Capítulo 9: O Peso de uma Promessa que Queimou Tudo e Levou às Cinzas... Mas, das Cinzas, Novas Coisas Nascem (Fim)

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 1788 palavras
Data: 12/04/2026 13:26:36

Elias se levantou cedo na segunda-feira, o corpo pesado como se carregasse o mundo, o juramento à mãe agora uma cicatriz aberta que latejava a cada respiração. Foi para o trabalho, mas mal aguentou uma hora no escritório – saiu e dirigiu para um local reservado, um parque vazio onde planejava o inevitável: o confronto. À tarde, ainda no carro, acessou o app da câmera, o coração já sabendo que a surpresa não seria menor que a da madrugada. Lá estava Juliana, cavalgando em José novamente, nua e selvagem, gemendo alto: "Ahh, esse pau é o mais gostoso do mundo… quero sentar nele pra sempre, todo dia!" José, embriagado pela luxúria, perguntava: "E o do Elias?" Ela dava de ombros, voz rouca: "Ele tem um pau gostoso… mas o seu é muito melhor. Agora nem quero mais o dele, só o seu… ahh, delícia!" Um sorriso cruel surgia nela: "Imagina se Elias soubesse que a mulher dele agora é do pai?" José a repreendia: "Isso é ruim de dizer, pra não falar que é errado, Ju…" Mas logo estava perdido, elogiando: "Continua, minha linda… rebola assim no pau do seu homem, safada."

Aquilo foi o ponto final – Elias desligou o vídeo, as mãos tremendo de raiva e dor, lágrimas escorrendo pelo rosto. Estava tudo pronto, e ele não iria se arrepender. Dirigiu imediatamente para casa e chegou de repente, o sol poente tingindo o céu de um vermelho acusador. Ao entrar, ouviu barulhos – passos correndo para o banheiro social, obviamente Juliana se escondendo. No quarto do pai, viu José coberto apenas por um lençol, a tora ereta apontando pro teto, quase furando o tecido, molhando em contato com aquele membro que com certeza estava lambuzado com os sucos que o envolviam. José tolamente fingia dormir, olhos cerrados com força. Elias ignorou, o estômago revirando, e foi para o banheiro do quarto, ligando o chuveiro para se acalmar. De longe, ouvia o chuveiro do banheiro social.

Enquanto isso, Juliana gritava desse banheiro: "Elias? Tá tudo bem? Logo saio e falo com você!" Ele não respondeu, deixando a água lavar o suor frio de sua pele, a mente parando de girar em fúria e entrando numa fria calmaria. Quando enfim ela saiu, após um longo banho, estava desconcertada e com o rosto corado, foi até a sala onde ele se sentara no sofá, já vestido. "Ei, amor…", murmurou, tentando beijá-lo na boca – o primeiro em dois dias. Elias desviou, frio: "Senta aqui." Ela estranhou, nunca tivera um beijo na boca rejeitado por ele antes, e apenas o obedeceu, sentando ao seu lado, o ar carregado.

Elias perguntou, voz baixa: "Pra aquecer o casamento, topa ver um filme Pornô comigo?" Ela, sem graça: "Sim… mas em outro momento. Vou preparar o jantar agora." Tentou se levantar, mas ele a segurou, voz firme como ela nunca ouvira antes: "Agora." Ligou a TV, o vídeo engatilhado tocando – Juliana cavalgando em José, gemidos ecoando: "Gostoso… mas o seu é muito melhor. Agora nem quero mais o dele, só o seu… ahh, delícia!" As lágrimas escorreram pelo rosto dela, mas nada falou, só um soluço abafado. Elias se levantou, aumentou o som – a parte onde ela depreciava seu pau. "Como conseguiu isso?", sussurrou ela, voz quebrada. Elias contou da câmera, instalada para proteger o pai de possíveis técnicos de enfermagem e cuidadores agressivos: "Mas no final, serviu pra me proteger de dois canalhas traidores." Juliana nada conseguiu falar, apenas chorar, o corpo tremendo.

Ele foi ao quarto e saiu com duas malas – arrumara enquanto ela estava no longo banho que tomara, roupas e pertences essenciais. Levou-as pro carro, Juliana assistindo horrorizada, o vídeo ainda rodando na TV, ecoando suas próprias palavras como uma confissão cruel: "Imagina se Elias soubesse que a mulher dele agora é do pai?" Pela primeira vez, ela parecia pensar além do tesão e daquela paixão que a dominara – olhos vidrados na tela, como se visse outra pessoa traindo o homem que prometera amar e não à si mesma. Foi até Elias, que estava no quintal, tentando conversar: "Por favor… me ouve. Eu não queria que isso acontecesse. É sério! Me perdoa!" Ele a ignorou, colocando as malas no carro. Ela gritou: "Elias!" Isso fez José gritar do quarto: "O que aconteceu? Vocês tão bem?!" Juliana berrou de volta: "Ele tá nos abandonando!"

Elias então foi até o pai, um olhar frio cortando o ar. José já chorava: "Filho…" - Ele percebe que Elias sabia - "Perdão… eu errei. Juliana e eu erramos muito!" Elias deu as costas: "Vou vender a empresa e recomeçar do zero. Você nada mais pode fazer. Claro que vou dar a sua parte, metade do que eu conseguir. Mas será a última coisa que receberá de mim." José, soluçando: "Lamento muito por tudo, filho… mas me apaixonei por ela." Elias chorou – um choro de raiva, de perda: "Essa é a última vez que te vejo, pai. Adeus" Juliana tentou abraçá-lo e segurá-lo na porta: "Elias… por favor." Ele deu uma risada cruelmente dolorosa: "Aquilo de 'nem quero mais o pau do Elias, só o seu' é verdade? O que é mentira, me amar ou amar meu pai e o pau dele!?" Nesse momento, Juliana parou de tentar tocá-lo, ainda chorando em dor e humilhação, mas agora uma raiva surgindo nos olhos: "Então vai de uma vez, já que é assim. Abandona sua mulher e à seu pai tetraplégico..." Ele respondeu: "Não precisa nem pedir de novo. Mesmo porque, você mesma disse... você não é mais MINHA mulher!"

Partiu chorando, o carro acelerando na rua ao por do sol. Avisou aos irmãos por mensagem: "Descobri algo horrível. Juliana e o pai… tenho vídeos provando tudo. Saí de casa. Se quiserem, que assumam os cuidados do velho. Não quero mais porra nenhuma com aqueles dois." Dias depois, soube que seus irmãos foram lá tirar satisfação – Alessandra caindo na porrada com Juliana, um embate caótico de tapas, puxões de cabelo e gritos, ambas saindo arranhadas e de olhos roxo. José implorando: "Parem… eu amo ela, e em breve ela não será mais esposa do Elias." Os irmãos prometeram apoio financeiro, mas nunca mais o veriam. José chorou com os filhos o abandonando, mas nada pôde fazer – tetraplégico, preso à cama e aos próprios erros. Dias depois, o papel do divórcio chegou...

Pouco mais de dois anos depois, Elias tinha uma nova empresa na mesma área, seus sócios, três amigos da faculdade (João, Bianca e Cíntia), a vida reerguida das cinzas. Fizera um longo tratamento com um terapeuta que o ajudou à superar a grande traição sofrida e à reconhecer suas falhas como marido, desde falhas anteriores à traição à aquela inanição diante dos vídeos que assistira. Sua impotência emocional e falta de empenho em impedir que o pior acontecesse.

Certo dia, recebeu então um recado de sua secretária que despertou memórias dolorosas: seu pai falecera. O enterro seria no dia seguinte, às 11h. Não queria ir – o juramento e suas consequências agora eram uma ferida cicatrizada, mas Bianca, uma de suas sócias e também sua noiva, o convenceu: "Vai ser bom pra sua saúde mental, amor… se despedir e colocar um ponto final. Eu vou com você." Aos 39 anos, ela era uma ruiva branquinha linda e levemente cheinha, 1,71m, com seios pequenos e bumbum redondo, ela era corajosa, incentivadora, sócia na empresa e âncora em sua vida.

No cemitério, Elias viu rostos conhecidos – parentes do lado de José, mais pelo dinheiro que pela perda. Abraçou Alessandra e o marido, e também Alexandre e sua esposa Caroline e Tífani, sua sobrinha: "Ainda nos amamos… e viemos homenagear o que ele foi de bom", disse Alessandra, lágrimas nos olhos. De fato, desde aquele dia da briga, não mais viram ou falaram com José, mas prometeram ir ao enterro – uma homenagem ao pai que fora, de maneira geral, bom.

Pra surpresa deles, Juliana estava lá – mais magra, olhos um pouco fundos, fitando os três sem dizer nada. Na hora do sepultamento, ela falou: "José era um bom homem… mas cometeu um grande erro, junto comigo, nos anos finais. Lamentou perder o contato com vocês até o último dia." Completou: "Cuidei dele até o fim, pois eu o amava, assim como ele à mim, … ao contrário de vocês, que o abandonaram." Isso enfureceu Elias e os irmãos, mas ela logo emendou: "Não sinto raiva… nem ele sentia. Merecíamos aquilo. E o... último desejo dele... se realizou: vocês três... aqui." Ela então chorou e se afastou.

Após o sepultamento terminar, Juliana se aproximou de Elias, voz suave e embargada, ainda meio chorosa, mas com uma pontada de alívio misturado à preocupação: "Você tá bem? Como foram esses seus últimos anos? Eu realmente sinto muito por tudo que ocorreu. Mas eu cuidei muito bem do seu pai, tá?" Antes que respondesse, Bianca o abraçou: "Ele tá bem, apesar dos pesares, querida. Não se preocupa com isso. Ele se reergueu ainda mais forte que antes, fica sossegada." Elas se encararam – Juliana com dor, Bianca protetora, sabia muito bem quem ela era – Elias fitou Juliana, um olhar pesado, apesar de não possuir mais aquela raiva que existia na última vez que se viram, porém nada disse, apenas um leve balançar de cabeça. E então Juliana partiu, sem mais nada dizer.

Chegando em casa, Bianca o agarrou: "Agora você tem uma mulher de caráter… que te ama de verdade." Elias concordou, beijando-a faminto. O sexo veio selvagem – ele a deitou na cama, missionário primeiro, metendo fundo na boceta úmida dela: "Ahh, delícia… rebola assim, minha ruivinha." Bianca gemia: "Me come gostoso, amor… ahh, safado. Pega essa raiva residual que você ainda tem por aquela vaca e mete forte em mim." Trocaram para cowgirl, ela cavalgando ritmada, seios pequenos balançando, bumbum redondo quicando. De quatro depois, ele por trás, tapas fortes, marcando seu bumbum branquinho: "Ahh, delícia… sente isso." Elias relembrava tudo com Juliana e o pai – a traição, a dor –, mas agora canalizava em Bianca, metendo com fúria e alívio: "Você é minha, só minha… ahh, safada." Gozaram juntos, ele pulsando dentro: "Te amo… meu gostoso. Sou sua por inteira e de mais ninguém." Abraçados, Elias refletiu – o juramento que fizera à sua mãe o levou à ruína, mas ele se reerguera das cinzas, uma lição amarga de perda e recomeço.

Tempos depois, Elias ouviu que Juliana vendeu a casa em que vivia, sua antiga casa, e mudara pro interior – nunca mais teve notícias dela, nem ele, nem seus irmãos. O passado virara cinzas levadas pelo vento. Ele não se arrependia de ter ajudado seu pai. Apenas lamentou que Juliana e José se revelaram dois traidores e que ele mesmo não soube impedir o pior. No fim, agora tudo estava sepultado no passado e Elias se concentrava em seu futuro...

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 12 estrelas.
Incentive Alucardmaru a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil de Hugostoso

O cara vacilou, era para mostrar os vídeos para Juliana, dar 30 minutos para fazer as malas e sair da casa, caso contrário os vídeos de tornariam públicos, inclusive para a família dela.

Após ela ir embora, chamaria a família e contaria tudo, se separava dela, dando muito pouco só para ela começar, e contrataria um enfermeiro homossexual para cuidar do pai!

😎😎

1 0
Foto de perfil de Hugostoso

E não deixaria de cumprir a promessa a mãe! 😌😎😎😎

0 0
Foto de perfil genérica

O velho foi bem FDP nessa também né kkkk

0 0
Foto de perfil de Hugostoso

A Juliana poderia ser processado por abusar de um idoso tetraplégico!

O Elias estava com a faca e o queijo na mão, e vacilou de novo! 🤦🏻🤦🏻

1 0
Foto de perfil genérica

Era uma opção, mas ele, no final, não desejava pagar mal com mal, apenas sair do caos e de toda aquela traição. É como a vida, sempre temos inúmeras opções pra eventos importantes que passamos, mas muitas escolhas são únicas e não voltam...

0 0
Foto de perfil genérica

Achei que o Elias foi meio brando e deveria ter se vingado mais do pai e da ex-mulher. Eles fizeram muita sacanagem e o humilharam. Menos mal que ainda assim ele teve forças para sair e seguir em frente.

Parabéns pela conclusão de mais uma obra.

2 0
Foto de perfil de Samas

E como ele ia se vingar do Pai e da Juliana.? So se matasse eles. Ele fez a melhor coisa que podia acontecer, largou eles e os deixou com suas consciência pesada .

1 0
Foto de perfil genérica

Não sei se eles ficaram com a consciência tão pesada assim. Na certa, eles justificaram suas ações como sendo a de amor verdadeiro, de destino e todas essas baboseiras.

2 0
Foto de perfil genérica

Concordo que essa de consciência pesada não cola, até no funeral do velho FDP a a Juliana colocou a culpa nos filhos.

0 0
Foto de perfil genérica

Consciência pesada de fato não aparentam, mas lamentar as consequências e perdas, isso acredito que sim... No fim, ao menos, eles sustentaram suas escolhas. Afinal, todos ali são apenas "humanos"

0 0