EU MEU MARIDO E MEU FILHO MUDAMOS PRA FAZENDA PT8

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Grupal
Contém 2891 palavras
Data: 13/04/2026 12:19:56
Assuntos: Esposa, Grupal, Sexo, Traição

Acordei amarrada.

Não estava na cama. Estava na sala de estar, de quatro, amarrada a uma cadeira velha e pesada. Meus pulsos e tornozelos estavam presos com cordas grossas, o corpo nu completamente exposto. A posição forçava minha bunda para cima e minha buceta aberta. A corda machucava a pele dos meus pulsos.

Meu rosto ardia. Meu corpo doía. Parecia que eu tinha levado uma surra — hematomas leves nos braços e nas coxas, mas nada quebrado. Doía o suficiente para lembrar que eu não era mais dona de mim.

Na sala estavam João, Rubens, Lucas e Adriano. Aline também estava lá, amarrada exatamente como eu, de quatro em outra cadeira, nua, o corpo branco marcado por cordas vermelhas.

João estava de pé no centro da sala, segurando uma pistola preta na mão direita. A arma brilhava sob a luz da manhã que entrava pela janela.

Eu achei que fosse meu fim.

João começou a falar, a voz baixa, controlada, mas carregada de uma fúria fria que eu nunca tinha ouvido:

— Confiança. Eu sempre exigi confiança nessa casa. Eu dei tudo pra vocês. Comprei esta fazenda. Sou o dono agora. E o que eu encontro quando volto? Minha esposa… minha mulher… cheia de porra de outro homem. Escorrendo pela boca e pela buceta como uma vadia qualquer.

Ele se aproximou de mim. A pistola fria encostou na minha testa.

Eu comecei a chorar.

— João… por favor… não faz isso… eu te amo…

Ele pressionou o cano com mais força contra minha pele.

— Você prefere morrer ou ser uma puta?

As lágrimas escorriam pelo meu rosto. Meu corpo tremia inteiro.

— Por favor… eu não sou puta… me perdoa…

Ele perguntou novamente, a voz ainda mais baixa:

— Você prefere morrer ou ser uma puta?

Eu solucei, o medo paralisando minha garganta.

Ele engatilhou a arma. O clique ecoou na sala como um tiro.

— Terceira e última vez. Você prefere morrer ou ser uma puta?

Eu chorei alto, a voz quebrada:

— Eu viro… hoje eu viro sua puta, João… por favor… não me mata…

João riu. Um riso baixo, amargo, vitorioso.

Ele guardou a pistola na cintura e pegou um tubo de lubrificante. Passou generosamente nos dedos e enfiou dois dedos no meu cu sem aviso. Doía. Era a primeira vez que alguém tocava ali. Eu mordi o lábio com força, mas não soltei um gemido. Não dei esse gosto a ele.

Ele passou mais lubrificante, enfiando os dedos fundo, abrindo meu cu com brutalidade. Depois posicionou o pau dele — 18 cm — na entrada do meu ânus e empurrou com força.

Eu senti uma dor lancinante. Era como se estivesse sendo rasgada ao meio. Lágrimas escorriam dos meus olhos, mas eu fiquei em silêncio, o corpo rígido como uma estátua. Não gemi. Não gritei. Apenas aguentei.

João começou a me foder o cu com estocadas brutais, segurando meus quadris com força. Cada investida era profunda, violenta. Meu rabo queimava.

Depois de uns cinco minutos ele saiu de dentro de mim, o pau ainda duro como pedra, brilhando de lubrificante. Foi até Aline, enfiou o pau na boca dela e gozou com um grunhido, mandando ela engolir tudo. Aline obedeceu, engolindo sem reclamar.

João olhou para Lucas.

— Agora você. Come a bunda da sua mãe.

Lucas hesitou.

— Não… pai… eu não vou fazer isso.

João deu um soco forte no rosto dele. Lucas cambaleou. Depois veio um chute violento no estômago. Lucas caiu de joelhos, gemendo de dor.

Eu não aguentei ver meu filho apanhando.

— Vem, filho… obedece — disse eu, a voz rouca, derrotada.

João riu.

— Vai, otário. A puta quer seu pau.

Lucas se aproximou, o pau duro apesar do medo. Era mais grosso que o do pai. Ele colocou a cabeça na entrada do meu cu e empurrou devagar. Doía, mas era diferente. Ele era carinhoso. Entrou centímetro por centímetro, abrindo meu cu ainda mais. Eu dei um pulo para frente, mas as cordas me seguraram.

Mesmo doendo, comecei a sentir prazer. Um prazer sujo, proibido. Lucas metia com cuidado, mas fundo. Eu ficava estática, o rosto sem expressão, mas por dentro meu corpo traía. Era gostoso pra caralho. Muito melhor que o sofrimento que tive com João.

Depois veio Adriano. Ele também hesitou, levou um soco, mas obedeceu. O pau dele era grosso, quase do mesmo tamanho do de Lucas. Ele entrou devagar, carinhoso, mas firme. Meu cu queimava, mas o prazer voltava. Ele meteu tudo, e eu senti cada centímetro.

Lucas e Adriano gozaram na boca de Aline. Ela engoliu tudo, como uma boa vadia.

Eu achei que tinha acabado.

Mas João olhou para Rubens.

— Sua vez.

Rubens não hesitou. Tirou o pau para fora.

Era imenso. 25 cm. Pouco mais fino que os dos meninos, mas chegava muito mais longe. Eu tremi na base só de olhar.

Ele se posicionou atrás de mim e meteu de uma vez, até mais da metade. Eu não aguentei. Soltei um grito baixo, agudo, segurando na metade. Lágrimas escorriam do meu rosto. Meu cu ardia como fogo. Rubens metia com uma potência brutal, fundo, sem piedade. Demorava pra caralho pra gozar. Cada estocada era como uma martelada. Meu rabo doía muito, mas eu fazia cara séria, aguentando firme, sem gemer.

Finalmente, depois de longos minutos, Rubens saiu do meu cu e gozou na boca de Aline. Ela engoliu tudo.

João mandou me desamarrar.

— Puta, descansa. Hoje à noite tem mais.

Lucas e Adriano me pegaram pelos braços. Minhas pernas estavam moles, eu mal conseguia andar. Eles me levaram até o banheiro, me lavaram com cuidado, passando sabonete no meu corpo dolorido.

— Desculpa, mãe… — murmurou Lucas.

— Desculpa, tia… — disse Adriano.

Eu respondi baixinho, a voz rouca:

— Tudo bem… o pau de vocês dois foi o único que eu gostei.

Aline chegou no meio do banho e ajudou a me limpar. Depois me levaram para a cama. Aline passou pomada no meu cu inchado e dolorido. Eu deitei, exausta, destruída.

Lucas e Adriano ficaram ao lado da cama.

— A gente vai dar um jeito nisso — disse Lucas. — Vamos bolar um plano.

Eu já não sabia de mais nada. Apenas fechei os olhos e dormi um sono profundo, pesado, vazio.

Mas no fundo eu sabia:

Nada mais seria como antes.

Eu não era mais a esposa de João.

Eu era a puta dele agora.

Acordei com o corpo dolorido, o cu ainda ardendo . O quarto estava escuro, mas o sol já entrava forte pela janela. Eu mal tinha dormido. Cada vez que fechava os olhos via João com a arma na mão, via o tapa, via Rubens metendo aquele pau imenso em mim.

Levantei devagar, as pernas moles. Tomei um banho rápido, tentando tirar o cheiro de sexo e humilhação do corpo. Quando saí do banheiro, ouvi vozes na sala.

João tinha chegado mais cedo que o habitual.

Ele entrou carregando caixas de carne fresca e engradados de cerveja gelada. Rubens vinha logo atrás, ajudando. João me viu no corredor e sorriu daquele jeito frio que eu já conhecia bem demais.

— Acordou, puta? Ótimo. Vai ter churrasco hoje. Muitos amigos vindo. Você e a Aline vão ser as atrações da festa.

Eu gelei.

— João… eu não vou fazer isso. Jamais vou dar pra festa de ninguém. Eu sou sua esposa, não sou…

Ele não me deixou terminar.

Tirou a pistola da cintura, engatilhou e apontou direto para o meio da minha testa. O cano frio encostou na minha pele.

— Tira a roupa agora e veste a lingerie que eu trouxe. Cinta-liga, meias, tudo. Você e a Aline vão servir os convidados como as putas que são. Entendeu?

Minhas pernas tremeram. Lágrimas encheram meus olhos. Eu baixei a cabeça, derrotada.

— Sim… — sussurrei.

João guardou a arma e jogou duas sacolas pretas no sofá.

— Veste. Agora.

Eu e Aline nos trocamos no quarto. A lingerie era barata, vulgar, exatamente como aquelas de filme americano de zona: cinta-liga preta, meia-calça 7/8, sutiã meia-taça que mal cobria os mamilos, calcinha fio-dental quase inexistente. Quando me olhei no espelho, senti nojo de mim mesma. Parecia uma puta de verdade.

A carne começou a cheirar na churrasqueira. Rubens preparava tudo em silêncio. Eu e Aline servíamos cerveja e petiscos para os homens que chegavam.

A caminhonete parou na frente da casa. Desceram Seu Augusto — pai de João, 60 anos, ex-lutador de boxe, corpo ainda forte e musculoso, pele negra brilhante de suor — e os dois irmãos de João, mais um sobrinho. Todos negros, todos grandes, todos com o mesmo olhar faminto.

Eles sentaram na mesa grande do quintal para jogar truco. João, os irmãos e o sobrinho. Seu Augusto disse que ia dar uma volta no curral para ver a fazenda nova.

Aline servia as bebidas. Cada vez que passava, mãos apalpavam sua bunda, apertavam seus seios, subiam por baixo do vestido. Quando alguém trucava, obrigavam ela a se abaixar e dar uma lambida rápida no pau por cima da calça. Ela fazia tudo em silêncio, o rosto sem expressão.

João olhou para mim e apontou para o curral.

— Vai lá. Dá pro meu pai. Se não der, já sabe o que acontece.

Meu estômago revirou. Mas eu fui.

Caminhei até o curral vazio, o coração batendo forte. Seu Augusto estava lá, encostado na cerca, fumando. Quando me viu vestida daquele jeito, ele sorriu devagar, um sorriso de quem já esperava.

— Então é verdade… a nova puta do meu filho.

Ele não perdeu tempo.

Me agarrou pelo cabelo loiro com força bruta e me empurrou contra a parede de madeira de uma das baias. Meu rosto bateu na tábua. Ele levantou meu vestido, rasgou a calcinha fio-dental com um puxão e abriu minhas pernas.

— Olha só essa bunda branca… bem diferente das putas que eu comia antigamente.

Eu tentei virar o rosto.

— Por favor… Seu Augusto… eu não quero…

Ele riu e abriu a calça.

O pau dele saltou para fora.

25 centímetros. Grosso. Venoso. A cabeça larga, quase roxa. Era maior e mais grosso que o de Lucas e Adriano juntos. Só João não tinha puxado o tamanho da família.

Ele cuspiu na mão, passou na cabeça do pau e empurrou contra meu cu sem piedade.

— Não… não aí… por favor… — implorei, a voz falhando.

Ele não ligou.

Enfiou a cabeça grossa com força. Eu gritei. A dor era lancinante, como se estivesse sendo rasgada ao meio. Ele segurou meus quadris com mãos de ferro e meteu mais fundo, centímetro por centímetro, até quase metade do pau estar dentro do meu cu.

— Cala a boca, puta. Você vai aguentar tudo.

Ele começou a foder meu cu com estocadas brutais, profundas, sem dó. Cada vez que ele empurrava, meu corpo batia contra a madeira. A dor era absurda. Lágrimas escorriam pelo meu rosto. Eu mordia o lábio até sangrar, mas não gritava mais. Não dava esse gosto a ele.

— Isso… aperta esse cu gostoso… — grunhia ele, metendo cada vez mais forte, mais fundo.

Ele me humilhava o tempo todo:

— Olha pra você… esposa do meu filho, virando puta de família… abrindo o cu pra mim como uma cadela no cio.

Eu chorava em silêncio, o corpo sacudindo com cada estocada violenta. Meu cu ardia, queimava, mas ele não parava. Metia com uma potência animal, o saco pesado batendo contra minha buceta molhada.

Depois de longos minutos de sofrimento, ele puxou o pau do meu cu com um estalo obsceno. Virou-me de frente, segurou meu cabelo e enfiou o pau inteiro na minha garganta.

— Engole, vadia. Engole tudo.

Ele fodeu minha boca com a mesma brutalidade, o pau enorme batendo no fundo da minha garganta. Eu engasgava, saliva e lágrimas escorrendo, mas ele não parava.

Finalmente ele gozou. Um jato grosso, quente, interminável. Eu engoli o máximo que pude, tossindo, engasgando, o resto escorrendo pelo queixo e pingando nos meus seios.

Seu Augusto guardou o pau, deu um tapa no meu rosto e disse:

— Boa puta. Agora volta pra casa. A festa tá só começando.

Eu voltei cambaleando, o cu latejando, a boca inchada, o corpo marcado.

A festa continuava.

E eu sabia que o pior ainda estava por vir.

Ele não disse nada. Apenas sorriu daquele jeito frio que eu já temia.

Com um movimento rápido, ele segurou meu vestido pela gola e rasgou-o de cima a baixo, deixando-me apenas com a lingerie vulgar que ele havia comprado: cinta-liga preta, meias 7/8, sutiã meia-taça. A calcinha já tinha sido rasgada por Seu Augusto no curral, então eu estava completamente exposta — buceta inchada, cu vermelho e aberto, seios quase saindo do sutiã.

— Olha só pra você… — murmurou ele, a voz carregada de desprezo e excitação. — Já chegou pronta pra festa.

Os homens riram. João me agarrou pelo cabelo loiro e me jogou de joelhos no chão da sala, bem no centro.

— Limpa os paus deles, puta. Com a boca.

Eu obedeci.

Primeiro o pau de João. Ainda sujo da buceta de Aline, brilhando de porra e lubrificante. Eu abri a boca e chupei, lambendo cada centímetro, engolindo o gosto misturado. Depois veio um dos irmãos. O pau era grosso, do mesmo tamanho do de Lucas e Adriano — venoso, pesado. Eu chupei com vontade, a saliva escorrendo pelo queixo. O outro irmão veio em seguida, depois o sobrinho. Eu passava de um para o outro de joelhos, como uma puta barata, limpando cada pau com a língua enquanto eles gemiam e faziam comentários humilhantes.

— Olha como ela chupa bem… parece que nasceu pra isso.

— Engole tudo, cunhadinha.

Quando terminei, João me agarrou pelos cabelos novamente e me jogou de quatro no sofá grande, ao lado de Aline, que estava desfalecida no outro sofá, o corpo branco coberto de porra e marcas vermelhas.

Eles viram meu cu.

— Nossa… quem fez isso? — perguntou um dos irmãos, espantado.

João riu com amargura.

— Acho que foi o pai. Só ele pra estragar o brinquedo logo no primeiro dia.

Aline, ainda jogada no sofá, abriu os olhos devagar, viu meu cu vermelho e aberto e soltou um “puta merda” baixinho. Eu pensei: “Nossa… eu devo estar muito arrombada mesmo”.

Eles não esperaram.

Fizeram uma fila atrás de mim, igual tinham feito com Aline.

Começaram pela minha buceta — “pra dar um descanso pro cu”, disseram, rindo. O primeiro irmão enfiou o pau grosso na minha buceta com uma estocada forte. Eu soltei um gemido abafado. Ele metia fundo, batendo até o talo, as bolas pesadas batendo contra meu clitóris. Enquanto ele me fodia, os outros gritavam:

— Vai, mete!

— Rasga essa puta!

— Olha como ela aguenta!

Eles se revezavam na minha buceta, um depois do outro, todos com paus grossos, do mesmo tamanho dos de Lucas e Adriano. Era genética de família. Eu sentia cada centímetro me abrindo, me preenchendo, me usando.

Depois de um tempo, João deu a ordem:

— Agora de dois em dois.

Eles vieram os dois irmãos primeiro.

Um deitou no sofá e me puxou por cima, enfiando o pau na minha buceta. O outro veio por trás, cuspiu na mão, passou lubrificante no meu cu ainda dolorido e enfiou devagar. Eu virei um sanduíche humano. Dois paus grossos me fodendo ao mesmo tempo — um na buceta, outro no cu. Era minha primeira dupla penetração. A sensação era insana: dor misturada com um prazer proibido e avassalador. Eles metiam em ritmo, batendo fundo, as mãos deixando marcas vermelhas na minha bunda grande e branca.

— Isso, cunhadinha… aguenta os dois paus…

— Olha como essa bunda branca abre bem…

— Mete mais fundo, irmão! Rasga ela!

Eu chorava, mas não de dor. Era outra coisa. Um prazer sujo, intenso, que eu nunca tinha sentido. Meu corpo traía completamente. Eu gemia alto, empurrando a bunda contra eles, querendo mais.

Depois vieram João e o sobrinho.

O sobrinho, um rapaz de uns 22 anos, olhou para mim com olhos brilhantes e disse:

— Tia… você parece aquela atriz Alex Texas… olha essa bundona. Já bati muita punheta pra você. Hoje eu vou te comer de verdade.

Aquilo caiu como uma pedra no meu coração. Meu sobrinho-neto dizendo aquilo… me vendo como uma atriz pornô.

Ele enfiou no meu cu enquanto João metia na minha buceta. Os dois me foderam juntos, trocando de buraco, usando-me sem piedade. Eu chorava, gemia, o corpo sacudindo entre eles. Era triste, humilhante… mas o prazer era tão grande que eu não conseguia parar de gemer.

Enquanto isso, eu olhei para o lado e vi Seu Augusto comendo o cu de Aline no outro sofá. Ele metia com força brutal, fazendo ela gritar alto, o corpo dela sacudindo violentamente.

No final, eles me jogaram no meio da sala, junto com Aline.

João deu a ordem:

— Gozem nelas. Tudo.

E eles gozaram.

Jatos grossos, quentes, intermináveis. Na minha cara, nos meus seios, na minha barriga, no meu cabelo, na minha buceta aberta, no meu cu arrombado. A mesma coisa com Aline. Éramos duas putas cobertas de porra, jogadas no chão como porcas no chiqueiro, como uma privada pública de esperma.

Eu fiquei ali, deitada no chão da sala, o corpo inteiro coberto de porra branca e grossa, escorrendo pelo meu rosto, pingando dos meus seios, escorrendo da minha buceta e do meu cu.

João olhou para mim de cima, com um sorriso cruel.

— Bem-vinda à família, puta.

Eu fechei os olhos, o gosto de porra na boca, o corpo tremendo.

E soube, naquele momento, que minha vida como esposa tinha acabado para sempre.

Agora eu era só a puta da fazenda.

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Comentários

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Lucas e adriano que botaram ela nessa enrascada.

eles que tem que dar um jeito.

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Espero que apesar de tudo o final tenha uma justiça feita

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