio por um segundo, depois tentou suavizar o clima com uma brincadeirinha leve, sorrindo de lado:
— Nossa, você tá parecendo um velho de 80 anos reclamando de dor. Daqui a pouco vai pedir pra eu trazer o andador também?
Eu não ri. A voz saiu mais seca do que eu queria:
— Não tô brincando, mãe. Tô me sentindo mal de verdade.
Ela parou de sorrir, o tom ficando mais sério, mas ainda tentando manter a leveza.
— Eu sei, filho. Desculpa. Eu só… tô tentando deixar as coisas normais entre a gente, eu fico preocupada.
Ela ficou mais um pouco sentada na beira da cama, depois se levantou.
— Allan e Diogo perguntaram por você hoje na escola. Os dois vieram falar comigo depois da aula. Disseram que sentiram sua falta e que esperam que você melhore logo. Allan até fez uma piadinha dizendo que sem você a turma fica mais chata.
Eu não respondi. O nome de Allan trouxe de volta um flash da noite de sexta ele fodendo ela no sofá, os tapas, os gemidos. O estômago revirou.
Minha mãe percebeu o meu silêncio e tentou de novo, com outra brincadeirinha forçada:
— Eles falaram que se você não melhorar até amanhã, vão vir aqui te visitar e te obrigar a jogar videogame até você sarar. Quer que eu diga que sim?
Eu forcei um sorriso fraco.
— Não. Depois eu respondo eles.
Ela ficou mais um instante me olhando, depois suspirou.
— Tá bom. Vou fazer um jantar leve. Se você quiser comer, é só chamar.
Ela saiu do quarto, fechando a porta devagar.Eu fiquei deitado, olhando para o teto. A leveza que ela tentava trazer não estava funcionando. O peso do que tinha acontecido ainda estava ali, entre nós dois, mesmo que nenhum dos dois quisesse falar sobre isso abertamente.
Galera antes de finalizar o conto , agradeço de coração a todos que os comentários que elogiaram e para quem acompanha essa série, como devem saber dá muito trabalho escrever e faço isso porque gosto mesmo e ler os feedbacks de vocês incentivam muito a continuar, estou me dedicando ao maximo para finalizar o conto ainda quero que aconteça muitas coias ( pretendo não passar dos 30), pois preciso estudar e focar em outras coisas, abraços