DE MODELO POBRINHA À RAINHA DO JOB NA EUROPA PARTE 4 (transando com o chefe mafioso)

Um conto erótico de Charles Advogado
Categoria: Heterossexual
Contém 1846 palavras
Data: 12/04/2026 21:28:33

Olá meus safados e minhas safadas desse fórum tesudo. Trago mais um capítulo das aventuras da minha amiga Silvia, uma gata morena clara, alta, sarada na medida certa ( apenas para deixar pernas e bunda apetitosos) com cabelos lisos e repicados tingidos de ruivo e olhos verdes de felina, que começou como modelo e fez muitas cabeças, fazendo Jobs na Europa.

A seguir, nas palavras dela:

Estava bastante satisfeita com a minha vida naquela altura do campeonato. Tinha clientes fixos, todos gente boa, que eram pessoas agradáveis, as quais nutria amizade, o sexo na maioria das vezes era bom (quando não era, ficava apenas na característica do tédio – mas nada de violento ou de traumas psicológicos), ganhava bem e praticamente já havia conhecido toda a Europa.

A título de exemplo, margeei toda costa italiana, do mar adriático, até a costa da croácia e finalizei na Grécia e descendo para Atenas, tudo bancado por um casal (ele por volta de 73 e ela na faixa de uns 60, mas ambos inteiraços, aqueles típicos casais naturebas e fitness milionários).

Transávamos poucas vezes e a dinâmica era sempre a mesma (eu cuidando do maridão e da esposa, que naturalmente demorava mais a chegar ao clímax, mas nada que alguns brinquedinhos e massagens não resolvessem). O que se destacou era realmente a companhia, o casal era muito legal, ambos tinham como hoby apreciação de bons vinhos e da gastronomia e nos sentíamos como se já fossemos amigos de longa data. Tanto que só recebi metade do combinado e ao final, pela melhor viagem que fiz na vida, abri mão da outra metade do cachê. Juro!

Porém, vi que estava entrando numa zona de conforto perigosa. No job o foco é grana e eu sabia em minha mente exatamente o que precisaria para sair da atividade e partir pra uma vida de conforto, trabalhando mais por auto realização e não para sobreviver.

Os clientes de sempre davam estabilidade, segurança, mas não o escalonamento de dinheiro que precisava para me manter.

Por outro lado, o dono da agência, o Esteban (vamos combinar que a essa altura do campeonato já podemos deixar eufemismos de lado e dizer a verdadeira ocupação dele – Traficante graúdo internacional de drogas e de armas) tinha o hábito de transar comigo, assim como todas as meninas da agência de fachada.

Ele tinha um relacionamento aberto com a esposa, uma linda mulher com tudo no lugar e tinha aquela aura de top model internacional, muito bonita, mas com um corpo mais acanhado, sem as curvas brasileiras e africanas que os europeus amam.

Era uma relação curiosa, vez que o mafioso dava tudo que a mulher pedia, mas por outro lado não sentia qualquer tipo de paixão ou até mesmo amor companheiro entre ambos. Era uma relação fria, impessoal, prática e para manter as aparências, vez que ela era proveniente de uma família poderosa de armadores, donos de terminais privados portuários que eram fundamentais para os negócios escusos.

Mas vocês sabem como são as coisas, enquanto as puladas de cerca do marido eram corriqueiras e meramente para satisfazer umas safadezas do Esteban, não havia qualquer relação de ciúmes, mas diferente de outras meninas, e na ambição de galgar mais importância dentro da agência, eu transava de maneira muito especial, como se realmente estivesse me entregando àquele homem.

Convenhamos que isso não era muito difícil de fazer, vez que Esteban era um espanhol lindo, era um cara alto, esguio (mas não magricela, era aquele corpo magro, mas todo rasgado/ sarado), tinha uma cara máscula, rosto com nariz levemente proeminente e marcas de expressão meio rústicas, mas que transmitiam virilidade, liderança, cabelos amarrados com um rabo de cavalo e impecavelmente penteados no gel, com um cavanhaque, o corpo não era depilado, mas seus pelos no tórax, braços eram ralinhos e as costas com algumas tatuagens meio sombrias (com caveiras, animais e criaturas do folclore noturno), que denotavam um jeito de criminoso graúdo de alguma facção.

Como transávamos! Era em todos os lugares daquela mansão e sala dos arredores. Aquilo me deixava muito tesuda..., a princípio ficava desconfortável porque não havia hora pra gente trepar... tinha que parar qualquer coisa que estivesse fazendo para satisfazer aquele macho perigoso, mas poderoso. Havia risco real de sermos vistos por funcionários, as outras meninas, fornecedores e empresários e a própria esposa dele.

Certa vez ele estava numa reunião tensa em seu escritório, na qual havia sério risco de um navio contratado por ele ser pego pela guarda costeira do estreito de Gibraltar, local que sua esposa não tinha acesso e contatos ao terminal portuário. Ele deu socos na mesa, gritava impropérios em espanhol porque o suborno era praticamente todo valor da operação, e os intermediários com um tremendo jeito de sacana o chantageavam na cara dura. Não restava outra saída que não fosse ceder e enquanto ele estava puto e até derrubou suas canetas e tinteiro no chão, aguardando os marginais na frente dele alinharem com as autoridades corruptas o seu carregamento, Esteban fez um sinal pra mim, pediu de maneira gentil, mas firme, para que eu me abaixasse por debaixo da mesa e limpasse a tinta e pegasse as canetas.

Fiz o que ele solicitou, a mesa era enorme, de madeira nobre entalhada e quase totalmente coberta para quem estivesse olhando para ele, havendo apenas uma leve fresta bem na parte de baixo, rente ao chão.

Eu ainda abaixada e dando as canetas para ele, enquanto ele dava novos lenços pra limpar o chão, fui sendo acariciada nos cabelos, no queixo e tendo minha cabeça levemente conduzida em direção a seu falo, que já estava semi rígido. Arregalei os olhos e, só com o movimento labial, disse que não poderia fazer o boquete, pois haviam mais dois mafiosos na sala, falando aos celulares, sentados no sofá bem à nossa frente.

Ele simplesmente me olhou firme, colocou o dedo indicador na boca fazendo sinal para eu me calar e com esse mesmo dedo ele colocou nos meus lábios para que eu me silenciasse e já foi botando aquela rola linda, grande na medida certa, cheirosa, com aquela cabeçona vermelha e com pelos pubianos impecavelmente raspados.

Não restando alternativa, passei a fazer a mamada, tentei abstrair os caras, fechei os olhos e me concentrei para pagar o melhor boquete que eu poderia dar. Caprichei na sua glande pra que ele gozasse logo e com o pau pulsando e com todas aquelas veias em evidência, tornava aquele mastro algo a chamar a atenção. Passei a intercalar gargantas profundas e acariciando os testículos que já se contraiam prenunciando o gozo.

Daí, escutei os corruptos se despedindo a distância, e Esteban com desprezo mandando o seu segurança, que também estava no recinto os acompanhar, deixando-nos sozinhos. Daí ele me pega pelo braço, de maneira ríspida levanta minha saia, cospe na mão e afasta minha calcinha com um vigor que quase a rasga. Como aquele homem era forte, num único movimento ele me suspendeu, me colocou sentada de costas e cravou a rola na minha buceta, me deixando toda aberta e exposta para a porta entreaberta do escritório que a qualquer momento poderia entrar alguém ali.

A foda era ríspida, e até me ardia, sendo a minha única sorte o resto da minha abundante saliva no pau dele que dava uma trégua para minha xaninha lubrificando-a parcialmente.

O homem sabia transar... demorava a gozar e ainda tocava o biquinho dos meus seios e o meu clitóris de maneira hábil. Seu hálito quente e falando palavras vulgares em espanhol começaram a me deixar molhada e a relaxar minhas carnes.

A sensação de estar com a boceta arreganhada, e com as pernas totalmente abertas e viradas pra porta, ia me dando um torpor, um tesão inexplicável pela possibilidade concreta de sermos pegos ali. Minha bucetinha já escorria pelas nossas pernas e eu passei a propositalmente gemer mais alto para que alguém nos escutasse.

Liguei o foda-se, estava cavalgando o chefão... o dono daquela mansão e uma pessoa que apagava os outros com uma simples palavra sussurrada. Estar ali dando prazer a um macho dessa magnitude, com essa energia masculina me deixava doida, me deixava sentindo mais poderosa. Senti minha xaninha piscando... o cacete já entrava fácil e gostoso.

Eu olhava por cima dos ombros com uma carinha de dengosa, dizia que eu era a putinha dele... a escravinha. Aí foi covardia... nenhum homem aguenta um jeitinho submisso e ao mesmo tempo de uma fêmea que estava visivelmente com tesão.

Quando de repente a esposa dele entra na sala, levando umas pastas pra Esteban dar uma olhada. Gelei na hora e só em sequer ensaiar sair daquele mastro, isso o fez apertar forte minhas coxas, que até se machucaram um pouquinho. Ali entendi que não podia parar com a foda de jeito nenhum.

Esteban com muita frieza simplesmente disse pra esposa: “sente aí no sofá e fique assistindo como eu gosto de foder”. Quando a mulher dele iniciou uma réplica meio que abusada ele falou com um tom ameaçador e sem parar de me foder: “cale a boca porra! Se esqueceu quem sou eu?!”

A mulher sentou-se... sem palavras... observando de maneira absorta... perdida em pensamentos.

Se por um lado senti pena, por outro aquela exibição de poder e a sensação de ser preferida acima da própria esposa dele e ainda elevada a rainha daquele momento, me fez o tesão ir a mil.

Evitava olhar a esposa dele nos olhos e me concentrava em olhar pra ele por cima dos ombros.

Foi aí que senti... uma torrente de gala espessa me invadindo e o urro viril de um macho que passou a morder gostosamente meu ombro.

Mesmo gozando horrores Esteban se mantinha ereto e me estocava, mesmo a sensibilidade pós-orgasmo no pau dele já estar o incomodando, ele se preocupava em me ver gozando também, e não tardou pra meu grande orgasmo vir, com direito a gemidos intensos e lagrimas nos olhos.

Desabamos, respiramos ofegantes comigo ainda atracada nele e assim que dei por mim, corri para pegar minhas roupas e saí de lá constrangida em esperar o que ia sair da iminente discussão do casal.

Só sei que na semana seguinte nossas trepadas se intensificavam. Já fodíamos na frente de tudo e todos. Pirava junto com Esteban. Me tornei uma espécie de namoradinha, pelo menos no momento que transávamos.

A coisa saiu tanto de controle que já não fazia mais programas com clientes, pois além de gostar do sexo com Esteban, ganhava bem mais com ele do que com todos os meus clientes juntos. A título de exemplo, hipoteticamente falando, se no auge dos meus programas eu ganhasse tipo uns 100, só com Esteban eraTirava fácil umas boas dezenas de milhares de Euros por semana.

Mas isso me marcou... nada na vida vem grátis. Nada pior do que o ódio e a capacidade de vingança de uma mulher ferida.

Apesar dessa história estar chegando ao final, ainda teremos momentos de muito tesão e tragédias pessoais e superação.

Em breve mais um capítulo ou no máximo dois das aventuras da minha amiga Silvia.

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