Ei, você aí lendo, sim, você mesmo, preste atenção: se acredita que existe um modelo perfeito de casamento, aquele em que sexo é só entre marido e mulher, esqueça. Se fosse infalível, traições nem existiriam. A realidade é simples: muita gente quer transar fora, casado ou não. E sejamos francos, a maioria dos homens, ou todos, adoraria ter uma chance de comer uma mulher gostosa como a minha esposa. Mas fique tranquilo: essas mesmas pessoas vão continuar pregando moral enquanto disfarçam para olhar a bunda de uma gostosa na rua ou desejam secretamente pela tela do celular.
Depois desse desabafo, quero contar como começou o meu relacionamento com a Thais.
Nos conhecemos na faculdade. Ela parecia não prestar atenção nas aulas, mas sempre tirava ótimas notas, rolava um boato de que ela chupava os professores para passar. Na época, eu nem sabia que era isso que me atraía nela, ainda não tinha descoberto que eu ia gostar de ser corno.
Fiz amizade com ela aos poucos, conversando nos intervalos das aulas. Um dia, senti que não dava mais para apenas ser amigo e pedi em namoro. Ficamos seis meses juntos. Então, de repente, ela terminou o namoro. Só fui entender o motivo dois anos depois: Thais me explicou que me amava, mas era puta demais para se prender a um único homem. Sentia que, cedo ou tarde, acabaria me traindo.
Naquele mesmo ano começamos a frequentar a mesma academia. Numa dessas ocasiões, sentei com Thais, respirei fundo e falei sem rodeios: expliquei que queria voltar a namorar com ela, mas que desta vez seria diferente. Falei que curtia ser corno. Ela riu, como se eu tivesse contado a piada mais engraçada do mundo.
No final da conversa, ela me deu um beijo, e decidimos tentar de novo. Ironicamente, Thais acabou se tornando fiel. A “puta da faculdade”, que um dia terminou comigo porque sabia que acabaria dando para outro, passou o namoro inteiro sendo fiel. Só tive o prazer de finalmente ser corno depois de três anos de casados.
Nos dias atuais, assumimos para todo mundo: eu sou corno manso, e ela, casada puta. Quem quiser olhar, que olhe. Quem quiser falar, que fale. Isso é tão verdade que hoje fomos para a academia e já chamamos o sujeito que passou a mão nas pernas de Thais, provocando a confusão do dia anterior.
Ele se aproximou desconfiado, conversamos um pouco e, para resumir, algumas horas depois, lá estava ele sentado no sofá da minha casa, com minha esposa ajoelhada chupando o seu pau.
O sacana segurou a nuca dela e empurrou a rola até que os lábios encostassem no seu saco, provocando uma contração involuntária e um engasgo molhado.
Thais recuou, tossindo para recuperar o fôlego, os olhos com lágrimas borrando a maquiagem, a pica pulsava perto do seu rosto, coberta por uma saliva espessa e brilhante.
Ela tentou abocanhar a rola inteira de novo, era visível as contrações da garganta para abrir caminho à medida que o pau desaparecia, minha esposa fazia um esforço real para engolir tudo sem engasgar.
O filho da puta puxou o cabelo dela e começou a conduzir o ritmo do boquete, enfiando a pica até o talo em um vai e vem bruto.
Por um instante, fiquei com dó e pensei em falar alguma coisa, mas o sorriso que surgia nos cantos dos lábios dela, entre uma engolida e outra, era a prova de que estava gostando.
O sacana gozou no rostinho da minha mulher, lambuzando tudo com seu sêmen, esfregando o pau nas bochechas e nos lábios até ficar mole. O resultado final é minha mulher com a maquiagem toda borrada, o cabelo todo bagunçado e o rosto todo melado de porra e saliva.
E, como já era de se esperar, ele não guardou segredo. No dia seguinte, o burburinho já corria solto, passando de boca em boca. A gente não deu a mínima, muito pelo contrário, resolvemos aumentar as apostas. Thais abandonou o uso de calcinha para ir à academia.
Agora, sem a peça íntima, a calça legging não conseguia esconder os contornos da buceta inchada da minha mulher, uma linha no meio marcava no tecido a entrada da xereca. A bunda ficou desenhada de um jeito impossível de ignorar.
Os instrutores tentaram dar atenção às outras pessoas, mas não resistiram: em pouco tempo, dois, três estavam dedicados exclusivamente à minha esposa. Ao redor, se formou uma pequena plateia, e eu podia ver claramente que alguns já estavam com o pau duro. Confesso que senti um pouco de ciúmes, todo aquele assédio era desconfortável. Mas não demorou para o tesão assumir e dissipar qualquer sentimento ruim.
Thais é o tipo perfeito de puta: não se apega a ninguém. O Léo, nosso vizinho, tentou se tornar um amante fixo, mas ela descartou sem pensar duas vezes.
Mas nem tudo são flores; a coisa ficou séria. A fama de corno manso chegou até a família. Minha mãe apareceu de surpresa, mas não passou da porta. Disse que não pisaria em uma casa “suja”, falou alto, acusou, apontou o dedo para Thais e foi embora sem olhar para trás. Meu pai foi mais tranquilo: ligou no fim da tarde, perguntou se eu estava feliz e soltou aqueles conselhos clichês.
O pior veio depois. A família de Thais não quis conversa. Um dos irmãos chegou gritando, chamando ela de vagabunda e dizendo que eu tinha destruído a honra da família. A discussão virou empurrão, o empurrão virou soco e, quando tudo acabou, eu estava com o olho roxo e ele com o nariz quebrado. A rua inteira assistiu.
Thais me puxou para dentro de casa e fechou a porta com força. Lá dentro, eu ainda ouvia o irmão dela xingando. Nem percebi a hora que ele foi embora; tudo tinha saído do controle.
Minutos depois, o celular dela começou a vibrar sem parar: mensagens da família, áudios longos, ligações recusadas. Um atrás do outro. Em algum momento, ela desligou o aparelho e deixou sobre a mesa.
Sentamos no sofá, lado a lado, olhando para o chão. Pela primeira vez desde que tudo começou, senti culpa por propor esse tipo de relacionamento.
Ela pareceu ler meus pensamentos e perguntou se eu estava arrependido. Eu não sabia o que responder.
Agora, já não era mais sobre vizinhos. Era sobre família, amigos, pessoas que eram importantes para nós.
E os problemas não ficaram só na família. Um líder religioso começou a usar nosso modelo de casamento em seus discursos, falando de decadência e imoralidade. Um dia encontrei chifres pichados no capô do meu carro; em outra noite, uma pedra quebrou a janela da sala. Thais também foi atingida: acabou suspensa no trabalho e quase foi demitida, segundo a direção, após denúncias sobre sua conduta.
Depois de mais uma noite mal dormida, sentamos na mesa da cozinha e tomamos a decisão: era hora de ir embora. Decidimos ir para a capital, onde ninguém nos conhecia, um lugar grande o suficiente para que nossos nomes não fossem assunto de esquina e nossa rotina não virasse sermão de domingo.
Também decidimos criar algumas regras para evitar exposição e preservar nossa imagem. Não íamos mudar nosso relacionamento, mas sim controlar o quanto as outras pessoas teriam acesso à nossa vida íntima.
Na terça, começamos a mudança. Os vizinhos observavam com um ar de vitória. Eram muitas caixas para duas pessoas carregarem sozinhas, e parecia que ninguém faria questão de ajudar.
Foi então que um rapaz que passava pela rua ofereceu ajuda, mesmo sem nos conhecer. Quando terminamos, ele pediu um copo d’água. Thais, em tom de brincadeira, comentou que um copo d’água e um boquete a gente não nega a ninguém.
Fui até a cozinha buscar a água, mas a bagunça me fez demorar alguns minutos para encontrar um copo. Quando voltei para a sala, tomei um susto com a cena: Thais agachada fazendo um boquete no rapaz.
Fiquei parado, só olhando, acompanhando o movimento da cabeça dela, um vai e vem faminto que eu conhecia bem, mas que nunca deixava de me fascinar. Não fiz nada, não interrompi, não falei. Só observei. A única coisa que eu pensava era: minha esposa fica gostosa demais chupando pica.
O rapaz não aguentou muito tempo, urrou, dizendo que estava gozando.
As bochechas de Thaís se contraíram profundamente, formando aquele furinho característico de quem suga com força.
Ela afastou o rosto devagar. Segurou o pau, já meio mole, e espremeu da base até a ponta, extraindo a última gota de porra que restava. Com os olhos fixos nos meus, ela estendeu a língua e lambeu, limpando tudo com lentidão de que está saboreando algo muito gostoso. Como um toque final, ela suspendeu a cueca, depois o short, guardando aquela pica com carinho.
Eu me aproximei e entreguei o copo a ele. Ele pegou com as mãos trêmulas, a água balançando no vidro enquanto ele bebia. Quando terminou, saltou um suspiro longo de satisfação e confessou que tinha ouvido boatos sobre nós, mas que nunca pensou que era verdade.
Thaís continuava ali, agachada, como se ainda não estivesse totalmente nutrida. Foi aí que, em um movimento rápido, tirei a minha pica para fora e ofereci para ela chupar.
Com um sorriso de putinha, ela simplesmente se levantou, em seguida sussurrou no meu ouvido que iria saborear o meu pau mais tarde. Naquele momento, eu pude sentir o cheiro de esperma em seu hálito, então, ela se afastou com a naturalidade de quem acabou de sair do banho.
Muitos de vocês lendo até aqui vão achar que eu tinha o direito de ficar chateado com a atitude dela, mas não cheguei nem perto disso. Não verdade, a pirraça dela fez eu ficar com tesão a viagem inteira.
E foi assim que nos despedimos daquele bairro, daquela cidade.