Eu viajava sozinho. Era por volta de 7 horas da noite. Parei num posto de combustível; precisava ir ao banheiro e lavar o rosto com água fria, para espantar o sono. Alguém no chuveiro. Estava eu no bem-bom de uma mijada, na espaçosa cabine, quando ouço o desligar da água, alguém assoviando. Concluí o que fazia e, guardando a rola, a porta do chuveiro se abre e passa a pessoa que acabara o banho.
A porta do meu reservado aberta mostrou-me um homem de seus 35-40 anos, minha altura, barriguinha, entradas de calvície... Toalha pendurada no pescoço era toda a sua vestimenta. O corpo ainda molhado, a rola em ereção (decerto se punhetava no banho, sem chegar ao gozo). Parou de assoviar e me cumprimentou:
– Opa, boa noite!
Não respondi logo. Eu estava extasiado por dentro e ridículo por fora: olhos fixos na dureza daquela pica, a minha ainda na minha mão. Ele se dirigiu a um banco onde estava sua roupa, e só então me toquei da minha gafe:
– Boa noite...
Ele deve ter estranhado meu comportamento estático:
– Tudo bem?
Meu rosto deveria estar escarlate, pela quentura que eu sentia. Gaguejei:
– É... Tudo bem... Olhe, desculpe, viu?! Não sei o que deu em mim... Desculpe mesmo... – E tentava, trêmulo, arrumar minha pica na calça apertada que eu usava, mas, como estava sem cueca, precisava certo cuidado para não me machucar.
– Que nada, companheiro. Tudo bem... (E a rola dele continuava ereta, balançando para o alto, de acordo com os movimentos do homem). Estou de pau duro desde o banho. Acho que vou tocar uma punheta.
Não sei onde fui buscar coragem, falei, num fiapo de voz:
– Posso ajudar?!
Ele parou, olhou pra mim mais detidamente, baixou o olhar até minha rola, também endurecendo e não cabendo na braguilha aberta da calça. O silêncio me esmagava, e eu tinha certeza de que fizera merda. Só me restava cair fora dali o mais breve possível:
– Ah, desculpe, senhor... Não sei o que deu em mim... Desculpe mesmo... Vou nessa...
– Você gosta? Eu deixo me ajudar sim... – Ele falava e se aproximava de mim.
A rola grossa, cabeça grande, apontando em minha direção. Entrou no reservado em que eu estava, seu corpo úmido da chuveirada, a rola rígida a centímetros de mim. Estendi a mão e toquei de leve na cabeça grande de sua rola, que respondeu num pinote. Meu coração disparado. Agasalhei a tora com uma das mãos e passei a punhetá-lo, devagar, suavemente... Ele falava baixinho:
– Que delícia! Que mãozinha boa! Isso... Minha pica está gostando... Quer chupar ela?
Como um autômato, enfeitiçado pelas palavras embargadas de tesão e pela rola duraça que parecia me chamar, abaixei-me, tomei-a na boca, primeiro dando um banho de língua (ele gemia e gemia) e em seguida passando a sugar. Enfiava-a toda na boca, sentindo aquela cabeçorra na garganta.
– Ô Beto! Termina esse banho hoje não? – A voz troava na porta do banheiro. Era para eu me assustar, mas estava tão gostoso aquela pica na minha boca, que sequer cogitei interromper. Nem ele, que respondeu:
– Vem cá, Jonas... – Quase tive um ataque: o que ele pretendia?
O rapaz entrou, reclamando:
– Já chamaram pr'o jantar, Beto! Demora da porra é essa?... Tás batendo uma... CARALHO!!!
Parou na porta da cabine aberta, o amigo nu e eu, de cócoras, com a rola dele atolada na minha boca...
– Que putaria do carai é essa, Beto! Eu também quero! – E já foi baixando a bermuda.
A rola, mais fina do que a que eu chupava, mas maior, brandiu no ar. Ele ficou ao lado do companheiro e eu o peguei para punhetar, enquanto continuava o boquete. Depois troquei, punhetando Beto e colocando a pica de Jonas na boca (cheiro de quem tomara banho há pouco também). Em seguida coloquei as duas na boca, passando a língua entre as duas.
– Chupada gostosa da porra...
– O cara é profissa, rapaz!
– E gostoso, olha a bunda dele.
Como eu não conseguira concluir a operação de me vestir, a posição agachada em que eu estava mostrava boa parte da minha bunda. Eu já não pensava mais com a cabeça de cima: resolvi ousar mais. Soltei a rola de Jonas, me levantei e continuei chupando a de Beto, ficando com a raba pra cima, o cu arreganhado.
Jonas entendeu a fala do meu corpo, foi para trás de mim, baixou minha calça até o chão, liberando uma das pernas, o que me permitia me escancarar mais. Ele começou a chupar meu cu, deixando-o bem lubrificado, enfiando a língua e os dedos, e em seguida a pica, que entrou fácil, fácil.
Enquanto Jonas me estocava, eu chupava com mais intensidade o pau de Beto...
– Eita franguinho gostoso da porra!
– Gosta de rola, né fresquinho?
– Uhum... – Era tudo que eu podia dizer, com duas rolas dentro de mim, uma na boca, outra no cu, e eu estrepado entre aqueles dois machos da estrada. A da boca deu sinais primeiro de que gozaria. Salivou salgado e explodiu em seguida, inundando-me até a garganta com o leite espesso e delicioso do camioneiro (“Eita porra! Tô gozando, carai! AAhhh...)
Liberado do boquete, sentindo a boca rescendendo a leite de macho, levantei meu corpo e Jonas me pegou por baixo dos meus braços, acariciando meus mamilos, e eu pude sentir todo o seu corpo se esfregando no meu. Ele foi baixando a mão, agarrando minha rola, que estava rocha, e passou a me punhetar, no ritmo com que me comia.
Acelerou os movimentos e senti que iria gozar, pois gemia com mais intensidade e sua rola crescia dentro de mim. Beto pegou minha pica, que havia sido liberada por Jonas e continuou a punheta. Ai, não acredito, ele se abaixou e começou a me chupar também... E assim, enquanto Jonas lançava jatos no meu cu, eu sentia que gozaria em seguida; Beto pressentiu também, tirou minha rola de sua boca e continuou a me punhetar. Meu leite voou no espaço, aos movimentos de vai e vem da mão que me masturbava. Eu gemia com vontade de gritar de tesão...
Jonas retirou sua rola e seu leite se derramou pelo meu cu. Beto finalmente se vestia, enquanto Jonas enxugava sua rocha, antes de guardá-la. Eu estava extenuado, sem forças para qualquer coisa, então me deixei ficar ali, olhando para os dois se vestirem...
– Como é teu nome? – Beto perguntou.
– Cláudio.
– Tá bom, Cláudio, foi um prazer (literalmente, pensei!). Obrigado aí, viu?!
– Valeu, Cláudio... Tu tem um rabo gostoso da porra, viu?
Eu ri, agradecido, enquanto os dois saíam se trombando pelo banheiro afora...
– Vamos logo, carai, senão a gente fica sem jantar, porra!
– Bora...
– Coroa gostoso da porra, véi!
As vozes dos dois iam diminuindo, à medida que se afastavam. Avaliei-me: estava amassado, melado de gala, a calça no chão, suado e com cheiro de macho por todo o corpo... O jeito era tomar uma ducha.
Dirigi-me nu ao chuveiro e durante o banho, a rola endurecendo de novo, me lembrando de cada detalhe daquele inusitado encontro, me pus a imaginar em chegar mais alguém e começar tudo de novo, embaixo daquela água gostosa.
Como não chegou ninguém, gozei de novo na minha mão, imaginando o cu daqueles dois camioneiros...
