UMA NOVA FAMÍLIA – VII – TUDO ACABA EM PIZZA (BÔNUS)

Um conto erótico de Claudio_New
Categoria: Grupal
Contém 1035 palavras
Data: 10/04/2026 17:12:43
Última revisão: 10/04/2026 17:20:30
Assuntos: Grupal

Não posso deixar de contar um lance hilário e erótico que rolou ontem à noite. Cheguei em casa por volta das nove da noite. Chovia em cântaros. E vocês sabem que chuva tem o estranho poder de me acender os instintos mais escrotos. Eu estava super a fim de dar o cu – o boga chegava a piscar, endurecendo a rola e me arrepiando de frio, de chuva e de tesão.

O pior é que minhas duas picas familiares, Fê e Cris, estavam viajando... Então, não havia chance de ser fodido hoje, a não ser por algum brinquedinho. Ao sair do elevador, antes de entrar no meu apartamento, resolvi dar uma entradinha no de Manu, comer seus lábios num beijo e fazê-la gozar chupando sua xoxota. Na verdade, eu nem sabia se ela estava em casa – aquele fora um dia cheio demais, a gente sequer se falou.

Mas... vou tentar. Quando abri a porta, um delicioso cheiro de pizza enchia o ar, as luzes apagadas e somente um brilho embaçado escapava pela fresta da porta do seu quarto. Decerto ela fizera uma pizza e tomava banho, enquanto esta esfriava. Sorri e me encaminhei para lá; antes mesmo de chegar junto, pude ouvir nítidos gemidos em coro. Minha deusa trouxera um lanchinho para comer em casa – a pizza seria sobremesa. Fazia tempo que eu vira Celso, o colega de trabalho dela, que já participara de algumas surubas familiares nossas. Enrijeceu-se meu pau e o coração batucou. Bati a mão no trinco e escancarei a porta.

A cena que eu vi era digna de um quadro do mais requintado e talentoso pintor. Minha deusa Manu, deitada de costas, pernas abertas e o cara enfiando a rola em sua buceta, com uma técnica que eu nunca tinha visto. O barulhinho alagado de pica preenchia o quarto. O susto dele foi tremendo, ao ouvir o barulho da minha chegada... Ele pulou de cima de Manu, a rola duríssima, voltada para o alto, já babada de xoxota; o rapaz quase se desequilibrou, ao cair sentado sobre a cama, ao lado de Manu.

Novinho o rapaz, da idade de Fê, mais ou menos. Manu gosta de variar. Come de galo velho a franguinho. Lindo, lindo... Todo peladinho, barriga tanquinho, sem barba ou bigode, sem pentelho também. E um rosto transtornado, o terror explícito nos olhos.

– Opa! Que é isso? Eu... eu... – E tentava conter a ereção ou escondê-la com a mão, enquanto olhava incrédulo para Manu e assustado para mim, sem saber o que dizer.

Eu quis rir, gargalhar. Mas a sensatez me dizia que este não seria um bom caminho. Afinal, eu tinha um boga suspirando por uma rola, e uma rola meladinha na minha frente. Então sorri, simpático:

– Opa, meu querido! Boa noite!

– Quem... quem é o senhor? – E, em seguida, sem me dar chance de dizer qualquer coisa, indagou Manu (ela com a cara mais sonsa do mundo, as pernas abertas, a buceta vazando): Quem é ele?

– Meu marido... – Manu foi cruel, no tom de voz calmo com que respondeu...

Ele se desesperou mais ainda:

– Desculpe... Perdão, senhor... Eu não sabia... Ela não me falou... Desculpe... Por favor...

Eu fui me aproximando da cama, tentando acalmá-lo:

– Calma, querido! Calma... Fique tranquilo... Está tudo bem... Não se preocupe...

Seus olhos esbugalhados, sobre mim, não conseguia esboçar reação alguma. Aproveitei o momentâneo estado de torpor, de imobilização em que se encontrava, a rola já ameaçando amolecer, mas ainda a meio mastro... Fui me aproximando, devagar. Alcancei sua rola com a mão, passei a massagear, sem tirar o olhar dos seus olhos assustados. Com a minha massagem, a rola foi retornando à vida e se empinando novamente. Abaixei-me e a catei com a boca; o gosto de buceta e sêmen me informava que ele já gozara em Manu – isso me eletrizou e apliquei-lhe um boquete como poucos profissas.

Quando ele viu Manu saindo da cama e retirando minha roupa, e principalmente quando viu minha mini tanga vermelha, com o fio atolado no meu rabo, é que ele foi se acalmando. Meu boquete em pouco o estava colocando novamente no estágio de garanhão. Ele agora requebrava quase imperceptivelmente os quadris e socava devagar a rola na minha boca.

Enquanto isso, Manu tirava a minha última peça. Subi na cama, me esfregando em suas coxas e me abaixei catando sua boca (tinha gosto de xoxota também). A princípio ele quis refutar o beijo, mas nesse momento eu descia meu cu sobre seu pau, e Manu o direcionava para minha caverna de carne. À medida que fui sentando na sua rola, ele foi gemendo dentro da minha boca e correspondeu com avidez ao beijo.

Manu, igual serpente, com a cara mais cínica do mundo, mexia-se sobre a cama, colocou a cabeça entre nossas barrigas, capturou minha rola, passando a me chupar, bem devagar. Eu cavalgava naquela pica com o mesmo furor do temporal lá fora. O carinha, já novamente dono de si mesmo, gania alto, precisando Manu subir a boca até sua boca e lhe calar com seus lábios poderosos de fêmea que sabe como beijar. Ela esfregava os lábios e a língua na boca do rapazinho, enquanto me punhetava delicadamente, gradativamente aumentando.

A rola dele entrando e saindo do meu cu com cada vez mais intensidade, mais a forma como Manu me punhetava, e senti o esguicho daquela rola em mim, ao mesmo tempo que meu vulcão explodia sobre a barriga sarada do que me comia. Gozados os dois, caímos deitados sobre a cama e Manu nos cobriu com suas coxas de veludo, mordiscando ora um ora outro.

Sua voz rouca de quem gozara há pouco anunciou-me:

– Cláudio, este é Júlio... Ele é motoboy, e trouxe uma pizza deliciosa. Vamos comer, que eu tô varada de fome e já fui comida na vara mágica dele...

Júlio estava aliviado pelo pós-orgasmo, mas principalmente pela culminância da cena: chegara para entregar uma pizza, fora seduzido pela dona da casa, comera ela e quase infartara com a chegada do marido, a quem terminou fodendo, depois de este lhe mandar um boquete de responsa. Não podia estar mais feliz. Tacou-me um forte beijo na boca, que correspondi feliz.

Comemos a pizza, os três, entre risos, risadas e gargalhadas.

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