O último ano como motorista de app me reservou uma doce surpresa, um rapaz que conheci no grindr, acabou me contratando para corridas fixas o que acabou criando uma inusitada proximidade, alem de aventuras quentíssimas, sobretudo, no carro. Os próximos capítulos pretendem relatar os melhores desses encontros.
- No motel
Como disse anteriormente, o conheci no grindr, nos encontramos num barzinho lgbt+ da cidade, rapaz de pouquíssimas palavras, de cabelos encaracolados, olhos cor de mel, e um sorriso difícil de sair, mas quando veio me encantou... a surpresa se deu dentro do carro, o beijo que começou sem jeito, logo se tornou erupção, e aquele rapaz que, até então, era misterio, deu mostras da sua face mais intensa, em meio aos beijos cheios de desejo, sugeri irmos para um motel, e segui pra la com dificuldade, já que o querido não largou o meu pau duro, uma única vez, e assim que adentramos à garagem do quarto, ele me abocanhou com um desejo avassalador... entramos no quarto nos atracando entre luta e dança, as roupas foram ficando pelo caminho, e cada peça que caia era seguida de mordidas e lambidas na área descoberta... cheguei na cama apenas de meia, ele estava de cueca que o próprio tirou e numa segunda surpresa na noite, com um gesto de ordem, me fez agachar, e ao invés de mama-lo, ele segurou me rosto, pincelou meus labios, minha língua, e, literalmente, fodeu minha boca... um entra e sai fundo, frenético, urgente, seu pênis babava tesão, principalmente quando ele atolava até quase minha garganta, me fazendo engasgar, e chorar...
Eu olhava pra seu rosto e enxergava-o em êxtase, e sem avisar, com o pau enterrado ao fundo, soltou a primeira carga de esperma, surpreendentemente adocicado, e pela posição em que eu me encontrava, subjugado por aquele belo rapaz de 1,80m, um belo corpo, sobretudo a barriga torneada, e um olhar de puro desejo, não tive alternativa a não ser engolir todo sémem que brotava daquele pênis de uns 17/18 cm.
Eu recuperava o fôlego quando ele me puxou pra um beijo cheio de gratidão, me deitou na cama por cima e veio descendo beijando meu pescoço, mordendo, lambendo, seguiu para meu peito onde se demorou sorvendo o biquinho de um lado e de outro, continuo pela barriga, umbigo, e seguiu a "trilha do prazer" onde se encontrava meu pau pingando précum, que ele lambeu com a ponta da língua, para em seguida engolir meu pênis numa mamada magistral... eu gemia com as caricias daquele gostoso que fazia um trabalho magnifico entre minhas pernas, que ha muito tempo eu não recebia, e ali, em meio as chupadas, lambidas, e divagações do meu cérebro, senti minhas pernas serem erguidas, e sua língua que brincava percorrendo meu saco, encontrou o caminho de um cuzinho assustado, que se retesou num primeiro momento, para em seguida relaxar ao ser, praticamente engolido por sua boca ávida, e penetrado por sua língua experiente...
Ainda segurando minhas pernas ele se posicionou de joelhos, bateu com seu mastro duro no meu rabo que já estava receptivo, cuspiu na cabeça do pênis, e forçou entrada... apertado, resistente, o ânus lutou contra o invasor, ele cuspiu novamente, pincelou o pau, cuspiu novamente, inclinou o corpo mais sobre o meu e voltou a forçar, dessa vez o esfincter se abriu, o suficiente pra passar a cabeça de seu pau, percebi um sorriso no canto dos lábios e um olhar de satisfação, ele veio ao encontro da minha boca e me beijou, enfiando a lingua aos poucos dentro da minha boca, enquanto seu pau, quase que coordenado, ia me penetrando devagar, mas sem parar... eu gemia, de dor, prazer e até assustado, pois, embora eu ja tivesse sido passivo, outras varias vezes, nenhum cara tinha feito daquela forma, tipo, meu corpo estava entregue, ainda que meu cerebro questionasse essa entrega que estava sendo tomada quase com violência sem chance para voltar atrás, em meio a esses pensamentos, voltei ao quarto com uma mordida no pescoço, outra na ponta da orelha, e sua voz susurrada dizendo: que delicia de rabo, todas as minhas duvidas sobre a forma que eu estava sendo conduzido no sexo, sumiu, era exatamente por aquilo que eu buscava, por tanto tempo, e o prazer que a dopamina me trazia desde o estante do primeiro beijo, invadiu meu cérebro carregado de ocitocina, me dando a certeza que aquele vínculo era a minha perfeição.
Me vi no espelho do teto, a cara de puta, entregue ao prazer superior que ele me proporcionava, o rapaz me fodendo com maestria, as costas torneadas, a bunda retesada, que homem perfeito... minhas pernas entrelaçadas em seu corpo, quase que pedindo mais, e ele deu, metendo mais forte, mais fundo, mais rapido, num eletrizante bate estaca que arrancou profundos gemidos vindo de muito mais longe que o fundo da garganta, e como fez em minha boca, sem anunciar, mas dessa vez percebi sua expressão, e o retesar de seu corpo, quando descarregou dentro de mim, uma nova carga de semem, farta, quente, e desabou seu corpo sobre o meu, enquanto eu acariciava seus belos caixinhos.
O chamei pra banheira, e ele veio, abraçado a meu corpo, e o calor que exalava me incendiava, meu pau durasso expelia uma quantidade enorme de precum, que ele sorveu antes de entrarmos na água... deitei relaxando embora o tesão me consumisse por dentro, mas meu parceiro estava insaciável, pediu pra sentar atrás de mim, abraçou meu peito e enquanto beijava meu pescoço, me masturbava de levinho, perguntou se eu estava gostando da noite, e respondi com um beijo cheio de desejo que ele entendeu como a senha pra me comer mais uma vez. Me posicionou de quatro dentro da banheira, lubrificou seu pau duríssimo e meteu sem arrudeios, até o fundo, cavalgou com intensidade me fazendo gemer alto, metia, tirava todo abrindo minha bunda e deixando uma sensação de vazio, e eu implorava: mete, me fode, me abusa... e ele metia forte batendo o leite que outrora deixou em meu reto... agarrou minha cintura, cravou bem fundo e puxou meu corpo contra o seu, encaixados sentamos, ele dentro da banheira, eu em seu colo, rebolando vadia "mastigava" seu pau enquanto controlava o entra e sai, segurando o meu gozo para não finalizar aquela noite memorável, ele segurava minha cintura, olhando com volúpia o coroa que o montava, o pau escapou e ele sussurrou: eu estava preste a gozar... pedi para que sentasse na borda da piscina e abocanhei mais uma vez seu pênis, lambi de leve a cabecinha olhando seus olhos, chupei a cabecinha rosada e engoli até a base, 2, 3, 4 vezes, ele segurou minha nuca, atolou seu pau e descarregou mais uma vez o doce sabor de seu leite que tomei com muito prazer.
Deitamos cada um pra um lado da banheira, ele de olhos fechados, sorriso no rosto, ar de satisfação, fechei meus olhos tambem, ainda saboreando seu semem e pensando em todos que estava acontecendo naquelas horas juntos. Fui acordado de minha divagações por um beijo, ele puxou minha cintura pra cima, deixando o pau pra fora da agua, e me mamou sem tirar os olhos do meu, chupava a cabecinha, engolia, chupava meu saco, e eu delirava sentindo sua boca quente me arrancando prazer... então, explodir em orgasmo, meu leite grosso expelido e seus labios que le sorveu engolindo pau no restante do jorro que lhe encheu a boca, ele me olhando, abriu a boca mostrando-a cheia de leite, e engoliu, para em seguida vir me beijar, finalizando uma noite que nunca esqueci, e que sempre rememorei com prazer.