A CASADA E O POLICIAL PT 02 - Porto Alegre

Um conto erótico de Paulo
Categoria: Heterossexual
Contém 943 palavras
Data: 10/04/2026 16:43:20

A CASADA E O POLICIAL PT 2

Passou cerca de um mês até eu e a Angélica nos encontrarmos novamente. Ela tinha muito receio do marido descobrir e, como ele era muito ciumento, ficava no pé dela o tempo todo. Mas, com as próprias palavras dela, a bucetinha clamava por uma pica mais viril.

Certa tarde, eu em casa, de folga, recebo uma mensagem dela:

— Oi, meu policial. Tá trabalhando hoje?

— Oi, danadinha. Hoje não, estou de folga em casa.

— Que bom! Tava pensando em darmos uma fugidinha hoje. O que acha?

— É só você falar a hora.

— Vamos à noite na sua casa? O corno viajou pra casa da mãe, no interior. Só volta amanhã à tarde.

— Claro. Dorme comigo hoje. Quero dizer, deitar, né? Porque dormir você não vai.

— Gostei. Vou te sugar todinho hoje 🤤

Quando deu 23h, mandei a localização da minha casa e ela veio. Deixou o filho com a mãe e partiu pra casa do policial pra ser devorada.

Preparei o quarto, liguei o ar-condicionado, deixei água do lado da cama, só esperando a chegada dela. Quando chegou, ofereci uma bebida e tudo, porém a sede dela era outra. Me puxou e tascou um beijo gostoso de língua, nossas línguas se enroscando. Eu apertava a bunda dela com força. Aquele silêncio na casa, um ar proibido, só aumentava o tesão da gente.

— Aiin, que pegada forte a sua... aaiiin...

— Hoje você vai ser minha putinha.

Fomos nos beijando até a entrada do quarto. Tirei a camisa, e ela me olhava com desejo.

— Que corpo gostoso.

Ela começou a me beijar e foi descendo pelo peitoral, lambendo e beijando até chegar no abdômen, e ajoelhou. Em seguida, mordeu meu pau por cima do short. Ela era uma puta experiente, sabia seduzir como ninguém. Abaixou, com as duas mãos, meu short junto com a cueca, e meu pau pulou pra fora. Ela olhou pra cima, deu um sorriso safado, pegou com uma mão e deu um leve beijo na cabeça. Nesse momento eu já estava louco e falei:

— Bota ele na boca, vai.

Primeiro, ela passou a língua do início do saco até a cabeça do pau e, em seguida, engoliu ele.

— Que boca quente... isso! Haaaaa...

— Pau grosso, gostosooo!

Ela ia e vinha, sugava com força. Depois parou, passou os dentes na cabeça e deu leves mordidinhas no tronco. Nesse momento fui ao céu.

Ela levantou com a boca babada. Já dei outro beijão, nossas salivas se misturando. Puxei o vestido dela, admirando aquele corpo branquinho com marcas de bronzeado, algumas tatuagens e uma calcinha bem fininha. Tirei o sutiã e comecei a chupar aqueles dois peitos médios, apertando e sugando forte. Tirei sua calcinha e mandei ela deitar na cama.

— Vou chupar sua buceta gostoso agora.

— Vem. Devora ela!!

Comecei beijando suas coxas, aproximando lentamente do alvo principal. Beijei sua virilha de um lado, depois do outro. Ela se contorcia na cama. Dei uma respirada bem em cima da buceta dela e um beijinho. Nesse momento, ela já suplicava:

— Chupa, vai. Lambe ela toda, por favor!

Comecei passando a língua nela toda. Abri seus lábios e passei várias vezes a língua. Achei o clitóris e comecei a sugar com força. Na hora, ela colocou a mão na minha cabeça, fazendo pressão, como se quisesse enterrar minha cara nela. Passei a alternar entre sugar e lamber.

— Que chupada gostosa... aaiai... isso, vai, não para... aaaaaah!

Quando ela estava perto de gozar, parei e subi em cima dela.

— Quero que você goze no meu pau, cachorra.

— Então mete em mim, vai.

Coloquei a camisinha e pincelei o pau na bucetinha dela, que já estava toda molhada. Na posição papai e mamãe, enterrei meu pau. Sentia a temperatura dela, meu pau deslizando num vai e vem gostoso. Ela entrelaçou as pernas em mim. Aumentei a força das estocadas, beijando e metendo ao mesmo tempo. Quase gozei.

— Que bucetinha gostosa... aaaah, safada!

— Pau grosso, gostosooo. Mete, meu policial!

Trocamos de posição. Sentei encostado na cabeceira e ela sentou em cima de mim.

— Vou rebolar gostoso no seu pau agora.

E começou a rebolar e gemer gostoso. Quicava no meu pau, se esfregava pra trás e pra frente. Dava pra ver que ela estava bem à vontade. Segurei sua cintura com força, comecei a morder seus peitos e ajudar no movimento, até que ela disse que ia gozar.

— Aiiiin, vou gozaaaaar... não paraaaa... isso, isso... aaaaaah!

— Isso, vadia. Goza, gostosa.

Dava pra sentir a buceta dela pulsando. Depois, coloquei ela de quatro. Vi toda a suculência, lambi da buceta até o cuzinho, e ela se arrepiou toda. Com a bunda virada pra mim, encaixei e enfiei o mais fundo que consegui. Acelerei as metidas, puxei seu cabelo e dei vários tapas na bunda, que ficou vermelha.

— Era isso que você queria, né, vagabunda? Gostosa do caralho.

— Isso... hoje sou sua putinha!

Sentei na cama novamente e mandei ela me chupar. Queria gozar na boca dela.

— Me chupa, sua cachorra.

— Vai me dar leitinho, policial?

— Vou, e você tem que beber tudo.

— Não vou desperdiçar nada.

Ela começou a chupar com vontade, ao mesmo tempo se masturbando com a mão firme. Passava a língua na cabeça e engolia até a base.

— Vai me dar leitinho, vai...

— UUUH, vou sim... pede leite!

— Quero na boquinha... goza na minha boca!

— VOU GOZAR... CHUPA ASSIM... ISSO... AAAAAH!

Soltei jatos fortes na boca dela. Ela continuou sugando até sair a última gota. Depois de engolir, ainda me mostrou a língua:

— Falei que ia te sugar todo, rsrs.

No próximo conto, vou relatar quando transamos no horário de almoço dela.

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