O morador gay e chato que eu peguei na sentada e rebolei muito.

Um conto erótico de Cdzinha Isa
Categoria: Gay
Contém 1261 palavras
Data: 13/04/2026 05:18:06

Como contei para vocês na história anterior, sobre o prédio onde fui trabalhar em 2004 – e acabei ficando com o cara da manutenção e limpeza, num prédio de alto padrão no Analia Franco –, hoje vou contar o dia em que dei para um morador de lá que também é gay.

Pois bem, como falei, era um condomínio de alto padrão, com piscina, piscina aquecida, sauna etc. Eu era o líder na época e coordenava mais quatro pessoas. Logo que cheguei, já me avisaram sobre o filho de um morador, um rapaz chamado Otávio (vou usar nome fictício). Ele sempre dava trabalho na hora de fechar as áreas comuns, porque não respeitava horário. Todas as noites, às 22h, eu ia fechar as portas. Uma dessas áreas era a piscina aquecida e a sauna.

Sempre que ia fechar, eu entrava por uma porta, seguia um corredor e chegava na sauna – um espaço lindo. Depois, continuava por esse corredor para fechar a piscina aquecida e saía pela piscina normal, que ficava ao ar livre. Várias vezes, quando fui fazer isso, me deparei com o Otávio. Ele tinha na época 28 anos, um corpo legal, e o volume na sunga me chamava a atenção. Só que ele era mais gay do que eu nos trejeitos. Sempre tinha que avisar que estava na hora de fechar, e ele respondia mal-educado na maioria das vezes. Ele também vivia trazendo um amigo que não podia usar o espaço por não morar no prédio, mas o pessoal já tinha falado para eu nem ligar, porque ele tinha registrado o amigo como se morasse no apartamento. Tudo bem.

Gente, a sauna era linda. Tinha uma espreguiçadeira que era uma delícia. Várias noites, na madrugada, eu ia para lá descansar. O lugar me deixava com um tesão… Algumas vezes fiquei pelado, outras fiquei de quatro tocando uma punheta, imaginando alguém me pegando exatamente ali, naquela espreguiçadeira. Eu até tinha feito uma proposta para o menino da limpeza que me pegava, mas ele tinha muito medo. Depois que eu fechava a porta, ninguém mais entrava, mas mesmo assim ele não arriscava.

Já fazia mais ou menos um mês e meio que eu trabalhava nesse prédio. Perto dali, tinha uma cafeteria muito boa e cara (rsrsrs), mas meu pai me ajudava na época, então eu podia me dar ao luxo de vez em quando. Foi num desses dias que entrei para tomar um café e comer um bolo, e o Otávio estava lá, sentado. Como ele só me via de uniforme (um terno), acho que se surpreendeu quando me viu de roupa normal. Quem me conhece sabe: eu gosto de usar roupas que modelam o corpo, mais ajustadas. Tenho 1,65m de altura e, na época, estava com uns 70kg, com um corpinho legal.

Quando ele me viu, rapidamente se ligou que eu era um viadinho igual a ele. Enquanto eu escolhia meu bolo no balcão, ele chegou perto, deu algumas sugestões, mas eu fui logo no meu favorito: bolo de abacaxi com coco. Sentei na mesa e percebi que, de vez em quando, ele me olhava. Até que ele passou por mim, deu boa tarde e perguntou se eu estava indo trabalhar. Eu disse que sim. Ele ofereceu carona, mas eu recusei, porque o prédio era pertinho. Ele deu tchau, uma piscada, e disse: "Até mais tarde".

Do lugar onde eu estava sentado, dava para ver o estacionamento por um vidro. Ele foi para o carro e ficou me encarando. Ali percebi que ele se interessou. Acho ele chato, mas, nessa hora, meu cuzinho já ficou piscando. A cabeça dizia "não, ele é chato pra caralho", mas o tesão já dizia "sim" (rsrsrsrs). Fui pagar a conta e, para minha surpresa, ele já tinha pago. Ali tive mais certeza ainda: rolou interesse.

Beleza. Cheguei no trabalho e fiz minhas funções normalmente. Até que deu 22h. Peguei o molho de chaves e fui fechar as áreas. Avisei os meninos pelo rádio: "Vou jantar depois, se precisarem de algo, me chamem". Fui fechando tudo. Quando entrei na sauna, fechei a porta e ouvi alguém com a ducha do banheiro masculino ligada. Dei um toque: "Estou fechando". Ele respondeu: "Já estou saindo". Fui verificar se a sauna estava desligada, conferir as coisas, e percebi que uma parte de vidro que dava para a piscina externa estava coberta pela cortina – normalmente ela ficava aberta.

Ele perguntou lá do banheiro se eu estava sozinho. Eu disse que sim. Já estava quase fechando tudo quando ele apareceu se secando… pelado. Meu pai. Na hora, não sabia onde colocar o rosto. Ele veio andando, se secando, com aquele pau balançando. Uma bela pica, ainda mole. Começou a conversar, todo pelado na minha frente, e me elogiou: disse que, quando me viu na cafeteria, ficou com tesão na minha bundinha.

Aí não aguentei. Fechei a porta da piscina aquecida que dava acesso à sauna, voltei babando, sem falar nada, e peguei naquela rola. Ele já veio me beijando, foi tirando minha roupa enquanto o pau crescia na minha mão. Ele se deitou na espreguiçadeira, e eu me ajoelhei do lado, chupando aquele pau enquanto ele terminava de tirar minha cueca, dando tapa na minha raba e brincando com meu cuzinho. Que pau delícia. Ele pedia para eu babar bastante, e ele pegava a baba e ia socando no meu cuzinho.

Até que ele pediu para eu sentar em cima. Peguei uma camisinha que sempre tenho na carteira, coloquei naquela pika dura e toda babada, e sentei. Imagina uma sentada gostosa… Gente, a espreguiçadeira fazia uma curva perfeita no assento. Eu sentei e fiquei com os dois pés no chão, controlando a sentada do jeito que eu queria. Subia e descia com vontade naquela pika, beijando muito na boca – ele tem um beijo gostoso. Imagina você sentado, escolhendo a velocidade, vendo seu cuzinho engolindo aquela rola enquanto beija uma boca maravilhosa. Eu subia, descia, mordia com cuzinho aquela rola… Deixei aquele viado louco quando sentei até o talo e comecei a rebolar. Sentada até o fundo, rebolando com a pika todinha dentro de mim.

Ele não aguentou. Pediu para parar, porque queria me comer de quatro. Gente, quantas vezes eu já tinha ficado de quatro naquela espreguiçadeira sonhando com alguém me pegando assim? Pois fiquei. Depois de ter sentado e rebolado tanto, ele começou a socar do jeito que ele queria. E ele bombava gostoso na minha raba. Quando peguei na minha própria rola, ela já estava melada de gozo, de tanto prazer que eu sentia. Até que ele tirou para fora e gozou na minha raba e nas minhas pernas, lavando todinha de porra. Sabe que delícia? Enquanto você vai se lavar, sente aquela gozada escorrendo entre as pernas. Ele ficou na espreguiçadeira, deitado.

Esse condomínio foi foda, porque eu também tinha um caso com o menino da limpeza. Então, sempre tinha que satisfazer um ou outro. O rapaz da limpeza ficou sabendo que eu estava dando para esse morador e passou um tempo sem querer trepar comigo. Mas não aguentou – logo quis essa putinha aqui de volta. O morador até falou que queria algo sério, disse que a família dele aceitaria um namorado se fosse algo sério. Mas, gente, não dava. Ele era chato pra caralho. Uma vez, fiquei quatro dias com ele no Rio de Janeiro e, sério, no segundo dia eu já queria ir embora. Mesmo depois que saí do prédio, dei para ele de vez em quando, mas ele adorava dar para um travesti. Depois ele foi para fora do Brasil, e paramos de nos falar.

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