Jornada de um Casal ao Liberal - Especial - Hot antes de ser Wife - Parte 3/3

Um conto erótico de Nanda do Mark
Categoria: Heterossexual
Contém 4464 palavras
Data: 11/04/2026 07:00:44
Última revisão: 11/04/2026 10:48:58

Aliás, aproximadamente um mês depois da festa de peão, tivemos a nossa primeira vez. Não vou dizer que foi mágica, porque não foi, mas foi muito boa, com muito carinho e cuidado da parte dele comigo. Prefiro não descrevê-la aqui, porque essa lembrança eu guardo num cantinho muito especial do meu coração e faço questão que essa lembrança seja somente minha e dele.

[CONTINUANDO]

Acredito que um ou dois meses depois da nossa primeira vez, numa noite em que ele fora me buscar na faculdade, dentro de seu carro, eu tive a primeira conversa mais difícil da minha vida:

- Ué! Fala então. Aconteceu alguma coisa? Eu fiz alguma coisa que você não gostou?

- Não, mor, não fez. É que... - Engoli a seco, temendo acabar com o meu namoro e suspirei: - Ai, meu Deus!

- Você já está me assustando, Nanda. Fala, caramba!

Eu já tinha começado e desistir agora não era mais uma opção. Se tinha uma coisa que eu já havia compreendido sobre o Mark, é que ele não era o tipo de homem que deixava ponta solta. Se havia algum problema, ele resolvia; alguma dúvida, ele esclarecia. Respirei fundo e, mesmo tremendo, comecei a falar:

- Sabe a festa de peão...

- A que aconteceu aqui agora pouco?

- É.

- O que tem?

- Aconteceu uma coisa e... eu não sei como te contar.

- Aconteceu o quê que eu não vi? A gente sempre esteve junto, a não ser quando você ia no banheiro... Alguém fez alguma coisa com você no banheiro, Nanda? Por que você não me falou lá? A gente teria procurado a segurança ou a polícia...

- Não, não! Não foi isso. - Pigarreei: - Lembra que você não pode ir na festa na quinta porque tinha um encontro do seu partido político?

- Lembro. O que tem isso a ver?

- Eu... pensei que você estivesse inventando uma desculpa... e fui na festa.

- Tá. - Ele afastou-se um pouco de mim, encarando-me agora em silêncio, com uma seriedade de dar medo: - E o que mais?

- Eu... fui com umas amigas. Só para beber, me divertir, nada demais.

- Tá. Isso eu posso aceitar.

Quando ele disse isso, interpretei que nada mais seria aceitável e fraquejei. Comecei a tremer, a suar frio e desviei o olhar dele. Foi pior:

- É melhor você me contar o que aconteceu, do que me deixar imaginando coisas, Nanda.

Respirei fundo, olhei para ele e baixei os meus olhos:

- Fica calmo, por favor. Eu... Eu vou explicar.

- Acho bom. - Disse ele, o olhar mais frio que um iceberg.

- Eu... Eu... - Respirei fundo e desatei a falar: - Então... Eu fui com umas amigas minhas, acho que você até as conhece, a Marisa e a Luciana, e... bem... Chegamos lá, pegamos uns drinks cada uma e ficamos andando de um lado para o outro, esperando o show começar...

- Paquerando... Entendi. - Ele me interrompeu, o olhar cada vez mais assustador.

- Não. Só passeando mesmo. Sem qualquer outra intenção. - Ele acenou positivamente com a cabeça e eu continuei: - Só que lá... acho que era na praça de alimentação... o Edson me viu e veio me atazanar.

- Edson é aquele cara que você namorou antes de mim?

- Nem sei se posso chamar aquilo de namoro, porque ele, diferente de você, nunca me pediu em namoro. Mas então... ele começou a me atazanar, querendo que eu ficasse com ele, me enchendo o saco e... e... ficou assim um tempão. Já tava chato pra caramba. Então a Luciana viu um amigo dela, o Artur, filho do Pedrão da agropecuária, acho que você conhece ele, não conhece?

- Nanda, para de dar volta. Vai direto ao ponto.

- Bem... O Artur e uns amigos dele espatifaram com o Edson. Colocaram ele para correr.

- Bateram nele?

- Não. Só espatifaram mesmo.

- Ok. E daí?

- Daí nós ficamos conversando, eu, ele, as minhas amigas e os amigos dele. Coisas bobas do dia a dia, da festa, sabe como é, né?

- Sei. Sei bem o papo furado que rola entre solteiros nessas festas. Eu era um até pouco tempo. Fazia muito disso.

- Credo, mor!

- Essa história está ficando bem estranha. Continua.

Fechei meus olhos e respirei fundo novamente, tentando encontrar as palavras certas para explicar algo que agora eu via como muito errado. Quando ia abrir a boca, ele se adiantou:

- Você ficou com esse Artur, é isso?

Surpresa, olhei para ele, e não respondi, apenas desviei o olhar e confirmei com um tímido movimento de cabeça. Ele, que até então estava sentado de lado no banco do carro do motorista, se ajeitou, encarando o volante à sua frente. Ficou em silêncio por algum tempo, demais para quem está ansiosa por perdão, talvez pouco para alguém que já tomou uma decisão. Então, ele deu partida no carro. Só então eu o encarei:

- O que você está fazendo?

- Te levando para casa.

- Mark, fica calmo. Por favor, deixa eu explicar.

- Estou calmo. Calmíssimo! E vou te levar para casa para não perder a minha calma. Depois voltamos a conversar.

- Me desculpa. Não foi planejado. Só aconteceu.

Ele me olhou rapidamente e colocou o carro em movimento. Eu conhecia o trajeto de cor. Seriam minutos até a minha casa. Eu precisava fazer algo, falar algo, ou talvez o meu namoro recém iniciado estaria acabado. Mas não encontrei as palavras. Não encontrei nenhuma que fizesse sentido.

Ele estacionou em frente à minha casa. Eu já estava chorando quando ele falou:

- Desce, Nanda. A gente conversa depois que eu assimilar a pancada.

- Pelo amor de Deus! Eu juro que estou arrependida. Eu... Eu pensei que você estivesse mentindo, arrumando uma desculpa, me dado um bolo, sei lá... Cheguei até mesmo a pensar que você pudesse ter falado isso para ir sozinho.

- Nossa! Que legal, hein? Traduzindo em miúdos... Você desconfiou de mim e foi lá para arrumar um carinha, e conseguiu. - Vi ele morder franzir a testa e morder os lábios com força: - Que bom saber o que você pensa de mim.

- Mark, pelo amor de Deus! - Falei, segurando em seu braço: - Juro. Não pensei em ficar com ninguém. Até cheguei a imaginar que, se encontrasse você com outra, eu poderia te confrontar, mas... Eu fui uma idiota.

- Eu estava numa reunião partidária, Nanda. Eu te contei isso. Eu te expliquei que, sendo o presidente do partido, eu não poderia deixar de ir. Como eu poderia estar no recinto, se eu estava naquela merda de reunião? - Falou, erguendo o tom de voz.

- Eu fui uma burra. Eu sei. Desculpa.

Foi a primeira vez que vi o Mark bravo, os olhos vidrados, brilhando com lágrimas de ódio puro. Ele respirou profundamente, certamente para não me xingar e mandou eu descer novamente. Tentei resistir, abraçá-lo, mas ele me recusou, gentilmente, não me abraçando, nem me encarando. Foi então que eu tropecei na minha própria língua:

- Também a gente nem estava namorando ainda, Mark. Eu não te traí.

Ele me encarou surpreso e balançou negativamente a cabeça:

- Ahamm! Verdade. Só estávamos saindo há algum tempo, nada sério. Aliás, pelo visto, somente eu via isso com alguma seriedade. Desce, Nanda, ou a gente vai acabar discutindo de verdade, e eu não quero isso.

Desci e fui até o lado da porta dele, mas ele arrancou sem sequer olhar para o lado. Tentei ligar para ele nessa mesma noite, mas ele não me atendeu. Dormi chorando e assim acordei. Tentei ligar novamente, mas ele outra vez não me atendeu.

Passamos quase duas semanas sem nos encontrarmos. Tudo bem que dia os dois trabalhavam e à noite, eu estudava. Mas se ele quisesse ter me procurado na faculdade, ele teria conseguido, pois prestava assessoria para eles.

Minha mãe perguntava quase todo o dia o que havia acontecido entre a gente, mas eu não quis contar. Imagina! Se eu contasse para ela e ela para o meu pai, eles iria me crucificar com pregos em brasa. Ela era esperta. Certamente já intuía algo. Meu pai não falava nada, mas sempre me olhava de canto, julgando algo que ele não sabia o que era, mas, pela sua cara, eu já estava sumariamente condenada. Preferi sofrer sozinha, torcendo por um contato do Mark, nem que fosse para terminarmos de vez.

Lembro como se fosse hoje... Era um sábado à tarde quando ele me ligou, perguntando se poderíamos conversar. Concordei e combinamos de ele vir me buscar em casa.

Mark estacionou em frente de casa pouco antes das 20:00. Ele tocou a campainha e aguardou. Meus pais o convidaram para entrar, mas ele recusou, educadamente, mas com firmeza. Eu e ele nos cumprimentamos meio à distância, com um frio beijo na bochecha. Entramos no carro e ele arrancou.

Após alguns minutos, acariciei seu braço e falei, tentando quebrar aquela muralha de gelo que havia entre nós:

- Estava com saudade.

- Também.

- Onde você quer ir?

- Vamos comer algo. Estou com fome. A gente conversa depois.

Fomos até uma lanchonete e apesar de eu não estar exatamente com fome, comi um lanche bem pequenininho. O pior não era comer ou não comer, mas sim o silêncio que havia entre a gente. Eu não sabia o que dizer e ele não parecia disposto a conversar também. Assim que ele terminamos, ele pagou e saímos. Ele estacionou na praça da igreja matriz da nossa cidade e ficou em silêncio, olhando o volante por alguns segundos até que falou:

- Você me disse que ficou com o tal cara lá, o... o... Artur...

- Sim.

- Dançaram, beijaram, namoraram...

- É. Ficamos...

- Tá. Você está certa. A gente não estava namorando, não tínhamos nenhum compromisso ainda. Mas eu só...

- Para, Mark! Fui eu que errei. - Eu o interrompi: - Eu fui uma idiota. Nunca tive um namorado sério e não enxerguei que você queria criar algo de verdade comigo. Eu só quero o seu perdão. Uma chance! Vou fazer de tudo para merecer você. Eu prometo.

- Começa não me interrompendo, ok? - Ele falou seriamente e respirou, olhando para mim: - Estou disposto a esquecer isso e seguirmos em frente.

Abri um sorrisão que foi imediatamente coberto por lágrimas de alegria. Parece contraditório, mas foi assim. Então, segurei na mão dele e apertei, sendo correspondida:

- Só me responde mais uma coisa: aconteceu mais alguma coisa que você precise me contar? Porque eu quero nunca mais voltar nesse assunto ou descobrir por terceiros.

Chegamos a uma parte que eu realmente não esperava ter que enfrentar. Não, pelo menos, naquele momento. Como contar para ele que eu fui parar na casa do Artur, que a gente chegou a ficar praticamente pelados, que eu quase perdi minha virgindade lá? Eu até estava disposta a ser honesta, falar tudo, contar todos os detalhes, mas sabia que isso poderia ser demais para ele.

A providência divina resolveu me ajudar nesse momento e mandou uma repentina chuva que engrossou em pouco tempo. O som rítmico batendo no teto do carro do Marea acabou chamando a nossa atenção. Não que tenha demorado muito, mas foi o tempo suficiente para eu organizar a forma como contar a verdade para o Mark. Então, mesmo correndo todos os riscos, decidi revelar a verdade.

Ainda segurando em suas mãos, eu sorri. Não sei o que ele interpretou com o meu sorriso, mas ele veio na minha direção e me beijou. Aquele beijo era tudo o que eu não esperava há dias e decidi aproveitá-lo ao máximo antes de revelar tudo o que havia acontecido entre mim e Artur. Mas o Mark, rapidamente, me puxou para o seu colo e já não era mais a razão quem ditava as regras, e sim a nossa saudade.

Quando paramos de nos beijar por um instante, eu o encarei. Eu me sentia pequena, vulnerável, arrependida pra caramba. Acariciei o seu rosto, com uma vontade imensa de chorar e comecei a falar:

- Mark, eu queria...

Ele acariciou o meu rosto de volta e me deu um selinho:

- Impressionante como seus olhos ficam claros quando você chora. Estão quase verdes.

Antes que eu continuasse, ele me puxou novamente para outro beijo. Deixei acontecer. Se ele me queria, e eu o queria também, então eu seria dele, nem que fosse uma última vez. Puxei o meu vestido para cima, tirando-o pela cabeça, ficando apenas com uma minúscula calcinha preta de renda. Nossos corpos começaram a corresponder aos nossos desejos, esfregando-se como numa dança profana, mesmo ali, em frente à igreja. Senti o seu pau ficar estufar embaixo de mim, ficando duro, latejando de desejo:

- Desculpa… Eu fui uma idiota. - Murmurei contra a boca dele, a voz rouca, quase um soluço: - Não significou nada para mim. Juro.

Minhas mãos tremiam enquanto eu desabotoava os botões da camisa dele, logo sentindo os pelos do seu peito largo e forte nos meus dedos:

- Fiquei com medo que você não me quisesse mais.

Ele não respondia com palavras, mas com ação. Apertou um dos meus seios e me puxou contra sua boca, enquanto a outra mão espalmava a minha bunda, apertando forte, o dedo já invadindo o meu reguinho, me fazendo arrepiar toda.

Eu o empurrei levemente e comecei a desabotoar sua calça, procurando liberar seu pau para mim. Não queria preliminares, não queria nada a não ser ele dentro de mim. Ele pegou uma camisinha do porta-luvas do carro e a colocou, e eu me apossei dele, soltando um gemido longo quando me deixei ser penetrada, centímetro por centímetro, até o fundo.

Foi como um choque, rápido, inesperado. Meu corpo se arqueou e comecei a tremer sem controle, gemendo, enquanto chegava num orgasmo que nunca havia sentido antes com aquela intensidade. Minhas unhas se cravaram nos ombros dele por dentro da camisa aberta:

- Ai, Nanda! Calma, caralho. - Resmungou ele, quando o apertei ainda mais.

Encostei a minha cabeça na dele, tentando controlar a minha respiração. Eu o sentia todo dentro de mim, quente, fervendo. Mas eu o sentia de uma forma diferente. Parecia que ele me preenchia ainda mais, de um jeito que nunca havia antes:

- Passa para trás. Tem mais espaço lá. - Pediu.

Fui toda desengonçada para trás. Quando estava com metade do corpo já atravessado, ele me segurou pela bunda e enfiou a boca na minha vagina, dando uma lambida profunda. Gemi alto e só então me lembrei que estávamos num espaço público, mas a chuva era a nossa única testemunha naquele momento. Ele me soltou e me sentei no banco. Então, ele puxou os bancos dianteiros o máximo que pode para a frente e se juntou a mim.

Beijamo-nos novamente e ele, então, levantou minhas pernas, colocando-as em seu ombro e passando a me estocar com força, vontade e tesão. Ele ainda era meu, eu sentia em cada estocada, e faria de tudo para que continuasse assim.

O carro balançava ao sabor da nossa paixão. Eu, mesmo embaixo dele, tentava rebolar, pois queria sentir mais, mais movimento, mais sensações, mais, só mais! Eu sentia uma pulsação dentro de mim e não sabia se era dele ou minha. Um trovão explodiu lá fora e, por um segundo, a luz branca iluminou tudo: os vidros embaçados, a silhueta da igreja logo à frente, o crucifixo no campanário, única testemunha que parecia nos julgar. Até fiquei envergonhada por um instante, mas foi rápido, pois bastou ele cravar o pau dentro de mim, pressionando-o ao máximo, buscando as minhas entranhas, que essa ideia sumiu:

- Safada, filha da puta... Nem começamos a namorar direito e me traiu. - Disse ele, com a voz embargada.

- Nunca mais! - Gemi e depois gritei: - Ai, ai! NUNCA... MAIS! -

- É!? Nunca mais!? Por quê? Quer dizer então que me traiu mesmo, foi isso?

Maldito advogado que mesmo trepando não para de interpretar tudo ao seu redor. A verdade ainda não havia sido revelada, mas talvez pudesse ser, aos poucos, entre as estocadas que eu recebia:

- Não... Não... Sexo, não! Só beijos, amassos, passadas de mão na bunda...

- Safada!

- Sou... Sou... E no pau dele... E ele... ele me chupou.

Mark deu uma risada. Acho que ele imaginava que era brincadeira, um joguinho. Então, sem parar de me estocar, continuou:

- Ah, chupou!? Você não presta mesmo, Nanda! Vou ser obrigado a te dar uma surra de pica para você aprender.

- Vem! Faz! Eu quero! Tudo... muito... no fundo.

Ele passou a me estocar como um louco, parecendo mesmo querer descontar alguma raiva em mim. Eu suportei tudo, não porque doía, mas porque estava adorando ser fodida com aquela intensidade toda. Estava gostoso demais:

- Eu te amo tanto… me perdoa... - Sussurrei, mordendo o lábio dele, acelerando o ritmo.

Eu já não controlava mais meus quadris que giravam em círculos apertados, o clitóris procurando alguma parte dele para roçar a cada estocada. O suor escorria pelas costas dele, mas eu não me importava. Mark parecia um animal, grunhindo baixo, as mãos apertando minhas pernas, cintura, seios, tudo onde alcançava. Ele sempre indo mais fundo, sempre mais forte.

Foi então que ele me colocou de quatro, com os joelhos no assoalho do carro e me penetrou rapidamente. Gritei, sentindo uma onda tomar conta do meu corpo novamente. Uma ideia torta passou pela minha cabeça: se aquilo era uma punição, eu queria ser açoitada toda noite. Abri minha bunda para senti-lo ainda mais fundo, mas, ao contrário, senti um dedo entrando onde ninguém havia tocado antes:

- Mor... Eu nunca fiz aí.

- Delícia! Mais uma virgindade para eu tomar.

- Mas... Mas hoje?

Ele se aproximou de mim, colando a boca em meu ouvido e sussurrou:

- Melhor eu ser rápido, antes que alguém chegue antes de mim.

Gemi alto com a provocação dele, enquanto um arrepio tomava conta de meu corpo. Ele me empurrou sobre o banco do carro numa posição que fiquei meio torta. Então, ele enfiou a cara bem no meio da minha bunda, passando a me lamber, beijar e chupar a vagina como um louco:

- Aiiiiii! - Gemi, tremendo.

- Foi assim que ele fez?

- Foooooi! Ai! Não. Siiiiim! - Gritava, gemendo, totalmente perdida: - Não! Tá muito melhor assiiiim! Aiiiiiiiii!

Ele fez o que quis comigo pelo tempo que quis. Quando se satisfez, sentou-se no banco do carro e mandou:

- Vem. Senta de costas para mim. Deixa eu ver essa sua bunda gostosa, enquanto você quica no meu pau.

Mesmo meio mole, eu fui. Isso eu viria a descobrir que é um fetiche dele. O Mark adora essa posição, ama assistir eu cavalgando seu pau de costas. Sentei-me, encaixando o pau dele em minha buceta. Levantei um pouco e desci com força, sentindo ele bater lá no fundo, um choque de prazer me fez dar um grito, abafado apenas pelo temporal lá fora. O Marea inteiro começou a balançar novamente enquanto eu descia minha bunda no Mark. Eu inclinei a cabeça pra trás, antes batendo no topo no teto baixo. Comecei a rir até alcançar o ombro dele e me esfregar bem gostoso em seu colo, completamente entregue:

- Quer mesmo o meu cuzinho?

- Eu estava brincando. Não precisa ser hoje. Fica tranquila.

- Eu quero. Aproveita que estou louquinha, mor.

Não esperei ele responder e me inclinei para a frente, abrindo bem a minha bunda, exibindo o meu cu para ele. Levantei-me apenas o suficiente para ele sair da minha buceta. O Mark começou a brincar com o meu buraquinho, mas eu o cortei:

- Enfia logo, ou vou acabar desistindo.

- Assim!? Sem preparação, sem nada?

- Põe! Eu aguento.

Eu não tinha a menor noção do que estava falando. Eu só sabia que queria satisfazê-lo de todas as formas possíveis. Senti ele encostando a cabeça no meu cu, posicionando-o como uma estaca. Eu continuava segurando a minha bunda aberta, e fui liberando o meu peso aos poucos. Começou a doer e só então eu entendi o que ele quis dizer com “preparação”.

Tudo bem que o Mark não é o mais dotado dos homens, mas nem por isso é pequeno ou fino. Seu tamanho é do tamanho perfeito para satisfazer uma mulher em tudo, mas mesmo assim doeu pra caramba quando a cabeça entrou em mim:

- Ai! Caraaaaalhooooo... - Gemi.

- Calma! Fica parada e relaxa. Não tenha pressa. Já que você acostuma.

Mas quem consegue relaxar quando tem um negócio te rasgando? Eu, pelo menos, não. Pensei que se eu sentasse mais, por ser extremamente apertado, talvez ele gozasse rápido e aquele martírio terminaria. Mas que nada. Quando forcei, doeu mais ainda e comecei a chorar:

- Tá tudo bem, Nanda. Pode parar. A gente tenta outro dia, com mais calma.

- Não! Já tô fudida mesmo. Agora vou até o fim! - Falei, em meio às lágrimas.

Não sei quanto tempo passou, nem se fui eu ou ele que começou a se movimentar, mas logo eu já estava dando quicadinhas naquele pau gostoso, enquanto ele me guiava, segurando minha cintura, ao mesmo tempo em que também dava estocadas de baixo para cima em mim:

- Ai, cacete! Dói, mas é... diferente e... é gostoso. ISSO! Mais forte, Mark! Me fode inteirinha. - Pedi, com uma voz manhosa, safada, os olhos buscando os dele por sobre o meu ombro.

Ele obedeceu. Agarrou minha cintura com as duas mãos, com ainda mais força, e começou a me puxar e empurrar, fazendo seu pau atolar inteiro dentro de mim. Eu sentia tudo: o pau dele inchando, pulsando dentro de mim, enquanto o ouvia gemer e o banco do carro ranger. Um cheiro de sexo e suor misturado aos nossos perfumes tomou conta de tudo. Então, eu o senti, agarrando, puxando-me toda para sim e me abraçando, enquanto seu pau pulsava sem parar dentro de mim:

- Nanda… Porra! Caralho, Nanda. - Grunhiu, me apertando forte.

Eu me entreguei toda para ele, sentindo cada espasmo, cada sensação. Eu sentia o seu pau pulsar e comecei a contrair o meu cu contra ele, como se eu quisesse suga-lo até a última gota. E foi ali, sem esperar, que meu orgasmo veio de repente, como um raio, meu corpo tremendo, convulsionando, enquanto meu cu continuava ordenhando seu pau sem controle algum. Nós dois gemíamos, curtindo as sensações, enquanto eu cravava as unhas nas suas coxas, tentando me segurar em alguma coisa.

Ficamos assim, colados e ofegantes por um tempo, o pau dele ainda enterrado em mim, o último espasmo dele seguido de um gemido baixinho de satisfação. Amoleci de vez em seu colo e senti seu pau amolecer dentro de mim. Encostei a cabeça em seu ombro, ouvindo somente nossas respirações se acalmarem. Então, falei:

- Nunca mais vou fazer isso. - Murmurei, a voz rouca de prazer e alívio.

- Não gostou!? Poxa! Eu adorei.

- Não. Não tô falando de dar minha bunda para você. Estou falando da briga, de... você sabe, ter ficado com outro...

Mark beijou o meu pescoço, ainda dentro de mim, sentindo meu cu apertando o seu pau:

- Se brigarmos de novo, a gente volta pro Marea. Mas da próxima, vamos fazer num dia sem chuva. Quem sabe do lado de fora.

- Lá fora? Na frente da igreja? Cê tá louco!?

- Não aqui, né, Nanda! Mas ao ar livre, sim, por que não?

Fora do carro, a chuva continuava sobre a praça vazia. A igreja uma cúmplice silenciosa e inesperada. Dentro daquele carro, enquanto nos vestíamos, Mark começou a rir:

- O que foi?

- Você é uma filha da puta, né? Não sei de onde você tirou a brilhante ideia de fingir que o tal carinha lá, o... Artur, né? Então, não sei de onde você tirou a ideia de me insultar com ele, dizendo que ele te chupou.

Eu fiquei em silêncio, enquanto me vestia. Ele estranhou, claro. E insistiu:

- Foi só uma história, não foi?

Demorei ainda um pouco a encará-lo e quando o fiz, ele soube de imediato que não era só uma história. Ele se calou, me encarando, espantado. Então, desviou o olhar para a praça, mordeu o lábio com raiva, bateu no volante e disse:

- Me conta tudo agora! Quero saber de cada detalhe do que aconteceu naquela noite. Sem meias verdades, Fernanda, ou nunca mais olho na tua cara.

Então, eu contei. Cada passagem. Cada momento. Cada detalhe. Cada sensação. Enfim, tudo! Ele me ouviu em silêncio, sem interromper uma única vez sequer. Quando terminei de contar a parte em que eu chegava em casa e escondia a minha cabeça sob o travesseiro, envergonhada de mim mesma, eu já tinha novas lágrimas brotando de meus olhos.

Mark ficou em silêncio, olhando a chuva a nossa frente, o olhar longe, procurando algo que talvez nem ele mesmo soubesse:

- Por que não continuaram? Digo, se você estava excitada, gostando, e estava por tudo o que você acabou de me contar, por que não foram até o fim?

- Porque, no fundo, eu sabia que ele não era a pessoa certa. Ele... não era você.

O Mark me encarou e se aproximou de mim, o rosto a centímetros do meu, os olhos diretamente focados nos meus:

- Você o chupou?

- Não!

- O punhetou ou transou com ele?

- Não! Apenas apertei um pouco por cima das roupas. Mas transar... não. Eu perdi as minhas duas, três virgindades com você. Você sabe disso.

- A da frente, eu sei. A da boca e a de trás seriam discutíveis.

- Juro que nunca fiz nada além do que te contei com ninguém! - Parei por um instante, lembrando de algo: - Bem...

- Bem? Bem o quê!? Nanda, se tem algo para falar, fala!

Contei da minha rápida passagem com o Edson na praça, com todos os detalhes que eu lembrava. Ele me ouviu atentamente, os olhos levemente arregalados, para depois falar:

- Caramba! Que mulherzinha, hein?

- Safada, né!?

- Safada, eu não sei... Complicada, com certeza! - Ele falou e sorriu, sem tirar os olhos dos meus, mas logo balançou negativamente a cabeça: - Não acredito que estou fazendo isso!

Senti um arrepio de medo me percorrer a coluna:

- Se arrependeu, né, de me dar outra chance?

- Não é isso. Não acredito que beijei a boca de outro homem por tabela.

- Como assim?

- Ué!? Ele não beijou, lambeu, chupou a sua buceta? Por tabela, entendeu?

Comecei a rir e dei um tapa no braço dele, pulando novamente em seu colo:

- Tem mais alguma coisa que esteja me escondendo, Nanda?

- Não. Nada. Juro!

- Ok. Espero que, de agora em diante, seja só minha, né?

Sorri para ele e o beijei, sugando bem forte sua língua:

- Prometo! Nunca mais eu serei de outro porque já encontrei quem eu precisava para ser feliz.

Claro que vocês sabem que essa promessa não foi cumprida. Mas, desta vez, não foi por minha culpa, porque vocês também sabem que a iniciativa partiu dele. Enfim, é natural que promessas ou compromissos sejam feitos entre os parceiros de uma relação. Mas nada impede que eles sejam revistos com o tempo. A gente reviu, e reviu, e reviu... e hoje estamos bem resolvidos. Pelo menos, até a próxima aventura.

OS NOMES UTILIZADOS NESTE CONTO SÃO FICTÍCIOS E OS FATOS MENCIONADOS E EVENTUAIS SEMELHANÇAS COM A VIDA REAL SÃO MERA COINCIDÊNCIA.

FICA PROIBIDA A CÓPIA, REPRODUÇÃO E/OU EXIBIÇÃO FORA DO “CASA DOS CONTOS” SEM A EXPRESSA PERMISSÃO DA AUTORA, SOB AS PENAS DA LEI.

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Foto de perfil de Mark da NandaMark da NandaContos: 355Seguidores: 723Seguindo: 17Mensagem Apenas alguém fascinado pela arte literária e apaixonado pela vida, suas possibilidades e surpresas. Liberal ou não, seja bem vindo. Comentários? Tragam! Mas o respeito deverá pautar sempre a conduta de todos, leitores, autores, comentaristas e visitantes. Forte abraço.

Comentários

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Nanda de Mark, haverá continuidade desse conto e uma outra pergunta: haverá mudança desse para o outro lançado em 2022? Eu já li e reli algum capítulo do conto inicial e amei todo o desenrolar, por isso gistaria desse esclarecimento mas já adianto qie mesmo lendo o anterior vou continuar acompanhando esse.

Deixa eu te falar algo sobre os acontecimento que trata do amante da Nanda, o Ricardo ( nome sujestivo) eu achei que não entendi o deslumbre dela com ele se o cara é muito fraquinho sexualmente pois precisa do azulzinho (viagra) para poder comer a Nanda enquanto você é puro tesão por sua esposa. Então porque ela ficou tão deslumbrada por ele, essa eu não compreendi e se o cara é rico e bonitão porque nunca assume um namoro ou outra coisa com uma ficante, esse sujeito parece ser um enrustido que se apaixonou por Nanda exatamente sabendo que ela jamais irá se separar de você e da família, esse cara é um doente.

Mark porque você não coloca alguma foto distorcida de vocês só para mostrar o quanto Nanda é linda, é apenas uma pergunta curiosa, não fiquem bravo comigo, por favor.

Conheço TAMBABA pois sou natural de JAMPA e já frequentei bastante aquela praia (tem uns 2 anos que volto lá), alí é um paraiso. Não sei qual foi o período que vocês foram lá e que lá antes da praia tem um hotel que para os naturista de Tambaba, é o Hotel VILA AMOR. Fica adica para quem quiser fazer um tour e conhecer nossas praias. Estou fazendo propaganda kkkkkkk.

Estamos aguardando novos capítulos.

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Resposta Nanda

Nanda do Mark, agradeço a resposta. É raro que autores ou personagens decidam descer ao campo dos comentários para dar satisfação direta a um leitor, e esse gesto, independentemente do tom, merece ser reconhecido. Não vou transformar isso em bajulação porque não é o caso e porque acredito que você, mais do que ninguém, valoriza a franqueza. Dito isso, vou direto ao ponto que parece ter sido o estopim de toda essa discussão, porque acredito que houve um desencontro significativo entre o que eu quis dizer como leitor de uma narrativa pública e o que você entendeu como uma ofensa pessoal ao seu marido e à sua família. Farei isso com calma, com a extensão que o tema merece, e usando uma imagem que talvez ajude a separar o que é crítica literária do que é ataque pessoal.

A imagem é a de um prédio. Imagine um edifício alto, visível de longe, imponente na paisagem, aquele tipo de construção que chama a atenção de quem passa e gera comentários, curiosidade e expectativa. Esse prédio, como qualquer outro, tem um alicerce. O alicerce fica enterrado. Ninguém vê o alicerce. Ninguém tira foto do alicerce para postar nas redes sociais. Ninguém comenta sobre ele no café da manhã nem especula sobre o que está acontecendo lá embaixo. No entanto, é exatamente esse alicerce que mantém o prédio de pé. Sem ele, a primeira ventania mais forte derruba tudo, as paredes racham, os andares desabam e o que era imponente vira entulho. O alicerce é essencial, é vital, é a condição sem a qual nada do resto existe ou se sustenta. Agora, o prédio em si é o que aparece. É onde estão as luzes acesas durante a noite, as festas barulhentas que todo mundo ouve, os incêndios espetaculares que mobilizam os bombeiros, as pessoas entrando e saindo com frequência, os dramas que os vizinhos acompanham da calçada com binóculos imaginários. O prédio é o que gera movimento, curiosidade, comentário e expectativa. O prédio é o espetáculo. O alicerce é a estrutura.

Trazendo essa imagem para a história que vocês vêm contando há dezenas de capítulos, o Mark sempre foi o alicerce. Sempre. Desde o primeiro parágrafo da primeira parte. Sem ele, a narrativa da Nanda simplesmente não se sustentaria emocional, logística ou estruturalmente. Isso é inegável e nunca foi questionado por mim em momento algum. A Nanda sempre foi o prédio. Sempre. É ela quem está com as luzes acesas, é ela quem vive as festas, é ela quem enfrenta os incêndios, é ela quem recebe e despacha visitas, é ela quem gera os dramas que todo mundo comenta. Isso também é inegável e também nunca foi questionado por mim. A questão que eu levantei, e que aparentemente foi interpretada como um ataque à relação de vocês, não diz respeito à importância do alicerce. Ninguém em sã consciência questiona a importância de um alicerce para um prédio. A questão é outra, e vou formulá-la de maneira clara e direta: por que um alicerce tão sólido, tão bem construído, tão elogiado por todas as personagens femininas que passaram por essa história ao longo dos capítulos, raramente sobe as escadas para o vigésimo andar e causa um curto-circuito que seja exclusivamente dele? Por que o alicerce não atrai para si, de vez em quando, uma invasão própria, uma ameaça que seja direcionada a ele e não uma mera consequência das escolhas da Nanda?

Você mesma, na sua resposta, ofereceu uma explicação técnica que merece ser analisada com cuidado. Você disse que o Mark narra o que vê e que, por isso, a Nanda aparece mais. Entendi perfeitamente o argumento. Faz sentido do ponto de vista da carpintaria narrativa. Um narrador que conta a história da própria vida tende a relatar mais aquilo que observa nos outros do que aquilo que acontece dentro de si mesmo, porque é mais fácil descrever o comportamento alheio do que fazer autoanálise pública. Até aí, nenhum problema. O problema começa quando essa mesma explicação, que deveria encerrar a questão, na verdade a aprofunda. Porque se o Mark narra o que vê, e se ele é um homem descrito por você e por outras personagens ao longo de toda a jornada como alguém foda, desejável, potente, intrigante, então ele também vê, inevitavelmente, mulheres desejando ele. Ele viu a Denise afirmar que gostaria de ter um homem como ele para ela. Ele viu a Iara dizer, com todas as letras, que se você vacilasse ela pegaria ele sem pensar duas vezes. Ele viu a Laura, e outras que passaram pela história, olhando para ele com um interesse que não era meramente cordial. Ele viu tudo isso. Ele narrou tudo isso, ainda que de passagem, porque estava narrando o que via. A pergunta que fica, e que nenhuma explicação técnica consegue afastar completamente, é: por que essas situações, essas sementes plantadas ao longo de toda a narrativa, nunca germinaram em uma tempestade de verdade? Por que esses interesses manifestados por outras mulheres nunca se transformaram em um capítulo do mesmo calibre que as confusões que você, Nanda, viveu com o Rick, com o Édison, com o Arthur? Por que a Denise, que verbalizou o desejo, nunca saiu do papel de amiga e confidente para se tornar, ainda que momentaneamente, uma ameaça real? Por que a Iara, que foi o lampejo mais brilhante de algo nessa direção, depois de poucos capítulos virou amiga, a poeira baixou e o alicerce voltou silenciosamente para debaixo da terra?

Você disse que houve percalços que a gente nem sabe ainda. Disse que existem coisas que talvez nunca venham a público se continuarmos com essa mania de medir a vida alheia com réguas próprias. Pois bem. É exatamente sobre isso que eu estou falando. Eu quero ler esses percalços. Eu quero que esses percalços sejam narrados. Porque, até agora, o que chegou ao leitor foi uma assimetria evidente: a Nanda se envolve em tempestades monumentais, e o Mark administra as consequências com a sensatez que todos reconhecem que ele tem. O padrão é Nanda age, Mark reage. Nanda provoca, Mark resolve. Nanda se perde, Mark encontra. Nanda incendeia, Mark apaga. Isso não é uma crítica ao Mark como marido ou como homem. É uma constatação sobre a economia da narrativa que está sendo entregue ao público.

E aqui é preciso fazer uma distinção importante, porque em nenhum momento eu disse ou sugeri que o Mark fosse um homem passivo, fraco ou desprovido de capacidade de ação. Muito pelo contrário. O próprio texto que vocês construíram está repleto de exemplos que provam exatamente o oposto. O Mark não tem sangue de barata, como você mesma já descreveu em algum momento. Ele já bateu no Rick. Ele já discutiu com você de forma acalorada. Ele quis matar o Bruno depois do estupro, e qualquer pessoa que leu aquela parte sabe que aquilo não era figura de retórica, era um instinto masculino primitivo de proteção e vingança que veio à tona com força total. Ele já tomou atitudes que demonstram que, por trás da racionalidade e da sensatez que todos admiram, existe um homem capaz de reagir com violência quando provocado, capaz de sentir raiva genuína, capaz de perder o controle se a situação apertar. Isso está na história. Está documentado. Está narrado. Portanto, quando eu digo que sinto falta de mais protagonismo do Mark, não estou dizendo que ele seja um personagem fraco ou mal construído. Estou dizendo que as ações dele, quando aparecem, são majoritariamente reativas. Ele reage ao Rick. Reage ao Bruno. Reage às suas decisões. Reage às suas confusões. O que eu gostaria de ver, e o que acredito que enriqueceria ainda mais a narrativa, é o Mark agindo por iniciativa própria e gerando, a partir dessa iniciativa, consequências que você, Nanda, tivesse que administrar. Consequências que não fossem culpa sua, que não fossem reação a algo que você fez, mas que fossem fruto exclusivo de algo que ele atraiu, provocou ou não conseguiu evitar.

Você mesma, na sua resposta, usou um argumento interessante. Disse que homens são predadores naturais, muito mais do que as mulheres. Disse que as mulheres são muito mais assediadas do que os homens. Disse que a maior parte dos problemas em que você se envolveu veio de cruzar com homens de pouco valor que acharam que poderiam ter você como se fosse um objeto. Tudo isso é verdade no mundo real. Não vou contestar um segundo sequer dessa análise. Mas vou usá-la para reforçar exatamente o meu ponto. Se homens são predadores naturais, e se o Mark é um homem, e se além de homem ele é descrito como alguém excepcionalmente atraente, competente, bem-sucedido e magneticamente desejável, então a lógica que você mesma estabeleceu diz que ele também é um predador. Não no sentido pejorativo da palavra, mas no sentido instintivo. Ele também tem desejos, impulsos, atração por outras pessoas. Ele também é capaz de desejar alguém além de você, assim como você desejou o Rick, o Tiago, o Arthur (capítulo especial). E se ele é capaz de desejar, ele é capaz de agir movido por esse desejo. E se ele age movido por esse desejo, ele é capaz de atrair problemas para o casal que não foram causados por você. A pergunta que fica, e que a narrativa até agora não respondeu, é: onde estão esses problemas? Onde estão as mulheres que desejaram o Mark a ponto de se tornarem uma ameaça real para você? Onde estão as situações em que o Mark, por mais sensato e racional que seja, não conseguiu controlar o que outras pessoas fizeram ou sentiram em relação a ele? Porque, por mais que ele mantenha distância, POR MAIS QUE ELE SEJA PRECAVIDO, POR MAIS QUE ELE NUNCA DE MOTIVOS, ELE NÃO CONTROLA, A MENTE, O CORAÇÃO OU OS INSTINTOS DAS PESSOAS QUE O CASAL CONHECE. O Rick não foi controlado por você, ele é homem. Porque a dinâmica entre vocês despertou algo nele que ele não soube administrar. O mesmo poderia acontecer com uma mulher em relação ao Mark já que mulheres são mais emocionais. Aliás, já aconteceu, pelo menos no nível da intenção declarada. A Iara declarou. A Denise insinuou. Outras olharam. Mas nenhuma delas passou da intenção para a ação que gerasse um conflito real, um capítulo de verdade, uma crise em que você tivesse que olhar para o Mark e pensar: "Dessa vez o problema não fui eu que causei. Dessa vez o incêndio começou no andar dele."

O Mark já pegou a Denise. Já pegou a Laura. Já pegou a Iara. Já pegou outras mulheres ao longo da jornada. Isso está na história. Está narrado. Não estou inventando nada. Mas, em todos esses casos, o envolvimento dele com essas mulheres foi descrito como algo tranquilo, controlado, sem maiores consequências emocionais ou práticas. Nenhuma dessas mulheres mexeu com ele a ponto de desestabilizar algo dentro do casamento. Nenhuma delas representou uma ameaça real para você. Nenhuma delas fez você sentir aquele frio na barriga de quem percebe que pode estar perdendo algo importante. E, no entanto, o Rick fez exatamente isso com o Mark. O Rick representou uma ameaça real. O Mark sentiu medo de perder você. O Mark sofreu. O Mark precisou da ajuda do Dr. Galeano para processar o que estava acontecendo. O Mark foi colocado à prova de uma forma profunda e dolorosa. A pergunta que fica, novamente, é: por que o inverso nunca aconteceu? Por que você, Nanda, nunca foi colocada na mesma posição? Por que nunca houve uma mulher que fizesse você sentir o que o Mark sentiu com o Rick?

Essa assimetria é o cerne da minha crítica. Não é sobre o valor do Mark como marido, como pai, como homem. É sobre o equilíbrio da narrativa que está sendo entregue ao leitor. Se a história é real, como você sempre faz questão de afirmar, então ela está sujeita a ser lida como tal, com todas as suas simetrias e assimetrias, com todos os seus buracos e perguntas não respondidas. E uma dessas perguntas continua de pé, firme como o alicerce que tanto admiro: quando é que o Mark vai ser o centro de uma tempestade que ele mesmo atraiu, sem que você tenha dado o primeiro passo? Quando é que o alicerce vai subir as escadas, acender um fósforo e causar um incêndio que você, Nanda, tenha que ajudar a apagar?

Sobre o termo "CORNO MANSO" que você mencionou na sua resposta e que claramente foi o que mais pesou para que você decidisse intervir. Você disse que se o perfil fosse seu eu já estaria bloqueado. Disse que o Mark não é esse tipo de homem, que ele não gosta de ser humilhado ou colocado à margem. Vou tratar exclusivamente desse ponto agora, porque acredito que aqui houve não apenas um desencontro, mas uma leitura francamente seletiva do que foi escrito. E vou explicar exatamente por quê.

A frase que eu escrevi, na íntegra, foi esta: "Por isso que falei sobre ponto de vista, essa história se vê ela como o casal protagonista o Mark é um excepcional companheiro, muitas mulheres no mundo liberal iam amar ter o Mark como marido e a Nanda é uma porcaria, ela só pensa nela em todo o momento, não faz nada pelo Mark e quando faz algo faz errado, já o Mark sozinho como protagonista infelizmente é corno manso, aceita tudo que Nanda faz, a Nanda somente como protagonista e a mulher mais foda de todas, ela faz o que quer, como quer, ela simplesmente não tem ninguém que a detém."

Agora vamos decompor essa frase com a atenção que ela merece, porque a estrutura dela é tudo. Eu não escrevi "o Mark é corno manso" e ponto final. Eu não cheguei nos comentários, digitei três palavras e saí correndo. O que eu fiz foi construir um raciocínio de três camadas, explicitamente anunciado como um exercício de ponto de vista. A primeira frase já entrega a chave de leitura: "Por isso que falei sobre ponto de vista". Ou seja, tudo o que vem depois é uma demonstração de como a mesma história muda completamente dependendo do ângulo pelo qual você decide olhar. É um exercício de perspectiva narrativa, algo que qualquer pessoa que já discutiu literatura, cinema ou qualquer forma de contar histórias reconhece imediatamente.

Primeira camada: o casal como protagonista. Nessa leitura, eu escrevi textualmente que o Mark é um excepcional companheiro. Não é um elogio tímido, é um elogio direto e sem ressalvas. Disse também que muitas mulheres no mundo liberal iam amar ter o Mark como marido. Isso é uma afirmação de valor, de qualidade, de virtude. Na mesma camada, critiquei a Nanda duramente, chamando-a de porcaria, dizendo que ela só pensa nela, que não faz nada pelo Mark e quando faz algo faz errado. Ou seja, na leitura do casal, quem sai mal é a Nanda, quem sai bem é o Mark. Isso está escrito. Não há ambiguidade.

Segunda camada: o Mark sozinho como protagonista. Aqui eu isolei o personagem e imaginei como a história seria se o foco narrativo estivesse exclusivamente sobre ele, ignorando a Nanda como co-protagonista e olhando apenas para as ações e reações dele. Nesse recorte específico e deliberadamente distorcido, eu disse que ele infelizmente parece um corno manso, porque aceita tudo que a Nanda faz. Note bem: a palavra "infelizmente" está ali. Ela indica que essa não é a leitura desejada, que essa não é a conclusão feliz, que isso é uma constatação negativa que emerge desse ângulo específico. Não é um elogio, é uma crítica. Mas é uma crítica que só existe dentro daquele recorte específico. Fora dele, na primeira camada, ele é um excepcional companheiro.

Terceira camada: a Nanda sozinha como protagonista. Nessa leitura, isolando a Nanda e ignorando o Mark como co-protagonista, eu disse que ela é a mulher mais foda de todas, que faz o que quer, como quer, que não tem ninguém que a detém. É um elogio rasgado, uma celebração da força dela como personagem individual.

O que eu fiz, portanto, foi mostrar que a história muda de figura dependendo de quem está no centro do palco. Se você assiste à peça prestando atenção nos dois atores principais, o Mark é um excelente marido e a Nanda é problemática. Se você presta atenção só no Mark, ele parece passivo e conformado. Se você presta atenção só na Nanda, ela parece uma força da natureza imparável. Três leituras. Três conclusões diferentes. Um único parágrafo. Isso é análise narrativa. Isso é discutir uma história como se discute um livro, um filme, uma série. Não é ofensa pessoal.

O que você fez, na sua resposta, foi pegar uma dessas três camadas — a segunda —, arrancá-la do contexto das outras duas que estavam literalmente coladas nela, e reagir como se aquela palavra tivesse sido cuspida de forma isolada e gratuita. Você ignorou a primeira camada, onde eu elogiei o Mark. Ignorou a terceira camada, onde eu elogiei você. Ignorou a frase de abertura que anunciava que aquilo era um exercício de ponto de vista. Focou apenas na palavra que doeu e construiu sua indignação inteira em cima desse recorte. Isso é um direito seu, evidentemente. Você pode ler o que quiser da forma que quiser. Mas não pode dizer que a culpa foi minha por uma leitura que ignorou metade do que estava escrito.

E aqui vai um ponto importante: eu não vou me desculpar pela palavra, porque a palavra estava cumprindo uma função específica dentro de um argumento que foi claramente anunciado. Eu posso reconhecer que a palavra é forte, que ela carrega um peso, que ela pode ter sido infeliz como escolha vocabular para um ambiente onde as pessoas estão emocionalmente envolvidas com os personagens. Mas não vou fingir que ela foi usada sem contexto. O contexto estava lá. Está lá até agora, nos comentários, para quem quiser ler o parágrafo inteiro em vez de recortar uma linha.

Você disse que o Mark não gosta de ser humilhado ou colocado à margem. Perfeito. Eu também não gosto de ter um parágrafo inteiro reduzido a uma palavra e ver meu argumento ser distorcido para caber em uma acusação de ofensa pessoal. Se formos falar de justiça na leitura, que ela valha para os dois lados.

Fica aqui, portanto, a explicação. Não como retratação, porque não acredito que tenha cometido um erro de conteúdo. Mas como esclarecimento, para que fique registrado que o que foi escrito foi uma análise de três perspectivas narrativas, e não um ataque ao homem que você ama. Se, mesmo depois dessa explicação, você ainda achar que merece ser bloqueado, é um direito seu. Mas saiba que a palavra não estava sozinha. Ela estava acompanhada de elogios que você escolheu não ler.

Só vou fazer uma observação que eu não tinha prestado atenção e que o Sensatez trouxe, talvez eu esteja esperando demais pra uma história que está apenas no capítulo 17, somente aqui eu assumo a minha culpa. Em mais nada tiro o que está escrito.

Não fujo de debate, então está aí a sua resposta Nanda e acredito que de certa forma, mostrar mais claramente pro Mark os meus argumentos, deixando claro ao Mark que não o ofendi, só queria vê-lo mais em ação, porque ele deve ter vivido seus perrengues durante essa jornada, poderia ser até em especiais, não necessariamente na jornada.

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Foto de perfil de Mark da Nanda

Muiiiiito bem.

Vamos dar voz ao criador.

De certa forma, eu entendo a manifestação do DARKNESS_FFC, muito embora a considere um tanto quanto equivocada em partes.

Vamos lá.

Ele diz que a Nanda é a protagonista isolada da história, sempre se metendo em problemas, intempestiva, emotiva, uma força da natureza (alguém disse isso e eu adorei!).

Ele não está errado: ela é!

Ah, mas o Mark sumiu. Ele não se mete em problemas. Ficou em segundo plano e blá-blá-blá. Errado, meu caro.

Existe uma diferença biológica e de criação entre mulheres e homens (pelo menos os “old school”). Nós somos mais racionais por natureza e ainda éramos criados para resolver problemas antes deles existirem. Essa a justificativa mais óbvia para eu ser do jeito que sou: eu evito problemas antes que eles nasçam. Mulheres, ao contrário, são emotivas por natureza e antes eram criadas para serem donas de casas. Portanto, não eram preparadas para enfrentarem problemas, muito menos antecipá-los, quem diria solucioná-los.

Não venham me dizer que estou sendo misógino. É a realidade. É uma diferença de criação que muito praticam até hoje. Menino joga bola; menina brinca de boneca.

Acho que, por isso, eu não me envolvo tanto em polêmicas, justamente porque sei antecipar um problema e corro dele.

Quanto a questão que a Nanda aproveita muito mais do que eu a vida, não concordo. Leia o conto novamente e refaça as contas de com quantas pessoas ela se relacionou e com quantas eu me relacionei. Está pau a pau, buceta a buceta.

Agora, por favor, parem de se preocupar com o E SE. Isso é perda de tempo e gasto de energia para nada. Aqui, na nossa história, só postamos o que JÁ FOI. O que PODE SER nós ainda não vivemos e quando acontecer, talvez seja postado, se for algo interessante, ou relevante, senão simplesmente ficará para a nossa memória.

Temos muitas histórias vividas e nem todas serão compartilhadas. Por quê? Porque não interessa a vocês, somente a mim e a dona Fernanda Onça Branca Mariana.

Querem divagar sobre E SE? Façam em nossos contos fictícios. Mas evitem fazer isso no “Jornada”. Como puderam ver pelo comentário da Nanda, ela leva para o pessoal.

Ah! Só mais uma coisa: Sou sim o CORNO da minha esposa e garanto, se vocês pudessem ter a Nanda em suas vidas, vocês também seriam.

E antes que ela venha me complementar: ela também é a minha CORNA. E modéstia à parte, posso quase garantir também que se as esposas de vocês pudessem ter este que vos escreve em suas vidas, elas também seriam.

Forte abraço,

Até o próximo.

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Cada vez sou mais seu fã meu querido. parabéns e obrigado pelo seu posicionamento. Eu me vejo exatamente igual a você, também sou um corno e minha esposa uma corna mas sempre juntos e mostrando para todos que se divertem com a gente quem é a prioridade nas nossas vidas, e isso ja tem maravilhosos 30 anos de casados.

um grande abraço e sejam felizes sempre

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Foto de perfil de Ramses

Olha Mark, vou te contar uma coisa boba, a primeira vez que vc e a Nanda responderam um comentário feito por mim no Puta Dama eu quase tive um orgasmo de tanto que gosto e admiro vcs!! Vcs são meus ídolos aqui no CDC.

Até breve!!

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vou te deixar com inveja no puta dama em um comentario meu a Nanda até me mandou um beijo. Me senti o cara, quase não dormi nessa noite.

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Foto de perfil de Ramses

Brincadeiras a parte, é uma delícia estar aqui com vcs pessoas de e do bem!!

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Bom...

Da minha parte, tenho certeza que meus comentários não foram desrespeitosos em relação ao Casal...

Como disse em outro comentário eu me viciei em ler contos aqui no CDC por causa do Jornada, pois sempre me passou "Verdade"!!!

Não concordei com nenhuma abordagem do Darkness e tentei lembrar que essa é a história de vocês

Vocês tem minha admiração!!!

Abraço!!!

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Foto de perfil de Nanda do Mark

Vou falar uma coisa e será apenas uma vez. Então, prestem atenção.

Eu e o Mark somos um casal. A nossa história se desenvolve em função do que nós decidimos viver. Houve percalços? Sim. Vários dos quais vocês nem sabem ainda e talvez nem venham a saber por aqui se continuarem com essa mania chata de achar que podem medir a vida de outras pessoas pelas réguas que limitam a sua própria existência.

Eu apareço mais? Sim. Isso tem uma explicação bem lógica. O conto foi originalmente escrito pelo Mark e ele, como o narrador, tem a tendência lógica de contar os fatos que viu e no dia a dia a gente vê muito mais do que se enxerga. Vou explicar melhor: o dia tem 24h quantas dessas você passa no espelho se olhando e se analisando? Pois é. Quando se narra, a tendência natural é falar do que se vê, ou seja, como a história é sobre um casal, é normal que ele fale muito mais do que vê, do que viveu.

Outra coisa: homens são predadores naturais, muito mais do que nós, mulheres. A maior parte dos problemas em que me envolvi foi justamente porque cruzei com homens de pouco valor que acharam que poderiam ter a Nanda para eles, como se eu fosse um objeto sem vontade que pode simplesmente ser pega num balcão qualquer, colocada numa sacola e levada para ele usar e abusar em casa.

Na vida também é assim. As mulheres são muito mais assediadas do que os homens. Muito mais ainda nos dias de hoje, que se um homem olha para o lado, corre o risco de ser acusado de ser assediador e o diabo a quatro.

Eu e o Mark temos visões diferentes sobre o sexo, apesar de que ambos buscamos o prazer nele. Eu poderia facilmente viver apenas com o Mark e seria feliz assim. Ele é um ótimo marido, um pai exemplar e um amante muito criativo e potente. Sei que eu também poderia satisfazê-lo igualmente, porque vontade de fazê-lo feliz não me falta. Só que nós optamos por extrapolar os limites de um casamento normal, nos relacionando com outras pessoas.

Eu gosto de assistir o Mark com outras? Não! Quando eu e ele ficamos com outra, eu aceito, mas não necessariamente curto. Dependendo da situação e da pessoa, já curti, mas não procuro algo assim para mim. Entretanto, por que eu não poderia fazer isso para agradá-lo? Posso, e faço.

O Mark, ao contrário, gosta e muito de me assistir com outros. Normalmente, ele também me pega depois ou durante, e eu simplesmente A-DO-RO! E é normal para ele que diz que adora me ver tendo prazer com outros. VER! Ele é visual e auditivo, gosta de ver e/ou ouvir que eu estou tendo prazer, com ele ou com outros. Eu sou sensitiva: gosto de sentir que ele está tendo prazer comigo, mesmo que, para isso, eu tenha prazer com outro.

É o nosso jeito, e não há mal algum nisso.

DARKNESS_FFC, se o perfil fosse meu, você teria sido bloqueado. O Mark NÃO É UM CORNO MANSO! Ele nunca gostou ou gosta de ser humilhado ou colocado à margem da história. Eu e ele até podemos brincar com algo mais BDSM, mas ele não é esse tipo de homem. Aliás, ele é o homem por trás de mim, e eu sou a mulher por trás dele. Se você vê um, saiba que o outro está te vendo também.

Peço que me respeitem e respeitem a ele principalmente.

Este perfil conta a NOSSA história. Não é lugar para E SE. Aqui contamos o que FOI. Querem discutir fantasias, teorias, ou a porra que quiserem, vão para outro lugar. O meu perfil, por exemplo, foi criado justamente para isso: para imaginar como teria sido SE eu tivesse tomado outra decisão. Aqui não serve para isso.

Conversei com o Mark e estamos decidindo se apagaremos o comentário que deu início a essa discussão toda. Ele não quer. Por mim eu apagaria e bloquearia o causador.

Não comentarei mais nada sobre isso.

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Foto de perfil de rbsm

Concordo plenamente com vcs , essa e a historia e a vida de vcs o que aconteceu e ninguém pode meter o bedelho o mesmo acontecendo no que e a vida atual e futuro do casal / família

E isso que vcs escolheram e são felizes o que posso dizer parabéns pela vossa historia e fico feliz por vcs nos conatrem ela

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Não fica chateada com os conentários NANDA porque vai ter pessoas te elogiando (que é a maioria) mas tem aqueles que irão te criticar e isso faz parte do jogo.Vocês estão colocando suas vidas (pode ser fantasia ou real) para o público tomar conhecimento, eu no início fiquei querendo regular tuas atitudes mas depois percebi que só tem uma pessoa com esse poder que é o MARK, seu esposo, se ele aprovar seus relacionametos quem tem o direito de criticar, vocês dois vivem uma cumplicidade que ninguem pode interferir. Burradas irão acontecer mas existe o MARK em tua vida que é um sujeito ponderado, experiente enquanto você é pura emoção e é exatamente por isso que te adoro, é o peso e a balança, o equilíbrio e a emoção. Vovê jamais irá trocar seu marido e suas filhas por outro homem, jamaiiiisssvdou minha cara a tapa se isso acontecer. Tenha calma menina e veja o lado bom de tudo, olha só quantos comentários o conto de vocês recebem. Qual é o conto de autores aqui que recebe tantos comentários, quantos? Nenhum, vocês são PHODAS com ph, vibra mulher e aqui eu deixo meus parabéns ao casal mais fodalho de todos os escritores de contos erótico.

Já está na hora de lancarem um livro para nós pobres mortais sem talento comprar e viajarmos nessas fantasias desse casal AMADO, muito criticado mas muito amada.

Estarei sempre a posto aguardando cada lancamentocde vocês.

Um forte abraço MARK e um beijão NANDA.

Agora eu dei uma puxada de saco da porra não foi kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Vamos organizar isso gente (Sentatez, Zonon, Ramses e quem mais vier kkk) adora um papo com gente com pontos de vista diferente e educado, isso é muito legal. Vou organizar as perguntas agora. Quem ou o quê fez essa relação finalmente chegar ao fim do Rick com a Nanda e o Mark? A Nanda de desinteressou pelo Rick? O Mark não é mais protagonista?

Agora vou dar a minha opinião. A Nanda não perdeu o interesse pro Rick, o capítulo já fala, desilusão e não desinteresse, à desilusão foi a Nanda achar que o Rick aceitaria apenas ser amante sabendo como realmente ela e o Mark vive, Livre. Ela deixou claro que ela queria ter uma relacionamento igual o Mark tem com a Denise várias vezes. O Rick acreditava que poderia ter a Nanda só pra si, que só ele seria o suficiente, quando ele viu como era o relacionamento da Nanda e do Mark ele entrou em parafuso kkkkk. No Alvorecer ele deixa claro que nunca viveu um relacionamento liberal, que todas as mulheres que ele teve sempre foram só dele, ele sempre deixou claro que gostaria de conquistar a Nanda que até xingou o Mark por deixar a Nanda fazer o que faz. Agora pra mim que a Nanda não perdeu o interesse no Rick e as reações desproporcionais que ela teve quando o Mark (insinuou) e o Rick chamaram de puta. Mostra que ela realmente neste momento ela está mais apaixonada pelo Rick do que pelo Mark e depois no Tambaba quando ela conversa com a mulher, fica claro que ela tem sentimentos reais pelo Rick, pra mim não é só paixão ou amor de pica, ela estava amando o Rick e o Mark percebeu isso, o Mark sempre teve medo de perder a Nanda. Aqui entra o capítulo 16 - Tratamento do Choque. O Dr Galeano mostrou pro Mark que ele tinha que deixar a Nanda decidir sozinha, ele basicamente falou isso, se a Nanda ainda te ama ela volta, se não ela vai partir com o Rick e é melhor você viver sem ela porque do que do jeito que está vivendo agora você está muito mal. A Nanda no capítulo 16 fala que escolhe o Mark mas quando chega o capítulo 17 é o Rick aparece fica claro que ela estava conversando ainda com o Rick, mesmo no Cap16 falando que não manteria contato com o Rick, ela usa a desculpa que queria transar com o Rick e voltar pro Mark mas assim que vê o Rick já tava mamando ele kkkkk. Então pra mim ela não perdeu o interesse no Rick em momento algum, o Cap16 serviu mais pro Mark não criar caso com a Nanda e o Rick mais. Dito tudo isso pra mim a Nanda não perdeu o desinteresse no Rick e por isso acredito que ele ainda volta pra histórias, a única coisa que muda é se a Nanda agora sabendo que o Rick nunca quis ser somente o amante ela vai aceitar ele de volta, quanto ao Mark ela sabe que se ela aceitar o Rick ele vai ficar preocupado com o casamento deles mas vai aceitar porque o Dr Galeano o ajudou a aceitar que no mundo liberal um casal sempre deve confiar que independente das aventuras que tiverem se ainda se amam sempre volta um pro outro, então a Nanda sabe que o Mark vai aceitar, a pergunta que fica é a Nanda se ficar frente a frente e agora sabendo o risco e não estando mais iludida com o Rick vai resistir aos seus instintos? Eu acho que não, ela vai ceder, vai transar e vai ficar mal depois, mas vai ceder porque ela ama o Rick neste momento da história. Quanto ao protagonismo do Mark ele tem lampejos do Mark protagonista, não significa que voltou ser o protagonista, quando ele chamou a Iara foi um lampejo, porque ele sabia que a Iara naquele momento a Nanda considerava a Iara uma ameaça real, coisa que nenhuma outra pessoa chegou a ser, o próprio Mark fala que a Iara é igual a Nanda só que mais racional, já a Nanda é muito impulsiva, o Mark ainda completa que seria mais fácil viver com a Iara do que com Nanda, mas que ele ama mesmo assim a Nanda. O Mark desde o estupro do Bruno não vem tendo mais protagonismo na história, ele aceita tudo que a Nanda faz, a Nanda reconhece várias vezes que pisa na bola com ele e ela mesma já falou que não sabe como o Mark ainda está com ela, porém o protagonismo que o Mark perdeu era de se impor que estou falando, no começo ele se impunha e a Nanda escutava, mas agora a Nanda não tá nem aí mas, ela faz o que quer, faz o Mark de gato e sapato, se eu tiver errado me dê algum momento de fato que o Mark realmente fez algo que deixava a Nanda mal de verdade? Porque ao contrário garanto que tem inúmeras vezes, também se conseguir me fale momentos que a Nanda realmente sentiu algum medo de perde o Mark por algo que o Mark fez e que não tenha sido causado pela própria Nanda e sim e somente pelo Mark? Toda a história deles é basicamente Nanda arranjando problemas e o Mark perdoando e ajudando ela a resolver, tirando o estupro, o sadomasoquismo (supresa que o Mark tentou fazer pra Nanda) e o Tambaba que não teve confusão pela Nanda ser a culpada delas. Essas aventuras BDSM é Tambaba do casal eu adorei lê, porque casais liberais tem umas aventuras bem legais e picantes, que tem ter coragem pra fazer e vivê-las, os dois tem de sobra, esses capítulos o casal foi protagonista juntos e foi muito legal. Mas eu ainda reforço o Mark não é mais protagonista dessa jornada faz um tempão, a Nanda nunca sofreu pelo Mark de verdade, a Nanda nunca amou o Mark durante toda a Jornada como amou o Rick, e amar estou falando de lutar por ele, sofrer por ele, desejar ele, querer realmente estar ao lado dele, a Nanda não fez isso com o Mark. Por isso que falei sobre ponto de vista, essa história se vê ela como o casal protagonista o Mark é um excepcional companheiro, muitas mulheres no mundo liberal iam amar ter o Mark como marido e a Nanda é uma porcaria, ela só pensa nela em todo o momento, não faz nada pelo Mark e quando faz algo faz errado kkkk, já o Mark sozinho como protagonista infelizmente é corno manso, aceita tudo que Nanda faz, a Nanda somente como protagonista e a mulher mais foda de todas, ela faz o que quer, como quer, ela simplesmente não tem ninguém que a detém, tudo que ela que fazer, realizar seja na cama, lugares, profissão, estudo em tudo que imaginar ela faz com excelência só não consegue uma coisa, ser uma boa esposa kkkk, no sentido de viver aventuras com o marido sem arranjar alguma confusão e sim viver intensamente como ela vive e ambos terem prazer juntos. Tentei ser o mais honesto possível e ser mais compreendido possível, minha crítica vendo o Mark e a Nanda como os protagonistas e que não existe um equilíbrio na balança, o Mark não tem o protagonismo que merece a pelo menos 12 capítulos e a Nanda como a protagonista sozinha, tudo bem que ela carrega a Jornada nas costa com suas confusões. Pra concluir o protagonismo do Mark, você lê a jornada pra saber quais as próximas aventuras do casal ou pra saber quais as próximas confusões que a Nanda vai arranjar? Porque se a resposta está sendo a segunda o Mark perdeu o protagonismo na história, porque as aventuras eles poderiam e tenho certeza que eles devem ter várias juntos, logo que confusões também devem ter várias e não necessariamente causas pela Nanda e sim por eles juntos, quase todo relato que ouvi e li de casal liberal tem gente da empresa descobrindo ( o chefe da Nanda já beijou ela e eles já se viram na Inner (club de swing) e o Mark não sabe que a Nanda e o chefe se beijaram) , tem gente atentando contra o casal (Rick, Édison, Denise (ela fez com o ex marido depôs virou amiga do casal) Iara (já deixou claro que se Nanda vacilar ela pega o Mark apesar de ter virado amiga da Nanda) esses somente da história, imagina que não deve ter mais que ainda não conhecemos), tem gente próxima ( amigo, parentes) descobrindo, fora as aventuras em boates, clube, lugares públicos, festas, bares, passeios, viagens, tem muitas coisa e por tudo que já li dessa jornada é impossível não acreditar que Mark e Nanda não tenham vivido algo assim, o que daria o protagonismo pro Mark que ele merece fora que o Mark ainda sozinho não viveu nenhum perrengue, não causo nenhuma confusão (tá ele foi o a ter uma relação sexual e deixar se levar e gozar sem preservativo depôs que eles combinaram de fazer sempre com preservativo) , não teve nenhuma mulher até agora que realmente mexeu com ele, eu duvido lendo a jornada que não deve ter uma pelo menos que tenha feito de verdade a Nanda se preocupar em perder seriamente o Mark, até agora só apareceu biribinha eu queria era vê C4 pro lado do Mark kkkkk.

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Darkness, minha resposta para seu comentário:

Jornada Cap 17 Dia 2

"- Desculpa, Rick, mas sem o Mark, eu não consigo. Acabei de descobrir que, sem ele, eu não sou eu. A Nanda, safada, arrojada, liberada, etc. e tal, só existe porque o Mark criou. Eu sou ele e ele é eu!

- Mas…

- Eu sou ele e ele é eu! - Repeti mais alto e fui em direção à porta, gritando embaixo do batente: - Eu sou ele e ele é eu!

Saí correndo pelos corredores, dali para a recepção, pátios, jardins… Correndo é modo de falar porque ninguém corre exatamente com sapatos de salto alto, mas eu queria chegar o quanto antes no restaurante e tinha esperança de que o Mark ainda não tivesse saído com a Iara."

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Pô Ramses!!!

Acertou na Mosca!!!

Esse trecho que vc trouxe mata qualquer outra indagação!!!

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Kkkk mata que indagação? Tirar trecho é colocar fora do contexto do que aconteceu e depois do que veio há acontecer não mata nada.

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Cada um! Cada qual!!!

Que bom que existem divergências!!!

O problema é quando querem te obrigar a pensar igual ao que vc pensa!!!

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Eu não to obrigando ninguém, só estou falando que tirar trecho da história vivida por eles não prova nada. Mais se você acredita que prova, tá tudo bem, mais pra mim o que prova é a história toda que está sendo contato pelo Mark e pela Nanda.

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Acredito que sua interpretação seja única!!!

Parabéns por ela!!!

Mas... não tenha essa interpretação!!!

E até que se prove em contrário o Jornada é baseado em fatos reais!!

É um relato dos fatos que acontecram com o casal.

Eu não vivo um relacionamento Liberal e nã tenho conhecimento para julgar ou querer mudar isso ou aquilo!!!

E NÃO concordo com sua interpretação!!!

Só isso e PONTO!!! como diria meu avô!!!

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Ramses se você tirar um trecho e postar como verdade absoluta e fácil, você te que levantar tudo que aconteceu, antes a Nand armou pro Rick estar na lua de mel dela e do Mark. O Rick não sabia que a Nanda não tinh avisado o Mark e o Mark só sabia poder viu a Nanda da varanda com o Rick e não acreditou, depois disso a Nana e o Mark conversaram e a Nanda deixou muito claro pro Mark que queria transar com o Rick. Agora se pareceu político (qualque lado) que faz isso pega um trecho e coloca como verdade absoluta, a Nanda já fez isso várias vezes mas sempre dá um jeito de ser impulsiva depois.

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Poxa Darkness!!

Gosto demais dos contos da sua página, já até fiz comentário lá te parabenizando! Mas me parece que vc está com pré conceitos nesse conto do Mark e da Nanda!

Na minha interpretação da estória não consigo ver como vc está enxergando os fatos narrados.

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Acredito que seja vc mesmo o autor de sua página, sendo assim vc sabe que o que foi " postado" é sim uma verdade absoluta...do autor do conto!

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Gente eu só to falando que o Mark do jeito que e contato durante toda a Jornada não tem como não ter vivido nada, o cara é contado tanto pela Nanda como um cara foda pra caralho, vocês que estão entendendo errado, eu não to discutido eu to ao reclamano que um cara que da prazer a todas as mulheres não tem como não ser desejado por elas e de fato trazer problemas pra relação, eu até falei que não por atitudes deles mais por desejos delas, o cara tá nos relatos como uma cara que só serve pra trazer racionalidade a Nanda, sendo que a própria Nanda já contou que o Mark é um cara bravo e em muitos relatos da Jornada o Mark mostra ser pica pra caralho, não tem como um cara desse não ter confusão causa por ele, ele é foda pra caralho, uto elogiando ele o tempo todo e a Nanda também. Vocês que não estão entendendo. Os dois são fodas só que o Mark no momento só serve pra trazer razão pra Nanda e na Jornada ele é mostrado como um cara foda por todas as mulheres.

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Ahh, entendi!!

Vc também quer que o Mark tenha um fio desencapado e nos revele seus pecadinhos né!!

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Mas falando sério, nós estamos discutindo o que nós é revelado pelos autores e em cima disso nós fazemos nossas interpretações dos fatos vividos por eles. Se vc tivesse participado das discussões de Uma Puta Dama vc teria ficado pirado com nossas pirações

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Se você tá falando do trecho quanto as vezes a Nanda não falou que o Mark é foda? Eu to falando de atitude gente, falar a Denise já falou que gostaria ter o Mark pra ela, mas quantas vezes a Denise atentou contra o relacionamento da Nanda e do Mark de verdade? Nenhuma, pelo contrário queria até a Nanda kkkk, a Nanda falou a mesma coisa com o Tiago (ex da Denise) algo parecido, mas depois tava querendo o Tiago. Falar tem um monte de fala desse tipo da Nanda, mas depois dela ela sempre tá querendo o que ela disse que não queria. Por isso ela é impulsiva. Tirar trecho da história sem o contexto e foda. A Nanda falou que queria ir no club de swing com o Mark não falou? Foi com os amigos. Ela falar e sustentar são coisas diferentes, quantas vezes ele falou que não queria algo e depois foi além, aqui mesmo neste conto da história deles, ela falou que era errado e sabia que era errado o que fazia com o Arthur e avançou um pouco mais. Não to levando por experiência de vida, não to levando pro pessoal, todos sabem que a Nanda é impulsiva e por iss faz besteira e minha linha de raciocínio é que o Mark muito mais que apenas racionalidade da Nanda.

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Esquece o Arthur mano!!!

Esse foi um capítulo especial da Nanda para nós preparar para o conto dela e dos capítulos do jornada e da Clair de Lune

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Me desculpe meu destempero, mas vc tá puxando toda a estória sem a devida cronologia dia fatos, sem ver o amadurecimento desses dois "personagens" maravilhosos no decorrer de 4 anos de exposição e de postagens.

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Eu me referir ao Artur pra explicar porque tirar trechos da história pra explicar algo não faz sentido, aí me referi a esse conto por exemplo, se você pegar trecho que ela fala do Mark mesmo se pegando com o Arthur e postar aqui sem o contexto da história parece que a Nanda tá pensando no Mark, aí você vê os fatos que aconteceram e que vão acontecer e percebe que são apenas frases ditas. Não me referi ao Artur como algo da discussão, me referir a tirar trechos deste conto e que poderia fazer qualquer um entender outra coisa.

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Po gente assim não dá kkkk eu tava escrevendo no bloco de notas do celular e vocês não param de mandar mensagens kkkkkk fica difícil, estava 41 comentários quando eu comecei e já tá em mais de 60 kkkk

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Sem novidades no front, Nanda sendo impulsiva e o Mark sendo o Mark relevando tudo. Mais foi legal saber mais um pouco desse casal, agora antes de começar tudo, quanto ao que a Nanda falou no final concordo 99% o Mark que quiz abrir a relação, mas quanto a não ser de mais ninguém, bem até o momento a Nanda quase foi do Rick (seu primeiro relacionamento com alguém sem a presença do Mark) pra sempre, ou seja, ela traiu novamente o Mark, mas isso é um risco que todo casal liberal praticamente passa, todos os relatos que já é não só contos, todos falam que em algum momento passam por isso, mas o X da questão e que é legal é que a Nanda vive esse X intensamente em todas as histórias e que causa as confusões, com ela e 8 ou 80, mas eu ainda gostaria de ver de verdade o Mark vivendo esse X também, pelo menos uma vez a Nanda tendo que correr atrás pra não perde o Mark de verdade, porque a única vez na história que ela pode correr atrás dele, que realmente a relação esteve em risco, ela ao invés de correr voltou a estudar e a trabalhar, o Mark que correu atrás dela kkkk, mas eu acho que seria uma história totalmente diferente do que vem acontecendo nesses vários capítulos, mas é como a Nanda disse aqui nestes perfil é a história deles, sinceramente eu não acho que isso tenha acontecido em nenhum momento na vida deles, acredito que 100% que até hoje só o Mark que correr atrás e tenta salvar a relação deles de alguma forma e a Nanda que vive o X e causa as confusões até hoje. Eu só gostaria de saber quando a Nanda vai contar pro Mark que já deu uns beijos no chefe dela? O Mark não sabe disso, quando eles falaram que poderiam se relacionar com outras pessoas mas que sempre tinham que contar um para o outro tudo a Nanda ainda não contou isso. To louco pra saber o que vai acontecer com o Rick, já que pra mim até hoje a relação deve estar acontecendo porque pra mim foi desproporcional como a Nanda reagiu quando o Mark INSINUOU que ela era uma puta, quando ao momento que o Rick de fato CHAMOU ela de puta, divido que ele não correu atrás dela e que como ela mesma disse não consegue resistir a ele, sempre acaba rolando algo, duvido que o Rick não seja amante da Nanda e o Mark tem que engolir mais essa, já que o Rick de fato é um problema até o momento a relação deles, como o Dr Galeano falou, o Rick é um cara apaixonado. Veremos o desenrolar nos EUA quando? Porque agora a Nanda eu acredito pelo menos, vai pegar um gringo kkkkk

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Só pra deixar claro quando o Mark insinuou que a Nanda era uma puta nós contos dos 7 dias a Nanda ficou puta, ofendida, tava brava, mas quando o Rick chamou ela ficou decepcionada, magoa, triste. Pra mim fica claro que o Rick era de fato um cara importante pra Nanda, até mais importante que o Mark, só ler novamente o Capítulo 16 inteiro o Dr Galeano chegou logo no começo nessa conclusão, a Nanda tinha que colocar as filhas na mesma balança pra equilibrar o Mark com o Rick. Quando termina o capito 16 parece resolvido e no 17 a Nanda que planejou uma nova lua de mel, só ela e o Mark tinha planejado com o Rick deles se encontrarem lá, o Rick pensou que o Mark sabia (não tem culpa nisso) o Mark não sabia de nada, deu o troco e com a pessoa que mais gosto que já passou na vida deles até agora a Iara, entao é difícil de acreditar que não vai ter mais nada entre a Nanda e o Rick porque ela até o momento está perdidamente apaixonada pelo Rick e para mim em nenhum dos 17 capítulos ela mostrou essa paixão pelo Mark, ela na verdade para mim sempre tentou concerta as burradas que fez, as vezes também não tentou, pelo contrário atacou pra se defender.

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Você não está de todo errado, a Nanda realmente é bem instável e isso causa problemas sérios que até o momento graças a Deus e a paciência do Mark e o profundo amor que ele sempre demonstrou ter por ela foram contornados, mas se realmente fossemos depender somente do comportamento da Nanda .....

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Ai eu descordo de você, os fans desse casal como eu, só dependemos do comportamento da Nanda, o Mark depois do capítulo do estupro do Bruno ele sumiu do protagonismo e a Nanda que sustenta sozinha toda essa história até aqui, eu amo ler os comentários porque temos vários pontos de vista, eu fiz várias críticas a Nanda durante toda a história e nos comentários eu vi várias opniões diferente e discussões onde muitos defendiam a Nanda, até pensei que tava lendo o conto errado kkkk, a pouco tempo atrás eu resolvi ler novamente, se ler pensando como o casal protagonista, você vai ficar puto com tudo que a Nanda faz, vai ficar louco da vida pelo Mark sempre arranjar um jeito de perdoar a Nanda, como você disse o Mark tem uma paciência, até mesmo neste conto é possível perceber isso. Vendo o conto como o Mark protagonista (por vários elogios ao Mark e críticas que tem nos comentários) não tem como não dizer isso infelizmente, mas o Mark é corno manso, mais do mais alto nível kkkk, agora se você ver a Nanda protagonista meu amigo a coisa muda de figura drasticamente, a mulher é foda em tudo, quem vive mais intensamente? Quem arranja as confusões? Quem é foda na cama? Quem tem as melhores aventuras? Quem é que apronta mais ? Quem contornar tudo? Quem acendeu profissional mais ? Quem corre atrás de qualquer tipo de crescimento? Tenho certeza que em todas essas perguntas a resposta é NANDA. Por isso que pra mim pelo menos é ela que sustenta até o momento essa história, se tirar o Mark como marido da história e colocar qualquer outro no lugar iria acontecer tudo que já aconteceu? Provavelmente iria na minha opinião, agora se tirar a Nanda iria acontecer tudo isso? Eu acho que não. A Nanda é o coração e a alma dessa história, o que eu gostaria de ver é o Mark dos primeiros 4 capítulos de volta, um cara que não aceitava tudo como o atual Mark aceita, o Mark mudou muito e isso foi construído não foi do nada, não tenho que reclamar, o Mark mudou muito, a Nanda não teve mudança, em

todos os comentários sempre é Nanda continua sendo Nanda.

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Sou fã desses dois…Não tem enrolação…Sexo gostoso, real….Sem muita fantasia.

Todas as estrelas p o casal.

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Muito legal! A Nanda sendo a Nanda, e o Mark sendo o Mark. A cara do casal mais querido da CDC!

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Nanda pelo que ela descreveu sempre foi safadinha com uma criação monogâmica muito forte...

A descrição desse conto da vontade de reler os primeiros capítulos do Jornada...

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Nanda, me tira uma dúvida, esse Edson que vc relata aqui é o mesmo que o Mark relatou na parte a história de vcs entitulada "Depois da Tempestade vem..."? Acho que é, mas lá ele era chamado de Edinho, se não me engano...

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Este conto foi esclarecedor. Quando li os primeiros contos da "jornada" questionei os motivos de Mark para propor emprestar sua esposa para outro macho. Algo não fechava, Mark não demostrava ser obcecado pelo famoso "tesão de corno", eu imaginei que a troca de casais seria a opção mais adequada para o casal abrir o relacionamento. Mais surpreso ainda fiquei ao ler a desenvoltura que Nanda encarou sua primeira vez, rapidamente ela migrou de uma esposa relutante com a ideia para uma mulher disposta a novas aventuras, inclusive desrespeitando o combinado com Mark.

A história que Nanda nos brinda mostra que o subconsciente de Mark registrou que uma de suas melhores fodas, inclusive inaugurando a porta de trás de Nanda, foi uma "transa de reconciliação" após ela ter confessado ter ficado com outro.

Quando a libido do casal diminuiu a experiência aflorou como possibilidade.

Nanda, por outro lado, também registrou o vigor de Mark ao reivindica-la. Seu subconsciente apitou quando se entregou ao cantor sertanejo, ela queria ser novamente reinvindicada pelo marido.

Estou viajando?

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Olá, querido.

Nós nunca chegamos aprofundar a origem desse desejo do Mark, ou como acabei me deixando levar em terapia. Mas já conversamos bastante, e uma das conclusões que tivemos é justamente essa: de que tudo pode ter sido gerado nesta época, só que ficou incubado.

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Provavelmente. Mas o que importa é que vocês encontraram uma maneira de curtir a vida com muito prazer e amor. Em um mundo com tanta gente infeliz vocês encontram um jeitinho de serem felizes.

Obs. O Mark que me desculpe, mas adorei o "Olá, querido".

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Olá, querido. Oi, amor. E aí, gostosão.

Desculpa a brincadeira, mas adoro zoar meu marido. Principalmente, porque depois ele vai querer me "corrigir".

😜

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Esse conto é de um casal ainda em formação mas o título é JORNALDA DE UM CASAL AO LIBERAL, mas já começa de maneira torta, antes de casar a namorada já começa a botar chifre no futuro marido, wsse início é terrivel e já mostra o que deve acontecer depois de casados, ela vai ter seus casos, ele perdoando os deslises dela. Então o que iremos ver é um marido fiel enquanto ela vai fuder com qualquer um que desperte a libido dela e ele será um corninho manso. Estou errado?

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Totalmente errado, seu mané!

Está chegando agora e já quer sentar na janelinha?

Vai sonhando!

Quer saber mais da nossa história? Leia o conto todo, desde o início. Não me venha com exercícios de adivinhação, ok?

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Foi minha primeira impressão e por isso mesmo desastrada já que fui pesquisar um conto de 2022 e percebi que o Mark é um cara quase tradicional.

Estou acompamhando todo o desenrolar do casal e acho que se o Mark deixar o controle solto a Nanda se perde, acho que ela tem pouca experiência e vai precisar de muita orientação porque casamento aberto os dois devem ter muita cumplicidade.

Ficarei atento e darei minhas opiniões que podem ser certas ou totalmente fora de contexto. Vou tentar ser mais claro da próxima vez.

Fica frio Mark. Foi apenas uma observação

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Desculpa Nanda, respondi essa sua mensagem como se fosse a do Mark.

Queria te fazer uma sujestão e sei que você já segue porque você e o Mark formam um time perfeito mas eu fico torcendo para que eke não sofra com alguma de suas decisões e vou te confessar uma coisa qie você esta careca de saber, vicê tem um homem da porra então não faça ele sofrer porque por tabela eu vou junto e as vezes fico chateado com o que acontece.

Estou lendo paralelo a esse o mesmo lançado em 2022 e fico aguardando o repeteco mas torcendo ppr pequenas mudanças, será que terá essas mínimas mudanças? Não precisa responder porque quero ser surpreendido.

Passei a ser fã da NANDA mas um adimirador do NARK porque ele tem muita coragem e sabe que tem uma mulher apaixonada, mas de acordo com a descrição da Nanda ela é um mulherão da porra e eu quando me coloca na pele do Mark , rapaz eu não teria essa coragem que ele tem em deixar a Nanda experimentar outro homem, eu não teria essa coragem, só um casal com muita cumplicidade como é o caso de vocês para transformar essa fantasia em realidade.

Como fã e torcedor incondicional da Nanda quero ver o casal cada vez mais unidos.

Um forte abraço

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Aqui no sul, mais precisamente, na grande Porto Alegre, a gente diz: "Pegou o Viamão lotado e ainda que lugar na janelinha" (ônibus que vai de Porto Alegre a Viamão, cidade vizinha e primeira capital gaúcha). Nanda você respondeu para esse "turista acidental" mas ainda não respondeu a minha pergunta que foi feita bem antes, "magoei"!

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Ciumes?

Eu não sou bem um turista acidental porque estou acompanhando esse casal desde o lançamento de UMA PUTA DAMA e me apaixonei pelo desenrolar da trama e sese então estou seguindo o casal que acho excelentes escritores e que já poderiam ter lançado um livro, se é que já não lançaram e eu estou sem saber.

A saga do casal é excelente e estou perdendo o sono só para acompanhar. Muito bom mesmo

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Sugiro que leia todos os capítulos do Jornada e Entre o amor e a Paixão, postado pela Nanda... Só assim poderá ter noção de toda a história... Aventuras e deventuras desse casal

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No caso da Nanda ela já avisou que o perfil dela é fictício então recomendo lhes do desse pra entender a história, o do perfil da Nanda é uma linha alternativa da história, vale lembrar que ela colocou já na primeira parte deste especial isso, eu não li ainda esse especial todo com atenção que sempre merece kkkkk mas já deu pra entender que a temos mais Nanda sendo Nanda e Mark sendo Mark, fora que é claro que isso acontece antes deles casarem, até o título sugeri isso kkkk.

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Sim... é isso mesmo, o que foi postado pela Nanda em "Entre o amor e a Paixão" foi uma "viagem" dela, supondo que ela tivesse se separado de Mark, coisa que não aconteceu!!!

Mas a história é execelente!!! Por isso recomendei a leitura!!!

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Procure ler tudo deles desde o início amigo, você vai virar fa igual a todos aqui

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Essa é a mais bela historia de amor dessa casa. quem acompanha desde o inicio sabe disso.

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Totalmente errado, sabe de nada inocente, vc viajou, foi longe D+!

Entra no histórico de contos, e vai lá no início, e comece a ler um dos, se não a melhor história de amor e vida de um casal.

Só uma dica, sem pré julgamento!

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Estava com saudade dos teus contos, Nanda! Sempre muito bem escritos e provocantes. Por falar em saudade... Quando nos brindará com a continuação do "Paixão e Sangue"? Realmente, faltou contar para o Mark, do beijo com o Artur, na segunda festa!

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Foto de perfil de Caco22

Muito legal como sempre, Podia ter esclarecido se o Arthur tinha tentando o contato mais uma vez logo depois da festa pois se beijaram quando foi ao banheiro, coisa que não contou para o Mark, nessa história. Pois nessa ocasião vc mesmo disse que não foi um não definitivo pra ele. Mas de resto sempre maravilhoso.

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Muito bom o importante é que vcs constituíram o bela família

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