Agradeço aos leitores a ótima recepção e ao grande numero de leituras do primeiro capitulo desse conto que considero um de meus melhores e mais excitantes trabalhos. Nos últimos capítulos, uma adesão que deixará o conto ainda mais quente.
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O que eu temia de Giuliano se afastar de mim depois que praticamente o estuprei não aconteceu e voltamos a rotina com ele me fazendo a companhia que seu pai não fazia enquanto Tales continuava não mostrando disposição para o sexo. Para o desculpar pensava que fizemos muito sexo na juventude e depois nos primeiros anos de casados e ele poderia ter perdido o gosto, mas não sei se era justificativa convincente porque minha vontade ainda estava lá.
Porem surgiu um problema, um gigantesco problema. Se antes quando ficava tarada lembrava dos momentos sexuais com meu marido, a partir daquela primeira semana me lembrava do prazer inigualável que tive com o pau imenso de Giuliano me rasgando as entranhas. Eu me forçava a pensar em meus momentos deliciosos com meu namoradinho lá no passado, mas sempre vinha o único momento que tive com meu filho.
Se meu marido voltasse a apagar meu fogo eu provavelmente pararia de pensar na noite com Giuliano, mas seu trabalho o sequestrou da esposa e se não era o trabalho os Happy Hours com seus colegas de trabalho.
Bem que tentei não ficar com raiva dele novamente, mas com as semanas passando estava mais irritadiça e não demorei a descobrir o motivo. Quando minha menstruação não veio, temi pelo pior e fui fazer o teste de gravidez que comprei na farmácia e foi confirmado que estava gravida. Gravida de meu próprio filho em uma única vez que transamos.
Todas as preocupações do que poderia acontecer vieram em minha mente, mas não deixou de me excitar pensar estar gravida do próprio filho e da forma poderosa como ele me inseminou.
A primeira preocupação foi fazer meu marido acreditar que o filho era dele e não foi difícil, pois uma noite que chegou bem embriagado, coloquei um baby-doll bem sexy e uma calcinha pequena por baixo.
Me insinuei e como sempre ele não quis nada, mas como nunca se lembrava da noite anterior quando chegava naquele estado joguei o baby-doll no chão de seu lado como se tivesse sido arrancado e dormi só de calcinha e quando comecei a sentir que ele se mexia e logo acordaria pela manhã, me coloquei de bruços por cima do lençol para que ele me visse com ela e fosse convencido com o baby-doll no chão que tínhamos feito amor.
Fingi dormir e percebi que ele reparou em mim e depois no baby-doll no chão o pegando e o jogando na cadeira. Quando voltou do banho eu já me mostrei desperta e sorri feliz para ele como se estivesse satisfeita.
– Bom dia amor, falei.
– Bom dia Flavia. Parece que a noite foi boa, sorriu.
Olhei para ele me fazendo de furiosa.
– Você não se lembra?
Não querendo me deixar mal, ele mentiu aliviando a dor por minha mentira.
– Claro que me lembro. Você estava muito quente.
– Fazia tempo né. Sei de seu trabalho, mas só temos 33 anos. Não deveríamos estar assim.
A mesma desculpa de sempre foi usada por ele.
– É só até eu me estabilizar nessa posição. Sou o Diretor mais jovem que a Empresa teve no Brasil e não posso decepciona-los.
Depois daquele dia era só esperar 3 ou 4 semanas para lhe dizer que tinha engravidado. Lá no fim as datas não bateriam, mas muitos bebês nascem prematuros. Desde o dia que descobri estar gravida tinha me decidido não contar a Giuliano que ele era o pai porque poderia ficar mais preso a mim não seguindo sua vida normal.
Gravida, estava subindo pelas paredes de tesão e tudo o que me lembrava era daquele momento incrível com Giuliano quando ele me engravidou. Às vezes tinha um desejo insano de voltar a fazer amor com ele, mas justificava isso pelo tesão da gravidez e pela falta de sexo.
Quatro semanas depois fiz o novo teste de gravidez e contei a meu marido tarde da noite em uma das noites que chegou tarde por ter trabalhado e por isso não tinha bebido. Estávamos na cama quando peguei o teste em minha mesinha de cabeceira.
– Tales, preciso te contar algo que aconteceu. Espero que você não fique bravo.
– Fale Flavia.
Entreguei o teste em sua mão que olhou confuso.
– Estou gravida de 4 a 5 semanas pelo teste, mas na verdade de 4 pois foi naquela noite.
– Você não toma mais pílula?
– Como está raro o sexo e tomava há muito tempo, decidi dar um alivio a meu corpo. Naquela noite não era meu período fértil, mas como andam desregulados meus ciclos, aconteceu. Você não está feliz, perguntei simulando estar chateada.
Ele se tocou e veio em minha direção me abraçando.
– Estou muito feliz e espero que seja uma menina como sempre desejei e que seja parecida com você. Só que não vai dar para ficar te acompanhando nos exames e consultas. Que pena, falou parecendo realmente chateado.
Sinceramente não consegui ter certeza se ficou feliz com a gravidez. Ele podia ter ficado preocupado que eu o cobraria mais por sua presença estando gravida
– Se minha mãe não puder acompanhar eu levo o Giuliano nos exames. Nas consultas vou sozinha.
Na verdade, precisava ir sozinha às consultas porque nem ele e nem Giuliano poderiam descobrir de quanto tempo eu realmente estava gravida.
Sempre amoroso e cuidadoso com a mãe, Giuliano parecia feliz e triste ao mesmo tempo vendo sua mãe grávida, mas nada falava.
Mesmo achando que me engravidou, Tales continuou não me procurando para fazer amor, então pela primeira vez comecei a imaginar que ele poderia ter uma amante de verdade, mas ainda não conseguia ver sinais de que isso acontecia a não ser a falta de sexo, o que poderia ser justificado por seu estresse assumindo um cargo importante demais aos 33 anos.
Só relaxei mesmo por estar carregando o filho de meu filho quando consegui fazer todos os exames aos 3 meses e descobri que estava tudo normal com o feto e era uma menina me deixando muito feliz porque já tinha um filho.
Escondi os exames sem poder contar a ninguém e aliviada com a boa saúde da bebê, o tesão da gravidez me dominou. Com o marido nada tendo mudado depois que soube da gravidez eu continuava insatisfeita, mas não era mais ele quem eu queria.
Sabendo estar gravida de Giuliano e como me engravidou, não conseguia parar de pensar naquele pau imenso me arregaçando a buceta e me dando um prazer tão intenso como aquele. O remorso por trair Tales ainda sentiria, mas não mais tanto pela forma que reagiu quando ficou sabendo que eu estava gravida continuando a me negligenciar como mãe de “sua filha” e mulher.
No entanto o remorso por Giuliano se desviar de uma vida normal seria ainda maior do que sentia, pois, estando gravida supostamente de seu pai, eu não podia ser egoísta e o prender a mim ainda mais. Tive que aliviar me masturbando, mas era sempre pensando no pau de meu filho que me engravidou poderosamente.
Por ter a barriga bem chapada só começou a aparecer lá pelo quarto mês e meio, mas dizia a todos que estava de 3 meses que foi a data daquela noite que fingi ter tido sexo com Tales. Revelei a ele e a nosso filho que tinha feito um exame e que seria menina e os dois mostraram alegria, mas o “pai” Tales não passou disso.
Fora a companhia habitual, Giuliano me acompanhava aos exames sempre que eu precisava de companhia e o ter perto de mim só atiçava mais meu tesão. Várias vezes quase desisti de resistir e se contasse a ele que a irmãzinha que ele pensava que ganharia era na verdade sua filhinha, com certeza ficaria excitado e me comeria intensamente como eu desejava.
Entre quase parar de resistir e o remorso que teria, só piorava o fato dele não ter nenhuma namorada e nem falar de garotas. Em alguns momentos pensava que ele também não se esquecia daquela noite complicando a situação.
Apesar de todo o seu carinho com a mãe gravida e do companheirismo nos piores momentos, Giuliano não conseguiu evitar que eu tivesse uma gravidez muito difícil por não ter sexo.
Pouco engordei quando finalmente a gravidez chegou ao final e meus seios grandes estavam enormes e mostravam que como aconteceu com Giuliano, eu teria muito leite para dar a minha bebê, só que diferente daquela época ainda em formação, eles estavam bem maiores.
O parto correu tudo bem e foi natural, mas adivinhem. Tales não compareceu pois estava no exterior onde ficaria 2 semanas e mesmo sabendo do parto eminente, não adiou a viagem me deixando furiosa. Tive o apoio de Giuliano, meus pais e sogros e assim que fomos para casa algo inesperado começou a acontecer. O ingurgitamento mamário onde eu produzia muito mais leite do que a bebê conseguia mamar fazia o leite empedrar dando dores horríveis.
Para amenizar eu devia fazer massagens e usar a bombinha para drenar o leite em excesso, mas era muito dolorido e gemia de dores chorando.
Durante o dia enquanto Giuliano ia as aulas, minha mãe ficava comigo e era quem me ouvia gemendo dessas dores intensas, mas como mulher e por ter tido duas filhas entendia que era algo natural. Durante a noite Giuliano se prontificava a me ajudar em tudo e o vendo cuidar tão bem da bebê, outro remorso me acometeu por não contar a ele que era sua filhinha e não irmã.
Por ser homem e não estar ciente daquele problema que as mulheres podiam ter após o parto, ao ver a mãe que amava tendo tantas dores e chorar o fazia sofrer. Giuliano sabia, por ter me ouvido falar com sua avó que o que aliviava as dores eram massagens no local e a drenagem, mas me vendo sofrer com a bombinha, na terceira noite quando eu chorava de dor mesmo após dar de mamar antes dela dormir, me fez uma proposta surpreendente provando que era a pessoa que mais me amava no mundo.
– Mãe, sei que só alivia drenando e você sofre com a bombinha. Quer que eu sugue para você?
Foi por demais chocante sua proposta e mesmo sentido aquela dor horrível, confesso que me excitou e tinha medo de que eu não resistisse e quando saísse do resguardo desejaria fazer amor com ele novamente. Tentei evitar.
– Mas você é meu filho.
– Por isso mesmo. Sendo seu filho já mamei neles e depois daquela noite isso não se compara.
Giuliano enfim dava pistas de que como eu, não esquecia nossa noite e ele tinha razão porque realmente poderia dar certo. Deveria evitar e fiz mais um esforço.
– É leite materno e dizem que o gosto é forte e estranho.
Estávamos no sofá vendo algo na TV, eu exausta por ainda estar debilitada do parto e de cuidar da bebê. Sem me dar chance de recusar ele se sentou um pouco mais longe e começou a se inclinar até deitar em minhas pernas olhando para mim.
– Se já gostei uma vez, vou gostar de novo. Vamos lá mãe, pelo menos tentar porque não aguento mais ver você sofrendo de dor.
Não tinha como recusar seu gesto e nem queria, excitada em meio a dor. Para facilitar dar de mamar, ficava com um pijama de seda o dia todo com a blusa de botões sendo fácil para abrir. Por baixo usava um daqueles sutiãs que se abre expondo parte do seio, a aréola e o mamilo que além de os segurar firmes, diminuía as dores e evitava molhar o pijama, pois mesmo com o leite empedrado, vazava o tempo todo por ter em demasia.
– Está bem então. Vamos fazer um teste.
Por já estar doendo muito tinha feito massagem um pouco antes então fui para os botões e abri a blusa liberando a visão de meus seios grandes ainda maiores envoltos por aquele sutiã sem graça.
Quando abri o direito de cima para baixo descortinando, grande parte de meu cone ficou aparente e lá no centro a aréola pequena maior que o normal e o mamilo antes pequeno bem eriçado e grande facilitando a mamada.
Depois de os ver quando bebê era a primeira vez que Giuliano os via e seus olhos se engrandeceram lá de baixo olhando para eles. Naquela noite que fizemos amor só seu pau tocou em meu corpo e ele só viu minha buceta quando afastei a calcinha. Ele era pai de minha filha e nunca tinha me visto inteiramente nua.
Passei a mão por sua nuca e a levantei encaixando no V de meu braço e o trouxe até meu seio da mesma forma que fazia com a bebê, mas sua boca era muito maior e envolveu além da aréola. Meu corpo todo pareceu ter levado um choque porque mesmo com a dor era indescritivelmente excitante ter meu filho mamando em mim novamente, mas comportado não fez nada sexual como lamber e beijar e fazendo um bico com os lábios foi para o mamilo e começou a suga-lo bem devagarinho temendo me fazer sentir dores. Nem a bebê sugava tão devagar. Eu já tinha massageado enquanto chorava de dor e não deveria doer tanto se fosse mais forte.
– Precisa sugar bem mais forte ou não vai sair. Vai doer um pouco no processo, mas se der certo vai levar horas para doer novamente.
Quando começou a sugar forte mamando de verdade, senti dor, mas com a excitação do ato elas eram suportáveis. Demorou, mas quando o leite realmente começou a fluir saía em abundancia e suas bochechas foram enchendo mesmo ele engolindo. Logo comecei sentir como se meu seio estivesse murchando e com o alivio que deu a excitação foi aumentado, aumentando até que fui pega de surpresa e tive um orgasmo imenso e foi impossível esconder. Eu gemia e era evidente que não era de dor.
– Ahhhhhhhmmmmmmmm. Uhhmmmmmmmmmm.
Meu olhos estavam fechados com vergonha de encarar seus olhos abertos olhando para mim mostrando que tinha tido um gozo só dele me mamar. O último contato com um homem tinha sido no dia que ele me engravidou há praticamente 9 meses e eu estava muito necessitada de prazer.
No dia seguinte fui fazer uma pesquisa e fiquei sabendo que era muito difícil a mulher ter um orgasmo após poucos dias do parto porque os hormônios caem vertiginosamente, mas eles poderiam acontecer e aconteceu comigo. Creditei por ter passado a gravidez inteira sem transar, pelo alivio das dores e por ser meu filho adulto mamando de forma carinhosa.
Gozei forte e longamente enquanto Giuliano mamava sem interrupção me levando ao clímax sexual e maternal.
Quando acabou o deixei mamando até me sentir realmente aliviada, mas não poderia ficar totalmente sem leite, pois a bebê acordava a cada 3 horas para mamar.
– Esse está bom filho.
Assim que se afastou, me perguntou.
– Aliviou mãe?
– Muito.
Na verdade, ele tinha me aliviado de dois modos, pois aquele orgasmo também trouxe um alivio e satisfação enormes depois de tanto tempo. Como percebi que ele teve que engolir muito, antes de o colocar no outro ofereci ajuda.
– Vi que você teve que engolir muito e como não deve ser bom, se quiser pego uma vasilha e você cospe nela quando sua boca estiver cheia.
– Nem pensar que vou desperdiçar seu leite mãe. E quem disse que é ruim? Eu adorei. Vamos para o outro.
O coloquei mamar no outro seio e como ele já tinha pego o jeito de quanto tempo demorava para o leite começar a sair e qual era a melhor forma de sugar foi mais rápido para o leite fluir e incrivelmente fiquei excitada de novo com ele me mamando. Sem outro orgasmo, mas era como se fosse um mini orgasmo.
Foram longos minutos até que senti também alivio naquele seio e o tirei de meu mamilo como tirava nossa filhinha.
– Que pena, se lamentou.
– Muito obrigado filho. É outra vida sem aquelas dores.
– Sempre que você quiser mãe, já que o teste deu certo e adorei seu leite, falou se levantando e se sentando a meu lado enquanto eu fechava o sutiã e os botões.
– Não podemos fazer isso de novo filho. Não é certo com seu pai e vou ficar com remorso.
– Não deveria, pois é ele quem deveria estar te ajudando e pouco fez desde que você engravidou, falou revoltado com seu pai.
– Alguém tem que ser o provedor do lar e ele está fazendo esse papel, mesmo que de forma errada. Por ele ser um bom provedor, quero ser uma boa esposa e isso não é o que uma boa esposa faz.
– Não seria uma boa esposa se fosse com um estranho, mas é seu próprio filho. Bom, como eu disse estou disponível na hora que você quiser, desde que a vovó não esteja aqui e nem a funcionária, mas ela não entraria no quarto.
– Obrigado meu amor. Eu te amo demais por tudo que faz por mim. Nunca vou conseguir agradecer.
Com isso voltamos a ver TV, mas logo fomos dormir porque por mais que Giuliano me ajudasse durante as madrugadas só eu poderia dar de mamar. Como meus seios pareciam úberes leiteiros das vacas de tanto leite que produziam e ela mamava tão pouco, pela manhã eu sofria novamente com as dores e mesmo sabendo que Giuliano poderia me ajudar, comecei a tirar com a bombinha chorando sob seu olhar parecendo inconformado por não pedir sua ajuda. Logo que acabei ele saiu para o colégio, pouco antes de sua avó chegar para me fazer companhia.
Nem se comparava o alivio que ele me deu com o alivio da bombinha e muito menos a delicadeza de seus lábios, mesmo esfomeados, com aquele bico de plástico. Precisaria ser muito, muito forte para resistir, mas para o bem dele eu precisava, porem os fatos não ajudaram porquê de novo naquela noite eu me torcia de dores tentando extrair o leite com a bombinha.
Desesperado por me ver chorando de dor, ele nem disse nada e a tirou de minhas mãos, se deitou em meu colo e levou a boca ao bico exposto de meu seio começando o sugar gentilmente, mas na pressão ideal que tinha aprendido fazendo o leite preso verter para sua boca sem demora e quando terminou estava novamente muito aliviada e ele feliz e lambendo os lábios mostrando ter gostado do leite da mamãe.
Eu ainda tinha esperanças de salvar meu casamento e Giuliano mamar em meus seios me dava uma tremenda angustia.
Na manhã seguinte antes de sair para as aulas quando veio para a cozinha eu sentia dores novamente. Não de chorar, mas era evidente em meu rosto que não demoraria a acontecer.
– Mãe, deixe eu te aliviar antes de ir.
Bem que eu queria, mas não estava certo. Tentei falar parecendo brava para o fazer desistir.
– Já te disse que não podemos Giuliano. Sou casada com seu pai e você é meu filho. Fora que você tem que tomar o café para ir para as aulas.
Desta vez ele nem falou do pai querendo justificar.
– Está em sua cara que já, já estará chorando de dores e seu leite cheio de nutrientes é o melhor café da manhã de todos. Quanto mais tomo mais gosto e no intervalo como algo.
Seu modo de falar de meu leite sendo sua refeição matinal me fez tremer, se não de uma excitação normal por causa dos hormônios, algo parecido me dando um frio no estomago. Essa sensação rompeu novamente os limites que eu tentava impor.
– Está bem, mas essa é a última vez.
Ele sorriu feliz.
– Vamos para o sofá então.
Fomos para o sofá, me sentei e logo ele deitou em minhas pernas enquanto eu abria a blusa e depois abaixava a cortina do sutiã. Assim que ele levou a boca ao mamilo passei o braço por baixo de sua nuca o segurando na posição de mamar.
Sentir que seus lábios sugavam carinhosamente na intensidade exata para o leite ingurgito fluir e olhar para seu rosto de homem lindo e para seus olhos que me olhavam de volta amorosamente dava uma sensação de bem-estar e plenitude incomparáveis, especialmente por ser meu filho quem mamava fazendo ruídos de que estava adorando o leite da mamãe.
– Mmummmmm. Mmmmmm.
De novo eu tinha aquela sensação de que se não era um orgasmo, era muito parecido deixando terrivelmente difícil recusar suas ajudas por causa de meus remorsos. Quando terminou de drenar o segundo seio e largou meu mamilo, foi que percebi que aquela “última vez” que eu tinha dito antes não valeria nada.
Ele ainda deitado e olhando para mim, bateu a mão de leve várias vez em seu estômago.
– Mãe, com seu leite nutritivo e gostoso está conseguindo alimentar seus dois filhos, pois estou me sentindo tão satisfeito que não vou mesmo precisar tomar o café da manhã. A vovó toma em meu lugar quando chegar.
Meu corpo tremeu inteiro e pensei que deveria pesquisar mais porque eu tinha a certeza que era excitação sexual e se não havia achado nada sobre isso antes era porque poucas mães que acabaram de ter filhos tinham como eu o filho adulto que a comeu dando o maior prazer de sua vida a engravidando, mamando nelas.
Mais uma vez tentei dizer que era a última vez, mas era uma batalha perdida.
– Como eu disse é a última vez Giuliano.
Não foi, pois, unia o útil ao maravilhosamente agradável, mas para não escancarar esperava Giuliano pedir, colocava algum obstáculo o fazendo insistir até que cedia novamente.
– Está bem Giuliano, mas é a última vez.
Ele nem dava mais bola, pois sabia que não seria, mas pensando que se tomasse qualquer atitude sexual, eu realmente poderia parar com aquilo, se comportava exemplarmente e só mamava como a bebê.
Alguns dias depois, faltando 5 dias para seu pai retornar e conhecer a “filha”, algo mudou. Sempre que a bebê ou ele mamavam em mim, antes eu precisava massagear para liberar o leite empedrado. Não tinha nenhum pudor de fazer isso na frente dele, pois enfiava a mão pelo decote da blusa do pijama e massageava por cima do sutiã e só depois de massagear os dois era que liberava para ele mamar e me drenar.
Naquele dia começou logo cedo uma dor terrível nos ombros e nas costas pelo mal jeito de pegar a bebê, a levantar, dar banho e dar de mamar entre tantas coisas que fazia. Quando chegou do colégio, Giuliano viu meu estado e após o almoço foi até meu quarto onde eu estava com sua avó e me ofereceu ajuda.
– Mãe, quer que eu faça uma massagem nas costa para melhorar? Por cima da blusa do pijama mesmo.
Evidentemente aceitei e ele começou a massagear com suas mãos e dedos fortes me aliviando um pouco e ganhando elogios da avó.
– Nunca vi um filho ser tão próximo e cuidar tanto da mãe como você Giuliano.
Meu filho maravilhoso encheu meu ego.
– Talvez porque não tenha nenhuma mãe tão maravilhosa como ela vovó, falou sorrindo.
– Você é mesmo um anjo a vendo desse jeito e cuida da irmãzinha como se fosse o pai dela que está cada vez mais ausente, aproveitou para alfinetar o genro ausente.
Fiquei emocionada de mamãe falar que Giuliano parecia o pai e ele, sempre discreto não caiu na armadilha de sua avó para falar mal de seu pai, que realmente merecia.
– Meu pai trabalha duro vovó e se posso ajudar, eu ajudo, pois, ela é tão lindinha.
– Menino de ouro você. Ela é lindinha mesmo. A sua cara.
Quase engasguei quando mamãe falou isso, mas sentindo as mãos de meu filho massageando minhas costas só ouvia a conversa.
– Com uma semana não dá para saber com quem é parecida vó.
– Claro que dá, pois você era idêntico a ela quando nasceu.
– Azar o dela. Deveria ter puxado a mãe que é muito mais linda.
– Você é lindo Giuliano.
– Obrigado vovó, falou encerrando aquele assunto.
– Está bom filho. Mais tarde você faz mais, se puder.
– Claro que posso. Agora vou fazer meus deveres.