Olá queridos, tudo bem? Gosto de relatar minhas aventuras aqui, mas esse conto de hoje é totalmente fictício, porém senti tesão ao escrever. Vamos a narrativa.
Me chamo Carla, hoje tenho 35 anos, sou negra, corpo esbelto, 1,70cm de altura, seios fatos 48 e bunda grande redondinha, pernas torneadas a custo de muita academia, sou solteira, mas vocês já já entenderam porque rs.
Meus pais casaram jovens, logo após concluírem o ensino médio, minha mãe não namorou ninguém a não ser papai e o contrário também aconteceu, sendo mamãe a única namorada dele. Mesmo casando tão jovens, eles decidiram não ter filho naquele momento e dedicaram-se aos estudos, passando os dois nunca universidade pública e cursando direito. Minha mãe teve apenas um irmão, muito unidos, eles viajam e curtiram a vida bastante juntos. Dedicaram-se à carreira e só quando mamãe passou dos 30 anos, resolveram ter filhos, no caso eu, uma filha. Titio e sua esposa não tiveram filhos, então eu era paparicada por todos e eles viviam em volta de mim para me agradar. Porém, quando eu tinha por volta dos 8 anos, perdi minha mãe, então meu pai que é um renomado advogado da nossa cidade, teve que reorganizar sua vida para cuidar da filha sozinho, mas ele tinha ajuda do meu tio e sua esposa, mas eu passava a maior parte com ele, pois ele dizia que assim se sentia próximo a mamãe.
Cresci nessa atmosfera de cuidados entre meu pai, meu tio e sua esposa, sempre que papai precisava viajar a trabalho, ficava na casa deles, lá tinha um quarto só pra mim com tudo que uma menina precisa, nunca levei uma mochila pra casa do meu tio porque ele mantinha esse espaço, as vezes me levava ao shopping para comprar roupas e poder deixar tudo pronto pra quando eu fosse pra lá. Passados quase 10 anos do falecimento de mamãe, meu tio também ficou viúvo, o que deixou papai preocupado pensando quem o ajudaria quando ele fosse viajar e eu precisasse ficar na casa do meu tio, mas titio garantiu que as coisas jamais mudariam quanto a isso, pois eu era a filha da sua amada irmã e também uma sobrinha muito amada. Titio disse a papai que o considerava como um irmão também e sempre que precisasse podia contar com ele, eles dariam um jeito e afinal eu já estava uma mocinha, não precisava mais de ninguém me dando banho ou vestindo minha roupa, o que tranquilizou papai.
Então minha nova rotina incluía ficar entre nossa casa e a casa de titio, nas duas casas tinham pessoas para ajudar nos afazeres domésticos, cuidar do jardim e da piscina, então quase não ficávamos a sós, tive uma infância e adolescência divertida, com bastante cuidado, amor e atenção. Quando passei na faculdade, meu pai e meu tio propuseram que viajássemos para comemorar e deixaram eu escolher o lugar, claro que escolhi o Rio de Janeiro, era louca pra ir visitar, mas eles sempre colocavam empecilhos, dessa vez não houve desculpas. Decidiram que passaríamos 8 dias na capital carioca, tiraram férias e não levaram seus celulares de trabalho, ficando toda a atenção para mim. Papai me levou ao shopping para comprar roupas novas para a viajem, titio para me agradar também fez o mesmo, aproveitei e comprei roupas frescas e justas, bem a cara da cidade rs. Titio ligou para papai falando que tipo de roupas eu estava escolhendo,, mas meu pai estava tão feliz que falou pra ele deixar eu curtir este momento, afinal estava me preparando para realizar a viajem que tanto desejei e em seguida me concentraria nos estudos, também havia passado para Direito, assim como meus pais.
Passados uns 5 dias rumamos á capital Fluminense, fomos de carro, papai e titio revessaram o volante, apesar de ser uma viajem rápida eles decidiram que íamos aproveitando no meio do caminho, paramos em algumas cidades no meio da estrada, restaurantes e lanchonetes, postos de gasolina, até que perceberam que estava escurecendo e decidiram que pararíamos na primeira pousada que aparecesse, por sorte foi uma bem acochegante, mas estava lotada porque havia festa na cidadezinha e eles só tinham um quarto com uma cama de casal e uma cama de solteiro. Eles fecharam na hora, queriam tomar banho e aproveitar a festa no interior logo mais a noite, festa essa que foi muito boa, estava calor e aproveitei para usar um vestido soltinho e curto com sandálias rasteiras, quando sai do quarto os dois homens me elogiaram e sorriram ao me ver sorrir, fomos pra praça da cidade, onde estava rolando um festival gastronômico e de cervejas, eles me liberaram para aproveitar a noite e depois de vários anos nos sentimos felizes, igual éramos antes. Estava tão bom que não nos importamos com o horário, percebendo que já passava da meia noite só quando chegamos a pousada. Entrei direto para o banheiro, a bebida me deixou alegre demais, contribuindo para eu esquecer de levar a toalha para o banheiro, quando terminei o banho chamei por papai pedindo ajuda e nessa hora ele disse sorrindo - Pode sair como estar meu amor, eu e seu tio já vimos você pelada várias vezes. Titio sorriu.
Estava alegre por causa da cerveja, apenas sai do banheiro e comecei a procurar na mala um babydoll. Eles ficaram em silêncio apenas olhando eu passear peladinha pelo quarto, sem nenhuma maldade, depois de um tempo o silêncio me incomodou e só então percebi os dois lado a lado me encarando, coloquei a mão na cintura e perguntei - O que foi? Papai apenas respondeu - Nada meu amor, me encarando. Nesse momento encontrei o babydoll e comecei a vestir, quando passei a blusa pela cabeça senti eles pegando os meus braços e disseram juntos - Pode ficar como estar, vamos tomar banho e ficar a vontade também, está quente. Bebinha como eu estava, não percebi a malícia na voz deles, apenas permiti que tirassem a parte de cima e deitei na cama, enquanto papai entrava no banheiro percebi uma breve conversa entre eles na porta e ouvi baixinho papai dizendo - Tá muito gostosa, bora tentar, foda-se! Mas não entendi o que aquilo significava e nem percebi que era de mim que eles falavam, estava sonolenta e pedi pro titio apagar a luz, deixando apenas a do abajur acessa.
O quarto ficou na penumbra, deitei na cama de casal já que dormiria com papai e relaxei, escutava a voz de titio, mas não entendi nada e apenas resmungava de volta para não deixá-lo sem resposta. Pareceu que cochilei e quando acordei senti mãos em mim, mas ainda estava bem sonolenta, mesmo com a sensação boa que sentia não conseguia abrir os olhos e focar quem me alisava, até que em certo momento percebi que eram mais de duas mãos e elas já passeavam por todo meu corpo , enquanto eles falavam entre si o quando eu estava gostosa e aceitando bem. Papai perguntou - Começou sem mim?
Titio - Apenas acariciei as pernas.
Papai - E ela?
Titio - Não se mexeu, acho que bebeu demais.
Papai - Ela vai acordar.
Titio - Se ela não quiser, paramos.
Papai - Se começarmos, não vou conseguir parar.
Titio - Eu também.
Depois dessa conversar, foi a vez de titio tomar banho, deixando papai sozinho comigo, ele foi mais atrevido e passeou suas mãos por todo meu corpo, alisou as coxas, o púbis, a barriga, os seios e meu pescoço, eu sentia e meu corpo reagia arrepiando e deixando os bicos do meus seios duros, nessa hora ele abaixou e lambeu os dois, pra em seguida assoprar e beliscar, fazendo com que meu corpo reagisse novamente. No exato momento que ele colocou a mão aberta entre minhas pernas, titio saiu do quarto e exclamou - Nossa! Ela ainda dorme! Papai apenas resmungou - Hum rum. Titio não aguardou um convite, apenas veio até nós e começou a reversar as carícias em meu corpo, cada vez mais ele ousavam, sem medo que eu acordasse, na verdade eles queriam que eu acordasse, mas só depois de uns 30 minutos sendo bolinada e chupada que eu consegui abrir os olhos e olhei enquanto eles mamavam cada um em meus seios, aquela visão me encheu de paz e acariciei as costas dois dois incentivando-os a continuar, o que fez eles olharem para meu rosto e encontrarem meu olhar de aprovação.
A partir disso eles foram intensificando mais as carícias, estávamos todos pelados, meus seios entumecidos, completamente molhada entre as pernas, acariciando aqueles homens que me davam prazer como forma de encorajá-los a continuar, papai desceu para me chupar e titio me beijou na boca, gemi e eles me invadiram com suas línguas, após me fazer gozar papai meteu o dedo e espalhou meu gozo em direção ao meu cuzinho, socando um dedo e ficou brincando ali vários minutos, enquanto continuava chupando minha vagina pra novamente levar líquido pro meu cuzinho e colocar dois dedos dentro, brincando e o alargando,, Quando ele conseguiu socar três dedos, subiu para meus esios e titio abriu espaço para que ele chegasse a minha boca, beijando-me.
Papai - Você é virgem, querida?
Eu - Sim.
Papai - Daqui a pouco não será.
Titio - Vamos tirar seu cabaço.
Papai - Você quer? Senão, será a força.
Titio - Você está muito gostosa.
Papai - Responde, porra. Você quer?
Eu estava molhadinha, pois enquanto rolava esse papo eles metiam o dedo juntos na minha vagina e mamavam meus seios, cada um de um lado. Por fim, respondi - Quero. Gemendo de prazer.
Papai então deixou de costas na cama e ordenou que eu fosse por cima, dizendo que assim eu controlaria a dor, me encaixei entre suas pernas e mirei o pênis em minha buceta, ele segurou seu pau e foi pincelando, o fato de eu estar super excitada e molhadinha fazia a pica deslizar entre os grandes lábios. Percebendo que eu estava bem relaxada, ele me penetrou, fazendo o sangue do meu cabaço escorrer por seu pênis, ele perguntou se estava tudo bem, quando afirmei que sim, não perdeu tempo e começou a socar forte segurando minha cintura, dizendo coisas desconexas, até eu gozar. Então, ele exclamou - Gostosa! Tirar um cabaço é sempre bom!
Titio assistia a tudo se acariciando, não pra gozar, mas pra manter seu pau duro. Logo após meu gozo, ele se aproximou indo pra trás de mim e começou a chupar meu cú e socar seus dedos, na mesma ordem que papai, primeiro um, depois dois e quando conseguiu os três ele se dedicou em alargar o buraco e me disse que agora era a vez dele tirar o cabaço do meu rabo. Inebriada de tesão e da cerveja eu delirava com tudo que estava acontecendo, papai me puxou para um beijo gostoso e segurando minha bunda, abriu as nádegas para que titio pudesse me enrabar, então ele pegou um óleo de cabelo meu, besuntou um dedo e a cabeça do seu pau e foi revezando os dois, entrava com o dedo e tentava encaixar a cabeça do seu pau, ficou nessa brincadeira algum tempo, não perdoando assim que meu corpo relaxou ele encaixou a cabeça do pau no meu cú, parou quando urrei, mas não tirou, Papai começou a meter devagar na minha bocetinha e o movimento ajudava titio a foder meu cú, estava muito gostoso ter os dois me comendo, comecei a gemer de prazer, nesse momento papai perdeu o controle e mandou titio foder meu cú sem dó, disse que eu era uma piranha e estava gostando de tomar no cu e na buceta. Tapou minha boca e ordenou titio a socar forte no meu cu, titio obedeceu e socou o resto do caralho no meu rabo, gritei de dor, mas papai me beijou. Quando me acostumei, comecei a rebolar, então os dois começaram a me foder, primeiro com carinho, mas a medida que ficava mais gostoso íamos perdendo o pudor e o controle, eu já rebolava nos dois cacetes quicando, papai segurava meu quadril e socava sem dó e titio se aproveitava pra me enrabar com força, o que nos fez entrar no clímax rápido e gozarmos os três juntos.
Gritei de prazer e comecei a tremer gozando, meus dois homens não seguraram o gozo e me encheram de porra até sair a última gota. Caímos exaustos e dormimos os três juntos na cama.
Aconteceu muito mais sexo no Rio de Janeiro, eles dois faziam questão de me exibir e mostrar que estava me fodendo, mas isso é história para outro conto, depois volto aqi pra contar mais.