Eu era a amiguinha preferida
Meu nome é Mariana, tenho 20 anos, sou baixinha, branquinha, com um corpo de menina: cinturinha fina, bunda redondinha e sem nenhuma estria ou celulite. Meu destaque é minha boca e meus peitos, que são grandes, tipo gota, com o bico rosa.
Sou assim desde quando tinha uns treze, mais ou menos. Na escola, sempre chamava atenção, tanto dos alunos, quanto dos professores, inspetores, e homens em geral. Eu sabia que era gostosa mas não sabia muito bem o que fazer com isso.
Embora hoje eu saiba, naquela época eu não entendia bem porque, mas toda festa minhas amigas sempre me chamavam. Falavam que os pais delas faziam questão que eu fosse porque me achavam uma menina muito do bem.
Até que comecei a entender.
Nas festas, na piscina, todas nós colocávamos biquíni. Imagine um monte de meninas novinhas da escola, de biquini, em uma piscina, brincando, tomando sol, ali, junto ao pai e à mãe, os donos da casa.
Por já ter esse corpo desenvolvido desde muito cedo, eu sabia que eu não era como elas. Todas eram bonitas, mas eu tinha algo que elas não.
E foi quando comecei a usar isso a meu favor.
Na nossa época a música que mais pegava nas festas era o funk.
Por ser uma escola particular, havia muito tabu com o assunto. Os palavrões, as letras, as danças.
Porém, eu adorava.
Essa foi a primeira vez que me caiu a ficha.
Na área da piscina, estávamos mais ou menos em 6 ou 7 meninas.
Além de nós, os pais da minha amiga, a dona da casa, e uma empregada.
Colocamos o funk na caixinha e foi aí que a coisa mudou.
Dançávamos todas juntas. Perna com perna. Coxa com coxa.
Nos encostávamos e, descendo até o chão a gente ia rebolando. Ao som da batida.
Eu estava tão tranquila que nem me preocupei com nada.
Até que, de repente, resolvi virar de costas para minha amiga, como se ela me encoxasse, para rebolarmos juntas.
E foi quando o vi.
O pai da minha amiga me encarava. Fixamente.
Sentado na espreguiçadeira, ele me olhava, e disfarçadamente, mexia em seu pau por cima do shorts.
Ele nem disfarçava.
Comecei a rebolar e olhar para ele, achando que ele, com o desconforto, desviaria o olhar.
Mas não.
Ele continuou nos encarando.
Novamente, virei de costas. Dessa vez, eu sabia o que estava rolando.
Abaixei com as mãos no chão e abri minhas pernas, deixando minha bunda bem certinha, e a marca da minha bucetinha no biquini.
Quando levantei, virei rapidamente e o vi.
E ele continuava ali a olhar. Nem se mexeu.
…
A dança passou e voltamos para a piscina.
Então comecei a entender o que estava rolando.
A mãe dela, por sua vez, chegou na espreguiçadeira do pai e sentou ali, do ladinho, no chão, perto dele.
E eu, no fogo da provocação, pensei: vamos ver o que está acontecendo aqui.
Pulei na piscina bem forte. Mergulhando, de uma vez.
Eu sabia que meus peitos iam acabar saindo do biquini se eu fizesse assim.
E o fiz.
Quando voltei para a superfície, nem pensei duas vezes: subi e saí da piscina, pela escadinha.
Olhei para eles, já sentindo o ar passando pelo meu biquinho.
Fingi que arrumava e tirava a água do meu cabelo, dando a eles mais tempo para admirar.
Então olhei rapidamente para o biquini, fingi espanto, e o arrumei.
Olhei para os dois e dei um sorrisinho simpático.
Ele gostou.
E ela, diferente do que eu pensava, não brigou.
Aquilo foi interessante.
Ela não tinha ciúme? Claramente o marido ali, olhando para a amiga de sua filha, e uma concorrência, com muitas vantagens sobre ela…e ela…nada?
Eu tinha que entender.
Depois do próximo mergulho, decidi que iria pegar pesado.
Saí da piscina e, em vez de arrumar o biquini, fui andando.
Até eles.
Na espreguiçadeira.
Tio, Tia…vocês não vão nadar, não?
Imagina, Mari…hoje o dia é de vocês!
Mas a água tá uma delícia! - falava, sabendo que parte do meu peito estava para fora, e eles, olhavam
Outro dia!...olha - disse a mãe da minha amiga - seu biquini tá errado, arruma ele, que escorregou!
Eita, tia! Arruma pra mim!
Minha tática deu certo.
Cheguei bem pertinho dela e, quase sem acreditar, ela pegou no meu biquíni. Pegou no meu peito. Delicadamente. Pegada de mulher. E arrumou.
Me arrepiei inteira.
E ela viu.
Desculpa, tia…e obrigada!
Imagina…isso acontece!
Desculpa, tio…foi sem querer!
Agora tá tudo certo…mas na próxima, eu é que vou arrumar!
…continua
