Capítulo 7: A Meiguice da Pôia

Da série Putty de Karola
Um conto erótico de Brazo Japa
Categoria: Lésbicas
Contém 2337 palavras
Data: 10/04/2026 08:04:10

Aviso: Este é o sétimo capítulo da saga Putty de Karola...

Antes de prosseguir, leia o Capítulo 6: Galinhas e Roupas!

O Sol nascia lentamente, jogando uma luz gostosa pela janela aberta do quarto. A cama tava uma cagalhada só, fedendo pra caralho porque Putty, Joan e Mary passaram a noite inteira numa fodelança louca, como de costume.

Mas hoje, diferente do que acontece todos os dias, o galo não cantou lá fora. Ele entrou pela janela silenciosamente, pulou direto na cama e parou bem ao lado da cara de Putty. Encheu o peito, esticou o pescoço e soltou um cacarejo ensurdecedor bem na orelha dela.

As três acordaram num pulo. Joan deu um berro, Mary se sentou de supetão, com os olhos arregalados, mas Putty... Putty quase teve a alma arrancada do corpo. O coração disparou tanto que ela achou que ia explodir.

O galo, satisfeito com o estrago, deu mais um cacarejo curto que pareceu até uma risada debochada, abriu as asas e saiu pela mesma janela por onde entrou.

— Filho da puta emplumado! — berrou Putty, ainda com o coração na boca, sentando na cama e apertando o peito. — Eu juro que vou enfiar esse bicho inteiro no meu cu e cagar na goela dele!

Joan caiu na gargalhada, rolando na cama:

— Ele te deu um susto daqueles, hein? Parecia que ia te matar do coração. Olha a tua cara, Putty! Tá branca que nem o leite azedo que sai das minhas tetas!

Mary, ainda meio grogue, riu também:

— Acho que ele tá se vingando de ontem... você fodeu com a família inteira dele. Coitado do galo, deve tá traumatizado com a tua buceta alienígena!

Antes que Putty pudesse responder, a porta do quarto abriu com força. Pôia entrou afobada, preocupada com os gritos que escutou, segurando o rodo como se fosse uma arma:

— O que aconteceu? Eu ouvi gritos e pensei que alguém tinha invadido a casa!

Ela deu dois passos e escorregou numa enorme poça de diarreia espalhada pelo chão. Caiu de bunda, levantando as pernas pro alto, a saia do uniforme subiu inteira, revelando sua pequena bucetinha pelada e rosada, sem nenhuma calcinha.

Putty viu aquilo e não resistiu nem por um segundo. Saltou da cama e caiu de quatro entre as pernas abertas de Pôia, grudando a boca naquela conchinha deliciosa.

Ela deu um gemidinho fofo e surpreso, com as coxas tremendo.

— Ai... Putty... que susto... mas... ai... tua boca... tá tão quentinha... — sussurrou Pôia, com a voz trêmula, os olhos arregalados de surpresa e prazer.

Putty sentiu o coração derreter de amor com aquele sonzinho. Começou a chupar e lamber com uma força quase violenta, a língua enfiada lá no fundo, sugando os lábios rosados, lambendo o clitóris pequeno e sensível.

Ficou assim por longos minutos, chupando devagar no começo, depois mais rápido, girando a língua em círculos, sugando o creme que já escorria.

— Putty... tua língua... tá mexendo tão gostoso... não para... por favor... ai... tô sentindo tudo... — gemia Pôia, com as mãos tremendo enquanto agarrava a cabeça de Putty, empurrando com força contra a própria bucetinha, cruzando as pernas ao redor do corpo dela, trancando a alienígena ali embaixo.

— Mmmh... tua bucetinha é tão docinha... tão molhadinha... vou fazer você tremer inteira... — murmurava Putty entre lambidas, com a voz rouca de tesão.

— Ahn... Putty... tô ficando molhadinha... tô sentindo uns arrepios... continua... por favor... — gemia Pôia, toda delicada, corando forte.

— Tua bucetinha tá pulsando na minha língua... tão quentinha... vou lamber até você implorar... — respondia Putty, com a língua dançando mais fundo.

— Ahh... eu imploro... imploro pra você não parar... tô sentindo tudo... ai... que delícia... — gemia Pôia, com a voz fina e quase sumindo de tanto prazer.

O mijo começou a esguichar com força da bucetinha dela. Putty abriu a boca o máximo que conseguiu, bebendo tudo, engolindo golfadas quentes e douradas sem parar por quase um minuto inteiro, gemendo de prazer enquanto o líquido escorria pelos cantos da boca e pingava no chão.

— Ai... eu tô mijando... tô mijando na tua boca... que vergonha... mas tá tão bom... bebe tudo... por favor... — gemia Pôia, tímida, com os olhos semicerrados de prazer.

— Sim, vou beber tudo... teu mijo é tão quentinho... tão gostoso... continua mijando... enche a minha boca... — respondia Putty, com a voz abafada pela buceta e pelo mijo.

— Eu... tô mijando mais... toma tudo... me faz tua putinha... ai... que vergonha gostosa... — gemia Pôia, de forma meiguinha, corando ainda mais.

Joan e Mary, já acordadas de vez, ficaram excitadas com a cena. Elas se jogaram uma na outra no canto da cama, se beijando com fome, enrolando suas línguas, enfiando as mãos na buceta uma da outra, gemendo alto enquanto se masturbavam mutuamente.

— Caralho... olha a Pôia gemendo... que fofura... — murmurava Joan entre beijos, enquanto Mary enfiava dois dedos na buceta dela.

— Ela é uma putinha tão delicadinha... olha como treme... — respondia Mary, gemendo.

— Ohhh... Mary... tua mão na minha buceta... tá tão boa... fode mais forte... — gemia Joan.

— Vou foder até você gozar na minha mão... continua gemendo...

Putty continuava totalmente focada em Pôia. Ela ergueu o vestidinho da empregada devagar, deixando o tecido subir pelas coxas branquinhas, revelando uma barriguinha lisa e os peitinhos pequenos e lindos, com mamilos rosados já durinhos de tesão. Pôia ajudou, erguendo os bracinhos delicados, e o vestido saiu pela cabeça, caindo no chão melado.

— Putty... meu corpinho tá todo exposto... tô com vergonha... mas tô gostando tanto... — sussurrou Pôia.

Putty sorriu, olhos brilhando:

— Teus peitinhos são perfeitos... tão delicadinhos... vou mamar neles, não dá pra resistir.

Ela abocanhou um mamilo, chupando com força, girando a língua ao redor, enquanto acariciava o outro com os dedos. Pôia arqueou as costas, deixando escapar uns gemidinhos fofos:

— Ai... Putty... meus mamilos... tão sensíveis... chupa mais... por favor... ai... tô sentindo arrepios...

— Teus mamilos tão durinhos... vou morder de leve... — murmurava Putty, mordiscando suavemente.

— Sim... morde... morde mais... tô gostando... ai... que gostoso... — gemia Pôia sem parar.

Putty mamou por um bom tempo, alternando entre os peitinhos, mordiscando de leve, sugando até o leite começar a vazar.

Pôia gemia delicadamente:

— Opa... o leite tá saindo... eu tô gozando com isso... você é tão boazinha comigo... continua... por favor...

Enquanto isso, ao fundo, Joan e Mary estavam de quatro uma na outra: Joan lambendo o cu de Mary, penetrando fundo a língua, sugando toda diarreia residual, enquanto Mary enfiava três dedos na buceta dela, fodendo forte, as duas gemendo alto.

— Porra... Mary... esses teus dedos mágicos... tá tão gostoso...

— Chupa mais forte, Joan... enche meu cu de cuspe e baba...

Putty largou os peitinhos de Pôia e desceu beijando a barriguinha, lambendo o umbigo, voltando sua atenção pros pezinhos.

Pôia já tinha tirado os sapatinhos e as longas meias brancas, revelando dois pezinhos pequenos, macios, branquinhos, com as unhas pintadas de um delicado azul claro, suadinhos de leve por causa do tesão.

Putty agarrou um dos pés e levou à boca, chupando os dedinhos um por um, lambendo entre eles com devoção, sugando o suor leve que ainda estava ali, passando a língua devagar pela sola macia.

— Que pezinhos deliciosos... tão quentinhos e macios...

Pôia soltou vários gemidinhos fofos e delicados, com o pé tremendo na boca de Putty:

— Hmmm... Putty... isso faz uma cosquinha gostosa... continua... por favor... meus dedinhos são tão sensíveis...

Ao escutar isso, Putty chupou mais devagar, passando a língua entre cada dedinho, sugando do mindinho até o dedão com força, mordiscando de leve.

O pé de Pôia estava ficando encharcado de tanta saliva, brilhando com a baba pingando. Putty segurava o outro pé com a mão, apertando e massageando a sola.

— Que delícia... esse cheiro de suor leve misturado com o da tua buceta, que ainda tô sentindo na minha boca... eu vou morrer de tesão.

Pôia gemia mais alto, com sua voz meiguinha:

— Tá tão bom... meus pezinhos... nunca ninguém fez isso comigo assim... ai... eu tô ficando molhada de novo... continua lambendo... por favor...

Putty segurou os dois pés juntos, chupando todos os dedinhos ao mesmo tempo, a língua passeando entre eles, sugando alternadamente.

Ela colocava o rosto entre os dois pés, lambendo e beijando as solas lado a lado, devagar, sentindo cada curva, cada vinco.

Pôia arqueava os dedinhos, os pezinhos tremendo de prazer:

— Putty... meus pezinhos tão quentes... tô sentindo arrepios pelo corpo... continua... por favor... não para...

A chupação de pés acabou fazendo Pôia se descuidar. Ela deixou escapar um pequeno punzinho, um barulhinho fofo e tímido.

Ficou envergonhada na hora, colocou as mãozinhas no bumbum, com os olhos arregalados:

— Não... desculpa... saiu um pouquinho...

Putty sorriu safada:

— Não precisa pedir desculpa, sua fofura... deixa eu tirar o que tá aí dentro.

Ela abriu a bundinha de Pôia com as mãos, enfiou a língua fundo no cuzinho apertado, sugando com força, tentando puxar o que estava lá no fundo.

Pôia era limpinha, seu bumbum branquinho e cheiroso, mas o que estava dentro era outra história. Putty mexia a língua em círculos, lambendo as paredes internas, fazendo Pôia perder o controle de tanto prazer.

— Ai... Putty... tua língua no meu cuzinho... tá tão gostoso... tô relaxando... ai...

Pôia relaxou o cu e cagou uma diarreia quentinha e pastosa direto na boca e cara de Putty. Ela ficou ali, com a cara enfiada no cuzinho delicioso da empregada, bebendo tudo que saía, gemendo de prazer.

Pôia gemia fofinho, meio envergonhada:

— Ui... tô cagando na tua boca... que vergonha... mas tá tão bom... toma tudo... eu sou tão putinha...

Cada gemidinho fofo, cada frase tímida, fazia Putty ficar com mais tesão ainda. Ela nunca imaginou, em toda sua vida de fodedora, que alguém pudesse ser tão fofa quanto Pôia.

De repente, Pôia surpreendeu Putty. Entre os gemidinhos, ela disse baixinho:

— Putty... eu quero experimentar também... quero beber um pouquinho da tua merda... por favor...

Putty foi à loucura com aquilo. Se posicionou agachada sobre o rosto ofegante da Pôia, com cuidado e delicadeza, e foi descendo o cu até sentir a linguinha dela, que se esticava com ansiedade, tocar o seu cuzinho.

O cu de Putty se abriu na hora, liberando uma contínua onda de merda pastosa e fedida dentro da boca de Pôia.

A empregada estava maravilhada, nunca imaginou que fosse gostar tanto de engolir merda, e ia engolindo sem parar tudo que era despejado na sua boca.

A gosma marrom ia escorrendo pelos cantos da boca por causa da enorme quantidade, mas Putty segurava um pouco o cu pra não jorrar com força, pra ir derramando somente uma quantidade que Pôia conseguisse ir bebendo sem engasgar.

Joan e Mary agora tinham parado de se foder. A visão de Pôia experimentando merda pela primeira vez era tão magnífica, que as duas agora estavam ali do lado, ajoelhadas, com o olhar fixo, prestando atenção em tudo que acontecia, enquanto se masturbavam. Os líquidos bucetais de prazer escorrendo e fazendo poças ao redor.

Pôia começou a dar pequenos sinais de que estava quase vomitando, umas golfadas, engasgos... Putty tirou rapidamente o cu da boca dela e se virou, levantando ela do chão, colocando-a sentadinha.

E quando Pôia começou a vomitar, jogando pra fora da boca toda a merda pastosa que tinha acabado de beber, Putty a abraçou carinhosamente, grudando sua boca na dela, bebendo e engolindo tudo que saía da boca vomitosa da pequenina.

Pôia ia vomitando, de olhinhos fechados, abraçada por Putty, que a beijava enquanto bebia todo o vômito marrom que ela cuspia.

Pôia acabou de vomitar, mas Putty continuou com a boca grudada na dela, beijando-a, com a língua dançando por todo o interior da boca da empregada. Ela segurava o rosto de Pôia carinhosa com suas duas mãos e continuava beijando.

Joan e Mary resolveram participar e se aproximaram, engatinhando. Cada uma abocanhou uma das tetinhas de Pôia, chupando seus mamilinhos enquanto acariciavam o corpo branquinho e magrinho dela.

Pôia dava gemidinhos enquanto era beijada. Seus mamilos começaram a ficar maiores e mais rosados, até que leite começou a sair deles. Mary e Joan ficaram ali, bebendo e mamando como se fossem duas bebezinhas.

Pôia estava sentadinha, mas suas pernas ainda estavam abertas, e de sua bucetinha exposta, vazava gozo e mijo sem parar, fazendo uma grande poça se espalhar.

Os dedinhos dos pés dela ficavam se mexendo de tanto prazer, se abriam, fechavam, balançavam... Mary não resistiu a essa visão e abocanhou um dos pés, enquanto Joan continuava mamando na tetinha e bebendo leite. E Putty seguia sugando a língua da gostosinha, que não parava de gemer fofo e falar putarias tímidas.

Joan resolveu largar a tetinha dela e foi pra buceta, bebendo e sugando tudo que vazava dali. Ela abocanhou o clitóris de Pôia e começou a chupá-lo com fome gulosa.

Pôia revirava os olhinhos, com a língua toda pra fora da boca aberta, e começou a ter alguns espasmos de prazer, espirrando pequenos soluços de gozo pela buceta.

Ela arqueou pra trás, gemendo mais alto, e de repente, um forte jato de gozo explodiu da buceta dela direto na boca de Joan. Pôia estava tendo o mais forte orgasmo de sua vida.

Mary e Putty até se espantaram com a violência do orgasmo dela, desgrudando suas bocas de Pôia e observando Joan ali, se afogando na buceta peladinha, engasgando, mas não cedendo, grudada entre as perninhas dela.

Finalmente Pôia se acalmou, e desfaleceu no chão, respirando pesado de tanto prazer, a língua toda mole pra fora da boca aberta, os olhinhos fechados, e pequenos espirros de gozo e mijo ainda saindo da bucetinha.

Depois de algum tempo, Pôia, ainda se recuperando do orgasmo, se levantou devagar, toda melecada, pegou o vestidinho de empregada, pingando de merda porque tinha sido jogado em uma poça de diarreia, e olhando decepcionada para ele e para o quarto mais imundo do que quando ela chegou, disse:

— Eu só complico o meu trabalho...

Ela saiu do quarto pelada, com as perninhas ainda bambas, pingando gozo da bucetinha rosada, arrastando o vestido todo cagado pelo chão, fazendo um rastro de bosta, levando pra lavar...

Continua...

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Brazo Japa a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários