ESPOSA ADÚLTERA, TERTAPLÉGICA, E GP (UM CONTO DOENTIO SOBRE OS LIMITES DA PUTARIA)

Um conto erótico de Rico Belmontã
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 3145 palavras
Data: 13/04/2026 11:17:35

Deodato e Leonora eram a imagem perfeita do casal de classe média paulistana. Ele, engenheiro civil de 31 anos, via sua carreira ruir junto com o colapso da última bolha imobiliária. Projetos cancelados, empreiteiras falindo, demissões em massa – o desemprego batia à porta como um credor impiedoso. Deodato passava noites em claro, calculando contas no celular, vendo o saldo bancário derreter como gelo em asfalto quente. Ela, secretária executiva de 29 anos, bonita, falsa magra de curvas generosas, cabelos castanhos ondulados e um sorriso que disfarçava tudo, trabalhava para o poderoso Dr. Abreu, diretor de uma gigante da logística. Tão organizada era Leonora que conseguia encaixar no calendário as escapadas clandestinas para os motéis da Marginal Tietê, onde se entregava ao chefe em sessões de sexo selvagem, suado, sem remorsos.

Deodato soube desde o início. O cheiro estranho de perfume masculino misturado ao suor dela, a roupa íntima trocada às pressas e deixada no cesto de roupa suja com manchas suspeitas, as mensagens apagadas no celular que ele recuperava em backups ocultos. "Venha agora pro nosso lugar, sua putinha insaciável", lia ele nas noites solitárias, o pau endurecendo de raiva e excitação involuntária. Fingiu ignorância. Um divórcio agora o arruinaria: sem emprego, sem casa, sem futuro. Engoliu o ódio como veneno lento, masturbando-se furiosamente no banheiro enquanto imaginava os detalhes sórdidos que ela negaria sem remorso.

Até que o destino interveio. Numa noite chuvosa de agosto de 2024, voltando de mais uma trepada com o chefe – onde Abreu a arregaçava de quatro na cama redonda, enfiando os dedos no cu dela enquanto ela gemia "mais forte, chefinho, lasca o meu rabo todinho" –, Leonora perdeu o controle do carro. O veículo capotou três vezes na pista escorregadia, metal rangendo contra o asfalto, vidros estilhaçando como gravetos. Ossos esmagados, coluna vertebral destruída. Saiu do hospital num corpo imóvel, só os olhos piscavam em desespero, presos em um código Morse improvisado: um piscar para "sim", dois para "não", sequências para palavras simples. Tetraplegia, dependente de sondas para comer, cagar e mijar.

O chefe sumiu como um rato covarde, alegando "compromissos urgentes". Os amigos desapareceram, deixando apenas mensagens vazias de "força" no WhatsApp. Sobrava apenas Deodato – marido traído, agora cuidador em tempo integral. Ele largou o emprego moribundo, vivendo do seguro-desemprego minguado dele, parcas economias, e do seguro dela. Limpava a merda do cu daquela filha da puta amparado por fraldas, virava o corpo magro para evitar úlceras de pressão, trocava as sondas com mãos trêmulas, alimentava por tubo enquanto via o corpo outrora tonificado murchar. Aos poucos, começou a falar enquanto ela piscava, prisioneira da própria carne.

— Eu sempre soube, Leonora. Cada motel, cada quicada que você dava em cima do pau do Abreu, cada trepada que você me negou enquanto chegava ainda suja da porra dele. Eu li as mensagens: "Me fode como a puta que eu sempre fui". Eu sabia de tudo. — Ele sorria com amargura, limpando o suor da testa dela com um pano úmido. — Agora você é só um invólucro. Um esqueleto inerte. E eu, um homem falido, preso aqui, limpando o seu rabo como um cuidador de idosos.

Ela piscava em código de súplica: Perdão. Ajuda. Me mata.

— Matar? Não, amor. Você gostava de putaria, não é? Gostava muito de uma sacanagem bem libertina... Transava com ele como uma rapariga de puteiro ordinário. Então pensei: por que não lucrar com isso? Seu corpo ainda serve pra foder. Seus buracos estão no mesmo lugar e ainda são úteis.

E foi assim que Deodato criou um anúncio na deep web e em fóruns obscuros como "Fetiches Proibidos" e "Aleijados Também Fodem": "Esposa tetraplégica, 29 aninhos. Insaciável. Corpo imóvel, mas buracos quentes e apertados esperando por você. 1000 reais a hora. Experiência única. Supervisão inclusa para melhor dinâmica."

Os clientes começaram a aparecer, atraídos pelo tabu sujo e doentio. Deodato os recebia na sala escura do apartamento, cobrando adiantado em dinheiro vivo ou cripto, fazia um breve briefing sobre regras, depois os levava ao quarto onde Leonora jazia nua na cama hospitalar, pernas abertas por travesseiros, a buceta exposta, depilada e já lubrificada por ele mesmo com KY. Ele ficava ali, supervisionando, narrando mentalmente como um diretor pornô sádico, enquanto os olhos dela piscavam em pânico silencioso.

O primeiro foi um bancário grisalho de 50 anos, barriga proeminente, pau mole que endureceu ao ver o corpo inerte. "Que delícia, ela é inválida mesmo", murmurou ele, tirando a roupa com as mãos trêmulas. Deodato assistia da cadeira ao lado, fumando um cigarro. O homem subiu na cama, enfiou os dedos grossos na xoxota dela, sentindo os músculos internos contraírem involuntariamente. "Olha só, a buceta ainda contrai. Tá querendo rola, né?" Leonora piscava freneticamente: Não. Pare. Mas o bancário não entendia, só fodia devagar, com receio de machucá-la, o pau grosso entrando e saindo com sons molhados, suor pingando no peito dela, que ele mamava avidamente. Ele gozou dentro depois de pedir permissão ao marido, gemendo alto, enquanto Deodato comentava: "Vê as lágrimas? São de prazer. Ela adora ser usada assim como excremento humano." O homem chorou depois sentindo culpa, pagando um extra por uma foto com ela.

Em seguida veio um universitário tímido de 22 anos, magrelo e virgem, que pagou 1500 por "tudo liberado". Deodato o instruiu: "Foda a boca dela primeiro, parece um veludo." O garoto enfiou o pau na boca imóvel, forçando a garganta, baba escorrendo pelos cantos enquanto Leonora piscava em asfixia. "Agora o cu. Lubrifique bem." O universitário filmou com o celular, penetrando o reto apertado, com estocadas mais brutas que faziam o corpo balançar como uma marionete. "Tá gostando, vadia? Seus olhos dizem que sim." Gozou no rosto dela, esperma grudando nas pálpebras,entrando pelo nariz. Deodato limpou depois, sussurrando pra ela: "Bom trabalho, amor. Mais 1500 no meu bolso. Preciso comprar a porra das tuas fraldas"

Uma executiva de 40 anos, loira tingida e dominante, trouxe um arsenal de vibradores e plugs. "Quero ver se ela goza de verdade", disse, pagando 2000 em notas novas de 200. Deodato amarrou as pernas dela mais abertas, expondo tudo. A mulher enfiou um vibrador enorme na buceta e outro no cu. O corpo de Leonora se contorcia em espasmos involuntários, músculos contraindo por reflexo, fluidos escorrendo pela cama. "Olha só, ela tá esguichando! Que puta safada." A executiva chupava os mamilos dela, mordendo forte, enquanto enfiava a mão inteira na buceta dilatada, fazendo fisting com o punho fechado. Leonora piscava: Dor. Pare. Mas Deodato narrava: "Veja, senhora... cada tremor é um orgasmo silencioso. Ela adora ter a xoxota arrombada assim." A mulher gozou esfregando a própria xoxota no joelho imóvel dela, deixando um rastro de muco vaginal.

O dinheiro pagava aluguel, comida, contas e remédios. Porém, logo vieram os pedidos mais sombrios: clientes oferecendo valores absurdos para cortar, queimar, marcar. No começo, Deodato hesitou, mas o desespero venceu. Um empresário de 45 anos pagou 15 mil para apagar um cigarro aceso no umbigo dela, a pele fritando e criando bolhas enquanto ela piscava em agonia. "Que marca linda, vai cicatrizar como um troféu." Ele fodia depois, o pau roçando na queimadura fresca, sangue misturado a porra dele. Outro cliente, um empresário tatuado, quis morder até fazer os mamilos sangrarem, mastigando a carne macia enquanto enfiava o pau com força no cu dela, lacerando tecidos. Deodato aplicava pomadas, disfarçava hematomas com maquiagem, limpava o sangue e o sêmen seco. À noite, cochichava pra ela: "Você está salvando a gente, amor. Nem imagina o quanto. Seu corpo é uma mina de ouro agora."

Mais cenas impactantes se acumulavam. Um grupo de três amigos pagou 5000 por uma "gangbang". Deodato os deixou entrar, supervisionando enquanto eles a usavam como uma boneca de trapo. Um na boca, forçando até o vômito involuntário; outro na xoxota, estocadas violentas que faziam a cama ranger; o terceiro no cu, alternando com tapas nas coxas imóveis. "Gira ela, vamos fazer um rodízio nesse cu", riam eles, virando o corpo como um espeto na churrasqueira. Esperma escorrendo por todos os buracos, misturado a lágrimas e baba. Leonora piscava: Morte. Por favor. Deodato contava o dinheiro, ignorando.

Até que, numa noite de tempestade em novembro, chegou um cliente diferente. Pagou 5000 reais em dinheiro vivo e pediu privacidade. Era alto, mascarado, quase não falava, capuz cobrindo a cabeça. Deodato o levou ao quarto, mas ficou espiando pela fresta, desconfiado. O homem se aproximou de Leonora com cuidado, acariciando seu cabelo suado.

— Leonora... sou eu. — A voz quebrou o silêncio. — Abreu. Meu Deus, o que ele fez com você?

Os olhos dela se arregalaram em choque, piscando: Você. Traidor.

Ele explicou rápido, no ouvido dela, voz trêmula: — Eu provoquei o acidente. Cortei os cabos dos seus freios para te salvar do Deodato e te dar uma morte instantânea – eu sabia que ele descobriria tudo e ia te matar aos poucos. Ele me procurou e fez ameaças veladas a nós dois, eu não queria que você sofresse. Eu também enfrentaria consequências na empresa. Mas falhei, errei o cálculo. O carro era pra ter batido em um muro ou algo sólido. Agora vou te tirar daqui, meu amor. Vamos fugir pra Bahia, eu cuidarei de você pra sempre.

Deodato, ouvindo tudo, sentiu o sangue ferver. Correu para dentro, gritando: — Seu filho da puta! Saia daqui seu verme maldito!

Abreu se virou, sacando uma seringa do bolso: — Fique longe! Isso é um estimulante experimental, contrabandeado da matriz da nossa empresa farmacêutica. Vai dar força a ela por minutos. Leonora, agora! Acabe com ele!

Ele injetou na veia dela, o corpo tremendo, e pela primeira vez desde o acidente, Leonora mexeu os braços em espasmos – fracos, mas suficientes. Ela agarrou o pescoço de Deodato, unhas cravando na pele, ódio puro nos olhos. — Morre, seu corno sádico! — piscava ela, mas Deodato, mais forte e sem sedativo, lutou de volta. Empurrou Abreu contra a parede, socando o rosto dele até o nariz quebrar com um estalido seco, sangue espirrando.

— Vocês dois me traíram! — berrou Deodato, pegando a seringa vazia e enfiando no olho de Abreu, que gritou de dor. Abreu caiu, convulsionando.

Leonora, com a força se esvaindo, tentou arranhar Deodato mais uma vez, mas ele a empurrou de volta na cama. — Você acha que vai me matar, sua puta? Eu cuidei de você, te usei, e no final dessa história você morre com ele!

Abreu, cego de um olho, se arrastou até Leonora, pegando-a no colo com esforço hercúleo. — Vamos embora! Eu te amo, Leonora! — gemia ele, sangue pingando no rosto dela. Carregou-a para fora, para um carro esperando na rua chuvosa, motor ligado.

Deodato, ofegante, não os seguiu imediatamente – ligou para a polícia anonimamente: "Na Marginal, carro preto empreendendo fuga, sequestro, placa…." Mas era tarde. No banco de trás, acelerando pela Marginal Tietê sob chuva torrencial, Leonora piscava, respirava com dificuldade. O efeito da droga dava a ela minutos de controle. Ela olhou para Abreu com lágrimas de ódio. — Você me destruiu também. Traidor. Covarde. — piscava ela, sua voz interna ecoando no silêncio.

Abreu, dirigindo com uma mão no volante e a outra no olho sangrando, implorava: — Me perdoa, amor. Vamos recomeçar. Eu tenho dinheiro, médicos, vou te curar!

Mas num último esforço, Leonora cravou as unhas no pescoço dele, rasgando a jugular. Sangue jorrou como uma fonte, espirrando no para-brisa. Abreu gritou: — Não! Leonora, por quê? — O carro derrapou na pista molhada, pneus guinchando, colidindo com a mureta. Capotou várias vezes, metal amassando, vidros espatifando, rolando pela marginal como uma lata disforme. Bateu num poste, explodindo em chamas alaranjadas que iluminaram a noite, cheiro de borracha queimada e carne carbonizada se espalhando.

Dias depois, nos fóruns obscuros, choveram mensagens: "A paraplégica insaciável desapareceu?" "Alguém sabe se o anúncio era real?" "Eu fui lá... vi ela... juro que vi, chorei gozando na boca paralisada dela..." Mas nada mais foi encontrado além de um carro carbonizado e dois corpos irreconhecíveis, identificados por DNA como Leonora e Abreu.

No silêncio da internet, o mito cresceu. Uns diziam que Leonora ainda estava viva, vendida a traficantes de mulheres em Dubai. Outros juravam que sua alma rondava os fóruns, piscando mensagens escondidas em códigos binários: Eu ainda estou aqui. Me vingue.

E Deodato? Ele se safou bem. Com o dinheiro acumulado dos clientes – mais de 200 mil reais escondidos em cripto via cold wallet –, comprou um álibi sólido: câmeras falsas mostrando que ele estava em casa durante o "sequestro" de Leonora por um homem misterioso. A polícia investigou, mas sem provas, arquivou como crime passional entre amantes. Deodato reinventou-se: arrumou um emprego em uma construtora em ascensão, casou-se novamente com uma jovem de 25 anos, ingênua e devota, que lhe deu dois filhos. Moravam em um apartamento novo na Vila Mariana, vida confortável, jantares em restaurantes chiques.

Mas todo mês, no dia do acidente, Deodato ia ao cemitério municipal, parava no túmulo simples de Leonora – "Esposa amada, adúltera eterna" –, olhava para os lados, abria o zíper e urinava sobre a lápide, o jato quente escorrendo pela pedra fria. "Isso é por cada trepada que você deu pelas minhas costas, sua puta imunda", murmurava ele, rindo baixinho, o pau endurecendo com a memória sádica da sua GP tetraplégica. Depois, voltava para casa, beijava a nova esposa e transava com ela pensando nos olhos suplicantes de Leonora. O ciclo de vingança, de maneira invisível, continuava.

Burburinho no Telegram: Os Órfãos da Tetraplégica Insaciável 🖤💦

Grupo: Fetiches Proibidos BR 🔞 (137 membros, 92 online)

Data: 30 de setembro de 2024, após o acidente

@FeticheSombrio69 🕸️

Mano, alguém sabe o que rolou com a paraplégica insaciável? 😱 O anúncio sumiu da deep web, o cara que atendia não responde mais. Tô de luto aqui 😢💔

@MestreDoProibido 🖤

Pô, eu fui lá semana passada! 🫦 Aquela mina era surreal, corpo todo rígido, só os olhos piscando como se tivessem pedindo alguma coisa. O marido cuck coordenando tudo, tipo um diretor de filme pornô doentio. 🎥 Ela sumiu? 😤 Alguém tem o contato novo?

@ViciadoEmTabu 😈

Eu vi ela 3x, véi. 💦 Uma vez levei um plug com rabo de cavalo, enfiava no cu dela e o marido falava “Olha, ela tá adorando, tá piscando rápido”. 😂😂 Mas sério, li no X que teve um acidente na Marginal meio estranho, um lance de sequestro de uma aleijada, carro pegou fogo. 🧨 Será que era ela? 😵

@RainhaDaDor 🩸

Gente, eu sou a mina que usou os vibradores nela. ⚡️ Tô com as fotos aqui, mas não vou postar pq sou de boa. 😎 O corpo tremia todo, parecia que tava gozando mesmo sendo tetraplégica. Mas agora fico pensando... e se o marido tava forçando ela a fazer aquilo? 🤔 Tô me sentindo mal pra caralho. 😣

@SádicoAnônimo 🪢

Relaxa, @RainhaDaDor, ela tava lá por vontade, certeza. 😏 O marido cobrava caro, 1000 conto a hora, e ela tava sempre “pronta”, lubrificada, limpinha, cheirosa e tal. Eu paguei 2k pra dar uns tapas na cara dela e queimar os mamilos com cera quente. 🔥 Os olhos dela piscavam como cu de vagalume, tipo um código, mas o cara jurava que era tesão. 🫶 Alguém têm o contato novo dele?

@CorpoQuebrado 💉

Eu sei de fonte quente que o tal do marido tá por aí. 🕴️ Um brother meu do fórum “Corpos Quebrados” disse que ele tá de boa, casado de novo, morando na Vila Mariana. 🏡 O cara lucrou alto com ela, devia ter uns 300k guardados. 😲 Mas a mina e o outro cara (dizem que era o amante) morreram naquele carro incendiado que saiu na TV. 💥 Vi no X, teve até vídeo da capotagem, mas já tiraram do ar. 📴

@FantasiasDoAbismo 🌑

Pô, isso tá parecendo filme de terror. 😱 E se a alma dela tá nos fóruns ainda? Tô vendo uns posts estranhos no “Desejos Proibidos”, tipo códigos binários piscando em sequências. 👁️‍🗨️ Alguém já tentou decifrar? Tô com medo de ser ela falando “me vingue” em código morse. 😰

@MordidaForte 🦷

Hahaha, para de viagem, @FantasiasDoAbismo! 😂 Mas na real, eu fui o que mordi os mamilos dela até sangrar. 🩸 Paguei 10k pra isso, e o marido filmou, narrando tipo “Olha, ela tá adorando sangrar pelos peitos”. 🩹 Agora fico pensando se ela tava mesmo curtindo ou só sofrendo. 😕 Alguém tem notícia do marido? Quero saber se ele vai botar outra “aleijada” no mercado. 😈

@CaçadorDeFetiches 🔍

Eu tenho print do anúncio original! 📸 “Esposa tetraplégica, 29 anos, insaciável, buracos quentes e apertados, 1000 reais/hora”. Tô pensando em vender o print por 500 conto, quem quer? 😏 Mas sério, li que o cara do carro que pegou fogo era o chefe dela, tipo um caso antigo. 🤵 Será que o marido armou a porra toda? 🤯

@PiscarSilencioso 👁️

Gente, e se ela não morreu? 😳 Tô ouvindo boatos que o corpo tava tão queimado que nem confirmaram direito a identidade. 🔥 E se venderam ela pra um colecionador de inválidas lá fora? Tipo Dubai ou sei lá? 🛫 Tem uns caras nesses fóruns que pagam milhões por “bonecas humanas”. 💃 Alguém já checou isso? Parece que invadem hospitais de madrugada e sequestram garotas em coma também.

@ReiDoSujo 🍆

Mano, eu fui o último cliente antes do rolê acabar. 😎 Paguei 5k por exclusividade, e o marido tava meio nervoso, tipo sabia que ia dar merda. A mina tava lá, nua, olhos piscando como se tivessem gritando socorro. 👀 Fodi ela de todo jeito, e o cara narrava “Olha as lágrimas, é tesão puro”. 💧 Tô com saudade daquela vibe doente. 😪 Alguém consegue achar outra assim?

@VozDoAbismo 🖤

@PiscarSilencioso, eu vi esse papo de Dubai no “Corpos Quebrados”. 🕵️‍♂️ Tinha um cara oferecendo 1 milhão por uma “boneca paraplégica” que nem ela. 😱 Mas eu acho que ela morreu mesmo, véi. O X tá cheio de posts sobre o acidente, e o marido tá de boa, vivendo vida de rico com uma novinha. 🤑 Será que ele armou pra se livrar dela? 🤔

@FeticheSombrio69 🕸️

Tô puto, era o melhor fetiche da minha vida. 😡 Quem tem o contato do marido, me passa no privado! 📩 Quero saber se ele arruma outra “fuck toy”. 😈 E @FantasiasDoAbismo, se tu achar esse código binário, decifra e posta aqui! 🖥️ Tô curioso pra saber se é a alma dela ou só zoeira. 😅

@RainhaDaDor 🩸

Gente, eu não aguento mais esse grupo. 😭 Tô saindo, isso tá mexendo com minha cabeça. Aqueles olhos piscando... acho que ela tava pedindo ajuda, não era prazer. 😢 Vou apagar as fotos e tentar esquecer. Boa sorte pra vcs, mas isso aqui tá muito pesado. 🖤 saiu do grupo

@SádicoAnônimo 🪢

Fala sério, @RainhaDaDor, volta aqui! 😏 Era só um fetiche, ninguém tava machucando ninguém de verdade... ou tava? 🤔 Alguém já tentou rastrear o marido? Tô com 3k pra pagar por outra sessão dessas. 💸 Quem topa caçar esse cara comigo? 🕵️‍♂️

O grupo continua fervendo, com mensagens novas a cada hora, emojis de fogo, olhos e fluidos ilustrando o desejo mórbido e a curiosidade doentia. Os “órfãos” de Leonora seguem caçando pistas, entre teorias conspiratórias e saudades de um fetiche que nunca mais encontrarão. Enquanto isso, os códigos binários piscam em outros fóruns, como se os olhos de Leonora ainda gritassem por socorro do além... 👁️‍🗨️🔥

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