Beta da Helô 3 - Humilhação - Part 1

Um conto erótico de Augusto
Categoria: Heterossexual
Contém 2454 palavras
Data: 12/04/2026 11:46:39

Passado uns dias, eu ainda não tinha me decidido. Helô estava curtindo a vida de solteira, era um sábado a noite quando escuto meu telefone tocar, era ligação da Helô e quando atendi ela desligou e logo vejo que tinha uma mensagem, estava indo a uma boate noturna e me chamou pra ir lá ver ela.

Fiquei pensando se realmente eu iria, mas a carne é fraca coloquei minha melhor roupa passei o meu melhor perfume e bora pra boate.

Entrei sozinho, e fui andando quando avistei uma galera conhecida conversamos, peguei uma cerveja e quando vejo um monte de mulher bonita rebolando na frente do som, alguns de shortinho outras de vestido e vejo uma que chama muito atenção estava de sainha curtinha rebolando mostrando a bunda, podemos dizer a mais uma vadia da noite.

Fico olhando e quando ela vira o rosto era Helô, ela simplesmente parou tudo e com um sorriso no rosto veio e me abraçou “tá cheiroso.”

Eu já estava sorrindo como um besta ao seu charme, ela voltou a dançar, o pessoal que estava comigo ou melhor eu estava com eles, foram andar e eu nem tinha notado, vi que estava sozinho meio deslocado quando apareceu um tiozão forte com uma camisa agarra no corpo com um braço grande.

“A festa tá top.”

“É.”

Não parava de secar Helô, logo acabamos indo pra fora fumar e ele acompanhou a gente, demos uns trago e depois Helô voltou pra festa.

“Vocês estão ficando?” O tiozão perguntou.

“Mais ou menos.”

Ele riu “esses jovens de hoje em dia.”

Eu fiquei olhando estranho.

“Vocês é liberal?”

Engoli seco.

“Entendi.”

Eu nem falei nada, como ele entendeu.

“Tenho certeza que ela da uma foda gostosa.”

Caralho, aquele cara estava me testando.

“Tenho certeza que você seria um bom pai.”

Que porra que cara estava falando.

“Não entendo.” eu respondi meio puto.

Ele pegou no pau dele pela calça com um sorriso.

“Você é garoto novo, eu tenho 43 anos, sei do que estou falando, sou vivido.”

“Não entendo?” Eu já estava ficando irritado.

“Mulher não quer saber da aparência de homem, mulheres querem alguém forte e dominante.”

“Ah, acho que entendi.” não estava dando a mínima, ele estava cortando minha brisa da maconha.

“E tem que ter um pau grande também.” Ele falou rindo. “E por isso que ela fica com você.”

Na hora eu pensei que o velho estava me jogando lá em cima, e quando eu estava começando a gostar dele.

“Toda essa baboseira de cuidado e apoio é ótimo, mas esses caras sempre estarão por perto pra ajudar cuidar dos filhos do alfa mais tarde.” Ele rindo e cheio de confiança. “Me apresentar ela depois.”

Helô apareceu “vai ficar aqui fora até quando? Vamos entrar.”

“Sou Eduardo, estávamos conversando.”

“Legal, vamos pra dentro.”

“Seu namorado falou como gostaria de ser pai.”

Que porra era aquela que ele estava falando.

“Pega uma cerveja pra gente.” falou pra mim e segurou no braço da Helô, como um beta acabei indo buscar deixando eles conversar.

Quando eu voltei, os dois estavam conversando juntinhos.

“O que está acontecendo aqui?” perguntei.

“Ele é muito abusado, onde você o conheceu?” falou Helô.

“Abusado? Porque?” Eu já estava com vontade de brigar.

“Ele se acha o macho alfa, só falta fazer uma estátua de mármore com o pau dele.”

“Quer referências?” Ele apertou o pau.

Eu já estava pra puxar Helô pra ir embora, quando eu vejo Helô vermelha de vergonha.

“É assim que você faz para transar com mulheres?” perguntou Helô.

“Hum?... Esse é o plano.”

“Idiota.”

“Vem falar que não gosta!”

“Você é escroto pra caralho.”

“Talvez você devesse não usar calcinha.” Ele olhou para a sainha curtinha. “Se o vento bater do lado errado, todos aqueles homens vão ter um show de arrepiar, o seu namoradinho vai gostar.”

Helô olhou pra mim.

“Não vejo muita profundidade nesses tais alfas que você fala!” Falou virando o rosto pro Eduardo.

“Como você saberia disso.” ele refutou.

“Conheço vários como você.”

Ele puxou ela e falou algo no seu ouvido eu não ouvi mais perguntei depois a Helô e ela me falou que ele responde mais ou menos assim “E mesmo assim tá namorando um beta.”

Helô ficou sem fôlego com a resposta dele, e ele não parou e puxou ela de novo. Ela me contou “você vai transar comigo e depois você volta pra ele, vai ser fácil manipular ele, você pode falar a verdade ou mentir.”

Ele soltou ela, ela ficou me olhando.

Ele a puxou no braço novamente “porque ele não faz nada, ele gosta ou porque é muito frouxo, vamos transar e depois se volta pra ele, ele não vai tomar iniciativa.”

Helô ficou me olhando esperando uma iniciativa minha, mas na verdade eu que esperava uma iniciativa dela, esperando ela sair de perto dele ou me chama para ir embora, mas ela não fez, simplesmente ele estendeu a mão e ela segurou, eles foram indo pro outro lado da rua.

“Vocês vão onde?” Eu segui.

“Motel.” Falou Eduardo.

Eles entraram no carro dele que era uma Saveiro, “me desculpa amigo mais só cabe dois.” E com um sorriso no rosto ele a levou embora.

Após 5 minutos recebo uma mensagem de áudio da Helô. Quando eu abro é o Eduardo mandando um áudio.

“O seu otário do caralho, vou comer a vadia da sua namorada no motel da saída da cidade, ela falou que é pra você vim buscar ela, se não vier ela falou que nunca mais vai olhar na sua cara.”

Que humilhação da porra, fiquei puto, mais que poderia fazer, montei no carro e fui pro motel, quando eu cheguei na frente, acabei de perceber a merda, iria ter que esperar eles transar, podia pelo menos beber mais uma na festa.

Quando eu recebo um áudio da Helô.

“Estou mandando na sua namorada, parece que ela gosta desse pau (no fundo eu escuto Helô se engasgando na rola) certamente não gosta da sua.”

Que merda, fiquei puto e depois de escutar o mesmo áudio pela décima vez comecei a ficar com tesão.

Depois de um tempão eu vejo o portão abrindo e a saveiro saindo, eles passam por mim, eu começo a seguir devagarinho, eles vão até um posto da gasolina na beira da estrada. Eles saem do carro e ele encosta na capota do carro e coloca Helô bem com o traseiro dela na virilha dele.

“Falei que ele estaria aqui.”

Eu meio sem jeito, pensando que ele iria sumir e eu ficaria pra conversar com Helô.

“Ei cara! Sua namorada tá com sede, a água do motel é muito cara, não tinha dinheiro pra isso, se poderia comprar pra ela.”

Que merda, fiquei olhando com raiva mais acabei indo e de longe ouvia a risada dele, voltei ela bebeu em silêncio.

“Helô vamos embora.”

“Ah cara, acho que ela não tá afim de ir agora, você está?”

Helô simplesmente só fez não com a cabeça.

“Viu cara!”

Ficamos nos olhando sem falar nada.

“Ei, a sua namoradinha é uma delícia, fez um boquete tão gostoso.”

“Ele tem um pau maior que o seu.” Helô falou.

Ele riu, “é cara, ela gostou do meu pau.”

“Ah vai se fude.” eu falei puto, colocando as coisas dentro do carro eu já estava pra brigar.

“Cala boca Vini.” Falou Helô.

Ele deu um beijo na boca enquanto falava “obrigado por me defender.”

“Ele foi idiota agora.” falou Helô.

“Sabe quem não transa fica com mau humor mesmo.” falou Eduardo.

Ela sorriu, aquele clima hostil, eu mesmo não sabia como reagir.

“Iae quer saber como eu fodi a buceta da sua namorada?”

“Não tenho interesse nisso.” Falei rápido, sem demonstrar interesse.

Com uma risadinha “sério?... Você tem sorte dela gostar de ter um beta por perto.”

Eu olhei pra Helô, queria uma resposta, mas ela ficou em silêncio.

“Dá pra ver que ela gosta mais de você do que de mim e mesmo assim onde ela estava?”

Nossa que raiva! Que impotência.

“Ela me falou que vocês demoram anos para transar.” Ele riu e “em menos 10 minutos eu estava comendo ela, não foi bajulando tentando agradar”

Eu estava irritado, já estava puto.

“Essa é diferença entre eu e você seu covarde, você chora se masturba pensando na garota, já eu vou lá e faço de tudo pra engravidar a vadia.”

Ele falou aquilo pra Helô, ela estava ouvindo e não fez nada.

“Helô vamos embora.” Eu implorei.

“Conta pra ele como se transou sem camisinha, como eu gozei dentro.”

Que merda ele estava falando, eu já estava puto com tudo.

“Não preciso ouvir isso, para de ser um idiota! Helô por favor vamos embora, antes de eu brigar com ele.”

“Vocês vão transar hoje?” Perguntou o Eduardo.

“Não.” Respondeu Helô.

Ele riu: “Bom, então me chupa na frente dele, assim ele vai ter um punheta bem garantida no final da noite.”

Ele a levou pro quanto do posto onde não tinha ninguém.

“Fica de vigia.” falou pra mim.

“Voce confia em mim?” Perguntou Eduardo pra Helô.

“Não.” Respondeu Helô.

Ele riu “Só basta confiar no seu namoradinho, ele está aqui pra vigiar e proteger.” falou rindo.

Ele já foi abrindo a calça e sacou o pau pra fora, Helô pegou no pau dele e começou a masturbar.

“Helô vamos embora.” eu falei.

“Cala boca antes que alguém perceba só fica de vigia em silêncio.”

Helô sempre ficava com tesão em ver macho dando ordem em mim, ela agachou e começou a chupar o pau dele meio mole.

“Ei seu porra, desemcosta do meu carro.”

Saí de perto, Helô riu e continuou chupando. Eduardo com o jeitão confiante, pose de macho alfa, com a mão no quadril desfrutando o sexo oral da Helô comentou “como ela sabe chupar gostoso.”

Eles estavam no escuro, eu só via silhueta, era um pênis enorme, Helô não conseguia encostar a cabeça na barriga dele, além de grande parecia grosso, reto como uma flecha.

Me sentia com tesão e humilhado ao ver Helô, o amor da minha vida venerar aquele pau lambendo e beijando cada centímetro dele.

“Isso deixa bem babado… ei essa puta sabe como chupar.”

Meu pau estava duro, ele começou a foder a boca dela, ouvia ela se engasgando na rola dele.

“Piranha demais sua namorada.”

Eu só ouvia gemidos escapados da boca de Helô enquanto aquele pau grande e grosso podia dizer um pau poderoso, fazendo escorrer saliva da boquinha da minha namorada.

Ele começou a gemer e deu pra perceber que estava gozando na boca dela, quando ele terminou. “Tá liberada.”

Helô se levantou e quando estava vindo pra mim, ele deu um tapa na bunda dela, e foi erguendo as calças enquanto Helô limpava o rosto e caminhava na minha direção, fomos direto pro carro sem falar nada.

Ficamos o caminho inteiro em silêncio, quando chegamos na casa de Helô.

“Se fosse uma noite normal como todas as outras iria te convidar pra dormir aqui.”

Fiquei olhando pensando (porque eu não posso?)

“Onde você encontrou ele? Nunca encontrei com um macho daquele.”

“Você vai mesmo ficar falando dele.”

“Não adianta ficar bravinho agora, na frente dele ficou murchinho.”

“Tá, tá.”

Ela pegou no meu pênis que ficou duro instantâneamente, “é seu amiguinho concorda comigo.”

Fiquei em silêncio.

“Eu gostava quando ele te chamava de meu namorado.”

Eu pensei (corno, namorado corno só se for.)

“Corno!?” Helô falou com sorriso no rosto.

Fiquei em choque, será que eu tinha falado em voz alta?

“Oi?” Perguntei

“Meu namorado corno.” Ela falou com a mão no meu pau e com sorriso no rosto.

“É sério o que você viu nele?”

“Adoro um homem confiante.” ela apertou meu pau. “Você pode estar no clima, mais ainda eu estou no charme daquele homem, e vamos respeitar a vontade dele, você vai ficar na punheta hoje.”

“Aí Helô é sério que você vai dar ouvidos a ele?”

“Tô achando que você quer me chupar toda suada e gozada.”

Fiquei em silêncio.

“Ele gozou dentro e até agora devo estar com o esperma dele, você quer mesmo chupar assim? Eu juro que eu iria amar se você fizesse, mas eu prefiro respeitar a vontade dele.”

Fiquei em silêncio com pau mais duro do mundo.

“Põe pra fora e se masturbar deixa eu ver pelo menos.”

Eu não aguentei, tirei o meu pau que estava com pré gozo.

“O seu pau parece um pouco sem graça depois do dele.”

Aquilo era humilhante e comecei a me masturbar olhando sua sainha curta.

“Na festa tinha um monte de homem olhando pra minha bunda.”

“Tinha.”

“Olhando a bunda da sua namorada.” ela falava me provocando.

Eu já respirava ofegante me masturbando rápido.

“Isso te deixa excitado, não é seu safado?”

“Sim.”

“O que você acha que eles queriam fazer com a sua namorada?”

“Eles queriam você.”

“O homem mais macho conseguia a mais puta da noite, não foi?”

“Foi.”

“Ele ficava falando que a minha bucetinha é apertada.”

Como ele poderia falar, eu nunca tinha visto a buceta dela ser apertada, poderia ser tudo menos apertada.

“O foda de ter uma buceta apertada e que logo os cara quer maltratar… maltrata a buceta da sua namorada.” Ela falava gemendo.

Eu continuava minha punheta, eu estava pra gozar.

“Deixa eu ver como está.” Eu já estava implorando masturbando o meu pau ela falando e olhando.

“Sabe quando um menino faz arte, ele não merece a recompensa, mas hoje você fez certinho, foi muito obediente, tão obediente que aprendeu o seu lugar, não precisa de recompensa… sem buceta pra você.”

“Amor, por favor, só um pouquinho.” Comecei a implorar, ela começou a se masturbar junto.

“Amor tô tão excitada aqui tô sentindo o esperma dele com o meu…você quer sentir?” falou Helô.

Eu parei de me masturbar.

“Parou?”

“Tive que parar senão iria gozar.”

“Não quer gozar?” Ela falou com um sorriso no rosto. “Quer me chupar?”

“Quero.”

Falou bem devagarinho. “Patético.” E pegou no pau com dois dedos “Continua assim.”

Caralho que humilhação ela não estava sendo carinhosa. Ela me olhou me avaliando “Continua”

Eu olhei pra ela, uma ansiedade me percorria, peguei no meu pau e continuei me masturbando bem devagarinho.

“Quer beijar minha boca?”

Ela veio pertinho.

“Ele abusou tanto de mim, bem na sua frente e você não fez nada, nada… podia ter pelo menos implorado pra me chupar, acho que ele iria deixar.”

Eu comecei a gozar, ela olhou “que delícia… meu namorado é um?”

“Eu sou o que você quiser.”

Ela riu e me deu um selinho e foi embora, e me deixou todo sujo, percebi que tinha esperma no painel do carro e no volante, fiquei me limpando enquanto ela iria se repousar.

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