CADELINHA QUE CHORA NO PAU

Um conto erótico de GELZINHA
Categoria: Heterossexual
Contém 362 palavras
Data: 10/04/2026 15:33:48

Meu nome é Dirce.

Sou professora. Nasci e cresci no interior de Minas. Fui criada com Tutu e Leite quente. Tenho corpão, sempre fui forte e isso foi meu diferencial na adolescência. Os meninos não chegavam perto. Eu era admirada pelos homens, alguns abutres, outros só predadores.

A educação que recebi, pautada na rigidez e respeito, me salvou de alguns malandros, mas eu sarrei muito nos muros da escola.

Sou negra, 1,60, seios fartos, bunda avantajada e buceta grande. E tenho uma coisa que assusta alguns homens e deixa outros loucos: Sou grelhuda.

É algo assustador. Quando estou excitada, ele se transforma em um pequeno pau e manda sucessivas vibrações para o meu corpo.

Meu grelho é minha vida.

No entanto, depois de aprender a arte do amor, eu comecei a desenvolver algo melhor. A arte de dar o cu.

Acreditem, é minha especialidade. E eu gosto quando aperta, o cu arde, a rola entra abrindo espaços e dando cabeçadas precisas.

Os paus grandes me arrepiam, mas os grossos, esses me enlouquecem.

Eu tenho o dedo podre para machos. Poucos me satisfizeram na plenitude. Alguns, eu ensinei e doutrinei. Outros, tentaram me dominar. Sem sucesso.

Nessa minha saga, vou tentar ser a mais fiel possível dos meus relatos.

Vou fazer você sentir o que eu sinto e até gozar comigo.

Eu amo ficar excitada, desmaiar na pica, sentir o bravo batendo fundo e depois uivar nos meus ouvidos, enquanto descarrega um rio de porra no meu cu.

Eu sei o que eles gostam, mas alguns não aguentam o reggae, pedem água e somem.

A maioria dos homens tem medo de mulheres poderosas. Se sentem pressionados, e se tornam crianças.

A batalha do gozo começa quando os olhares se cruzam e termina quando os corpos se tocam profundamente.

Esse é o meu estilo.

Estou solteira, mas não estou sozinha.

Durante toda minha vida, fui levada pela situação.

Acabei me adaptando à alguns homens ou simplesmente me tornando cúmplices de outros.

Na minha saga, têm amor, paixão, tesão, orgasmos e mentiras.

Quero transmitir o máximo do que vivi e me libertar do que me fez mal.

Espero que curtam o momento. Boa leitura!

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Comentários

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Tenho 67 anos, e minha primeira ejaculação aconteceu aos 14, atrás de uma negra bunduda vestida numa calça branca bem justa de brim, num trem super lotado em São Paulo, voltando do trabalho pra casa. Esse fato inesquecível além de marcar a minha vida, criou uma atração muito forte pela bunda de mulheres negras, quase sempre bem arrebitadas, e destacadas pelo tamanho dela em seu corpo. Qdo fiquei mais adulto, passei a preferir tb o cu das negras, q sempre me pareceu mais quente, apertado, e mais gostoso. O cu de vcs mulheres negras, parece não lacear a musculatura das pregas, como acontece com as loiras. Assim, comer o cu de vcs é muito mais gostoso, pq o pau fica pressionado o tempo todo do começo ao fim da enrabada, oferecendo mais prazer. Isso sem contar tb q as chupadas de vcs negras são muito mais gostosas tb, pq os vossos lábios são mais carrudos, abraçando mais o pau, e dando mais semelhança com a pepeka.

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Gelzinha...

Não arrego, gostei do conto/relato/desabafo...

⭐⭐⭐

Quero conversar com você domharper077@gmail.com

Beijo nesse grelo imenso😈😎

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É um desafio!

Quer conversar/algo mais com um pauzudo que não vai arregaçar?

Me manda um email.

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Dirce é uma amiga do norte de Minas. Depois de ler meus contos, pediu para publicar os delas. Vou ser extremamente fiel aos relatos dela. Espero que gostem. Se ela permitir, posto o email dela, mas acho dificil. Curtam a história, vale a pena.

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