Eu não sabia se o tio Marcelo queria me ver depois da nossa brincadeira. Pensei que ele estivesse com muito tesão é que depois isso tudo teria passado e ele tivesse se arrependido. Eu nunca tinha nem beijado outro homem, e imagino que ele também não.
Na sexta que o Miguel me ligou falando para eu ir buscar os jogos na casa do pai dele no sábado, eu me acabei de bater punheta a noite lembrando da brincadeira com o tio Marcelo. Olhei vídeos na internet, até sentei no travesseiro imaginando ser o colo dele. Parecia que meu cuzinho estava pedindo pelo tio Marcelo. Mas na realidade meu sentimento era confuso, sobre ver o tio. Eu ainda o respeitava como pai do meu amigo, e quase um segundo pai. E em outros momentos eu lembrava como aquele momento foi gostoso. Aquilo me marcou muito.
Era difícil pensar em toda essa situação. Como eu não sabia como ele estava com tudo isso, pensei em voltar a ser apenas o amigo do filho dele.
No sábado, eu almocei e depois fui pra casa do tio Marcelo. Era um dia quente, mas com muitas nuvens pesadas. Na metade do caminho começa a cair uma chuva forte. Eu estava ensopado. Cheguei la e toquei a campainha e o portão foi liberado. Fui até a porta da frente e a empregada me recebeu, ela era bem senhorinha, tipo uns 45/50 anos.
- Oi, sou amigo do Miguel, ele pediu pra buscar umas coisas. - Eu
- Ahh sim, os jogos estão ali em cima da mesa. Vou buscar uma toalha pra você - Empregada
- Obrigado tia - Eu
Eu entrei apenas um pouco na casa para não molhar tudo, e ela me deu duas toalhas brancas. Me sequei o máximo que pude pra não molhar a casa. Ela disse que estava indo embora, pois já eram 15h. Ela foi até o escritório do tio Marcelo e o avisou que eu estava lá. Mandou um beijo, entrou num carro pequeno e foi embora.
Eu fui até os games e os coloquei na minha mochila. Começou a me dar muito frio, pois ainda estava um pouco molhado. Estava me preparando para ir embora e escutei a voz do tio Marcelo, que chegou a me arrepiar, mas não sabia se era o frio.
- Oooooo Henrique, como você está meu querido? - Marcelo
- Tudo bem tio haha, tirando a chuva haha - Eu
- Ué você se molhou? - Marcelo
- Começou a chover na metade do caminho. - Eu
- Toma um banho quente, eu vou pegar umas roupas do Miguel- Marcelo
- Não precisa tio, ta tudo bem, eu já estou indo - Eu
- Eu insisto, vai la no chuveiro do Miguel que é o mais quentinho. Deixa suas coisas ai - Marcelo
- Certeza tio? - Eu
- Certeza - Marcelo
Apesar de ser novinho na época, eu sabia que aquilo tudo era uma dança, e que iriamos pelo menos conversar sobre nossa brincadeira de duas semanas atrás.
Subi para o quarto do Miguel, e fui para o seu chuveiro. Tirei minha roupa e me aqueci no chuveiro quente. Realmente estava muito bom, meu frio todo sumiu. Escutei três batidas na porta.
- Henrique, posso entrar? - Marcelo
- Eu ainda estou no chuveiro haha - Eu
- Isso é um não? haha - Marcelo
- haha entra tio - Eu
Ele entrou, baixou a tampa do vaso e sentou nela. Colocou as roupas do Miguel num canto do banheiro e se virou para mim me olhando.
- Se esquentou ? - Marcelo
- Sim tio, eu tava com muito frio, agora to quentinho haha - Eu
O box era de vidro, ele podia me ver totalmente pelado no banheiro do filho dele. Quando eu olhava para ele para conversar, ele me olhava no rosto, quando eu virava para me ensaboar ou fechar os olhos por causa do shampoo, eu sentia que ele estava me olhando. Ficamos em silencio alguns segundos. Ele ficou me olhando.
- O que foi tio kk? - Eu
- Você ta uma delicia nesse banho sabia? - Marcelo
- haha assim na lata tio, que safado - Eu
- Desculpa, mas você tem um corpinho delicioso em. Que bom que choveu, se não nunca mais iria ter a oportunidade de ver ele assim peladinho. - Marcelo
- Para com isso tio, a gente é família, é obvio que você iria acabar me vendo peladinho de novo haha - Eu
- Prefiro não contar com a sorte, mas faz um favor, encosta sua bunda branquinha no box? - Marcelo
- Assim? - Eu
Eu fiz o que ele pediu, e ele sorriu como nunca. Ele estava sedento, e eu faria tudo o que ele pedisse pra deixar ele mais louco.
- Balança agora pro tio - Marcelo
Eu esfregava minha bunda no box de vidro todo ensaboado. Ele nem piscava. Virei de frente e esfreguei meus peitos e meu pau duro no vidro. Ele nem conseguia disfarçar que queria pegar no seu pau, eu até queria que ele pegasse, mas ele estava sendo resistente.
- Você gosta de me ver assim tio? - Eu
- Gosto muito - Marcelo
- Entra aqui comigo - Eu
- Acho melhor não, da ultima vez quase fizemos mais do que família faz - Marcelo
- Haha não pode? - Eu
- Não pode, eu sou um adulto e você é amigo do meu filho - Marcelo
- Então você pode olhar o quanto quiser, isso pode né tio Marcelo? - Eu
- Pode, isso pode - Marcelo
Ele estava salivando. Peguei o shampoo e joguei no vidro como se fosse porra, ele arregalou os olhos. A bermuda dele estava totalmente marcada pelo pau enorme dele, era visível para qualquer cego. Virei de bunda para o vidro e voltar a esfregar.
- Não vai mesmo entrar aqui tio? - Eu
- Eu não posso, eu não posso - Marcelo
Eu abri o box, e o tio Marcelo encarou meu pau duro. Fui até ele e ele estava com cara de safado. Ergui os braços dele, e tirei a regata que ele estava usando.
- Me chupa - Eu
Ele pegou meu pau, ajoelhou de frente para mim e começou a me chupar.
Que sensação incrível. Ele estava saboreando meu pau. Cuspia, sugava, beijava e sorria para mim. Eu coloquei minha mão na sua cabeça apenas para apoia-la pois ele não precisava de ajuda para me chupar, fazia igual um profissional. Minhas bolinhas ficaram encharcadas, escorrendo babinha dele.
Depois de alguns minutos ele deu um selinho na cabeça do meu pau e se levantou. Parecia um urso gigante levantando. Quando ficou de pé eu batia no seu ombro. Eu olhei para cima, bem no rosto dele, sorrindo, enquanto pegava na bermuda junto da cueca dele, e puxava para baixo. Quando a roupa passou de uma altura um pouco acima do joelho, o pau dele, enorme, grosso e duro pulou para cima batendo na minha barriga.
Eu peguei no pau dele, virei e caminhei até o box puxando-o pelo pau. Ele entrou no box comigo e fechou quando entrou. Eu virei para ele com a agua do chuveiro caindo na minha cabeça. Ele pegou na minha cintura e me beijou na boca me levantando para cima. Depois agarrou na minha bunda e me colocou no seu colo de pé, e eu entrelacei ele com minhas pernas . Ele tinha as mãos tão grandes que dois dedos deles encostaram no meu cuzinho nas laterais. Aquilo me fez delirar. Será mesmo que eu iria dar meu cuzinho para ele? Iria doer? Mas algo no meu corpo fazia eu queria empinar para ele e deixar ele se divertir.
Ele mordeu meu lábio e puxou, me levando para baixo. Me deu um tapa na bunda e sorriu para mim.
- Você é muito safado para sua idade sabia? - Marcelo
- Haha tio, eu sou assim só com você por que né, confio em você - Eu
- Nunca confiou em ninguém assim? - Marcelo
- Não tio, eu sou virgem - Eu
O pau dele pulou no meu umbigo.
- haha eita tio, gostou de saber é - Eu
- Mostra o seu cuzinho virgem pro tio? - Marcelo
- Mostro - Eu
Eu virei para ele, e ele se ajoelhou, pegou na minha cintura, e me dobrou apenas com as mãos, eu empinei para ele. Ele passou a mãos nas minhas pernas, nas coxas, até a panturrilha, e deu um selinho na minha bunda.
- Que delícia essa bunda, puta que pariu - Marcelo
Ele abriu minha bunda e meteu a língua e mim sem nem me avisar.
- Ai tio, calma - Eu
- Você vai gostar, aguenta e relaxa - Marcelo
Ele me disse aquilo e eu pude sentir a respiração embaixo das minha bolas. Que sensação deliciosa. Era um homem enorme me querendo de um jeito delicioso.
Ele começou a lamber meu cuzinho em círculos, e depois enfiar a língua em mim. Eu nunca tinha reparado no tamanho da língua dele, ou a minha bunda era pequena mesmo. Talvez ambos.
Ele ficou brincando comigo uns 5 minutos. Quando dei por mim eu estava gemendo. Igual as atrizes pornô. Mas não fiz aquilo por que queria, foi totalmente espontâneo. Meu pau estava uma pedra. Ele levantou, pegou na minha cintura e bateu na minha bunda.
- Que cuzinho lisinho em, tio gosta assim viu? - Marcelo
- Tio Marcelo, eu quero mais - Eu
Eu nem sabia mais o que estava falando eu estava no êxtase supremo.
- Esse cuzinho é só meu entendeu? Vai ser o nosso segredinho - Marcelo
- Sim tio, é seu meu cuzinho, e ninguém vai saber - Eu
- Vamo pro quarto? - Marcelo
- Vamo - Eu
Ele me pegou na minha bunda, e me puxou para cima, onde fiquei no colo dele. Ele era tão forte que me segurava com uma mão, a outra desligou o chuveiro, abriu o box e fomos pro quarto.
- No quarto do Miguel? - Eu
- Não, putinha minha vai no meu quarto, - Marcelo
- Eu quero ficar com você mais vezes sozinho em casa tio Marcelo kkk - Eu
- A gente vai. Vai pro meu quarto que eu vou pegar umas coisas. - Marcelo
Eu desci do colo dele e andei pelado pela casa junto com ele. Que sensação deliciosa, eu estava ansioso.
Pulei na cama enorme dele, e me cobri com a coberta branca e esperei ele. Ele veio com um lubrificante em mãos. Jogou na cama, e colocou a cabeça debaixo das cobertas, indo até mim por de baixo das cobertas. Chegou no meu pau e começou a me chupar novamente. Levantou minhas pernas e voltou a chupar e lamber meu cuzinho, depois minhas bolas, isso tudo enquanto batia punheta para mim.
Eu gemia baixinho e ele sorria enquanto me chupava. Ele estava sedento, urrava e eu sentia o fôlego dele nas minhas bolas.
Ele levantou jogando a coberta para tras das costas dele, se ajoelhou na minha frente e ficou sarando seu pau enorme no meu pau, esfregando um no outro. Pareciam duas cobras, uma menor e outra gigante se entrelaçando. Nossas bolas estava grudadas pela baba dele. As bolas dele era quentinhas e ficavam em cima das minhas. O pau dele ia até o meu umbigo. Quase um palmo a mais de pau do que eu.
Ele deitou do meu lado.
- Preciso que você seja mais do que o amigo do meu filho agora, quero que seja minha putinha. Posso te chamar de amor quando eu tiver assim com você? - Marcelo
- Pode tio - Eu
- Vem mamar o pau do seu macho então - Marcelo
Eu fiquei de 4 do lado dele na cama, e coloquei o pau dele na minha boca. Agora que eu tinha visto como ele me chupou, eu sabia como fazer com ele. Mamei aquele homem como se fosse a ultima coisa que fosse fazer. Cuspi, lambi, suguei das bolas minha baba. Ele gemia.
Ele dava tapa na minha bunda e gemia como se fosse meu macho mesmo.
- Chupa putinha seu homem - Marcelo
E me dava mais um tapa.
- Amor, vou começar a te preparar para te comer tá? - Marcelo
- Sim tio, prepara vai - Eu
Eu estava totalmente entregue, nem sabia mais o que estava falando. Ele colocou lubrificante em toda a minha bunda e no meu cuzinho, esfregou em mim. Minha pele começou a ficar quente, e eu estava mais excitado do que nunca. Nunca tinha visto tantas veias no meu pau, totalmente saltadas.
- Finge que você tem uma bucetinha que seu titio quer comer, você daria pro titio? - Marcelo
- Sim tio Marcelo, eu dou minha bucetinha para você - Eu
Ele começou enfiando os dedos no meu cuzinho. Eu sentia aqueles dedos enormes dentro de mim. Eu não estava nervoso, estava relaxado e com muito tesão. Ele ficou me dedando enquanto eu o chupava por uns 5 minutos. Depois ele tirou de dentro de mim.
Eu sentei no seu colo de frente, como se eu soubesse o que estava fazendo, acho que foi instinto. Levantei uma perna e segurei o pau dele, coloquei na entrada do meu cuzinho. Quando aquele jiboia enorme encostou no meu cuzinho, ele fechou imediatamente. Ele sabia que estava para se abrir para uma garrafa pet.
- No seu tempo amor - Marcelo
Aquilo me dava mais tesão ainda. Ele começou a chupar meus peitos e segurar forte na minha cintura. Parecia um animal com fome.
Eu coloquei o pau dele no meu cuzinho novamente, e com o meu peso fui pressionando ele para entrar dentro de mim. Era difícil, mas o lubrificante dele funcionava bem. Me lembro de fechar os olhos com força quando meu cuzinho engoliu metade daquela pika. Meu pau estava no peito do tio Marcelo e parecia que iria estourar de tão duro. Era um misto de dor e prazer inacreditável. Eu escutava o gemido do tio Marcelo, e aquilo me dava mais força para continuar sentando até o final.
- Isso amor, deixa o tio tirar sua virgindade - Marcelo
- Ai caralho, dói muito - Eu
- Só mais um pouquinho amor, você está quase quase virando minha totalmente - Marcelo
- To quase tio, to quase - Eu
- Senta no seu macho Henrique - Marcelo
Eu fechei os olhos o mais forte que consegui, e vi tudo branco, e bem devagar senti minhas bolas encostando na barriga dele. Finalmente aquela tromba de 22cm entrou todinha dentro de mim. Eu gemi alto e o tio Marcelo também.
- Aiiiii porra - Eu
- Caralhooooo - Marcelo
Ele me abraçou, como se tivéssemos gozado. Estávamos com a respiração ofegante.
- Hmmmm te amo - Marcelo
- Também te amo tio Marcelo - Eu
Peguei no pescoço dele e o beijei com desejo e paixão. Beijo com saliva, bem molhado, que escorre. Eu comecei a sentar nele devagarinho, eu finalmente tinha perdido a virgindade, e foi para o pai do meu melhor amigo.
Eu dei gostoso sentando nele enquanto meu pau esfregava na sua barriga. Ele chupava meus peitos e batia na minha bunda. Eu gozei ali mesmo, na primeira posição. Mas eu queria mais, estava sedento por aquilo.
Ele continuou metendo em mim mesmo eu tendo gozado na sua barriga. Depois me colocou de 4 e praticamente abusou de mim. Batia na minha bunda, beijava minhas costas, segurava na minha cintura e me fodia como se estívessemos num video erótico. O lubrificante era muito forte por que meu cuzinho estava aberto como nunca para receber aquela tromba. Eu sentia as bolas dele batendo nas minhas e eu achava que iria ter um avc de tanto tesão.
Depois sentou na cama e me colocou para sentar nele de costas para ele , seu pau entrava no meu cuzinho até minhas bolas encostarem novamente nas dele. Era minha parte favorita. Sentir a cabeça do pau dele me empalando enquanto que as bolas dele encostavam nas minhas.
Depois de uns 15 minutos, ele me colocou de 4 novamente, ajoelhou na cama e sentou nas suas pernas, e me sentou no colo dele, assim ele tinha total controle sobre mim. Ele pegou meu cabelo com uma mão e minha cintura com a outra. E começou a meter tão forte que a cama rangia. Eu achei que iria até sangrar meu cuzinho virgem. Mas ele passava lubrificante sempre que podia. Homem experiente. Ele começou a bufar e urrar como um urso, eu sabia que ele estava para gozar.
- Amor, to quase - Marcelo
- Vai amor, quero leitinho - Eu
- Quer leitinho meu bebê - Marcelo
- Quero, onde você vai dar? - Eu
- Dentro amor, vou te engravidar hoje - Marcelo
- Isso tio Marcelo, engravida, eu quero, vai - Eu
- Te amo amor, te amo, te amo caralho - Marcelo
- Te amo Tio, soca, me enche toda de leite gostoso - Eu
Eu me lembro dele me agarrando forte com os braços, quase me machucando para valer, e gozando dentro de mim com 5 ou 6 jatos de porra enormes. Ele me segurou tão forte que eu gozei na cama sem nem encostar no meu pau enquanto ele me leitava dentro. Ele urrava como um urso nos meus ouvidos, e eu gemia de volta como se fosse a ultima vez que eu fosse gozar.
Ficamos ali parados naquela situação, eu senti o pau dele amolecendo dentro de mim, e a porra escorrendo. Ele deitou do meu lado e eu deitei no peito dele.
Caímos no sono. Eu acordei perto das 19h da noite. Fui tomar um banho no chuveiro do tio, ele ficou deitado dormindo. Fui até ele e me despedi.
- Tio eu preciso ir, minha mãe ta preocupada - Eu
- Quer uma carona? - Marcelo
Ele disse meio sonolento
- Tudo bem tio, eu to de bike, vou lá, abraço - Eu
- Tchau meu querido, vai em segurança - Marcelo
Já tinha parado de chover. Cheguei em casa quase 20h com minha mãe dando uma bronca em mim. Me lembro de ter inventado que a bike estragou e que o tio Marcelo me ajudou. Liguei para o Miguel que disse que eu ainda poderia ir lá na mãe dele.
Dormi lá como se nada tivesse acontecido.
Eu me achava hétero, mas me descobri bi naquele dia. Eu não via a hora de ver o tio Marcelo novamente.
E por ironia do destino nós nos vimos uma semana depois.