Minha esposa santinha gostou do marido da irmã parte 2

Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 2888 palavras
Data: 13/04/2026 09:23:22

O clima na volta para casa estava carregado, mais quente que o próprio mormaço do Ceará. A Clara vinha na frente, abraçada ao Paulo, contando planos para o jantar, sem notar que o homem ao lado dela parecia estar em outro planeta. O Paulo não dizia uma palavra; os olhos dele estavam fixos no chão, mas a mente, eu sabia bem, ainda estava mergulhada naquele rio com a Lia.

A Lia vinha logo atrás de mim. O biquíni de fita, ainda úmido, marcava cada detalhe daquele corpo que parecia explodir de tão justo. Ela caminhava com uma calma de quem sabia exatamente o estrago que tinha feito.

Quando chegamos, a noite já tinha engolido o resto do sol. A Clara, sentindo o corpo pesado do banho, resolveu deitar um pouco antes da janta.

— "Vou fechar os olhos só dez minutinhos, amor", ela disse para o Paulo, dando um beijo rápido no rosto dele e sumindo para o quarto de hóspedes.

Eu fui para os fundos tratar dos bichos, mas deixei a porta da cozinha entreaberta. O silêncio da casa era perigoso.

A Lia não foi se trocar. Ela continuou com aquele biquíni minúsculo, apenas jogando o vestido de algodão por cima, mas deixando-o totalmente aberto na frente. Ela começou a preparar a janta, batendo o bife na tábua com uma força desnecessária, fazendo o som ecoar pela casa.

O Paulo estava na sala, mas o cheiro do tempero — ou da minha mulher — o puxou para a cozinha. Ele parou no batente da porta, observando as costas da Lia, aquele bumbum gigante que o vestido aberto não conseguia esconder.

— "Precisa de ajuda com mais alguma coisa?", ele perguntou, a voz saindo falha, sem a firmeza de antes.

A Lia se virou devagar. Ela segurava uma faca de cozinha numa mão e um dente de alho na outra. Ela encostou no balcão, jogando o quadril para o lado, o que fez a lateral do biquíni de fita subir até o limite.

Nesse momento, o Paulo perdeu o resto da resistência. Ele estendeu a mão, hesitante, e tocou na cintura da Lia. Eu vi os dedos dele afundarem na pele macia daquela mulata. Ela não recuou. Pelo contrário, ela inclinou a cabeça para trás, expondo o pescoço, e deu um suspiro que pareceu um convite para o pecado.

— "A Lia... você não sabe o que tá fazendo", ele murmurou, a respiração já ofegante.

— "Eu sei exatamente o que eu quero, galego", ela rebateu, passando a mão livre pelo peito largo dele.

Lá dentro, o clima ferveu. O Paulo puxou a Lia pela cintura, colando o corpo dele naquele bumbum guloso. Dava para ver o contraste: ele, um alto, e ela, a baixinha que parecia caber inteira no abraço dele.

Eu, do lado de fora, sentia o coração batendo na garganta. A Lia, minha Lia tímida, estava prestes a entregar para o cunhado o que eu vinha pedindo há meses. O Paulo a prensou contra a pia da cozinha, e a mão dele desceu com força, apertando uma das nádegas dela enquanto buscava a boca daquela mulata com um desespero que não tinha mais volta.

Foi quando ouvimos um barulho vindo do corredor. O Paulo se afastou num pulo, fingindo que estava bebendo água, e a Lia voltou a cortar a carne como se nada tivesse acontecido.

— "Amor? Você viu meu carregador?", a voz da Clara ecoou, ainda sonolenta.

A Lia sorriu para o Paulo, um sorriso vitorioso e cheio de promessas. O jogo estava apenas começando, e a noite na roça ainda ia ser muito longa.

A Clara apareceu na porta da cozinha esfregando os olhos, sem desconfiar de que, segundos antes, o namorado dela estava quase perdendo os sentidos com as mãos na irmã. O Paulo estava de costas, debruçado sobre a pia, bebendo água como se tivesse passado três dias no deserto.

— "Tá na tomada perto da TV, Clara," eu disse, entrando na cozinha e fingindo que tinha acabado de chegar do terreiro. Lavei as mãos com força, o barulho da água disfarçando a tensão que quase dava para cortar com uma faca.

A Lia nem tremeu. Continuou mexendo a panela, mas o vestido de algodão estava levemente desalinhado no ombro.

— "Vão se arrumando que a janta tá na mesa," ela falou, a voz doce, mas com aquele brilho de maldade nos olhos quando cruzou o olhar com o Paulo por cima do ombro.

O jantar foi uma tortura. A mesa da cozinha é pequena, e o Paulo, com aquele tamanho todo, mal conseguia se acomodar. A Lia deu um jeito de sentar bem na frente dele. Por baixo da mesa, eu sabia que o jogo continuava. O Paulo mal conseguia segurar o garfo; ele suava, mesmo com o ventinho fresco que vinha da janela.

— "Nossa, Lia, essa carne tá muito macia," comentou a Clara, inocente.

— "É o tempero, irmã. Eu gosto de deixar marinando bem muito, pra carne absorver tudo e ficar bem suculenta," respondeu a Lia, olhando fixamente para o Paulo enquanto levava um pedaço à boca, mastigando devagar.

Depois que comemos, a Clara, que ainda estava moída da viagem, bocejou e disse que ia se deitar de vez.

— "Vem, Paulo?" ela chamou.

— "Vou já, amor... vou só terminar de fumar um cigarro aqui fora com o Robson," ele mentiu, a voz saindo meio rouca.

Nós dois fomos para a varanda. O silêncio do sertão só era quebrado pelo som dos grilos. O Paulo acendeu o cigarro, as mãos ainda meio trêmulas. Eu fiquei ali, olhando para a escuridão, esperando o próximo passo da Lia. Eu sabia que ela não ia parar.

Não deu cinco minutos, a luz da sala se apagou e ouvimos o barulho do chuveiro. A Lia ia tomar o banho da noite. O banheiro da nossa casa é simples, com uma janela de que dá exatamente para os fundos, perto de onde estávamos.

— "Vou buscar um fósforo, o meu apagou," o Paulo disse, levantando-se rápido demais.

Ele não foi para a cozinha. Ele deu a volta pela lateral da casa, caminhando na ponta dos pés. Eu, tomado por uma curiosidade que queimava mais que o sol do meio-dia, fui logo atrás, nas sombras.

Pela fresta, a luz do banheiro iluminava o terreiro. O Paulo parou ali, escondido atrás de um pé de seriguela, paralisado. A Lia estava debaixo do chuveiro. Ela não tinha fechado a cortina. Através do vidro fosco, o corpo dela era um pecado: o bumbum gigante parecia ainda maior com a água escorrendo, e ela passava o sabonete devagar, desenhando cada curva das pernas grossas.

De repente, ela parou. Ela sabia que ele estava ali.

Ela se virou de frente para a janela, esticou o braço , como se estivesse com calor. A luz bateu direto no rosto do Paulo, que não conseguiu recuar. A Lia sorriu. Ela pegou a esponja, cheia de espuma, e começou a passar pelo corpo, fazendo movimentos lentos, subindo pelas coxas até chegar na virilha, onde o grelo saliente se desenhava sob o toque dos dedos dela.

O Paulo soltou um gemido baixo, abafado pela mão. Ele estava completamente entregue.

Nesse momento, a Lia se virou de costas, inclinou o corpo para frente como se fosse lavar os pés, e deixou aquele "cuzinho" — que ela sempre me negou — em total evidência para ele, brilhando sob a água e a luz. Era uma provocação clara, uma tortura planejada.

Ela olhou por cima do ombro, direto nos olhos dele lá fora, e sussurrou apenas uma palavra que o vento trouxe até mim:

— "Vem..."

O Paulo não pensou na Clara, não pensou em mim, não pensou em nada. Ele largou o cigarro no chão e caminhou em direção à porta dos fundos, que a Lia tinha deixado apenas encostada. O galego estava prestes a entrar num caminho que não tinha mais volta.

O Paulo abriu a porta devagar. Eu continuei ali, camuflado entre as sombras do pé de seriguela, sentindo o sangue pulsar, e já com o pau duro feito pedra.

O banheiro estava tomado pelo cheiro doce de erva-doce que a Lia gostava. Quando o Paulo colocou os pés dentro do banheiro, a Lia não se assustou. Ela continuou sob o jato d'água, mas parou de se ensaboar. Ela se virou devagar, deixando a água escorrer pelos seios fartos, os mamilos endurecidos pelo tesão.

— "Vem aqui, galego...", ela sussurrou, a voz abafada pelo barulho do chuveiro, mas com um sorriso que desafiava qualquer juízo dele.

O Paulo não respondeu com palavras. Ele caminhou até ela, com as mãos grandes segurou o rosto da Lia. O contraste era absurdo: a pele alva dele contra o bronzeado profundo dela. Ele a beijou com uma fome que parecia acumulada por anos, um beijo molhado, barulhento, que misturava o gosto da água com o desejo proibido.

A Lia soltou um gemido baixo contra a boca dele e, num movimento ágil, envolveu a cintura larga do Paulo com aquelas pernas grossas. Ele a suspendeu como se ela não pesasse nada, prensando-a contra o azulejo frio da parede.

— "A Clara... a tua irmã...", o Paulo tentou conversar entre um beijo e outro, num último esforço de consciência.

— "Esquece ela, Paulo. Agora é só a mulata que você tanto olhou no rio", ela provocou, mordendo o lábio inferior dele e descendo as mãos para o cinto da calça dele, abrindo-o com uma pressa desesperada.

Lá de fora, eu via apenas vultos e ouvia os estalos da paixão bruta. O Paulo arriou a calça ali mesmo, e lia deu um sorriso quando viu o pau de Paulo, tinha uns 19 cm, muito grosso.

Ela ficou de joelho e pagou um baita boquete bem babado, aquele pau que mal cabia na sua boquinha, O boquete durou uns 5 minutos.

Logo ela para de fazer o boquete, se levanta e olha para ele e se pendurada em seu pescoço, guiando as mãos do cunhado para aquele bumbum que era o orgulho da casa. Ele apertava o bumbum dela com tanta força que os dedos deixavam marcas que logo ficavam vermelhas.

Ele a virou de costas, exatamente como ela estava fazendo na provocação da janela. A Lia apoiou as mãos na parede, baixando o tronco, oferecendo-se por completo. O Paulo se posicionou atrás dela, a mão trêmula buscando o caminho. Quando ele finalmente se encaixou naquela buceta gostosa que eu tanto amo , a Lia soltou um grito abafado no braço, um som que misturava dor e um prazer.

O ritmo no banheiro ficou frenético. O som dele socando aquele mastro na bucetinha de lia, fazendo muito barulho no chuveiro. O Paulo estava possuído; ele não era mais o namorado educado da Clara, era um homem dominado pelo instinto.

De repente, um estalo veio de dentro da casa. Um passo pesadob .

— "Paulo? Você ainda está aí fora?", a voz da Clara veio lá de dentro, mais perto do que nunca.

O silêncio no banheiro foi instantâneo. O Paulo congelou, ainda dentro da Lia. Ela arregalou os olhos, a boca aberta, o peito subindo e descendo com violência. O perigo agora não era mais apenas o pecado, era a ruína de tudo. E eu, do lado de fora, era a única testemunha de que o sertão estava prestes a pegar fogo.

A respiração do Paulo parou no ar, o corpo dele todo teso contra as costas da Lia. O silêncio que se seguiu foi tão denso que o único som audível era o da água batendo no chão do banheiro e o meu próprio coração, que parecia uma bateria desgovernada no meu peito.

— "Paulo? Robson?", a Clara chamou de novo, agora da cozinha. O barulho do chinelo dela arrastando no piso indicava que ela estava a poucos metros da porta dos fundos.

A Lia, com uma frieza que me deu calafrios, colocou a mão para trás e apertou a coxa do Paulo, um sinal para ele não se mexer. Ela limpou o rosto da água, respirou fundo e gritou com uma voz surpreendentemente natural:

— "O Paulo tá aqui fora fumando com o Robson, Clara! Eu tô terminando o banho, a porta tá trancada!"

Houve uma pausa. Eu vi, pela fresta, o Paulo fechar os olhos e encostar a testa na parede úmida, o pau ainda enterrado na Lia, pulsando.

— "Ah, tá bom... achei estranho a casa toda apagada. Vou voltar pro quarto, a enxaqueca apertou," respondeu a Clara, a voz se distanciando.

Esperamos o som da porta do quarto de hóspedes bater. Quando o estalo ecoou, a tensão não sumiu — ela se transformou em combustível. A Lia soltou um riso baixo, perverso, e inclinou o rosto para olhar o Paulo por cima do ombro.

— "Viu? Ela não imagina o que o galego dela tá fazendo...", ela sussurrou, provocando.

O susto pareceu ter injetado uma dose extra de adrenalina no Paulo. Ele não esperou mais. Segurou a Lia pelos quadris com as duas mãos, as unhas quase furando a pele da mulata, e voltou a socar com uma violência animal. Não era mais apenas sexo; era o desespero de quem sabe que está pisando em solo proibido.

A Lia recebia cada estocada com a cabeça jogada para trás, os cabelos molhados chicoteando o peito dele. O barulho era de carne batendo com força, um som úmido e ritmado que se misturava ao vapor do chuveiro.

— "Dá... dá tudo, Paulo... me rasga...", ela gemia entre dentes, a mão buscando o próprio clitóris para acompanhar o ritmo frenético do cunhado.

O Paulo estava cego. Ele a puxou pelo cabelo, forçando-a a olhar para trás, e a expressão no rosto dele era de puro domínio. Ele a virou de frente novamente, as pernas dela entrelaçadas na cintura dele, e a prensou contra o registro do chuveiro. O mastro dele, grosso e implacável, entrava e saía por completo, arrombado a buceta de Lia a cada investida.

Eu, do lado de fora, sentia um suor frio descer pelas minhas costas. O prazer de ver minha mulher sendo possuída daquele jeito pelo homem que ela sempre fingiu ignorar era uma droga potente. Eu estava ali, a dois metros de distância, vendo o segredo mais sujo daquela família ser escrito com suor e gozo.

O Paulo começou a acelerar, os músculos das costas dele saltando sob a luz amarela. Ele estava chegando no limite.

— "Vou gozar... Lia, vou gozar dentro!",

__ goza Paulo, eu vou gozar também.

A Lia não pediu para ele tirar. Ela o abraçou com mais força, cravando as unhas nas costas dele, e deu um último grito mudo gozando, enquanto ele gozava despejando tudo dentro dela, o corpo dele tremendo em espasmos longos e a buceta dela ficou toda gozada, ela gozou logo após ele enche a buceta dela de leite.

__ aiii paulo goza tudo dento gostoso

__ ahh Lia, toma leitada sua vadia.

__ eu vou gozar paulo, ahhhhhhhh, aiii Paulo minha pernas estão tremendo.

Eles ficaram ali, abraçados sob a água morna, tentando recuperar o fôlego. O silêncio voltou a reinar na roça, mas nada mais era igual. O Paulo se afastou devagar, os olhos perdidos, a ficha começando a cair. A Lia, no entanto, tinha um olhar de quem tinha acabado de conquistar o mundo.

A adrenalina que corria nas minhas veias era tanta que eu parecia estar em transe. Ver o Paulo, aquele homem que sempre posou de sério, despejar todo o leite dele dentro da minha mulher, enquanto ela implorava por cada gota, foi o gatilho final. Ali mesmo, na escuridão do terreiro, atrás do pé de seriguela, eu terminava de bater a minha punheta, em silêncio absoluto, sentindo o gozo quente melar minha mão enquanto o deles se misturava à água do chuveiro. Eles não me viram. Ninguém viu.

O Paulo saiu do banheiro primeiro, todo desconcertado, limpando o suor da testa e tentando ajeitar a camisa com as mãos ainda trêmulas. Ele passou por mim na varanda, mas eu fingi que cochilava na rede. Ele nem me olhou; entrou direto para o quarto de hóspedes, onde a Clara o esperava.

A Lia saiu logo depois, enrolada na toalha, com o rosto corado e os lábios inchados. Ela me viu na rede, deu um sorriso de canto — aquele sorriso de quem guarda um segredo — e seguiu para o nosso quarto sem dizer uma palavra.

A casa mergulhou num silêncio. Entrei no quarto e encontrei a Lia já deitada, fingindo um sono profundo, mas a respiração dela ainda estava pesada, o cheiro de erva-doce misturado ao cheiro de sexo impregnando o lençol.

Me deitei ao lado dela. Meu corpo estava exausto, mas a mente trabalhava a mil por hora. No quarto ao lado, eu conseguia ouvir o rangido da cama de hóspedes: o Paulo se deitando ao lado da Clara. Imaginei o nó que devia estar na cabeça dele, sentindo o cheiro da Lia na própria pele enquanto abraçava a namorada.

Acordamos com o canto do galo

A Clara estava radiante, dizendo que a enxaqueca tinha passado e que o sono na roça era o melhor do mundo.

O Paulo: Evitava encarar a Lia, focando apenas no café da manhã, mas as olheiras entregavam que ele não tinha pregado o olho.

A Lia: Agia como a dona de casa perfeita. Servia o café para a irmã, perguntava se o Paulo tinha dormido bem, tudo com uma naturalidade assustadora.

Eu observava tudo de longe, bebendo meu café em silêncio.

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Comentários

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Bom, muito bom. Continue Robson. Vc ainda não beijou sua " querida" esposa" com o gosto do lubrificante do Paulo. Tem muito o que nos contar ainda. Mas continue como se nada soubesse.

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Eita que capítulo intenso,picante,pegou fogo 🔥. Uma dúvida? Se realmente o Robson gosta de ver a esposa dando para outros porquê não disse nada a ela na hora que chegou no quarto depois do ato dela com o quase cunhado ( Quase porque mais uma vez vcs não mudam isso no texto e deixam explícito NAMORADO) já que ele sabia que ela não estava dormindo ou então em algum outro momento em particular? Acho que devia ter no texto alguma informação dizendo que Lia sabia desse fetiche do marido. Agora relação a Clara ,ou ela é muito trouxa, burra ,cega ou se faz de desentendida pois não desconfia do namorado ausente.

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Primeiro o marido(robson) ta conhecendo o fetiche agora, por isso que não teve coragem de contar

Na verdade Lia nao sabe de nada, sobre o fetiche ela apenas gostou do cunhado,

Um homem loiro, culto, da cidade. Algo que até entao ela nao conhecia, e sobre a a Clara ela não é burra muito menos trouxa é que ela realmente nao viu nada para desconfiar.

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