Eu e as calcinhas de minha mãe 3

Um conto erótico de Carlos
Categoria: Heterossexual
Contém 8429 palavras
Data: 10/04/2026 11:46:39

Cada dia que se passava expectativa aumentava muito. Já tinha sacado o joguinho que minha mãe estava fazendo comigo. As vezes bancava a difícil, outra hora a inocente, depois a arrependida, a zangada, e por vezes apenas se fazia de doida. Passei mais de uma semana sem qualquer notícias dela... não atendia qualquer ligação, não respondia nenhum sms, rejeitava até mesmo quando eu ligava para o meu pai e pedia para ele passar o telefone pra ela.

Já completava duas semanas sem ver minha mãe... até que em uma quinta-feira, enquanto eu me arrumava para ir ao estágio, na parte da tarde, ela chega. Todas as quintas eu passava o dia todo esperando-a chegar e nesse dia em específico ela chegou toda fria e com cara de poucos amigos.

Assim que ela passou pela porta, a recebi com um grande sorriso. Minha mãe olhou para mim, mas logo desviou o olhar. Sua cara de quem tinha chupado um limão azedo, deixava claro que ela não queria conversa, mas ainda assim fui em sua direção e a abracei bem forte.

No início ela não retribuiu, mas assim que coloquei minha duas mãos em suas nádegas, apertando-as vigorosamente, puxando-a contra o meu corpo, fazendo nossas virilhas colarem uma na outra e falei em seu ouvido: “tava com saudade, mãe... gostosa”. E finalizei com um beijão em sua bochecha.

Minha mãe me abraçou timidamente. Percebi que a tinha desarmado, apesar de ela ter ficado com muita vergonha. Aquela cara de poucos amigos se tornou mais alegra, conversadeira e bem tímida. Percebi que não era charme, que ela realmente tinha ficado bem envergonhada, talvez pela grande apalpada ou pelo elogio.

Pelo menos aquela tensão inicial foi desfeita. Era só manter a calma, dar um tempinho pra ela, que certeza que aquela timidez que sempre aparecia, ia embora.

Esse era o plano no papel, pois na prática aconteceu outra coisa.

Eu estava totalmente inquieto, com vontade de devorar ela completamente. Enquanto terminava de me arrumar para ir ao estágio, não calei a boca um segundo... a toda hora puxando um assunto após o outro. Minha mãe, quando respondia alguma pergunta minha, demonstrava grande timidez.

Antes de sair de casa, apesar de ter colocado em mente que deveria ir com calma, não resisti e dei um novo abraço em minha mãe. Dessa vez eu aa abracei por trás, e já dei uma sarrada em sua bunda. Enquanto falava que pediria uma pizza para jantarmos, lentamente subia minha mão pela barriga dela. Somente quando apalpei um de seus peito por cima da blusa, é que minha mãe falou “vai logo, senão vai perder o ônibus”. Após eu apalpar o outro seio dela, também por cima da blusa, é que ela tirou minhas mãos de lá e meio que se justificou que eu poderia perder o ônibus e me atrasar para o estágio.

Eu não tinha mais o que esconder e nem disfarçar. Tudo em mim me entregava. Os meus olhares, sorrisos, caras e bocas, as várias sarradas e encoxadas, os abraços apertados, o pedido de calcinha, ficar de cueca e na frente dela... com tudo isso minha mãe já sabia bem quais eram as minhas intenções. Não tinha nem como dizer que era uma brincadeira ou carinho de mãe para filho.

Já minha mãe, apesar de ela dar vários sinais positivos, havia muita oscilação. Por várias vezes vi a mudança de humor dela... em minutos ela mudava de simpática ou que me deixava sarrar, abraçar, apalpar e me dar a própria calcinha usada para ficar fechada, tímida, bruta, ignorante e se esconder de mim. A coisa que mais me fascinou foram aqueles dois episódios em que ela me deu a própria calcinha... a mulher que faz isso com uma peça tão íntima, entregando uma peça de roupa com o cheiro de sua flor, só pode estar querendo algo a mais.

Eu tinha certeza do meu sentimento: eu quero comer minha mãe.

Já ela, não tinha certeza se queria dar para o filho.

Em momentos de “sobriedade”, eu até entendia ela... uma mulher que talvez nunca sequer tenha pensado em trair o marido, está vendo seu próprio filho dando em cima, e mais, por alguns momentos ela se entregava a esse desejo proibido. Não era fácil...

Eu tinha uns 70% de certeza de que eu já estava quase lá, e uns 20% de medo de ela me rejeitar e uns 10% de ela chutar o balde com força, me rejeitar, falar para o pai todo o ocorrido, me deserdar... Era bem otimista. Esses 30% eram o que me faziam não chutar o balde com força e ser “ataque total”.

Cheguei do estágio já à noite e pude confirmar mais uma das minhas teorias... quando eu atacava minha mãe, ela ficava mais retraída, bancando a tímida, e quando eu ficava mais na minha, ela me provocava.

Minha mãe aceitou numa boa meu abraço e ser apalpada, mas logo em seguida já bancou a tímida. No decorrer da noite, que eu fiquei um pouco mais retraído... procurei alguma calcinha usada e ao não encontrá-la, tive a audácia de perguntá-la, no que ela respondeu toda envergonhada que tinha lavado e após eu pedir a que ela estava usando naquele momento, fui rejeito completamente.

No decorrer da noite, após ela me refugar e eu ficar mais retraído, minha mãe me deu algumas provocadas... se abaixava na minha frente fazendo com que sua curta camisola subisse e mostrasse sua calcinha. Mas quando eu me alegrava e tentava algo, ela se retraia novamente.

O cenário permaneceu o mesmo no dia seguinte: se eu atacava ela se retraia, se eu retraia, ela me provocava... eu já estava sentado à mesa tomando café, e ela já havia passado umas duas vezes ao meu lado, procurando algo (me provocando), então eu a puxei pelo braço e a fiz sentar em minhas pernas... Tomamos o nosso café da manhã daquela maneira... eu me equilibrando para tomar café quente e comer o pão, apenas com uma das mãos, e a outra estacionada na cintura da minha mãe, que tomou todo seu café sentada em uma das minhas pernas. Ela poderia ter saído a qualquer instante para sentar na cadeira ao lado, mas estranhamente preferiu tomar café daquela jeito.

Quando finalizávamos, ainda consegui tirar uma casquinha ao apalpar um de seus peitos. Minha mãe deixou numa boa, mas logo em seguida já ficou diferente e me ordenou que fosse lavar as louças. Mas até que isso foi bom... enquanto lavava as xícaras, bolei um plano de ataque.

Tomei um banho rapidão e coloquei meu plano em prática: assim como já tinha feito outro dia, entrei no quarto totalmente pelado, só que dessa vez meu pau estava 100%, em riste.

-Minha nossaaa... te cobre menino... já esqueceu que eu to aqui? (ela falou enquanto escolhia alguma roupa em sua mala)

-Não não... eu quero é um abraço seu (falei parado a poucos passos dela e abrindo os braços como se esperasse ela vir me abraçar)

-Deus me livre te abraçar desse jeito. (ela falou segurando uma roupa e olhando em meus olhos)

-Venha mãe, só um abraço... (ainda com os braços aberto dei um passo para frente)

-Não venha não... com o teu negócio duro desse jeito... deus me livre... é arriscado até me furar. (ela falou esticando seus braços para me impedir de abraçá-la)

-Kkkkkk... fura nada... só uma abraço (dei mais alguns passos e seus braços esticados já me alcançavam e me impediam de me aproximar mais)

-Nam... sai daqui...

-Vamos mãe, só um abraço...

Insisti mais algumas vezes e ela rejeitou todas... até que:

-Pois veste pelo menos uma cueca...

-Tá bom!!

Eu que já estava começando a perder as esperanças e a ereção, fiz o que ela sugeriu.

Já vestido, rumei de novo com os braços abertos até minha mãe, que deu uma boa olhada naquele volume gigantesco dentro da cueca e aceitou ser abraçada. Ela não me abraçou, manteve os braços abaixados, como se não quisesse tocar em mim com suas mãos, mas pelo menos ela não me impediu de eu me esfregar.

Não demorou muito, pois ela fez um movimento com o corpo para se soltar dos meus braços. Ainda de frente para minha mãe, coloquei meu pau ainda em riste para fora da cueca e o segurei vigorosamente.

-meu deus do céu, tu é muito sem noção... vai logo pra tua aula vai.

Ela pegou uma roupa e se trancou no banheiro, só saindo após ter certeza de que eu não estava mais lá... quando o mel é bom, a abelha sempre volta. Minha mãe já tinha ficado diferente, mas era só aguardar um pouco que já voltaria ao normal.

E não demorou muito... no intervalo entre uma aula e outra, recebo uma ligação de minha mãe, coisa que ela nunca tinha feito antes, e me pergunta se eu teria como acompanhá-la em uma reunião. Nem titubeei... claro que a resposta foi sim. Se ela queria minha companhia, ela teria! Peguei um ônibus e fui ao seu encontro.

Nessas reuniões que vez ou outra ela me chamava para acompanhá-la, eu não fazia nada... apenas servia de companhia para ela. Tomávamos chá de cadeira juntos, as vezes eu participava dessas reuniões, as vezes só ficava perambulando enquanto ela finalizava o trabalho.

Minha mãe já estava na versão tranquila. De lá saímos para almoçar juntos e por fim fomos para casa. Quando chegamos lá, já estava quase na hora eu ir para o estágio, na verdade, eu já teria que correr para a parada de ônibus.

Após tomar um gole de água, fui ao encontro de minha mãe e dei um grande abraço. Para manter a tradição, apalpei sua bunda, disse que a amava e dei um beijão no rosto. Ela retribuiu na mesma moeda e me agradeceu pela companhia.

-Eu quero essa calcinha (ainda abraçados e pegando na bunda dela)

-Ram (ela se assustou com esse pedido surpresa)

-Tô falando sério... me dê sua calcinha...

-Ram um um (percebi que ela ficou extremamente envergonhada)

-Tô falando muito sério...

-Não vou te dar minha calcinha não, menino... pra que diaxo tu quer minha calcinha.

-Sério mãe, me dê sua calcinha... (nós estávamos ainda abraçados, com minha mão grudadas em sua bunda e tentando entrar naquela apertada calça)

-Tu tem umas conversas bestas... tu vai perder teu ônibus, vai logo!

-Só vou se a senhora me der a calcinha...

-Agora lascou mesmo... (ela se afastou de mim e ficou me encarando incrédulasentei na cama como se dissesse que não sairia dali)

-Tu vai se atrasarpermaneci sentado, olhando para ela)

-Vai logo!!

-...

-Olha, isso é coisa de pervertido... querer a calcinha da própria mãepermaneci sentado com um sorrisinho no rosto)

-Menino!!! Vai logo, que quando tu chegar eu te dou essa calcinha.

-Eu quero agora!

-O QUE É QUE TU VAI FAZER COM ESSA CALCINHA AGORA??... TU VAI SE ATRASARTu me mata de vergonha... eu vou te dar, mas não pede mais isso não, pelo amor de deus.

Nessa hora pensei que ela fosse tirar a calcinha ali mesmo, mas ela saiu do quarto e foi para o banheiro, retornando alguns segundos depois enrolada em uma toalha da cintura para baixo e com a calcinha na mão.

-Pega!! (ela joga a calcinha em mim, que ainda continuava sentado na cama).

Pego a calcinha, abro, procuro o fundinho, e olhando para minha mãe parada na minha frente a cheiro.

O melhor cheiro do mundo. Ainda estava com o fundinho úmido de suor, com o cheiro maravilhoso.

-Tu me mata de vergonha (ela falou virando de costas ao me ver cheirando a calcinha)

-Como a senhora é cheiro, mãe... (ela permaneceu virada de costas com as mãos cobrindo o rostoela permanecia calada)

-Como a sua boceta é cheirosa (falei mesmo, pois se ela tivesse com vergonha ou se sentindo incomodada, ela teria saído de lá desde o inícioOlhe aqui, mãe

Assim que eu pedi para ela olhar, minha mãe se virou novamente de frente pra mim e se deparou com a calcinha enrolada no meu pau. Após curtir aquele cheiro maravilhoso, ainda sentado na cama coloquei meu pau pra fora da calça e o encobri com a calcinha.

Minha mãe realmente estava com a afeição assustada e envergonhada. Sinceramente, eu não sei o que ela esperava... depois de tudo aquilo que tínhamos feito naquela manhã... era dali pra pior.

-Vai logo pro teu estágio... teu ônibus já deve ter passado (ela falou ainda olhando para aquela situação)

-Ele já passou, não vou mais hoje não... (falei me masturbando lentamente)

-Vai, menino!!

Apesar de estar super excitado e com vontade de gozar logo, eu já ia me levantando e correndo para a parada de ônibus, pois não podia faltar ao estágio... antes disso lancei:

-Pois vista essa calcinha (falei com um sorriso malicioso no rosto e esperando uma resposta negativa, já que quando tirei a calcinha do meu pau, tanto eu quanto minha mãe percebemos que tinha ficado uma baba do meu pau no fundo da calcinha)

-Se eu vestir, tu vai? (ela perguntou de imediato

-Vou sim.

Sem acreditar que ela vestiria mesmo, ela pegou a calcinha da minha mão e começou a vesti-la na minha frente por baixo da toalha. Com a confiança lá em cima, levantei da cama e ao tentar abraçá-la, pedi: “Agora tire ela de novo”.

Nunca vi minha mãe tão zangada. Ela deu vários tapas em meus braços e disse várias vezes aos gritos: “SAI DAQUI!”

Eu sei que posso ter passado um pouco do ponto, mas é que ao ver que ela vestiu a calcinha que estava com baba do meu pau, me deixou com muito tesão...

Quando retornei para casa, já imaginava que minha mãe estaria zangada, mas o buraco era bem mais embaixo. Após arrodear muito ela, e mesmo percebendo que a situação não era muito boa, tentei puxar assunto, mas minha mãe foi irredutível.

-Você está sujo comigo!!

-Oxe, porque, mãe?

-Você sabe muito bem. Estou muito chateada.

-O que eu fiz?

-Rum...

-Pois me desculpe

-Pois é... você tá sujo comigo

O clima estava muito pesado, sabia que ela não estava fazendo drama ou exagerando, dava pra perceber a decepção e a fúria no seu rosto.

-Me perdoe...

O restante da noite e até no dia seguinte o clima permaneceu muito pesado. Eu estava muito desconfiado, evitando ficar no mesmo cômodo que ela. Por sua vez, minha mãe permanecia com a cara fechada, sem dar qualquer abertura. O que deixava pior, é que era um sábado, eu não tinha aula, não tinha estágio e nós teríamos que ficar naquela pequena kitnet com aquele clima pesado.

O meu grande medo era aquela zanga toda demorar por muito mais tempo. E cada hora passada, não tinha mostras alguma de que a situação melhorava... Eu já havia me decidido que ficaria recuado, e pra falar a verdade, eu já estava torcendo pra chegar a hora de ela ir embora.

-O que tu vai querer jantar? (ela me abordou enquanto eu estava deitado no chão da sala mexendo no celular)

-Sei lá... o que a senhora quiser...

Umas meia hora depois ela me aborda novamente e diz que queria sair para jantar, comer espetinho. Ainda muito desconfiado aceitei a sugestão.

Apesar de minha mãe ter tomado a iniciativa, o cenário ainda se mostrava estranho. Tanto eu, quanto ela, estávamos muito desconfiados. Trocamos pouquíssimas palavras e olhares durante aquele jantar.

As coisas mudaram quando voltávamos para casa. Era uma caminhada de três quarteirões... minha mãe começou a puxar a assunto e não parou mais. No começo interagi timidamente, mas quando chegamos em casa parece que tudo tinha voltado ao normal.

Quando saímos o cenário era um, mas quando voltamos era outro completamente diferente. Talvez o problema fosse só a fome... Passamos a interagir normalmente... colocamos umas cadeiras no corredor de fora da kitnet, e ficamos conversando até altas horas, curtindo uma leve brisa.

Pelo menos aparentemente, minha mãe já estava 100% normal com toda a situação, nem parecia que tínhamos passado por uma tempestade no decorrer daquele dia. Eu ainda tinha uma certa insegurança e desconfiança.

Quando entramos no quarto, peguei nas mãos de minha mãe, ficamos nos encarando por alguns segundos e então eu perguntei fazendo uma carinha de coitado: “Tô perdoado?”. Segurando minhas mãos, ela fala “hmmm... tá perdoado”. Minha mãe fez uma cara de que não acreditava na minha cara de coitado... E então nos abraçamos.

Foi um abraço normal, mas que apaziguou qualquer intempérie.

Minha mãe começou a fazer sua mala, para a viagem do dia seguinte, enquanto eu fiquei sentado na cama, observando-a, mexendo no celular e trocando algumas palavras com ela.

-Eita que não tem jeito... (ela falou quando passava em frente a mim e eu puxei e abracei)

-KKKKK

-Toma jeito, menino (eu continuava sentado na ponta da cama e ela de pé na minha frente entre minha pernas).

-Eu não resisto... mãe, é que a senhora é tão (pausa dramática)... GOS-TOOOO-SAAA

-Tu me mata de vergonha (ela falou sendo abraçada por mim e colocando suas mãos em meus ombros, demonstrando uma certa vergonha)

-Sua bunda é tão (nova pausa dramática e uma forte apalpada nela)... que dá vontade de... morder...

-(ela ficou fazendo charme, bancando a tímida)

-E o seu cheiro...

-Não! Para... eu morro de vergonha... fico com vergonha só de lembrar

-Melhor cheiro do mundo

-Sério!! Para!!! Dá vontade de enfiar minha cara em um buraco de tanta vergonha

-Kkkkkk

-Não gosto nem de lembrar... não é pra me pedir mais...

-Ah vá... vou pedir sim, inclusive...

-Nem venha... meu deus, que vergonha... Nunca fiz isso nem pro teu pai, e fiz pra ti... tu é muito pervertido... tu esqueceu que eu sou tua mãe? Eu que te pari...

Essa conversa nós tivemos comigo ainda sentado na cama e ela de pé entre minhas pernas, sendo abraçada e apalpada por mim. Eu olhando para cima e ela alternando, ora olhava em meus olhos, ora desviava o olhar... Meus dedos já estavam ficando dormentes de tanto apalpar a bunda dela, abrindo fechando, cravando os dedos dentro daquela raba... sentia o short e a calcinha entrando em sua bunda.

-É que a senhora é muito muito muito gostosa... sou seu fã

-Tu acha mesmo??

-Claro... gostosa, linda demais... seu corpo todo... sua bunda então... dá vontade de ... sei lá, de morder ela todinha.

-Tanto homem nesse mundo... e olha quem tá me elogiando desse jeito, meu próprio filho (ela bancava a tímida, mas dava pra perceber que estava gostando dos elogios)

-Eu sei que a senhora ta gostando, mãe...

-Oxe, eu passei o dia todo pensando em ir logo embora e eu ainda até procurei alguma carona... e eu não ia voltar tão cedo.

-Pois ainda bem que a senhora não foi, pra eu poder ficar limpando minha vista.

-Esse calor tá afetando nossa mente...

-Eu já disse que é porque a senhora é gostosa demais... deixa eu dar uma mordidinha na sua bunda. (falei tentando virar ela de costas)

-Pervertido!! (se eu era pervertido, ela que deixava eu fazer tudo aquilo, era o que?)... só uma mordida...

Minha mãe vira de costas para mim e então dou uma mordida em uma de duas nádegas, depois na outra, e em seguida enfio minha cara no meio daquela rabona gostosa. O cheiro daquele cu maravilhoso ultrapassava a calcinha e o short jeans e invadiu meu nariz, me embebedando completamente.

-Que cheiro maravilhoso.

[...]

-Aaaíii... devagar... (minha mãe reclamou após eu dar uma mordida bem forte em sua bunda)

Eu alternava em enfiar a cara no meio daquela raba para sentir o cheiro e algumas mordidas.

-Não! Chega! (ela falou quando eu tentei desabotoar o seu short)

-só uma mordidinha, mãe... a senhora é tão gostosa

-Tá bom, mas é só por cima da calcinha. (E então ela própria desce o short)

Eu já tinha visto a bunda da minha mãe outras vezes, mas ali era totalmente diferente. Fiquei paralisado admirando aquela bunda tão próxima da minha cara. E uma coisa me chamou bastante atenção: a calcinha enfiada na bunda, que eu mesmo tinha colocado naqueles 20 minutos de apalpação.

-Vai... (ela falou olhando para mim, após olhar de costas para saber o porque eu tinha parado)

Eu não sabia por onde começar... a vontade era de arrancar logo a calcinha... Dei uma mordida de leve em uma de suas nádegas, em seguida dei na outra, depois passei a língua na parte que a calcinha não cobria... na verdade, a calcinha não cobria mais quase nada de sua bunda, tinha se transformado de tanga em fio dental.

Eu estava à deriva, sem gps. Lambia, mordia, chupava, enfiava a cara no meio da bunda... se com o short eu senti o cheiro dela, imagina com a calcinha enfiada no cu... o cheiro era maravilhoso, impregnante.

Minha mãe continuava de pé, um pouco inclinada para frente, com a bunda levemente empinada para trás, recebendo beijos e mordidas de seu filho em sua bunda.

Sorrateiramente, toquei em sua boceta com uma de minhas mãos, mas mal encostei nela, minha mãe se afastou um pouco e disse “só mordida”.

O cheiro de boceta molhada já era sentido de longe. Abri a bunda de minha mãe e lambi ao redor de seu cuzinho. Uma besteirinha de nada e quase já conseguia ver sua boceta e sua cu.

Quase explodindo, coloquei meu pau pra fora e falei: “sente aqui mãe”. Me Inclinei na cama e tentei fazer ela sentar no meu pau, mas olhando para trás e me vendo de pau pra fora, minha mãe disse: “não!!!... bota a cueca, que eu sento”.

Coloquei meu pau dentro da cueca e me inclinei na cama, ficando apoiado com meus cotovelos.

Então minha mãe deu a primeira sentada, que mais parecia que ela queria descansar as pernas. Sentou no meu pau e ficou parada por alguns instantes. Eu também estava aproveitando pra descansar um pouco as costas.

A safada começou a rebolar e se esfregar pra valer e ela fez isso sem parar, procurando um “ângulo” perfeito no meu pau em sua boceta. Em determinado momento, eu a levantei um pouco, fazendo-a parar de rebolar, e então fiquei segurando meu pau por cima da cueca.

Segurando o mastro da cueca, vi minha mãe voltar a sentar no meu pau, que quase rasgava minha cueca e a calcinha. “Vai, mãe, rebola com sua bocetinha na cabeça do meu pau” eu falei enquanto ela sentava com gosto.

“Vai, mãe, senta com força!”. Eu sentia mesmo com a cueca e a calcinha, a cabeça do meu pau entrando levemente na boceta dela. E tenho certeza que minha mãe sentia o mesmo. Aquela foi a última coisa que falei, pois minha mãe sentou com força e então eu não aguentei mais.

Empurrei ela de cima de mim, dei duas sacolejadas no meu pau, e gozei muito.

-Meu deus, que bagaceira. (ela falou enquanto olhava eu jorrando porra em cima de mim mesmo, na cama, no chão...)

Fiquei desfalecido na cama. Fazia muito tempo que não sabia o que era gozar daquele jeito. Minha mãe foi ao banheiro e retornou com um rolo de papel higiênico para eu limpar a sujeira que tinha feito. Em seguida ela foi tomar banho e depois voltou a fazer sua mala. Após recuperar minhas forças, também tomei banho e depois voltei ao quarto. Dei um grande abraço na minha mãe e disse que a amava. Ela quis bancar a tímida, mas também disse que me amava.

Quando fomos dormir, já passava de meia noite.

No dia seguinte, começamos o dia como se nada tivesse acontecido, nem tocamos no assunto. Eu estava satisfeito com a gozada da noite anterior, dormi super bem, aquele fogo todo tinha diminuído, então eu não fui para o ataque. Minha mãe ficou mais na dela, conversando normal.

Nem parecia que a gente quase tinha transado, que naquela pequena kitnet quase rolou sexo entre mãe e filho, que uma mãe viu seu filho jorrar esperma, que ela sentou e sentiu o pau do seu filho invadindo sua calcinha. Nem parecia...

Fomos a um supermercado comprar alguns mantimentos para mim, depois saímos para almoçar e por fim, aguardar a carona chegar.

Eu estava parecendo um leão dopado, sem apresentar qualquer perigo. Em condições normais, ela já teria sido atacada diversas vezes...

Como acontecia naqueles últimos domingos, havia chegado a hora de ela voltar para casa... Antes de descermos com as malas, demos um daqueles grandes abraços, seguidos de apalpadas e declarações... depois do que aconteceu na noite passada, não havia mais espaço para vergonha...

Já aguardávamos a carona chegar na sombra da árvore que sempre ficávamos. Demos mais um abraço de despedida e ao sentir minha mãe esfregando a virilha na minha, que por sinal já estava com uma baita ereção, passei a língua em seu ouvido, fazendo ela se arrepiar, e em seguida falei “dê um beijinho no meu pau, mãe”.

Pedi sem qualquer expectativa, pois sabia que o carro estava chegando e ela teria uma boa desculpa para negar.

-Rum rsrsrs (ela reagiu positivamente)

-Sério, mãe.

-Pois tá bom. (até eu me assustei com essa resposta dela. Tirei meu rosto do seu ombro e olhando nos olhos dela perguntei)

-É sério é?

-(Olhando nos meus olhos e com um sorrisinho no rosto, ela acenou positivamente com a cabeça)

-É sério mesmo?

-Éééé, menino... vamos logo.

Incrédulo, vi ela pegando uma mala que estava no chão, eu peguei a outra e então voltamos para a kitnet. Subis as escadas com bastante euforia e com um extremo frio na barriga, sem acreditar no que estava prestes a acontecer.

Entramos na kitnet, eu ainda meio que sem acreditar que ela realmente ia beijar meu pau, fiquei parado olhando pra ela...

-Bora logo... o carro já deve estar chegando.

Coloquei meu pau pra fora e então minha mãe se aproximou de mim, se curvou e deu um beijo. Em seguida ela se levantou e olhou para mim sorrindo... apenas dei um sorriso de quem tinha gostado e queria mais, então ela se cursou novamente deu um novo beijo e depois abocanhou a cabeça do meu pau.

Acho que aquele primeiro beijo que ela deu, foi só para verificar como estava a higiene, ver se meu pau estava “chupável”.

Após ela dar umas chupadinhas somente na cabeça do meu pau, ela levantou, sentou em uma cadeira que estava perto e falou: “vem”.

No que eu me aproximei dela, minha mãe agarrou meu pau com uma de suas mãos e o abocanhou todo. Delirei sentindo a boca quente e molhada da minha mãe no meu pau. Parece que ela estava sedenta por aquilo, pois o chupava e punhetava tão vigorosamente.

Após somente algumas chupadas, ouvimos a buzina do carro... na hora pensei “que azar, ela vai já parar”, mas me equivoquei, pois minha mãe continuou se dedicando com muito afinco em me chupar.

Eu realmente estava besta, pois nunca tinha passado em minha mente aquilo... só conseguia pensar no quanto estava gostoso e no quanto ela era safada.

“Acho que ela não percebeu que é a carona dela que está buzinando” pensei comigo novamente.

Minha mãe continuava a me chupar muito... minha rola preenchia tanto a boca dela, que a baba escorria pelos cantos de sua boca, e em determinados momentos, a boca dela ficava tão cheia da saliva dela com a baba do meu pau, que ela tinha que parar de chupar para cuspir...

Além da buzina, o telefone dela começou a tocar... tocou uma, duas, três vezes... na quarta, minha mãe parou de me chupar e falou “deixa eu ir, senão eu perco a carona”... desde o começo ela sabia que a buzina e as ligações eram da carona, mas ela não queria interromper a mamada.

Implorei, quase chorei, pedia insistentemente para ela não viajar, para ficar comigo, para que deixasse eu gozar em sua boca. Mas ela já foi pegando uma de suas malas e saindo. A segui ainda insistindo para que ela ficasse... tudo em vão.

Já quase chegando no carro, ela me abraçou e falou em meu ouvido “amei o gosto do teu pau”. Foi mesmo que me matar. Ainda a segurei forte em seu braço, para que ela não fosse, mas não adiantou. Aquela altura não podia mais fazer nada, pois o pessoal do carro já estavam nos vendo.

Eu a acompanhei até lá, cumprimentei aquelas três pessoas que a aguardavam... acho que nunca passaria na cabeça deles que ela atrasou porque tava chupando um pau, o meu pau... que aquela mulher que estava seguindo viagem com eles estava com o gosto do pau do próprio filho... que aquela linda senhora, recatada, educada, estava encharcada após pagar um grande boquete pro seu rapaz.

Por incrível que pareça, a frustração estava maior que o tesão. Se em outras épocas eu já subiria e me acabaria na punheta, dessa vez eu me remoía por dentro. Só pensava em alguma forma de ir encontrá-la o quanto antes.

Somente ao anoitecer que comecei a relembrar cada segundo daquela mamada. A cara da safada me olhando enquanto se acabava de chupar meu pau não saia da minha mente. A sensação de sua língua passeando pela minha rola, e até pelas minhas bolas, faziam eu delirar...

Aquele tinha sido o melhor final de semana da minha vida. A sentada e o boquete iam ficar para sempre marcados em minha memória.

Ainda nos falamos rapidamente por celular naquele dia e no seguinte também. Eu não aguentaria passar muito tempo sem ver minha mãe... e o pior é que ela disse que não saberia quando iria novamente. Até ofereci dinheiro para as passagens ou então encontraria alguma carona para ela, mas minha mãe me desdobrou.

“Pois se ela não vem até mim, eu vou até ela”, pensei decidido.

Quinta-feira cedo eu parti para onde ela. Encontrei uma carona tanto para ida quanto para a volta e não pensei duas vezes. Chegamos por volta de 10 horas da manhã. Já fui direto pro trabalho do meu pai, peguei seu carro e então fui em casa tomar um banho. Não tinha tempo a perder, pois já teria que voltar por volta de 14 h da tarde. E eu só não ficaria por mais tempo, pois teria uma prova muito importante na manhã seguinte.

Apareci no trabalho de minha mãe com a cara mais limpa do mundo. Ela realmente ficou muito surpresa quando me viu entrar em sua sala. Cumprimentei rapidamente o pessoal que trabalhava na mesma sala e então fomos para um corredor, só nós dois. Minha mãe fez diversas perguntas (por que eu fui, com quem, quanto tempo eu ia ficar, como ia ficar minhas aulas, meu estágio, com quem eu ia voltar, se meu pai sabia...), eu falei toda a verdade... que eu tinha por que tinha quer ver ela, que encontrei uma carona de ida e de volta, que tinha pego o carro do meu pai, que tinha ido em casa tomar banho e que queria levar ela para almoçar.

Ela pediu que eu aguardasse mais um pouco, pois ela tinha algumas coisas para finalizar e que depois sairíamos para almoçar.

Já no carro, a questionei:

-O que a senhora quer almoçar?

-Qualquer coisa... e tu?

-... (eu apenas olhei com um sorriso malicioso para ela)

-Rum, menino, tu só pensa nisso...

-A senhora não quer calabresa não?

-Ah não, vamos comer uma coisa melhor...

-Hmm, pensei que a senhora fosse querer calabresa, pois tinha dito que amou o gosto dela kkk

-(uma grande gargalhada) kkkkk, pensei que tu tivesse falando da comida... (pausa dramática)... eu quero... (essa era a resposta esperada).

-Pois vamos logo almoçar

-Não, é melhor deixar o almoço pra depois... com a barriga cheia dá é sono. (minha mãe não estava pra brincadeira... bom saber que não tinha mais aquela timidez enfadonha)

-Pois vamos.

-Pra onde nós vamos mesmo? Todo mundo conhece o carro do teu pai

-Tenho uma ideia... vamos pro rumo da piçarreira (povoado na zona rural)

-Certeza?

-Tenho, conheço uma estrada lá que quase não passa ninguém.

Partimos para esse local que havia mencionado. Ele já era bem conhecido meu e de meus amigos, pois quando queríamos comer alguma mulher no carro, lá era o melhor lugar, pois o acesso não era fácil.

Pegamos cerca de 20 minutos de estrada de chão, até pararmos em um lugar no meio do nada, arrodeado de mato, em uma sombra de uma grande árvore. Durante todo o percurso, minha mãe foi alisando minha perna e eu a dela.

Apesar de o local ser deserto, não era 100% seguro, pois tinha o risco, embora remoto, de alguém passar, e como era meio dia, o fumê do carro não escondia quase nada.

-Aqui mesmo? (ela perguntou quando estacionei o carro)

-Sim... não passa ninguém aqui

-Eita, mas é muita coragem... já pensou se passa alguém aqui... sei não hein

-A senhora quer voltar? (confesso que eu não estava 100% seguro... pois das outras vezes que tinha ido comer alguém lá, era noite, então no máximo iriam ver o carro e não ver quem ou o que estavam fazendo lá dentro)

-Nãaooo, já estamos aqui mesmo.

Minha mãe deu um sorriso de safada e então eu a abracei. Comecei beijando e chupando o seu pescoço, e lentamente fui deslizando minha boca pelo seu rosto, até encontrar com a boca dela. Demos um grande beijo de língua, nosso primeiro. Minha mãe parecia sedenta por aquele beijo... ela mordia meus lábios, chupava minha língua vigorosamente e quase me engolia. Era um beijo muito feroz, conduzido por ela própria.

Nossas mãos circulavam de maneira imparável por nosso corpos... eu alternava entre apalpar os seios, as pernas, tentava pegar na bunda... minha mãe me azunhava por baixo da minha camisa e apertava meu pau ainda guardado na calça.

-Quero te chupar... sentir o gosto do teu pau de novo.

Ela falou interrompendo o beijo e tentando desabotoar minha calça.

-Que pau gostoso. (minha mãe falou quando o colocou para fora e deu uma chupada na cabeça)

Via-se claramente que ela não falava aquilo da boca pra fora, pois ela chupava ele tão bem, com tanto afinco, que parecia que ela fosse apaixonada por aquilo. Minha mãe além de me chupar, brincava um pouco com meu pau: passava ele em seus lábios como se fosse um batom, lambia das bolas até a cabeça, passava em suas bochechas e chupava muito, mas muito mesmo.

Ela fazia pequenos intervalos para engolir o excesso de baba e saliva, e para dizer o quanto gostava do meu pau.

Minha mãos passeavam pela bunda da minha mãe, seios e boceta, tudo por cima da roupa.

-Quero comer sua boceta, mãe... (falei interrompendo a mamada)

-Não não... deixa eu continuar chupando te chupando

-Venha mãe, deixe eu lhe foder (falei tentando colocar minha mão dentro da calça dela)

-Não, deixa eu chupar teu pau... é tão gostosoEu não tô preparada... tô de bode (em uma das apalpadas, realmente senti uma coisa mais consistente na altura da boceta, mas naquela situação toda nem me dei conta de que seria absolvente)... vamos, eu deixo tu gozar na minha boca.

Uma mulher recatada, com a carinha de santa, que a pessoa olha para ela e nem imagina que ela faça sexo... tava se acabando de chupar o meu pau e ainda querendo que eu gozasse em sua boca.

Então minha mãe voltou a chupar muito meu pau. Ela lambuzava seu rosto com ele... não deixava escapar nenhuma babinha sequer... quando escorria algo pelo canto de sua boca, ela passava a língua e colocava pra dentro.

Comecei a notar que ela estava cansando... minha mãe passou mais a me masturbar do que chupar. Eu nunca tinha demorado tanto para gozar na minha vida.

Minha mãe me punhetava quando comecei a dar os primeiros sinais de que estava chegando lá. Ela voltou a chupar meu pau. Eu passei a me movimentar e a foder aquela boca maravilhosa...

Então veio a grande explosão.

Na primeira esguichada, minha mãe tentou tirar a boca devido ao grande volume de porra, mas eu segurei em sua cabeça. Nos jatos de porra seguinte, minha mãe aguentou tudo. Mesmo me contorcendo enquanto gozava, observei atentamente sua boca cheia com o meu esperma. A quantidade era tanto que ela não estava dando conta de engolir, e estava vazando muito e caindo no banco do carro.

Fiquei extremamente relaxado, observando limpar a porra que havia saído de sua boca e escorrido pelo queixo, pescoço, e chegando até a blusa.

-E aí, gostou? (a safada perguntou enquanto ainda se limpava)

-Demais... olha mãe, ainda tem um pouquinho (falei ao espremer meu pau já meio mole e sair mais um pouco de leite dele)

-Hahaha (minha mãe deu uma risadinha e voltou a abocanhar meu pau)... que pauzão gostoso (ela falou enquanto chupava o restinho de esperma que saia do meu pau).

-E a senhora, gostou?

-Ameeeiiiiii (ela foi bem enfática)

Passamos um tempo calados, eu ainda extremamente relaxado, e minha mãe fazendo um carinho nos meus cabelos.

-A senhora se garante muito viu... que chupada gostosa

-Sério mesmo?? E se eu te disser que tá com uns 10 anos que não fazia isso...

-Mentira!!

-Sério... quer dizer, não sei se é exatamente 10 anos, mas faz muito tempo mesmo.

-Acredito é porra.

-Juro... é só a segunda vez que deixo terminar na minha boca.

-Kkkkkk.... a senhora ta brincando com minha cara

-Eu juro pra ti... sério mesmo... (um pouco envergonhada ela completou): morro de nojo disso (se referindo a esperma)

-Nãããooo, mãe, a senhora tá é tirando onda da minha cara.

-Pois então pronto, acredita se quiser...

-Não precisa mentir não, mãe

-Tô falando muito sério... pois pergunta teu pai, pra ver o que ele vai dizer kkkkk

-Vontade de perguntar mesmo kkkk...

-Se perguntasse mesmo, eu já até sei o que ele ia responder... ele ia dizer que sou cheia de frescura kkk

-Kkkkkkk... tô sem acreditar ainda kkkk

-Pra tu ter ideia, essa boca aqui só “viu” dois pintos na vida kkk

-Pois eu sou muito privilegiado...

-E é mesmo viu

-A senhora tá falando sério mesmo?

-Simmm, tudo que eu falei é verdade

-Pois agora eu tô me achando muito

-Kkkkk

-Caralho... tô sem acreditar... a senhora se garante tanto... eu quase piro... pensei que a senhora fizesse isso muito

-Kkkkkkk... acho que é um talento natural... mentira... eu tava morrendo de medo de tu não tá gostando kkk

-Naquele dia eu passei a viagem toda pensando se tu tinha gostado ou não... tava com medo de ter arranhado teu pau com os dentes...

-E eu achando a coisa mais perfeita do mundo kkkk... se a senhora tivesse demorado só mais um pouquinho eu teria gozado... fiquei com tanta raiva porque a senhora veio pra cá.

-O homem já tava bem com uns 10 minutos me esperando... eu já estava com medo de ele me deixar... e com um monte de coisa pra fazer aqui

-...

-Mas ainda assim, eu acordei naquele dia menstruadaE mudando de assunto, tu ficou observando se não passou ninguém né

-KKKKK o que a senhora acha? Eu tava com a cabeça loooonngeee kkkk

-Meu deus kkk... tem horas que eu me pergunto que loucura é essa que tá acontecendo. Não sei como tu tem coragem de fazer essas coisas com tua mãe...

-Aaah mãe, a senhora é gostosa demais... uma gata... acho que todo homem que lhe conhece tem vontade... fale sério, mãe, tem muito homem que dá em cima da senhora não tem?

-(ela ficou toda se achando)... rum, tem nada kkkkk...

-Eu sei que tem kkkk... uma gata dessa... se eu, que sou eu, dei muito em cima da senhora, imagina os outros kkk

-É, de vez em quando aparece um... mas deus me livre.

-Quem é, mãe? Fale os nomes desses fdps kkk

-Kkkkk (ela quis evitar, mas eu insisti um pouco)... o João (chefe dela) já deu umas cantadas em mim, o Assis (também do trabalho dela), o Emanoel (vereador) kkkk

-Bando de fdp, se eles ainda se atreverem a pelo menos chegar perto, mando matar eles kkkkk

-Até o Moisés...

-Que Moisés??

-O Moisés (melhor amigo do meu pai)... mas não fala pra ninguém não

-É sério?

-Aham, teve um dia que ele tava bêbado e tentou me agarrar... naquele carnaval que a gente foi.

-Que covarde...

-Pois é, enfiei a mão na cara dele... e depois ele ainda ficou me ligando e mandando mensagem... só parou quando eu disse que ia falar pro teu pai

-Que fdp

-Pois é, teu pai nem sonha.

-Kkkkk, eu não disse, todo mundo tem vontade de ir na senhora... quem manda ser assim tão linda

- (dando uma grande gaitada) O Mateus kkkkkkkkkkkk.

-Aaaah não, até ele? Kkkkkkkkk (era um amigo meu, mas sabia que ele não oferecia perigo pra ninguém, era todo desengonçado)

-Até ele kkkkk

-Viu, a senhora é irresistívelela ficou se achando)

-No meio de tanta concorrência que que ganhei kkk... ufa

-Hahaha

-Mas a senhora me fez penar viu, ow mulher difícil... tinha horas que eu pensava que a senhora me odiava...

-Odiar é muito forte... mas teve um tempo que fiquei muito chateada... onde já se viu o filho dar em cima da mãe?

-Kkkkkkkk... e quando foi que a senhora percebeu de vez?

-Tu faltava me engolir com os olhos... não tinha nem como perceber. As vezes dava vontade de andar toda descabelada e suja, pra ver se tu parava de olhar pra mim.

-Kkkkkkk

-Pensei até em falar pro teu pai, que tu não tava normal... que aquela tua ida pra lá não tinha feito bem pra ti, porque antes de ir tu tava bonzinho, aí depois ficou tarado kkkk

-Mas também, mãe, a senhora gostosa desse jeito, andando com uns baby-doll e umas camisolas...

-Era por causa do calor...

-Eu também acho que fiquei assim por causa do calor kkkk

-...

-E aquela festa do desejo de menina??

-Nossa... ali é que eu fiquei muito confusa... sabia que tu tava com maldade, eu sabia que era errado, mas eu não conseguia parar. Toda hora eu torcia pra gente continuar dançando, pra eu ficar sentindo teu pau... não sei se tu percebeu, mas teve uma hora que eu até chorei, porque queria parar, mas não conseguia kkkk

-Percebi não... pois se eu soubesse que a senhora tava com tanta vontade assim naquele dia...

-Pois é, e eu notava tudo viu, seu danado... tu se esfregando em mim, me levando para onde não tinha conhecido, me abraçando... se eu tivesse bebendo...

-Eu tava doido pra lhe embebedar naquele dia kkkk

-Eu percebi kkk... nossa, mas foi naquele dia que eu fiquei muito confusa... sei lá... eu não parava de pensar..

-Já estava apaixonada

-Não... eu não sabia nem o que pensar... tava muito confusa... eu já sabia que tu tava com maldade...

-Sabia mesmo, tanto é que me deu umas provocadas né... naquele dia na semana santa, mostrando a calcinha...

-Kkkkkk fala nãooooo, eu tava bebinha kkkk... Mas foi naquela festa que eu fiquei assim... sei lá... mexida.

-Diga logo que foi naquele dia que a senhora ficou tarada kkkk

-Pior que foi isso mesmo... Nem eu entendia porque tinha ficado tão excitada dançando kkkk...

-É o meu charme kkk

-Só se for mesmo... fazia tempo que eu não sabia o que era sentir a calcinha molhada.

-Hummm, tava molhadinha?? Delícia

-Molhadinha? Tava era encharcada... E quando tu puxou a calcinha, aí é que molhou tudo de vez (olha aí, ela confessando que aquelas puxadinhas deram resultado)

-Caralho!! Sério mesmo?

-Não tô te dizendo... foi nesse dia que o negócio bagunçou de vez... a primeira vez que eu tinha ficado daquele jeito na vida...

-Poxa, mãeeee... eu tava do mesmo jeito...

-Eu sei... eu sentia kkkk

-Porque a gente não se pegou logo lá kkk

-Tu tava morto de bêbado, quase não entendia mais o que tu falava...

-Mãe, e quando eu pedi sua calcinha, o que foi que a senhora pensou?

-Tava era com medo de teu pai chegar de uma vez e ver tu com saliência comigo, por isso te dei logo... Eu fiquei morrendo de vergonha, porque não sabia se tava cheirosa...

-Aaah se tava. Sei cheiro é o melhor... nossa, mãe, tenho tanta vontade de chupar sua boceta, sentir seu cheiro, ouvir seu gemidos...

-Tu me mata de vergonha

-Vergonha de que, mãe? Depois do tanto de coisa que já fizemos, a senhora ainda vem dizer que sente vergonha?

-Sinto sim, claro... menino... tu é meu filho... tem horas que morro de vergonha... pensa que é fácil é?

-Eu falo assim, mas também tem horas que fico com vergonha.

Conversamos o máximo de tempo que deu. Percebíamos o andar do relógio, mas o papo estava tão bom que pouco nos importamos que ainda não tínhamos almoçado e já teríamos que voltar, ela para o trabalho e eu viajar.

Deixei-a em seu trabalho e fui logo deixar o carro do meu pai. Não tive nem tempo de almoçar, pois minha carona já estava me aguardando.

Voltei para a casa com uma paz no coração, mais pela conversa do que pela gozada.

Mal cheguei e a saudade já apertava. Mas agora era saudade mesmo e não angústia, que era o que eu sentia antes. Sabia que poderia demorar um pouco para nos vermos novamente, mas já tinha certeza do sentimento de minha mãe.

Nos falamos por telefone, a convidei para ir passar o fim de semana comigo, mas ela disse que não dava. Agora eu tinha certeza que não dava mesmo e não que ela estava inventando alguma desculpa.

Todos os dias nos falávamos por telefone. Algumas ligações duravam horas e as vezes falávamos algumas putarias.

Na terça-feira, eu já havia chegado do estágio, quando sou surpreendido com a chegada da minha mãe. Minha alegria durou apenas alguns segundos, pois meu pai também vinha logo atrás. Eles se explicaram dizendo que tinha surgido essa viagem de última hora, que meu pai ia fazer uma consulta e minha mãe o acompanhou.

Mesmo naquele cubículo, eu e minha mãe aproveitamos as brechas que meu pai deu, como quando foi tomar banho e até mesmo levar o lixo para fora e demos uns amassos.

Apesar da presença do meu pai, acho que a noite prometia...

Chegou a hora de “dormir”. Meu pai ia dormir na sala, enquanto eu e minha mãe no quarto, como sempre. Todas as luzes se apagam... escuridão total. Somente o barulho dos ventiladores ecoavam pela kitnet.

Fingi dormir por um tempo, e então dou uma cutucada em minha mãe. Parece que ela já estava me esperando e também fingindo dormir. Ambos queriam a mesma coisa, mas teríamos que tomar muito cuidado, pois meu pai estava no cômodo ao lado e a porta do quarto estava aberta.

Levantei do meu colchonete e fui para cama da minha mãe. Eu não podia nem deitar nela, pois fazia muito barulho... todo cuidado era pouco. Até mesmo o beijo era dado com cautela, para não fazer aquele som de beijo. Qualquer descuido poderia arruinar nossa vidas... com apensa dois passos, meu pai estaria dentro do quarto e talvez nem perceberíamos.

Enquanto nossas línguas se enlaçavam lentamente, toquei em sua boceta... senti de imediato que não existia mais absorvente. Pude sentir também que minha mãe não usava calcinha por baixo do pijama.

Massageei sua boceta por cima do pijama, e então coloquei um dedo dentro pela lateral do shortinho. De imediato, pude sentir sua boceta lisinha, sem qualquer resquício de pelos... passei meu dedo entre os lábios e posteriormente introduzi em sua xoxota.

Minha mãe já estava bem molhadinha e quando sentiu meu dedo invadindo, deu um suspiro. Enquanto ainda nos beijávamos, introduzi outro dedo e fiquei masturbando ela com dois dedos. Ela soltava pequenos gemidinhos “hum”. Passei um tempinho masturbando-a daquela maneira.

Introduzi o terceiro dedo e então minha mãe me parou de beijar e mordeu forte meus lábios. E quanto enfiei o quarto, ela jogou o corpo um pouco pra frente e agarrou forte em meus braços.

Acho que ela sentiu um misto de prazer com dor. Fiquei mexendo minha mão e meus dedos dentro da boceta dela. “Aí caralho... que delícia” ela falou sussurrando em meu ouvido e passou a mexer o quadril, rebolando em minha mão.

“Vou gozar...” ela tornou a sussurrar em meu ouvido e a mexer o quadril freneticamente.

Meus quatro dedos ainda estavam atolados em sua boceta. Eu enfiei ao máximo, já quase entrando minha mão.

Então minha mãe começou a se contorcer e virar a cabeça de um lado para o outro: ela estava gozando. Senti seu corpo desfalecendo.

Ela já tinha gozado, mas ainda faltava eu... tentei enfiar meu pau em sua boca, mas ela me empurrou. “Tô acabada” ela falou baixinho.

Dei uma colher de chá, como se tivéssemos ficados quites... gozei no boquete e agora foi a vez dela.

Acordamos no dia seguinte praticamente no mesmo horário.

-E aí, mãe, dormiu bem? kkk

-Apaguei kkk... menino... o que foi aquilo??

-Imagina quando for esse aqui (mostrei meu pau duroela sorriu um pouco envergonhada)

-Vamos passar a manhã juntos, mãe... vou faltar a aula.

-Não, eu tenho que acompanhar teu pai na consulta.

Nesse hora meu pai sai do banho e entra no quarto. Tomamos café todos juntos e então minha mãe falo para meu pai que havia acordado indisposta, não estava se sentindo bem e que não poderia acompanhá-lo.

Ver minha mãe mentindo para o meu pai na minha frente, me deu um puta tesão. Eu sabia que não tinha nada de indisposição... ela queria era levar vara.

Assim que meu pai saiu, eu a agarrei, nos beijamos e fomos agarrados daquela maneira para o quarto. As preliminares já vinham acontecendo desde a noite passada...

Fomos tirando nossa roupa e já estávamos completamente pelados. O corpo da minha mãe era espetacular... sua boceta era bem discreta e realmente estava lisinha.

Ela foi tomando o centro da cama e abrindo as pernas para me receber... nem parecia a primeira a nossa primeira vez. Aos poucos meu pau foi invadindo a boceta da minha mãe, que estava pra lá de molhada e quente. A cada centímetro minha mãe abria a boca e revirava os olhos... quando finalmente enfiei meu pau todo, ela me abraçou forte e disse que me amava.

A partir daí começamos a foder de verdade. Como o meu tesão estava muito acumulado devido a noite passada, comecei a meter muito forte. Minha mãe gemia sem parar com cada estocada que eu dava. Sem aguentar muito tempo, gozei demais dentro dela.

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Comentários

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O conto parece real, sinto que vocês ficaram muitos anos nesse relacionamento...

Pode nos contar o que houve com detalhes até a último vez?

Não ligo que a leitura seja extensa, importante os detalhes...

Gostei muito do conto, parabéns me envolveu na história!

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