Eu mando no jogo capítulo 6

Da série Eu mando no jogo
Um conto erótico de Hiroki
Categoria: Heterossexual
Contém 1119 palavras
Data: 13/04/2026 17:08:30

Na porta do apê a gente se despediu com um beijo apaixonado. Eu segurei o rosto dele com as duas mãos e enfiei a língua na boca dele, sentindo ele derreter contra mim. Durante o beijo eu passei a mão devagar na bunda dele, apertando de leve.

— Você fica desconfortável com isso?

Theo ficou vermelho mas confessou baixinho, voz tremendo.

— Eu curti. Curti pra caralho.

Eu ri contra a boca dele e dei mais um beijo rápido antes de soltar.

— Bom menino. Vai pra casa e pensa em mim.

Quando ele saiu eu fechei a porta, me encostei nela e deslizei a mão pra dentro do short. Tava encharcada. Gozei rápido pensando nele no chão, obedecendo, olhando pra mim de baixo e confessando que tinha gostado da minha mão na bunda dele. Meu corpo inteiro ainda latejava quando eu deitei na cama, o ventilador girando no teto e o rock tocando baixo no fone. Eu não consegui dormir direito aquela noite. Fiquei rolando, imaginando o próximo passo, o jeito que ele ia se render mais.

No dia seguinte o treino foi pesado, mas eu tava com a cabeça longe. Durante o bloqueio eu imaginava ele ali no chão do quarto, olhos arregalados atrás dos óculos, esperando eu mandar. Meu short jeans colado nas coxas suadas, a regata marcando os peitos, o corpo de atleta todo latejando. Eu sentia aquele tesão constante que não passava. Quando o treino acabou eu mandei mensagem pra ele: “Vem hoje à noite. Quero experimentar uma coisa nova com você.” Ele respondeu quase na hora, tímido como sempre: “Tô indo.”

Quando a campainha tocou eu abri a porta sorrindo largo. Theo tava ali, camiseta de anime, óculos finos, cabelo castanho bagunçado, rosto já corando só de me ver.

— Entra baixinho. Fecha a porta.

Ele entrou e eu fechei a porta atrás dele, encostando meu corpo alto contra o dele por um segundo só pra sentir o calor. Meu shortinho subiu um pouco nas coxas e eu vi ele olhar rápido antes de desviar o olhar. Meu tesão subiu na hora. Eu peguei a mão dele e levei pro quarto, o rock tocando baixinho no fundo.

— Senta no chão Theo. Eu quero experimentar uma coisa hoje.

Ele hesitou, olhos arregalados atrás dos óculos.

— No chão de novo?

— É. Eu mandei. E hoje vai ser diferente. Senta encostado na cama.

Ele obedeceu, sentando no chão com as costas na beira da cama. Eu fiquei de pé na frente dele, 1,80 m de pura energia, olhando pra baixo. Meu corpo inteiro pulsava. Suor novo escorrendo pela nuca, descendo entre os seios, o shortinho marcando tudo. Eu sentia a umidade quente se espalhando entre as pernas só de ver ele ali, obediente, esperando.

Eu tirei o shortinho devagar, ficando só com a regata e a calcinha preta. Depois eu subi na cama, de joelhos, e me posicionei bem em cima do rosto dele.

— Hoje eu vou sentar na sua cara. Relaxa e me serve. Você vai gostar, eu prometo.

Ele respirou fundo, rosto vermelho.

— Rafa... eu nunca fiz isso.

— Eu sei. Por isso vai ser bom. Eu tô no comando. Você só precisa respirar e me fazer gozar. Entendeu?

Ele balançou a cabeça, olhos brilhando. Eu desci devagar, sentando na cara dele com a calcinha ainda no lugar primeiro, sentindo o nariz dele encostar na minha boceta quente. O cheiro do meu tesão encheu o ar. Eu gemi baixinho, rebolando leve, sentindo a língua dele tentar passar pelo tecido.

— Isso... assim mesmo. Bom menino. Tira a calcinha com a boca agora.

Ele obedeceu, puxando o tecido com os dentes, mãos tremendo nas minhas coxas. Quando a calcinha saiu eu sentei de verdade, boceta molhada encostando direto na boca dele. O calor da língua dele me fez gemer alto. “Anna Júlia” tocava no fundo, a voz rouca combinando com o meu gemido. Eu rebolava devagar, sentindo a língua dele explorando, lambendo tudo, o nariz pressionando meu clitóris.

— Caralho Theo... você tá indo tão bem pra mim. Lambe mais fundo. Isso... bom menino.

Ele resistiu verbalmente no começo, murmurando contra minha boceta.

— Rafa... eu tô sufocando um pouco.

Eu ri baixinho, sem tirar o peso, só levantando um pouco pra ele respirar.

— Sufoca então. Eu mando. E você aguenta pra mim. Respira quando eu deixar.

Ele gemeu e voltou a lamber, mais obediente agora. O corpo dele entregava tudo, as mãos apertando minhas coxas grossas, o pau duro marcando na calça. Eu sentia o poder absoluto, o tesão de dominar ele assim, sentada na cara dele enquanto o rock tocava. Meu corpo inteiro latejava, suor escorrendo pela barriga tanquinho, coxas tremendo de prazer. Eu rebolava mais rápido, sentindo a língua dele entrar em mim, o nariz pressionando onde eu precisava.

— Isso... chupa meu clitóris agora. Assim... caralho você tá aprendendo rápido.

Ele obedeceu, sugando devagar, e eu gozei forte, gemendo alto, o corpo inteiro tremendo enquanto eu apertava a cara dele contra mim. O orgasmo foi longo, quente, molhado. Eu fiquei sentada ali mais um pouco, deixando ele lamber tudo devagar, limpando cada gota.

Quando desci ele tava ofegante, rosto brilhando do meu gozo, óculos embaçados, pau latejando na calça. Eu sorri, acariciando o cabelo dele.

— Você foi perfeito. Olha como você tá duro... mas hoje você não goza. Eu quero que você sinta isso o resto da noite.

Ele gemeu baixo, resistindo verbalmente mas o corpo já rendido.

— Rafa... por favor...

— Não. Eu mando. E você obedece. Agora deita na cama. Eu vou sentar de novo, mas dessa vez virada pra você.

Ele deitou e eu subi de novo, dessa vez de costas, sentando na cara dele enquanto pegava o pau dele por cima da calça. Eu rebolava devagar, sentindo a língua dele trabalhar, e massageava ele por cima do tecido, sentindo ele latejar e gozar rápido dentro da calça só com o toque.

— Olha só... gozou tão rápido pra mim. Bom menino. Mas da próxima vez vai ser sem tocar. Só com a minha boceta na sua cara.

Eu fiquei sentada mais um pouco, rebolando leve, sentindo ele lamber tudo até limpar. Quando desci ele tava destruído, rosto vermelho, respiração pesada, mas os olhos brilhando de prazer e submissão.

Eu me deitei ao lado dele, acariciando o cabelo bagunç ado, e dei um beijo na testa dele.

— Você foi tão bom pra mim hoje. Eu tô amando isso. Amando mandar em você.

Ele murmurou algo baixinho, voz rouca.

— Eu também... tô gostando.

Eu sorri, sentindo o coração bater forte. Meu corpo ainda latejava, o rock ainda tocava baixo, e eu sabia que a gente tinha dado mais um passo. Gentle, carinhoso, mas cada vez mais profundo. Esse nerd ia se render completamente. E eu ia adorar cada segundo.

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