Elias passou o dia seguinte em uma névoa de desconcentração, a reunião com fornecedores se arrastando como um suplício – números e contratos borrados em sua mente, o juramento à mãe pesando como uma âncora que o puxava para o abismo. Lutou para focar, anotando o essencial, mas seus pensamentos voltavam à câmera, àquela conexão perigosa em casa. Partiria de volta no dia seguinte, o voo marcado, mas não sabia o que o aguardaria – um casamento em ruínas? Enviou mensagens para Juliana durante o almoço: "Ei, amor… como tá o dia? Saudade." Ela demorava a responder, horas se passando sem o habitual imediatismo, e quando vinham, eram secas – sem corações, sem emojis, só um "Tudo bem aqui. Beijo." Aquilo o incomodava, um frio na espinha, como se algo tivesse mudado de vez.
No hotel, à noite, abriu o laptop e acessou o app da câmera, o quarto iluminado apenas pela tela, o coração martelando. O dia fora ela quase todo conversando com José – Juliana elogiando: "Você criou tão bem os filhos com a Joana… que pai incrível." José agradecia todo o carinho e atenção da nora: "você é um anjo." Dizia estar feliz por estar vivo, mas triste: "Extrapolamos a confiança do Elias… isso tá me matando por dentro." Elias sentiu certo conforto ouvindo aquilo – pelo menos o pai reconhecia o erro, o amor pela família ainda estava ali. Juliana começou a chorar: "Eu sei… mas estar aqui com você é tão bom. Cuidar de você, conversar com você, te ajudar a comer… a se aliviar…" Pausou, voz embargada. Confessou: "Tenho sonhado besteiras faz dias… e transar com Elias não me satisfaz mais como antes."
Elias sentiu um soco no peito – insatisfação com ele? José confessou: "Estou me afeiçoando por você, nora… mas precisamos parar, antes que Elias descubra e dê problema. Amo meus filhos, incluindo ele – o único que acreditou em mim e na empresa." Ambos choravam, Juliana saindo do quarto, o vídeo mostrando-a afastada o resto do dia, o ar pesado. Elias pausou, respirando fundo – o juramento o prendia àquilo tudo, mas agora via as rachaduras, a culpa compartilhada que não o absolvia da angústia.
Quando enfim chegou a hora do banho, ela o fez rápido, chorosa, mãos trêmulas lavando o corpo imóvel. José: "Nada pode rolar entre nós… você é esposa do meu amado filho." Juliana concordou, voz baixa: "Tem razão… vamos parar." Mas, quando faltava apenas o pau de José, com sua ereção habitual, rígido e pulsante, ela olhou fixamente pra ele. Dengosa, pediu: "Um último favor, sogro?" Cochichou no ouvido dele, algo inaudível no áudio. José riu, sem graça: "Tem certeza, nora?" Ela: "Sim… por favor."
Pra surpresa de Elias, Juliana se aproximou do pau, limpando devagar antes de abocanhá-lo – chupando fundo, engasgando no comprimento de 20cm, mas não parando, língua circulando a cabeça, sugando ritmada: "Mmm… delícia." José gemia: "Ahh, norinha… safada…" Aquilo era uma tortura pra Elias, assistindo do hotel – o pau endurecendo involuntariamente, mão descendo para se masturbar, dentes roçando de ódio enquanto via a boca dela cheia, os gemidos ecoando. Ela chupava voraz, garganta profunda. Então ela parou, anunciando: "Bebi tudo… essa foi a despedida."
Elias parou a masturbação de repente – "Despedida?" Pensou, o quarto girando. Ela prometeu: "Vamos nos comportar agora." José agradeceu: "Obrigado, nora… você é incrível." Mas o que fazer com essa informação, Elias pensava? Juliana dera um belo boquete no pai dele – profundo, guloso, bebendo tudo como sua mãe Joana fazia. Isso ficaria por isso mesmo? O juramento à mãe agora parecia uma piada cruel, prendendo-o a um caos que ele mesmo vigiava, sem saber se confrontava ou se calava, e deixava pra lá. Afinal, eles não iriam mais fazer aquilo, certo?