A gra--dez que me destruiu e o homem que eu perdi pra sempre
Dois meses depois daquela recaída na sacada do Ricardo, meu corpo começou a mudar. Os seios ficaram mais sensíveis, a buceta latejava o tempo todo, e eu sentia um cansaço que não era só de tanto levar pau. Fiz o teste sozinha no banheiro, trancada, coração na boca. Duas listras. Positivo.
Eu fiquei olhando pro espelhinho, lágrimas escorrendo. Não sabia de quem era. Podia ser do Eduardo, que tinha me comido com tanto amor e raiva nas noites em que eu voltava pra casa. Ou podia ser do Ricardo… daqueles creampies fundos que ele me dava enquanto eu gritava que queria um filho dele. O timing batia perfeitamente com as duas fodas. Eu não contei pra ninguém. Guardei o segredo como uma bomba no peito.
Naquela mesma noite, Eduardo me pegou no quarto. Ele ainda me comia quase todo dia, como se quisesse apagar o Ricardo da minha pele. Me deitou na cama, abriu minhas pernas e lambeu minha buceta devagar, com carinho:
— Você tá diferente, amor… mais molhada, mais sensível… me deixa te comer gostoso hoje.
Eu gemi alto, empinando a buceta na cara dele, mas por dentro eu tava em pânico:
— Me fode, Eduardo… me enche… me lembra que eu sou sua…
Ele meteu fundo, estocando devagar, olhando nos meus olhos:
— Você é minha, Mari… só minha… diz que não vai mais ver ele.
Eu gozei apertando o pau dele, lágrimas escorrendo, mas não disse nada. Depois, quando ele dormiu, eu chorei baixinho no banheiro, mão na barriga. “De quem você é, filhinho? Do pai que eu amo… ou do macho que me fodeu como uma puta?”
Ricardo descobriu antes mesmo de eu contar. Ele me mandou mensagem: “Tá grá--da, né? Eu sei pelo jeito que você tá molhada nas fotos que eu ainda guardo. Vem aqui amanhã. Quero comer essa barriguinha nova.”
Eu fui. Não consegui resistir. Ele me recebeu nu, pau duro, e me jogou na cama:
— Olha pra você… gra--dez e ainda correndo pro meu pau. Tira a roupa, vadia. Quero foder a mãe do meu filho.
Ele me comeu de quatro, mão na minha barriga ainda chapada, estocando fundo na buceta:
— Isso… toma esse pau que te engravidou… goza pra mim enquanto seu corno do marido nem imagina que o filho pode ser meu!
— Me arromba, Ricardo… me enche de novo… eu não sei se é seu ou dele… mas me fode como se fosse seu… ahhh, mais forte, amor!
Ele gozou rugindo dentro de mim, jorrando quente, e depois me fez chupar o pau melado enquanto sussurrava:
— Se for meu, você vai me dar esse filho. Se for dele… eu ainda vou te foder escondido.
Voltei pra casa com a buceta cheia da porra dele de novo. Eduardo me esperava na sala, mas o olhar dele tava diferente. Cansado. Exausto. Ele não me tocou aquela noite. Só disse baixo:
— Eu sei que você foi com ele de novo, Mari. Eu sinto o cheiro. Eu aguentei seis meses. Aguentei a chantagem. Aguentei ser corno. Mas agora… eu cansei.
No dia seguinte ele chegou em casa tarde. Cheiro de perfume feminino nele. Eu congelei.
— Quem é ela? — perguntei, voz tremendo.
Ele sentou no sofá, exausto, e respondeu sem olhar pra mim:
— Clara. Ela trabalha comigo. Ela me ouve, Mari. Ela cuida de mim. Me faz jantar, me abraça quando eu chego destruído… e não some por meses pra ser comida por outro. Ela me faz sentir homem de novo.
Eu surtei. Fiquei louca. Caí de joelhos na frente dele, abracei as pernas dele, chorando:
— Não, amor… por favor… eu tô grá-ida… eu não sei se é seu ou dele… mas eu te amo… me fode agora, me lembra que eu sou sua… não me troca por ela!
Ele me olhou com pena e raiva misturadas. Me levantou, me jogou no sofá e me comeu ali mesmo, sem amor, só com cansaço e tesão:
— Tá grá--da e ainda não sabe de quem? Porra, Mariana… você destruiu a gente. Toma meu pau agora… toma o pau do marido que você humilhou por anos.
Ele me fodeu com força, estocando fundo, mas sem beijo, sem carinho. Eu gozei gritando, desesperada:
— Me enche, Eduardo… me enche antes que ela te pegue… eu sou sua… eu sou louca por você… não me deixa!
Ele gozou dentro de mim, mas saiu logo depois, limpou o pau e disse frio:
— Eu vou dormir na casa da Clara. As crianças ficam com vó. Eu preciso de paz, Mari. Eu te amei demais… mas você me matou.
Eu fiquei louca de verdade. Liguei pro Ricardo chorando, histérica:
— Eu tô grá--da e ele arrumou outra! Ele tá me trocando por uma mulher que cuida dele! Vem me foder agora… me fode até eu esquecer que ele me deixou!
Ricardo veio. Me comeu no quarto que era nosso, na cama que eu dividia com o Eduardo, me arrombando o cu enquanto eu gritava:
— Me fode, Ricardo! Me enche enquanto ele tá com ela! Eu tô grá--da e não sei de quem… mas eu sou sua puta… me arromba!
Ele gozou fundo no meu cu, rindo:
— Agora você tá sozinha, amor. Grá--da, abandonada e correndo pro meu pau. Perfeito.
Eu fiquei ali, de quatro, porra escorrendo, barriga ainda chapada, mas com um bebê dentro que podia ser de qualquer um dos dois. Eduardo estava com outra mulher que cuidava dele de verdade. As crianças me olhavam com desconfiança de novo. E eu… eu tava completamente louca.
Louca de ciúmes. Louca de tesão. Louca de amor e ódio por dois homens ao mesmo tempo.
Eu não sabia mais o que fazer. Só sabia que ia lutar pra recuperar o Eduardo… ou ia me entregar de vez pro Ricardo.
Porque eu tava gráv-da. E eu tava perdendo tudo.