A chantagem que me quebrou…era 1 mes mais mudei)))
Ricardo não desistiu. Dois dias depois do meu “acabou”, o celular do Eduardo vibrou na mesa da cozinha enquanto a gente tomava café. Ele abriu a mensagem e o sangue sumiu do rosto dele. Era um vídeo. Eu de quatro na sacada da pousada, cu empinado, pau do Ricardo entrando e saindo devagar enquanto eu gemia alto:
— Me enche, amor… me dá um filho seu… eu te amo mais que ele… me arromba enquanto meu marido chora em casa!
A voz era minha. O gemido era meu. Eduardo assistiu tudo, mãos tremendo, depois me olhou com os olhos mortos:
— Ele mandou isso. E disse que se eu não te deixar ir, ele manda pra família inteira, pros seus irmãos, pra sua mãe… e pros nossos filhos.
Eu caí de joelhos na frente dele, chorando, abraçando as pernas dele:
— Amor… me perdoa… eu vou resolver… eu vou acabar com isso.
Mas Eduardo já tinha surtado. Pegou o carro, foi direto pro apartamento do Ricardo e invadiu o prédio. Eu soube depois pelo que ele me contou, entre hematomas e boca inchada. Ele bateu na porta, gritando que ia matar o cara. Ricardo abriu, calmão, com dois seguranças do condomínio do lado. A briga foi feia. Eduardo deu o primeiro soco, mas levou porrada pra valer. Soco no rosto, chute na costela, joelhada na barriga. Caiu no chão sangrando e Ricardo ainda pisou no peito dele:
— Se você não sumir da vida dela, eu mando o vídeo pra todo mundo. E ainda te processo por invasão de domicílio. Você vai pra cadeia, corno.
A polícia chegou. Eduardo foi algemado, levado pra delegacia e passou a noite na cadeia. Eu corri pra lá de madrugada, paguei fiança, trouxe ele pra casa com o rosto roxo, olho roxo, costelas doendo. As crianças viram o pai daquele jeito e choraram. Lucas perguntou baixo:
— Foi por causa da “amiga” da mãe, né?
Eu não respondi. Só chorei.
Naquela mesma noite, enquanto eu passava gelo no rosto do Eduardo, Ricardo me ligou. Eu atendi no viva-voz, tremendo:
— Mariana… ou você vem morar comigo por seis meses inteiros… ou eu destruo sua família. Vídeo pra todo mundo. Processo pro seu marido. Fama de corno pra ele pra sempre.
Eduardo me olhou, destruído, e sussurrou:
— Aceita, Mari… pra proteger a gente… aceita.
Eu aceitei. Com a voz quebrada, disse pro Ricardo:
— Eu vou… seis meses. Mas depois eu volto pro meu marido. E você apaga tudo.
Ricardo riu do outro lado:
— Boa menina. Arrume as malas. Amanhã você é minha mulher de verdade.
No dia seguinte eu me separei oficialmente do Eduardo. Fui no cartório, assinei os papéis de separação. Não era divórcio ainda, mas era o suficiente pra família parar de chamar ele de corno. Pra todo mundo, a gente “terminou”. Eu era a mulher que largou o marido. Ele era o coitado que ficou sozinho com as crianças. Ninguém ia saber que, na verdade, eu tava indo morar com meu amante.
Os seis meses com Ricardo foram um inferno gostoso.
Eu morava no apartamento dele. Ele me fodia todo dia, várias vezes. Acordava com o pau na minha boca, me comia no café da manhã, me arrombava na sacada de tarde, me enchia de porra à noite. Uma vez, na banheira, ele me fez sentar no pau dele de costas e gravou enquanto eu cavalgava:
— Isso… rebola nesse pau que seu marido nunca mais vai ter… diz que você é minha puta agora.
— Eu sou sua puta… me enche, Ricardo… me fode até eu esquecer o nome dele… ahhh, goza dentro, amor!
Eu gozava gritando, mas toda noite, quando ele dormia, eu chorava baixinho pensando no Eduardo sozinho em casa, cuidando dos filhos, com a fama de corno que eu tentei proteger.
Ele me pressionava o tempo todo. Me fazia parar de tomar remédio no terceiro mês. Me fodia sem camisinha, gozando fundo na buceta e no cu, sussurrando:
— Quero te engravidar… quero que você tenha um filho meu enquanto seu ex-marido chora em casa.
Eu não contei isso pro Eduardo. Nunca. Ele sabia que eu tava com Ricardo, mas não sabia que eu quase engravidei, que eu gozava pensando no pau dele enquanto o Eduardo me mandava mensagens tristes: “As crianças sentem sua falta… eu morro de saudade… mas aguenta aí, amor.”
No sexto mês, Ricardo começou a ficar mole. Eu fingi que tava apaixonada, mas no fundo eu só queria voltar. No último dia, ele me fodeu na cama com força, me virando de quatro, estocando meu cu enquanto eu gemia:
— Me arromba uma última vez… me enche de porra… mas depois eu vou embora.
Ele gozou rugindo, enchendo meu cu, e eu saí de lá com a mala, o corpo marcado, a buceta e o cu inchados.
Voltei pra casa. Eduardo abriu a porta, magro, olhos fundos, mas o olhar era de quem esperou seis meses por isso. Eu me joguei nos braços dele, chorando:
— Acabou, amor… eu sou só sua agora. Só sua pra sempre.
Ele me carregou pro quarto, me deitou na nossa cama e me comeu devagar, com amor e raiva e alívio. Lambeu minha buceta ainda com gosto do outro, meteu devagar, olhando nos meus olhos:
— Você é minha, Mariana… só minha… nunca mais.
Eu gozei apertando ele, lágrimas escorrendo:
— Eu sou sua, Eduardo… só sua… me fode… me lembra que eu voltei pra casa.
Ele gozou dentro de mim, forte, marcando território. Depois me abraçou e sussurrou:
— A gente reconstrói tudo. Sem segredos. Sem ele.
As crianças, aos poucos, voltaram a me chamar de mãe sem desconfiança. A família parou de falar. Eu sou a esposa de novo. A mãe de novo.
Mas à noite, quando o Eduardo me come devagar, eu fecho os olhos e ainda sinto o pau do Ricardo me arrombando. Eu nunca contei pra ele que, nos seis meses, eu quase engravidei. Nunca contei que Ricardo ainda me manda mensagem escondido, dizendo que me espera.
Porque agora eu sou só do meu marido.
Só dele.
E vou ficar assim… pra sempre.
Parte 11
Os seis meses que me roubaram
No dia seguinte ao ultimato, eu arrumei uma mala pequena e fui embora. As crianças choraram quando eu disse que “precisava de um tempo longe”. Eduardo ficou na porta, rosto roxo da surra, olhos vermelhos, mas segurou minha mão e sussurrou:
— Vai e volta, Mari. Eu te espero. Sempre.
Ricardo me recebeu no apartamento como se eu fosse a rainha dele. Me pegou no colo assim que entrei, me prensou contra a parede e rasgou minha blusa:
— Agora você é minha de verdade, Mariana. Seis meses. Sem marido, sem filhos, sem volta. Essa buceta, esse cu e essa boca são meus 24 horas por dia.
Ele me jogou no sofá, abriu minhas pernas e meteu a língua fundo na minha buceta enquanto enfiava dois dedos no cu. Eu gemi alto, já molhada de medo e tesão:
— Me come, Ricardo… me fode como sua mulher… ahhh, chupa meu clitóris mais forte!
Gozei na boca dele em menos de um minuto. Depois ele me virou de quatro, cuspiu na minha buceta e enfiou o pau todo de uma vez, estocando com força, segurando meus quadris:
— Grita pra mim que você me ama mais que ele! Diz que vai ficar grávida de mim!
— Eu te amo mais… me engravida, amor… me enche de porra… quero um filho seu enquanto o Eduardo chora em casa!
Ele gozou rugindo, jorrando quente fundo na minha buceta. Foi assim o primeiro dia. E quase todos os dias depois.
Os seis meses foram um vórtice de sexo insano e culpa que me consumia.
De manhã ele me acordava com o pau na minha boca. Eu chupava devagar, babando, engasgando enquanto ele segurava minha cabeça:
— Engole tudo, minha puta oficial… engole o pau que teu marido nunca mais vai ter.
Depois me fodia no chuveiro, me prensando contra o vidro, metendo na buceta e no cu alternadamente até eu gozar gritando. No café da manhã ele me sentava no colo dele, pau dentro de mim, e me fazia rebolar enquanto comia:
— Rebola devagar, amor… sente meu pau latejando dentro de você enquanto seu ex-marido tá sozinho em casa.
À tarde, na sacada, ele me colocava de quatro com o vento batendo nos meus seios nus e me arrombava o cu com força, mão no meu cabelo:
— Olha a cidade toda… todo mundo podia ver como eu tô comendo o cu da mulher casada. Diz que você quer que o Eduardo veja isso!
— Quero que ele veja… me arromba mais fundo… me enche o cu de porra, Ricardo!
Ele gozava dentro, e eu sentia escorrer pelas coxas enquanto ele me fazia filmar com o celular: eu de quatro, cu aberto e pingando porra, gemendo “eu sou só sua agora”.
À noite era pior. Ele me fodia na cama devagar, olhando nos meus olhos, me fazendo dizer que eu amava ele mais:
— Repete, Mariana… diz que você nunca mais volta pro corno.
— Eu nunca mais volto… eu te amo mais… me fode devagar… me faz gozar pensando no filho que você vai me dar…
No terceiro mês ele me fez parar de tomar remédio. Gozava fundo na minha buceta todo dia, segurando minhas pernas pra cima depois:
— Fica assim… deixa minha porra subir… quero te engravidar de verdade. Quero que você volte pra casa com a barriga crescendo e diga pro Eduardo que o filho é meu.
Eu gozava só de ouvir, mas depois, quando ele dormia, eu chorava baixinho no banheiro. Mensagens do Eduardo chegavam todo dia: “As crianças perguntaram de você de novo… eu disse que você tá trabalhando longe. Eu te amo. Aguenta aí.” “Dormi no quarto deles hoje… a casa tá vazia sem você.” Eu respondia escondido, coração partido: “Eu te amo mais que tudo… tô aguentando por nós.”
Ricardo descobriu as mensagens uma vez. Me puniu me amarrando na cama, me comendo o cu sem lubrificante por quase uma hora, estocando com raiva:
— Você ainda pensa nele?! Toma no cu, vadia! Diz que você quer que ele sofra!
— Eu quero que ele sofra… me arromba… me pune… ahhh, eu sou sua!
No quinto mês eu quase engravidei. Teste positivo fraco. Ricardo pirou de felicidade, me fodeu a noite inteira na varanda, me fazendo gritar pra cidade toda:
— Tá grávida de mim! Grita que o filho é meu!
Eu gozei chorando, mas no dia seguinte o teste deu negativo. Eu não contei pro Eduardo. Nunca.
No sexto mês Ricardo começou a ficar mole. Eu fingia que tava feliz, mas toda noite eu sonhava com o Eduardo e as crianças. No último dia ele me fodeu como um animal: me colocou de quatro na cama, meteu no cu e na buceta alternando, me fazendo gozar quatro vezes seguidas:
— Última foda, amor… toma tudo… lembra que esse corpo foi meu por seis meses.
Ele gozou fundo no meu cu, me deixou aberta e pingando. Eu arrumei a mala, beijei ele uma última vez e saí.
Quando cheguei em casa, Eduardo abriu a porta. Magro, barba por fazer, mas o olhar era de puro alívio. Eu me joguei nos braços dele, chorando:
— Acabou, amor… eu voltei… só sua… pra sempre.
Ele me carregou pro quarto, me deitou na nossa cama e me comeu devagar, com amor. Lambeu minha buceta ainda com gosto do outro, meteu fundo, olhando nos meus olhos:
— Você é minha, Mariana… só minha… nunca mais.
Eu gozei apertando ele, lágrimas escorrendo:
— Eu sou sua… me fode… me marca de novo… eu te amo mais que tudo.
Ele gozou dentro de mim, forte, como se quisesse apagar os seis meses.
As crianças voltaram a me abraçar. A família parou de falar. Eu sou a esposa de novo. A mãe de novo.
Mas à noite, quando o Eduardo dorme, eu ainda sinto o pau do Ricardo me arrombando. Ainda sinto o gosto dele. Ainda guardo os vídeos que ele me mandou escondido.
Eu nunca contei pro Eduardo que quase engravidei. Nunca contei que, no último mês, Ricardo me fez prometer que eu voltaria pra ele um dia.
Porque agora eu sou só do meu marido.
Só dele.
E vou ficar assim… até o dia que eu não conseguir mais.