Boa Noite Pessoal, segue a parte 2. Posto a parte 3 amanhã por volta das 19:00h. Deixe a opinião de vocês (boas ou ruins), avaliem. É importante saber se tem mais pessoas acompanhando.
Chegamos na casa do Renan e eles foram direto para o quarto. Fui rápido ao banheiro e coloquei o celular para carregar. Ouvi Renan me chamando alto e fui para o quarto. Nesse pouco tempo Cláudio estava de pé sem camisa, pelado e com um cinto de castidade rosa entre as pernas. Isso mesmo, um cinto de castidade rosa claro, provavelmente de acrílico, trancado com cadeado bem pequeno. O cinto dele, diferente do meu, era bem grande, o que indicava que o pau dele mole ocupava bem mais espaço que o meu.
Cládio não era a pessoa mais forte do mundo. O corpo era liso, peito musculoso, natural, com mamilos grandes. Barriga lisa, sem músculos abdominais a mostra, coxas grossas e panturrilhas em tamanho normal. Os pés grande e muito brancos. Ele era parrudo natural, com ombros largos. Ele era muito gostoso.
Inicialmente olhei o corpo dele.
- Tira a roupa, agora, e ajoelha ali – disse Renan me indicando o lado da cama.
Renan estava pelado também, o pau estava duro, era nítido que Cláudio deixava-o com tesão.
Ajoelhei pelado onde Renan mandou, ao lado da cama. Do outro lado da cama Cláudio estava de pé, agora de costas para mim, de frente para a parede. As costas eram largas e fortes, mas não eram musculosas como as do Renan.
Renan pegou o cinto de couro que estava usando, dobrou no meio e puxou as pontas. O audível plaft encheu o ar. Renan avaliou as costas dele tocando uma de leve.
- Me mama aqui – ordenou Renan com o cinto dobrado na mão. Cláudio ajoelhou e foi até ele. O pau de Renan estava duro e todo babado. Quando ele puxou a pele o cheirão de rola subiu no quarto. Cláudio colocou a boca e começou a mamar, ajoelhado. Enquanto mamava Renan deu um cintada forte nas costas dele.
Que tesão… a vontade de dar veio na hora. Queria o pau do Renan dentro de mim. Renan estava de pé encostado na parede enquanto Cláudio mamava ele. Eu o via de frente, o peito definido, os músculos do abdômen não tão aparentes quanto antes, o braços musculoso a mostra. Um mão segurava a cabeça de Cláudio, a outra o cinto, que novamente estalou nas costas brancas de Cláudio.
Vi o vergão subir na hora. Cláudio não parou de mamar enquanto levava as cintadas nas costas. Os calombos subiam a cada cintada.
- Mama com vontade, limpa a cabeça do meu pau – disse Renan dando outra cintada. Cláudio parecia não sentir dor, ou aguentava firme porque as marcas apareciam nas costas dele e ele continuava mamando.
Renan puxou as pontas do cinto estalando ele. Cláudio olhou para cima e Renan cuspiu na cara dele.
- Essa cara de corno manso que você faz quando mama – disse Renan, dando um tapa na cara dele. - De pé, olhando a parede.
Cláudio levantou, Renan passou a mão na bunda dele, dando uma pegada forte. A bunda dele não era grande como a minha, era bem menor e menos gostosa. Mas o jeito que Renan pegou, apertando ela deu um tesão da porra. Ele cuspiu no dedo e enfiou o dedo no cu dele, que contraiu a bunda e ficou na ponta dos pés.
- Levanta essa bunda, empina ela – mandou Renan. Cláudio se endireitou, Renan cuspiu no dedo novamente e voltou a enfiar no rabo dele. - Está apertado hein, não da tem quanto tempo?
- Muito tempo, senhor – disse ele.
- E essa rola babando hein – disse Renan pegando no cinto. - Olha isso aqui – disse Renan me mostrando a mão toda babada.
Renan se afastou dele, dobrou o cinto e bateu forte nas costas dele. Nessa ele sentiu, pois se contraiu todo. Depois deu outra cintada nas costas, depois uma na bunda, deixando um vergão na diagonal. Depois uma nas pernas.
Os vergões nas costas dele eram bem visíveis, será que era assim que ficavam em mim. Renan passou a mão neles, depois lambeu as costas dele, subindo com a língua e deixando um chupão roxo bem no meio das costas dele, entre as escápulas. Depois lambeu o pescoço dele e foi possível ver Cláudio arrepiar todo. Renan foi até o pescoço dele, chupou a orelha dele enquanto a mão apertava a bunda dele.
Renan segurou ele pelo braço e o virou de forma brusca, batendo as costas dele na parede, depois foi até os peitos dele e começou a chupar, mamando forte nos mamilos grandes dele. Cláudio olhava para cima com os olhos entreabertos louco de tesão. Renan deixou um chupão forte no meio do peito direito dele, depois caiu mamando no outro. Até eu fiquei com vontade chupar um pouco aqueles peitos.
O pau preso dele dentro do cinto parecia querer estourá-lo de tanto tesão. A medida que Renan beijava o pescoço dele o cinto ficava balançando como se o pau quisesse ficar duro mesmo sendo impedido.
Depois de chupar e lamber o pescoço dele deu uma lambida bem no meio do rosto dele, depois se afastou, dobrou o cinto e bateu bem no meio do peito. O vergão subiu na horizontal marcando os dois peitos mesma hora, deixando um contraste com o chupão roxo. Mais uma cintada meio do peito e depois um que pegou bem na barriga.
Renan voltou até ele e beliscou os dois mamilos, o pau dele trincando de tão duro. Ele mordeu o queixo de Cláudio apertando o peito dele. Ele estava louco para meter, mas por algum motivo estava se segurando.
Logo ele pegou o Cláudio e o levou até a cama, deitando-o de bruços. Cláudio ficou um pouco relutante, vi que ele travou um pouco a perna, mas Renan o puxou mesmo assim. Com a barriga encostada na cama, bunda para cima Renan deitou sobre ele, colocou a camisinha, cuspiu e enfiou o pau.
Cláudio de um pulo para frente na medida que Renan enfiava a rola. Ele tentou sair mas Renan o segurou, forçando o pau para dentro do cu dele.
- Ta doendo Renan – disse ele tentando sair.
- Fica quieto – ordenou ele forçando o pau.
Cláudio novamente tentou sair. Como era forte tentou se levantar tirando Renan de cima dele. Renan então deu um soco nas costas dele. O soco foi forte e o fez para na mesma hora. Com uma mão ele segurou a cabeça dele pressionando contra o travesseiro e então meteu de uma vez. O pau entrou todo e Cláudio abafou o som que soltaria com o travesseiro.
- Me procurou esse tempo todo querendo rola e agora fica de drama – disse Renan com a rola dentro dele. - Agora aguenta – disse Renan tirando a rola e enfiando novamente.
Cláudio novamente tentou sair com o rosto vermelho e levou outro soco nas costas. Ele ficou quieto e então Renan começou a meter. As metidas foram forte, sem carinho nenhum, alargando o cu apertado sem dó.
- Se tivesse feito isso da primeira hoje estava mais disciplinado – disse Renan socando a rola nele, sem do. Ele tirava a rola e socava de uma vez. Cláudio olha na direção que eu estava, o rosto contorcido em uma especie de dor, mas também de tesão. Não soube descrever. Renan não parecia ter qualquer cuidado, apenas socava a rola com força em cima dele, que agora quieto, aceitava calado sem se mexer. Depois de dois socos fortes daquele ele viu que não tinha o que fazer a não ser deixar seu satisfazer sua vontade até gozar.
Renan ficou metendo assim um tempo. Tirava o pau enfiava de uma vez. Fez isso varias vezes, Cláudio não reagia mais. Apenas aguentava calado, sem gemer, as estocadas fortes de Renan. Depois de meter assim algumas vezes Renan começou a meter rápido e com força, indo com tudo. As metidas rápidas e brutas duraram uns quinze minutos. Renan soltava gemidos másculo, Cláudio ficou deitado sem fazer nada enquanto seu cu saciava um macho bruto cujo o tesão não parecia acabar. O gozo de Rena veio, com gemidos másculos, que foram as únicas coisas ouvidas no quarto.
Depois de gozar ele ainda ficou um tempo encima de Cláudio um tempo. Sem tirar a rola olhou para mim e não disse nada. Mas sabia o que ele queria dizer. Seria assim comigo se eu não quisesse dar para ele. De todas as vezes que transamos nesse mês eu sempre quis dar para ele. Mas nós nos víamos pouco. Praticamente finais de semana. Pude ver exatamente como seria quando ele me pegasse a força. Ele não teria dó de mim.
Ele se levantou, o pau estava sujo de sangue. Cláudio ainda estava de bruços, o rosto voltado na minha direção. Haviam lágrimas nos olhos dele.
- Agora minha rola cabe no seu cú – disse Renan olhando camisinha suja de sangue. Logo ele a tirou e a jogou no chão.
Ambos estava muito suados. O cheiro de suor forte tomou conta do quarto. Dois machos com cheiro forte. Renan pegou a camisa que estava usando e secou o suor.
- Vamos deitar Estressadinho. Cláudio, de joelhos, olhando a para a parede – disse Renan antes de se deitar. - Vai fica ai até eu mandar. RÁPIDO!
Cláudio demorou um pouco mas se levantou e ajoelhou. Apaguei a luz do quarto, mas deixei a cortina e a janela aberta, estava calor. A luz noturna cai sobre Cláudio, que calado ficou de joelhos olhando a parede.
Deitei na cama, Renan virou para o lado oposto ao de Cláudio, me deixando sem sua conchinha. De um lado via as costas de Renan, do outro via Cláudio ajoelhado olhando para a parede. Respirei fundo, tava doido para bater uma.
Passou um tempo, não sei quanto tempo, mas foi o suficiente para ouvir o ronco baixo do Renan, o que indicava que tinha dormido. Será que ele esqueceu do Cláudio. Cutuquei ele de leve para ele acordar e talvez se lembrar.
- Se me chamar de novo vai ficar ajoelhado com ele – disse Renan acordando brevemente. - Deixa ele lá pensando. Próxima vez que resolver sumir e me bloquear vai pensar várias vezes. E você, vai dormir!
Virei na cama e fiquei olhando Cládio, que estava ajoelhado, pude perceber que ele chorava bem baixo. Por algum motivo quis ir la consolar ele, mas do jeito que Renan estava se fosse era perigoso eu ficar lá com ele. Renan voltou a roncar novamente e Cláudio ficou ajoelhado.
Não consegui pegar no sono, rolei de um lado para o outro na cama. Acho que passou talvez mais de uma hora.
- Vem dormir – disse Renan despertando repentinamente.
Cláudio se levantou com dificuldade e sentou na beirada da cama. Ele fez alguns movimentos circulares nos joelhos, que pareciam doer. Logo ele deitou de costas viradas para mim.
- Boa noite, senhor – disse ele. A voz estava baixa e ressentida.
Fiquei entre duas costas. De um lado as costas musculosas do Renan, lindas e com aquele cheiro gostoso dele. Do outro as costas do Cláudio, largas e fortes, com marcas de cinto e um chupão roxo entre as escápulas. Ambos cheiravam suor, com Renan com um cheiro mais forte.
Fiquei um tempo calado. Não sei porque mais passei a mão nos calombos deixados pela cintada nas costas de Cláudio. Estavam quentes e provavelmente ficariam com hematomas. Ele se contraiu levemente quando passei o dedo sobre ela, mas não disse nada. Vi que ele chorava baixo. Fiz um cafuné nele. Não era algo que representava muito mas aliviava um pouco. Vai por mim, não é a primeira vez que faço sessão com outros subs.
- Não adianta consolar ele – disse Renan como se tivesse um olho na nuca. - Primeiro ele mereceu o que recebeu, segundo isso não é diferente do que ele já faz com os subs que ele arruma por ai. Quando o Arthur levou o primeiro trato do Cláudio ele era virgem. O Cláudio enfiou a rola dele de uma vez no pobre coitado, que desmaiou na hora. Hoje ele pode em primeira mão saber como o ex sub dele se sentiu. As vezes é bom levar uma lição, como dominador ele é arrogante de mais, se acha de mais. Agora vai dormir, não vou mandar de novo. Amanhã a noite tenho que conhecer seus amigos e vou trabalhar o dia todo.
- Sim senhor, boa noite! – disse fechando os olhos. Lembra dos dominadores que citei em alguns capítulos anteriores? Cláudio era um deles, zero responsabilidade com quem dominava.