A la pell de l'Anna | primeiros instintos - parte 1

Um conto erótico de L'escriptor eròtic
Categoria: Heterossexual
Contém 803 palavras
Data: 02/04/2026 00:53:40

Anna chegou do treino destruída. O corpo todo suado, quente pra caralho, ainda latejando do esforço. Aos 28 anos, ela era uma loira com raízes escuras, 1,65m de pura provocação sem esforço. Rosto mediterrâneo puro: olhos castanhos-esverdeados grandes e expressivos, sobrancelhas bem desenhadas, lábios carnudos naturalmente rosados que se curvavam num sorriso safado com facilidade. Cabelo loiro longo, ondulado e brilhante caía em cascata até o meio das costas.

Seu corpo era uma mistura perigosa de atletismo e pura volúpia. Os seios eram grandes, pesados e firmes, com formato perfeito em forma de gota que balançava hipnoticamente a cada movimento. Tinham o tamanho exato para transbordar nas mãos de um homem, com mamilos rosados e sensíveis que endureciam só com o olhar certo. A cintura era fina e marcada, criando aquele contraste delicioso que descia até os quadris largos e uma bunda redonda, empinada e suculenta — duas metades firmes, macias e cheias que tremiam levemente quando ela andava ou se virava de propósito.

As pernas eram curtas mas bem torneadas pelos anos de treino, com coxas grossas e macias que se apertavam uma contra a outra quando ela ficava excitada. A pele era bronzeada, dourada, com um toque aveludado que convidava ao toque. Entre as coxas, sua buceta era pequena, rosada e sempre parecia levemente inchada de desejo, com lábios delicados que se abriam fácil quando ela ficava molhada.

Ela tinha aquela combinação rara: corpo de puta gostosa com a resistência e a energia de uma atleta.

Na sala do apartamento em Gràcia o calor tava insuportável. Chloe mexia na cozinha, só de calcinha e camiseta larga como sempre. Anna jogou a mochila no sofá e sentou na beirada do outro, ainda de shortinho de lycra bem justo e uma regata fina colada no corpo.

Abriu o celular e viu a mensagem do Raul. “Ei Anna, hoje você tava pegando fogo no campo. Aquele shortinho marcando tudo… quase me distraí no treino. Quando vamos tomar aquela cerveja que você prometeu? 😏”

Sentiu um calor subir logo entre as pernas. Olhou de canto pra Chloe (que tava de costas) e abriu um pouco mais as coxas grossas. Timidamente, passou a mão pela parte de dentro da perna, fingindo que só coçava. Os dedos pressionaram devagar por cima do shortinho, circulando o clitóris por cima do tecido. Devagarinho. Quase nada.

Mas o corpo não obedeceu. Os seios pesados subiam e desciam rápido, mamilos marcando a regata. Mordia o lábio, tentando ficar normal. A buceta inchou rápido, começou a vazar. Uma manchinha úmida apareceu bem no meio do shortinho.

Foi aí que Chloe virou com os copos de suco. Olhou de relance: Anna com as pernas meio abertas, mão entre as coxas grossas, cara vermelha, dedos se mexendo discretos. Não falou nada. Só colocou o copo na mesinha, deu um sorrisinho rápido e voltou pra cozinha.

Anna ficou ainda mais molhada com aquilo. O shortinho já tava visivelmente úmido. Não aguentou. Levantou rápido, tirou a regata pela cabeça, desceu o shortinho pelas coxas grossas e macias, ficando completamente nua na sala. Os seios grandes balançaram livres, pesados e firmes. Ao olhar para baixo, viu claramente a pequena marca de porra no shortinho jogado no sofá: uma mancha escura, brilhante e molhada bem no meio, onde a buceta tinha vazado.

Deixou tudo ali e foi nua pro quarto, o ar quente roçando a pele bronzeada.

Fechou a porta… mas deixou entreaberta, como sempre. Deitou na cama completamente nua, abriu bem as pernas e começou a se tocar de verdade. Dois dedos deslizando entre os lábios rosados e molhados da buceta, espalhando a umidade, enquanto a outra mão apertava um dos seios pesados, apertando o mamilo sensível.

— Mmm… caralho… — gemeu baixinho.

Pensou no Raul lendo aquilo e imaginando ela assim. O tesão subiu forte. Acelerou, dedos entrando mais fundo, polegar girando no clitóris inchado. Os seios balançavam pesadamente a cada estocada, a bunda empinada se mexendo contra o lençol. Os gemidos ficaram mais urgentes.

Quando o orgasmo veio, foi intenso e profundo. Anna arqueou o corpo na cama, as coxas grossas tremendo violentamente, a buceta pulsando forte em volta dos dedos enquanto gozava. Um gemido longo e rouco escapou dos lábios carnudos, abafado apenas pelo travesseiro que mordeu no último segundo. O suco quente escorreu pela fenda, molhando o lençol entre suas pernas.

Ficou deitada por um longo minuto, respirando pesado, os seios subindo e descendo, o corpo brilhando de suor e prazer. Ainda nua, com os dedos entre as coxas, sentindo os últimos espasmos.

Do corredor veio o barulho leve de passos. Chloe passando em direção ao banheiro. Não disse nada. Apenas continuou andando, como se fosse a coisa mais normal do mundo.

Anna sorriu preguiçosamente. O celular vibrou na sala. Provavelmente outra mensagem do Raul.

Amanhã… talvez respondesse algo bem safado.

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