Realizei todos meus fetiches com minha filhinha

Um conto erótico de Beca putinha
Categoria: Zoofilia
Contém 1400 palavras
Data: 13/04/2026 15:29:23
Assuntos: Grupal, Incesto, Teen, Zoofilia

Oi! Eu sou a beca. Adoro escrever histórias que talvez sejam sobre minha vida!

Esse conto será narrado pelo Carlos, que talvez seja meu papai. E vai relatar algo muito excitante.

Espero que goste.

Era um sábado, e eu estava de folga do trabalho, mais ou menos 15 horas da tarde. Minha esposa estava trabalhando, e eu estava em casa com as minhas filhas. Beca e Nena. Elas eram lindas, beca a mais velha sempre me chamou a atenção. Ela tinha o corpo muito parecido com o da mãe, a bunda grande, as perninhas pequenas e gordinhas, coxas grossinhas e os peitinhos desabrochando, apesar da muito pouca idade, ela já tinha um corpinho lindo, uma carinha de putinha sapeca, com a boquinha redonda e a língua vermelha.

Ela estava andando pela casa só de calcinha, com frufru atrás, parecia até um convite, para ficar olhando aquele rabinho se mexer enquanto ela andava na minha frente. As vezes ela dava alguns saltos, e sua bundinha pulava junto, mexendo o resto do corpo, e seus peitinhos pequenos e quase inexistentes, apenas com um pequeno biquinho saindo.

— Papai, vem brincar comigo?— ela chegou perto e disse segurando nas minhas pernas com as mãozinhas pequenas. Ela tinha um cavalo com uma Barbie montada em cima, e algo que se parecia um cinto.

—Brincar de cavalinho?— ela balançou a cabeça bem forte na hora

— sim papai! —

— mas então vamos brincar de cavalo na vida real —

Peguei a menina e coloquei no meu colo, encaixando a bucetinha pequena e fechadinha em cima do meu pau de costas para mim com a bunda bem empinada no meu saco

— vai, pode pular, monta no papai vai — ela não percebeu a malícia e começou a pular e se esfregar em mim, enquanto eu ficava apenas encostado no sofá observando a garota se divertindo no pau do papai.

Ela pulava e esfregava o cuzinho em cima da cabecinha, e fazia barulhos como se eu fosse um cavalo.

Segurei na cintura pequena dela e empurrei mais para baixo, e ela continuou pulando, abaixei um pouco o short molinho que eu tava e ela começou a se esfregar no meu pau sem nada, igual uma putinha.

— Isso vagabunda, se esfrega no papai vai, esfrega a bucetinha—

Abaixei a calcinha dela, e a bucetinha pequena e rosinha estava toda melada, pingando para o pau do papai dela, passei a minha mão no cuzinho dela, que estava bem quente pedindo por pau, eu ainda não ia poder colocar na buceta para não machucar e a mãe dela descobrir, mas podia por no cuzinho.

Virei ela de frente para mim, e ela olhou para o meu pau

— você é a menina obediente do papai né? —

— sim papai, eu sou—

— então você vai fazer tudo que o papai quiser né? Sem contar para ninguém—

Ela balançou a cabeça que sim, e eu peguei a mão dela e coloquei no meu pau.

Sua mão era tão pequena que nem fechava direito, a mão bem quente e macia, com cheirinho de talco.

Ela começou a esfregar a palma da mão no meu pau, e tocava uma punheta mal feita, por não saber oque fazer.

Tirei de vez a calcinha dela, e comecei a passar meu dedo na bucetinha, esfregando o buraquinho super pequeno e fechado dela, estava muito quente e melado, a buceta rosinha pequena pulsava no meu dedo enquanto eu esfregava

— faz cosquinha papai — ela dizia e se remexia no meu colo, se esfregando mais.

Coloquei ela de joelho no sofá, do meu lado, e depois fiz ela ficar de 4 com a bundinha bem empinada, o cuzinho para cima e a cabeça no meu colo

— põe a língua para fora vai putinha do papai.—

Ela colocou a língua para fora e eu forcei ela a lamber meu pai todo, depois ela continuou lambendo a cabecinha, que saia pré gozo

—ah, você gostou né sua safada? Tava louca para chupar o pau do papai né? Bota na boca então vai, engole tudo—

Ela tentou colocar a cabeça na boca, mas a boquinha dela era muito pequena para caber, forcei um pouco a cabeça dela e o pau entrou, o olho dela encheu de lágrima, oque só me deu mais tesão, forcei mas a cabeça dela, sentindo a boca dela no limite, bem quente e molhada, e meu pau batendo na garganta dela enquanto ela engasgava

—isso sua delícia, engasga no meu pau vai—

Voltei a passar o dedo no cuzinho pequeno dela, pegando o melzinho infantil da bucetinha e molhando o cu, empurrei a ponta do primeiro dedo, mas não quis entrar, ela chorou mais com meu pau na boca, engasgando muito, e eu fiz mais força empurrando mais o dedo, que finalmente entrou com muita dificuldade. Ela tirou o pau da boca e gritou, com lágrimas. Quando ela gritou, a irmãzinha dela veio do quarto engatinhando pelo chão, a chupeta na boca balançando.

Ela ficou parada perto da sala olhando a irmã de 4 para o papai. Ficou ali assistindo a irmã putinha

Empurrei a cabeça de beca de volta para o meu pau, e comecei a tirar e colocar o dedo no cuzinho dela, fazia um barulho gostoso toda vez, eu estava quase gozando

A Nena olhava curiosa, acho que ela queria experimentar também, então chamei ela para mais perto e ela veio em seus passos de baby, subiu com dificuldades no sofá e ficou na mesma posição que a irmã, coloquei ela para chupar meu pau junto, e ela chupava igual fazia com o peito da mãe dela, babando tudo até o saco.

Nossa cadelinha neném estava nos observando da porta do quintal, com a língua para fora. Chamei ela para dentro de casa, e a mesma veio correndo a ficou abanando o rabinho. Subi a cadela no sofá, e coloquei ela para chupar a bucetinha pequena de beca, que ainda estava de 4, a cadela chupava a buceta e o cuzinho da minha filha, que estava com um dedo dentro.

Tirei a calcinha de Nena, e oque ela usava para fazer xixi, por ser baby, e a bucetinha dela era ainda menor, toda fechadinha e rosada, um tesão.

Eu estava pronto para ser o primeiro homem das minhas filhas, e quanto antes eu começasse, mas rápido eu treinava elas, e elas se tornariam minhas putinhas.

A cachorra lambia todo o cuzinho de beca, que dava risadinhas com meu pau na boca, algumas vezes a língua de beca e Nena se encontrava no meu pau, e as duas irmãs ficavam se lambendo, e lambiam meu pau junto

Levantei beca, e sentei ela de novo no meu colo, e coloquei a cachorra para lamber o cu de Nena agora, que dava risadinhas

Levantei beca um pouco, e encaixei meu pau no seu cuzinho apertado, fiquei esfregando e passando meu pau no seu cu e na sua rachinha, melando tudo.

Forcei meu pau no seu cuzinho, e ela começou a chorar, não queria entrar.

Forcei mais e coloquei bastante força, ela começou a gritar, mas só me dava mais tesão, ouvir aqueles gritinhos e sentir ela chorando no meu pau, forcei mais meu pau no cuzinho dela, e senti finalmente entrar, então já comecei a meter com força e fazer ela de putinha, ela chorava bastante, mas logo começou a gemer igual uma puta.

— isso pa-papai— ela jogava a cabeça para trás e gemia se esfregando no meu saco

Eu estava quase gozando, Nena olhava curiosa, enquanto dava gemidinhos.

A cachorra parou de lamber o cuzinho dela, e veio lamber meu saco, ela lambia o cuzinha de beca, que estava sendo socado também.

Eu coloquei beca de 4 no meu colo e comecei a socar bem forte assim, a cachorrinha lambia tudo e a Nena começou a passar a mão na cachorra, e eu coloquei a mão dela na bucetinha rosa da cachorra, que ficou esfregando lá.

Gozei tudo dentro do cuzinho de beca, e vi escorrer pela bucetinha dela. Quando sai de dentro escorreu tudo, mas a cachorra logo começou a lamber toda minha porra, limpou todo meu pau, e depois começou a lamber o cu da minha filha cheio de porra, todo vermelho e inchadinho.

Depois disso, tomei um banho e dei um banho nas meninas, beca prometeu que não contaria, e com Nena eu não precisava me preocupar, pois ela não falava.

E essa foi a primeira vez que eu estuprei minhas filhas

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Foto de perfil genéricaBequinha.cp.zooContos: 1Seguidores: 0Seguindo: 0Mensagem Apenas uma menininha safada, com muitos fetiches

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