ROSA FLOR 2 - Capítulo 31 – FANTASIAS EM PRETO E BRANCO II

Um conto erótico de Armando Pinto
Categoria: Grupal
Contém 6622 palavras
Data: 13/04/2026 17:25:33

No capítulo anterior contei como eu e a Rosinha tivemos um dia agitado fazendo fotos íntimas numa loja e fomos flagrados pelo casal Bruno e Maria. Tomando uma cerveja na lanchonete, soubemos tratar-se de um casal liberal. Depois de uma boa prosa, fomos todos pro carro deles e minha mulher pegou no pau preto do sujeito e a esposa dele no meu e quase transamos no interior do veículo. Depois de tanta agitação, voltamos pra casa e, após o jantar, eu estava deitado em nossa cama, pelado, esperando que a minha esposa, também peladinha, mexendo numa gaveta do armário, viesse pra junto de mim.

Rosinha (sorrindo) – Amor, aqui nesta gaveta está o cartão com os telefones do Paulo e da Ana, aquele casal que conhecemos na lanchonete, ele está enrolado na calcinha que ela nos deixou naquela noite; lembra? Coloquei aqui também o contato da Rita, aquela minha amiga safadinha, e agora também tem um bilhete com os telefones da Maria e do Bruno, o casal que conhecemos hoje pela manhã e quase transamos no carro deles. Caso você mude de ideia, saberemos pra quem ligar!

Eu (fingindo inocência) – Mudar de ideia? Como assim?

Rosinha (sorrindo, provocando) – Mudar de ideia no sentido de encontrarmos eles, nos conhecer melhor e, se houver afinidades, nos embolar numa cama gostosa e fazermos uma suruba bem safada! Que tal?

Eu (sorrindo da safadeza da minha esposa) – Deixe de ser putinha, venha pra cama me contar o que aconteceu entre você e a Maria hoje no banheiro da loja.

Minha esposa, peladinha, veio pra cama, se deitou ao meu lado e se aconchegou grudando seu corpo quente ao meu. Ela estava cheirosa, com aroma de sabonete e os cabelos perfumados pelo shampoo. Uma delícia de mulher!

Eu – Rosinha, estive pensando na maldade que fizemos com aqueles trabalhadores dos caminhões hoje pela manhã, eles estavam trabalhando quando passamos de carro e você se exibiu pelada. Senti pena deles, afinal, estavam dando um duro danado e nós nos divertindo à custa deles.

Rosinha (sorrindo e apertando meu pau mole) – Fer, eles também se divertiram, pois o que eu mostrei pra eles servirá de incentivo pra que, quando voltarem pra casa, comam bem gostoso as esposas ou namoradas. Você está com pena deles por acharem que estavam dando um duro danado, mas tenho certeza de que se você me soltasse ali no meio deles, eles dariam um duro danado em mim, isso, sim!

Eu (rindo da safadeza e da mente fértil da minha mulher) – Bem que você gostaria que eu te soltasse lá entre eles, né, safada!

Rosinha (com cara de safada) – Eu iria ser comida por todos, não sobraria um só buraquinho meu sem uma pica dentro!

Eu (dando um tapa na bunda dela fingindo repreendê-la) – Putinha!

Rosinha (me encarando, acariciando meu peito) – E aí, Fer, você vai querer saber por que demorei tanto tempo no banheiro com aquela preta gostosa?

Eu (curioso) – Claro, quero saber tudo o que vocês fizeram lá dentro!

Minha esposa sorriu safada, tirou a mão do meu pinto que começava a endurecer e se levantou dizendo que ia até a cozinha encher as garrafinhas de água que sempre mantemos nos criados mudos. Enquanto eu esperava por ela, meu pau relaxou e voltou a ficar mole.

Rosinha (se deitando ao meu lado, virada pra mim, mas sem tocar meu corpo) – Bem, já que o meu maridinho quer saber o que eu fiz no banheiro com a Maria, vou contar. (fazendo carinha de quem vasculhava a memória) – Antes mesmo de entrarmos, eu desconfiei que alguma coisa aconteceria entre nós, mas tentei não pensar e deixei rolar, afinal, não tenho experiência com mulheres e ela parece conhecedora do assunto. Logo que entramos, ela verificou se tinha alguém nas “casinhas” e, ao saber que estávamos sozinhas, veio pro meu lado com um sorriso enorme e malicioso nos lábios. Pensei: “O que será que ela vai fazer comigo?” Relaxei e aguardei. Ela veio, encostou seu corpão lindo em mim, me abraçou e aproximou seu rosto do meu. Soube naquele momento que ela iria me beijar; relaxei e deixei ela colar seus lábios nos meus!

Eu (curioso) – Você nem tentou desviar?

Rosinha (sorrindo) – Claro que, não, amor! Eu queria beijar outra mulher, fantasiava com isso há tempos. Antes da Maria eu fui beijada pela Ana, também num banheiro de lanchonete, mas foi muito rápido e nem deu tempo de curtir. E, antes da Ana, só beijei outras meninas quando eu era adolescente. Naquela idade era comum as garotas aprenderem a beijar umas com as outras, pois ninguém queria passar vergonha no primeiro beijo com um namoradinho por não saber como fazer. E foi assim que aprendi a beijar, experimentando com outras meninas; era gostoso, mas não acontecia nada além de uns beijos.

Eu (curioso) – Você, quando adolescente, beijava suas amigas de língua?

Rosinha (sorrindo) – Siiiiim! Queríamos aprender como fazer pra não passar vergonha quando fossemos beijar um menino!

Eu (sentindo meu pinto mole pulsar, querendo crescer) – Continue contando da Maria!

Rosinha – Senti o hálito quente daquela mulher no meu rosto e logo seus lábios colaram nos meus. O beijo foi se tornando intenso, abrimos nossas bocas esfregando nossas línguas e, enquanto eu saboreava o gosto delicioso da saliva quente, ela juntou seu corpo ao meu e me pressionou contra a pia. Oh, delícia!

Eu – Não ficaram com medo de aparecer alguém e pegar vocês na safadeza?

Rosinha (sorrindo) – Sim, eu alertei que poderia aparecer alguém e a Maria foi até a porta e trancou Ao voltar, ela sorria maliciosa dizendo que teríamos apenas uns poucos minutos e que deveríamos aproveitar. Nos beijamos novamente enquanto ela levantava minha camisa e em seguida começou a beijar meus peitos e morder os bicos duros arrepiando de tesão meu corpo todo. O clima entre nós esquentava rapidamente e, enquanto ela chupava meus mamilos, levantou também minha saia, agarrou minha bunda com uma mão e enfiou a outra entre minhas coxas procurando a minha xana desprotegida de calcinha.

Eu (surpreso e sentindo meu pau endurecendo) – Você deixou?

Rosinha (segurando minha mão, impedindo que eu pegasse no meu pinto) – Claro, amor, eu queria sentir aquele carinho que ela me fazia! Estávamos sozinhas e tínhamos pouco tempo, tínhamos que aproveitar! Oh, Fer, quando senti ela enfiando um e depois dois dedos na minha toquinha, delirei! Eu estava muito tesuda, queria o carinho dela e então coloquei um pé sobre a pia e me arreganhei toda pra que ela fizesse comigo o que quisesse. E ela fez, ela se agachou, olhou pra minha xaninha, sorriu pra mim dizendo que a minha xota era linda e caiu de boca na rachinha. Ai, amor, que língua gostosa a Maria, tem! Que delícia sentir aquela boca quente, seus lábios grudados nos meus, sua língua vasculhando a minha portinha do paraíso e tentando entrar fundo. Ela tava muito tarada também, esticava a língua parecendo querer lamber meu umbigo pelo lado de dentro, sugava meu mel, olhava pra mim, sorria e engolia o caldinho da minha buceta; ahhh, ela também tava doida de tesão!

Eu – Vocês são malucas e taradas de fazer essas safadezas num banheiro público!

Rosinha (sorrindo ao ver meu pau crescendo a cada pulsação) – Oh, Fer, tava gostoso demais e eu já sentia o dedinho atrevido dela na portinha do meu cuzinho; se ela tivesse enfiado, teria me feito gozar rapidinho, tamanho era meu tesão. Eu estava muito tarada, segurava na cabeça dela e puxava pro meio das minhas pernas, esfregava a xota na cara dela, eu tava doidinha de tesão e queria gozar; mas tivemos que interromper nossos carinhos quando ouvimos alguém mexendo na maçaneta da porta.

Eu (curioso) – E aí, o que fizeram?

Rosinha (tocando delicadamente a cabeça do meu pinto, já duro, com a ponta do dedo) – Ficamos quietas, esperamos um tempinho e quando percebemos que a pessoa que tentou abrir a porta foi embora, voltamos a brincar. Mas eu queria sentir o corpo dela também e achei melhor eu aproveitar o pouco tempo que tínhamos. Eu estava muito tesuda, queimando de tesão e super a fim de fazer uns carinhos mais ousados naquela preta gostosa. Fiz ela se levantar, puxei ela pra mim, nos agarramos e outra vez nos beijamos de língua. Depois do beijo nos encaramos e eu disse que também queria aproveitar dela. A Maria sorriu quando eu disse isso!

Eu (curioso e inconformado da Rosinha não pegar no meu pau e nem me deixar pegar) – Quais as palavras que você usou pra dizer que queria aproveitar dela?

Rosinha (sorrindo) – Eu estava tesuda, mas um pouco tímida; mas me lembro que puxei ela pelos braços e disse: “Vem, eu também quero sentir você antes de irmos embora, quero saber como é o cheiro e o sabor de outra mulher!” Ela sorriu, se levantou e perguntou: “Você nunca sentiu outra mulher?” Respondi a ela que apenas beijei, mas eu queria algo mais. Ela abriu um sorriso enorme enquanto levantava a camisa expondo os peitões grandes e pesados, mas muito firmes; deliciosos! Fer, você iria adorar mamar nos peitos dela, os bicos são pequenos e estavam duros, muito duros!

Eu (contraindo os músculos da região e fazendo o pau balançar) – Tô imaginando os peitos dela!

Rosinha (sorrindo, pegando e apertando meu pau e soltando em seguida) – Safado! Você iria adorar enfiar a cara no meio daqueles peitos, e eu mais ainda ao ver você com aquela preta gostosa!

Eu (querendo pegar meu pau, mas sendo impedido pela Rosinha) – Continue!

Rosinha – Enquanto eu agarrava aqueles peitões e chupava os bicos duros, não resisti e enfiei a mão entre as coxas dela procurando a xota que eu imaginava ser muito gostosa! Senti por sobre o tecido a região quente e volumosa, tentei enfiar a mão por baixo da roupa, mas estava muito apertada e então eu me agachei em frente a ela e comecei a puxar a calça pra baixo junto com a calcinha. Fer, que buceta linda que a Maria tem! É uma xotona preta, volumosa e toda raspada, os lábios são grossos e formam uma fenda profunda. Quando vi aquilo imaginei as delícias que aqueles lábios estavam escondendo entre eles e empurrei a roupa dela pra baixo até os tornozelos. Minha excitação era enorme, eu estava embriagada de tesão, encostei meu nariz no montinho de Vênus e, ao sentir o calor daquelas carnes e o aroma da buceta, pedi: “Abre as pernas que eu quero sentir seu cheiro e seu sabor!” A Maria tentou abrir as pernas, mas a roupa lhe prendia os tornozelos e então desamarrei os tênis dela e ajudei a tirar a calça e calcinha deixando peladinha da cintura pra baixo.

Eu (sentindo meu pau doer de duro) – Ela ficou peladinha pra você?

Rosinha (montando em mim e comendo meu pau com a buceta molhada e iniciando um rebolado lento) – Deixei a Maria peladinha da cintura pra baixo, Fer, e a safada estava com tanto tesão que colocou um dos pés sobre a pia abrindo as pernas e arreganhando aquela racha preta e rosada bem em frente a minha cara. Amor, quando me vi diante daquela delícia, lembrei de você falando o quanto é bom o cheiro de uma buceta; olhei para aquela xotona, encostei meu nariz no grelinho que estava fora da casinha e senti aquele cheiro que você tanto diz que é bom.

Eu (doido de tesão imaginando as safadezas da minha mulher e sentindo as delícias da buceta dela comendo meu pau) – Ufffff, vadia! Você também gostou do cheiro de buceta, é?

Rosinha (me encarando, dando uma paradinha nos movimentos rebolativos e contraindo a musculatura da região fazendo sua xota morder meu pinto) – Adorei, amor! E o tempo todo que eu chupei aquela xana quente da Maria, imaginei você fazendo o mesmo, sentindo outra buceta, outro cheiro e outro sabor diferentes da minha. Ahhh, eu adoraria ver você lambendo aquela xota preta e enfiando a língua na toquinha, lambendo aquelas carnes rosadas, quentes e molhadas! Oh, Fer, o melzinho da buceta dela é muito gostoso, você vai adorar quando experimentar!

Eu (sentindo meu pau sendo apertado pela xota da minha esposa e não mais resistindo às muitas provocações que ela fazia) – Puta, agora você tá gostando de mel de buceta, é? Você que sempre foi tarada por pau, agora tá gostando de mulher também! Piranha! Vou gozar, puta que pariu, que delícia, tá vindo meu gozo!

Rosinha (iniciando um rebolado frenético) – Goze, amor, goze imaginando aquela preta gostosa sentada na sua cara e esfregando a buceta melada, ela vai rebolar até gozar no seu rosto e te molhar todinho com o caldinho de buceta. Aiii, me dá tesão imaginar você com a cara entre as pernas da Maria, ai, eu também vou gozar, vou gozar, ahhhhh, tô gozandooo!

Depois do furacão de prazeres que varreu nossas energias, ficamos quietos e descansando. A paz de ter a Rosinha deitada sobre mim, sentir nossos corações acelerados a as respirações ofegantes me fez cochilar. Eu teria caído em sono profundo se não tivesse sentido algo escorrendo da xota da minha esposa e me molhando no púbis e no saco; meu pau amolecia e a minha porra vazava das entranhas da minha amada.

Eu (me sentindo incomodado, pois não queria sujar o lençol) – Rosinha, melhor irmos pro chuveiro lavar essa meleca, pois estamos os dois melados e vamos sujar o lençol.

Rosinha (despertando, me presenteando com seu sorriso lindo) – Vamos deixar o banho pra depois, Fer; quero brincar um pouco mais com você! (saindo de cima de mim e imediatamente montando outra vez, em posição invertida) - Deixe que eu dou um jeito nisso amor!

Meu pau ainda estava sensível, mas a Rosinha sabia como me chupar sem me causar “cócegas”; ela lambia devagar e chupava recolhendo meu creme que melava meu púbis e até mesmo o que escorria rumo ao meu cu. Que boca, que língua gostosa tem a minha esposa! Enquanto eu sentia ela me limpando dos cremes da nossa trepada, eu tinha diante dos olhos, há poucos centímetros, a fenda aberta da buceta toda molhada e vazando o caldinho da nossa trepada. Uma buceta gozada não é o meu prato predileto depois que gozo, mas sentindo minha esposa me limpar, decidi retribuir. Colei minha boca na portinha do paraíso e suguei, enfiei a língua, lambi e fui lentamente limpando aquele sexo gostoso que tanto prazer havia me dado. Caros leitores, lembro de ter experimentado cerveja ainda bem jovem e não gostei, nem do cheiro, nem do sabor, mas com o passar do tempo e experimentando outras vezes, passei a apreciar o líquido que hoje é um dos meus preferidos. Como eu escrevi há pouco, buceta gozada ainda não era uma iguaria pra mim, mas eu não tinha mais nenhum nojo e, em se tratando da minha amada e da minha própria porra, não havia mais nenhum problema em cair de boca naquela fruta melada. Nos lambemos e chupamos até nos limpar e em seguida a Rosinha veio me beijar parecendo agradecer por eu não mais me recusar a lamber sua xana gozada. Nos beijamos de língua sentindo em nossas bocas os cheiros e sabores do nosso prazer.

Rosinha (se deitando ao meu lado e acariciando meu peito) – Amor, você gostou quando a Maria pegou no seu pau, ela tem a mão macia?

Eu (me virando pra Rosinha e lhe acariciando o corpo com carinho) - Fiquei um pouco tenso naquela hora, pois eu não queria que a nossa brincadeira evoluísse e virasse uma suruba dentro do carro, mas gostei muito da mão carinhosa dela no meu pau! (provocando minha mulher) – E você, gostou de pegar no pau do Bruno?

Rosinha (massageando meu pinto mole e também me provocando) – Adorei, amor! Eu já peguei em muitos pintos na minha vida, mas nenhum era preto! E o pau do Bruno é muito preto, chega a brilhar de tão preto!

Eu – Fiquei preocupado naquela hora em que você pegou, você pareceu gostar tanto que achei que ia cair de boca naquele cacete preto!

Rosinha (rindo) – E eu ia mesmo, Fer! Se você não tivesse nos chamado pra ir embora eu teria abocanhado aquela piroca preta; eu tava doidinha de vontade de sentir aquela coisa dura na boca, mas eu queria também que você me visse, que assistisse sua esposa branquinha se pegando com aquele negão de pau preto!

Eu (rindo) – Safada!

Rosinha (montando em mim, pegando meu pinto mole e o encaixando entre os lábios da xana) – Fer, já pensou no quanto seria gostoso eu e você numa cama junto com a Maria e o Bruno. Pense, amor, eu e você, brancos, fazendo troca de casais com aqueles dois negros gostosos, imagine o tesão que daria ver o contraste de cores, eu dando pro Bruno e você metendo na Maria.

Eu (sorrindo e sentindo meu pinto mole dar uns pulinhos debaixo da xota da Rosinha) – Putinha! Nem conhece o casal e já tá doidinha pra sentar e rebolar na piroca preta!

Rosinha (me encarando) – Tô, amor, doidinha de tesão pra sentir uma piroca preta na boca, na xota e, se você deixar, até no cuzinho! Mas eu também quero ver você com a Maria, beijando, mamando nos peitos, cheirando a xota dela...

Eu (interrompendo) – Como é o cheiro da xota dela, é igual ao seu?

Rosinha (sorrindo) – O cheiro dela é diferente do meu, cada ser humano tem o seu próprio cheiro!

Eu (curioso) – Diferente como?

Rosinha – O cheiro da xota dela é mais intenso, mais forte que o meu; acho que é porque ela tava usando calcinha!

Eu – Como assim? O cheiro da xota varia se a mulher usa ou não calcinha?

Rosinha – Não tenho certeza disso com relação às outras mulheres, mas no meu caso, sim. Sempre que minha xota fica o dia todo presa e abafada numa calcinha, o cheiro fica mais forte no fim da tarde; por isso que, sempre que posso, prefiro ficar peladinha debaixo do vestido.

Eu – Você acha isso, é?

Rosinha (sorrindo) – Acho, sim, mas o cheiro da Maria é muito afrodisíaco e eu tenho certeza de que você vai adorar quando enfiar a cara no meio das pernas dela e sentir aquele cheiro de xota diferente da minha, seu pau vai ficar duro rapidinho!

Eu (rindo) – Você tá querendo jogar a Maria pra cima de mim pra poder ir pra cima do Bruno, né, safada!

Rosinha (sorrindo safada) – Pense, Fer, nós dois, brancos, embolados numa cama com aqueles negros gostosos, uma buceta preta pra você e um pau preto pra mim, você comendo a Maria, metendo seu pau branco na xota preta e eu ganhando uma pica preta na minha xaninha branca! Imaginar isso não te dá tesão?

Eu (sentindo meu pau endurecendo e procurando a toquinha da Rosinha) – Você vai gostar de ver eu metendo meu pinto branco na buceta preta da Maria?

Rosinha (sorrindo) – Claro, que vou gostar amor! Eu tô doidinha pra ver você comendo outra mulher, e a Maria é a nossa melhor oportunidade no momento, mas primeiro quero ver vocês se beijando, se lambendo, se chupando, fazendo 69, quero ver vocês fazendo tudo e eu também quero fazer tudo com o Bruno!

Rosinha (me encarando com cara de tarada, rebolando e facilitando pra que meu pau fosse entrando nela conforme endurecia) – Não só vou deixar você comer a Maria, mas também vou te ajudar a comer ela.

Eu (sentindo meu pinto entrando lentamente na xana da minha mulher) – Como você imagina que aconteceria uma troca de casais entre nós dois e a Maria e o Bruno?

Rosinha (dando uma reboladinha e fazendo meu pinto quase totalmente duro entrar na fenda molhada e quente entre suas coxas) – Oh, Fer, tô bastante tesuda e precisando gozar outra vez, minha vontade é de rebolar e gozar no seu cacete, mas vou tentar imaginar como seria o nosso encontro. (apoiando as mãos no meu peito, rebolando e buscando uma penetração total do meu pau na sua buceta) – Penso que iríamos nos encontrar num barzinho, comer e beber algo pra você descontrair e também ficar com bastante tesão, depois, talvez eu e ela fôssemos no banheiro brincar um pouquinho e em seguida, um motelzinho, claro!

Eu (curioso) – Você acha que eu teria que beber algo alcoólico pra me descontrair, é? E você, também não precisaria disso?

Rosinha (sorrindo) – Amor, eu tô prontinha pra abrir minhas pernas pra eles, nem precisaria beber nada; só o tesão que eu sinto já serve de afrodisíaco!

Eu (admirado do quanto minha mulher é sem vergonha) – Safada! Continue.

Rosinha – Imagino nós quatro indo de carro pro o motel já com os casais trocados; quando passarmos pela portaria, vou me abaixar e chupar o pau do Bruno pra que a atendente veja e fique com inveja ao me ver chupando um pau preto.

Eu (sorrindo) – Até nisso você pensou, é?

Rosinha (sorrindo e rebolando no meu cacete) – Oh, Fer, tô ficando muito tesuda, preciso gozar outra vez e não sei se vou conseguir contar tudo que fantasio.

Eu (agarrando os peitos dela) – Continue, putinha!

Rosinha (respirando forte denunciando o tesão que sentia) - Imagino nós entrando num quarto de motel e eu doidinha pra ver você com a Maria, mas também querendo dar pro Bruno. Logo que chegarmos na cama, vou querer assistir você e ela um pouquinho, mesmo estando taradinha pra pegar o Bruno. Imagino você e a Maria fazendo 69, quero ver sua cara quando sentir o cheiro de outra xota, lamber e sentir um sabor diferente do meu; vai me dar muito tesão assistir você comendo aquela preta gostosa! Ao mesmo tempo em que olho vocês, quero me enroscar com o Bruno, chupar aquele cacete preto, sentir o cheiro do pau e o gostinho da baba; imaginar que será diferente do seu me dá muito tesão!

Eu (provocando) – Vai deixar eu meter meu cacete branco na buceta preta da Maria?

Rosinha (me encarando com cara de tarada, rebolando e esfregando o grelinho no meu púbis) – Não só vou te deixar comer a Maria, mas também vou ajudar você meter nela, vou lamber a xana dela, chupar seu pau e empurrar ele pra dentro dela. (sorrindo safada) - Depois que meterem bastante e a xana dela e seu pau estiverem melados com o creme da meteção, vou lamber vocês dois juntos!

Eu (fantasiando com os negros enquanto sentia minha pica sensível dentro da Rosinha) – Vai fazer tudo isso enquanto o Bruno te pega por trás, vai lamber meu pau dentro da buceta da Maria enquanto o negão soca o cacete preto na sua buceta branca?

Rosinha (sorrindo, gostando por eu estar fantasiando junto com ela) – Pense, amor, no quanto será bom você me assistindo dando pro negão, vendo o pau preto dele fodendo a xaninha branca da sua esposinha, entrando e saindo, babando dentro de mim, alargando minha bucetinha...

Eu beliscava os bicos dos peitos da Rosinha quando vi a pele do seu corpo se arrepiando. Soube naquela hora que ela iria gozar e, então, tentei me segurar pra não gozar também, pois sabia que ela, tesuda como estava, iria querer continuar trepando. Pra que ela gozasse, incentivei:

Eu (sentindo meu pau duro dentro da minha mulher e fantasiando com ela dando pro negão, comendo com a xaninha branca, a pica preta) – Tô imaginando que o pauzão preto do Bruno vai deixar sua buceta bem larga e cheia de porra, e eu vou adorar meter em você e sentir meu pau folgado dentro da sua buceta gozada e arrombada!

Rosinha (gozando) – Puta que pariu, Fer! Assim você me enlouquece, ai, como é bom ter um maridinho corno querendo me comer depois de outro macho gozar dentro de mim e deixar minha xota gozada e arrombada, ai, vou gozar, ai, que delícia, tô gozaaandooo!

Vi o corpo da minha amada se convulsionar, tremer e se arrepiar durante os espasmos do gozo que deve ter sido bem intenso. Aos poucos ela foi relaxando e se deitou abandonando seu corpo sobre mim e respirando ofegante próximo da minha orelha. Tentei relaxar, mesmo estando muito excitado. Minutos depois, quando meu pau amolecia dentro da Rosinha, ela começou a despertar lentamente.

Rosinha (falando preguiçosamente no meu ouvido) – Amor, você vai ficar tesudo quando ver eu e a Maria fazendo 69? (sorrindo pra mim) - Imagine, Fer, eu e ela deitadas na cama, chupando nossas bucetinhas e lambendo nossos cuzinhos!

Eu (sentindo meu pau endurecendo outra vez) – Vocês deixarão eu e o Bruno meter enquanto fazem 69?

Rosinha (rebolando e buscando uma penetração profunda) – Claro, amor! Vai ser muito mais gostoso lamber nossas xotas quando vocês começarem a meter, enfiar e tirar fazendo os pintos babarem dentro de nós e deixar nossas xaninhas cremosas.

Eu (sorrindo e acariciando os peitos da Rosinha, mas me controlando pra não ficar muito tesudo e gozar antes da hora) – Você é muito putinha!

Rosinha (se deitando sobre meu peito, me beijando com paixão) – Fer, te amo muito; você é o melhor marido do mundo! (beijando meu pescoço e sussurrando no meu ouvido) – Amor, quero dar meu cuzinho pra você agora! Quer meter seu pauzão duro na minha bunda?

Eu (sorrindo) – Você vai fantasiar com o negão do pau preto enquanto dá a bunda pra mim?

Rosinha (sorrindo safada) – Vou, vou comer o seu pau branco e imaginar o pau preto do Bruno, tô doidinha pra experimentar um cacete preto na boca, na xota e até no cuzinho! Você vai deixar ele me enrabar com aquela piroca preta?

Respondi com um sorriso e retribuí, também com paixão, o beijo que ganhara. Minha esposa sorriu e se curvou pra pegar na gaveta do criado mudo a bisnaga de gel lubrificante. Em seguida ela, me encarando com um sorriso safado nos lábios, começou a enfiar no próprio cu o dedo com gel. Quando ela enfiava, eu sentia no meu pau, que estava enterrado na buceta, o dedinho dela entrando no cuzinho; os dois separados apenas por uma pele fina.

Rosinha (me encarando, levantando o quadril, segurando meu pau, o apontando pro seu cuzinho) – Vou sentar na sua pica branca e pensar numa preta entrando no meu rabo!

Eu (curtindo o momento delicioso, mas tentando controlar meu gozo) – Abaixe a bunda e coma meu cacete todinho com esse seu cuzinho gostoso; mas pode fantasiar que tá sendo enrabada pela pica preta do Bruno!

Rosinha (abaixando a bunda e encaixando a cabeça do meu pau entre as pregas do cu) – Ufffff, tá rasgando meu cuzinho! Vai doer?

Eu (sabendo o que ela queria ouvir) – Vai, vai doer, sim, mas só o suficiente pra você saber que meu pau tá entrando no seu cu e não na sua buceta! Pense no pau do Bruno, imagine aquele cacete preto rasgando suas preguinhas que você ficará mais tesuda e doerá menos.

Rosinha (sentando e não conseguindo evitar a expressão da dor que sentia naquela enrabada) – Aiiiii, que pauzão grosso e duro rasgando meu cuzinho, dói pra cacete, mas você merece meu cu, ele é todinho seu, eu sou todinha sua pra você fazer comigo o que quiser. (empurrando a bunda pra baixo buscando a penetração total) – Puta que pariu, dói demais, mas é a dor mais gostosa do mundo! (sorrindo pra mim depois de engolir meu pau pelo cu e dando uma reboladinha pra confirmar que estava todo dentro dela) – Comi tudo! (apertando os músculos da região e mordendo meu pau) - Sinta seu cacete todinho enterrado no meu rabo, sinta meu cuzinho mordendo ele! Gosta quando faço isso?

Eu (me esforçando pra não gozar) – Adoro seu cuzinho apertado mordendo meu pau, e fico ainda mais tesudo sabendo que você tá pensando no cacete do negão, mas se você continuar fazendo isso, vou acabar gozando!

Rosinha (sorrindo tarada) – Eu também tô muito tesuda, hoje foi um dia especial e tô precisando gozar muito antes de dormir. (se curvando e me beijando os lábios) – Não goze ainda, não, tá; quero aproveitar mais de você!

Eu (gemendo) – Não vou aguentar muito tempo, tô quase gozando!

Rosinha (desfazendo nosso engate e vindo sentar no meu rosto, pressionando a buceta na minha boca) – Lambe minha buceta, vou gozar outra vez, putz, que coisa gostosa, nunca estive tão tesuda assim!

Ela gemia muito enquanto esfregava a xota na minha boca e eu esticava a língua pra que ela gozasse e me presenteasse com o suco daquela fruta que eu tanto adoro. O rebolado foi se intensificando e em menos de um minuto a Rosinha anunciou que estava gozando outra vez. Agarrei seus peitos e senti em minha boca o caldo quente que descia das entranhas da minha amada. Que delícia! Depois do gozo ela se deitou ao meu lado, sorriu pra mim e provocou:

Rosinha – Prepare-se, mantenha seu pau duro que ainda quero mais!

Eu (sorrindo, pegando meu pau duro e o exibindo pra ela) – Se você demorar ele vai amolecer!

Rosinha (se levantando e voltando em seguida trazendo na mão o vibrador médio) – Vamos gozar usando isso aqui!

Eu (surpreso) – Não quero que você enfie nada no meu cu hoje!

Rosinha (sorrindo e balançando o brinquedo) – Não é pra você, seo bobo, é pra mim; vou dar meu cuzinho pra você e enfiar isso na minha xaninha e imaginar ser o pauzão preto do Bruno me fodendo junto com você!

Deixei que minha esposa fosse conduzindo nossas posições e deitei-me, conforme ela queria, de costas e com os pés virados pros espelhos dos armários. Depois de lubrificar novamente seu cuzinho e meu cacete, ela, sempre olhando meu pau duro e sorrindo, veio sentar-se em meu corpo e, de costas pra mim, se posicionou com as pernas abertas e os pés virados pros espelhos.

Rosinha (olhando pro espelho, levantando a bunda e procurando meu pau com o cuzinho) – Fer, me ajude, segure seu pau pra eu comer ele!

E assim fiz, segurei minha pica que rapidinho desapareceu nas entranhas anais da minha amada esposa.

Rosinha (olhando nossas imagens nos espelhos e gemendo quando a minha pica entrou no seu cu) – Ufffff, que delícia de pica dura, você tem amor! Ela é linda, toda branquinha, me dá o maior tesão sentir e ver ela dentro do meu cuzinho!

Eu (provocando) – Tá pensando na minha pica branca ou na preta do Bruno?

Rosinha (pegando o consolo e esfregando a ponta na sua portinha do paraíso) – Tô pensando no seu pinto branco enfiado no meu cu e agora vou imaginar o pau preto do Bruno entrando na minha xota. (gemendo ao enfiar o consolo na xana) – Ufffff, que delícia será no dia que eu for o recheio de um sanduíche entre você, o meu maridinho branco, e o Bruno, o negão da pica preta!

Eu (agarrando ela pelos quadris e a puxando pra baixo enterrando fundo meu pau no seu rabo e sentindo o consolo se esfregando nele separados pela pele fina que divide a buceta do cu) – Vadia! Tá dando pro marido branco, mas imaginando outro macho de pica preta, né, safada!

Rosinha (rebolando, empurrando a bunda pra baixo engolindo todo meu cacete com o cu) – Ai, Fer, vai ser muito bom ser a putinha de dois machos, comer duas picas ao mesmo tempo, uma branca e outra preta, uma no cu e outra na buceta, sentindo as duas me fodendo bem gostoso!

Eu (metendo forte de baixo pra cima ao sentir o corpo da minha esposa estremecendo e se arrepiando) – Goze, putinha, goze no meu pau branco e imagine um preto, goze, vagabunda!

Rosinha (enfiando todo o consolo na xota, gemendo, quase gritando) – Aiiiii, tô gozaaaaandoo, que delícia gozar pelo cu e pela bucetaaa!

Tentei meter, socar meu pau e também gozar, mas fui impedido por ela que pressionou a bunda de cima pra baixo impedindo meus movimentos e não consegui atingir o meu prazer. Sentindo o corpo da Rosinha se deitando sobre mim após o gozo, decidi aguardar que ela descansasse pra recomeçarmos, pois eu estava carente de gozar e extravasar minhas energias. Em menos de um minuto ela se movimentou, desfez nosso engate e, após ficar de quatro entre minhas pernas com a bunda virada pra mim, me fez ficar de frango assado e veio se afastando e procurando meu pau com o seu cuzinho já bastante castigado e inchado.

Rosinha – Mete de novo, Fer, enfia seu pau no meu cuzinho que vou fazer você gozar bem gostoso!

Eu (surpreso por ver minha esposa disposta logo após gozar, mas doido pra também obter o meu prazer, segurei meu pau pra que ela outra vez comesse ele com o cu) – Senta, vadia, come meu pau com esse seu cu guloso!

Caros leitores, não sei se consegui explicar a posição em que estávamos naquele momento, mas basicamente eu estava deitado de frango assado e a Rosinha, ajoelhada entre minhas pernas, com o rabo virado pra mim, empurrou sua bunda contra meu corpo e sentou-se no meu pau engolindo ele pelo cuzinho enquanto se equilibrava segurando meus pés que estavam apontados pro teto. Ela deu um leve rebolado buscando a penetração total e eu já sonhava com o meu prazer quando senti algo no meu cu. Era o consolo, molhado pelos sucos vaginais, que a minha esposa pressionava no meu furinho traseiro. Não tive tempo de protestar, pois aquela coisa dura e grossa veio entrando em mim, rasgando minhas pregas e abrindo meu rabo me causando dois sentimentos; o primeiro foi de dor e o segundo de prazer. Comecei a gozar antes mesmo que aquilo estivesse completamente enterrado no meu cu.

Rosinha (olhando rapidamente tanto pras nossas imagens refletidas no espelho quanto pra trás, pra ver as expressões de prazer no meu rosto) – Goze, amor, goze bem gostoso dentro do meu cuzinho, ai, que delícia; tô sentindo seu pau inchando e pulsando dentro do meu rabo, tô sentindo seus esguichos de porra quentinha dentro de mim, ai, que coisa boa!

Meu gozo veio longo e intenso, minha pele se arrepiou e senti correntes elétricas percorrendo meu corpo todo enquanto os espasmos do prazer maior me chacoalhavam debaixo da minha esposa. Após o gozo fui lentamente relaxando e sentindo que aquela coisa dura enfiada no meu rabo começava a incomodar.

Eu (empurrando minha esposa com carinho pra que saísse de cima de mim) – Chega, Rosinha, já gozei e não quero mais esse negócio duro enfiado na minha bunda, saia de cima de mim e tire isso do meu cu!

Rosinha (olhando pra trás, rindo, me encarando enquanto tirava lentamente o vibrador do meu rabo) – Oh, amor, você não quer esperar que ele amoleça dentro de você e saia naturalmente?

Eu (rindo e movimentando meu quadril pra escapar daquele torpedo que, mesmo tendo me dado prazer segundos atrás, estava desconfortável) – Tire logo essa coisa da minha bunda, já gozei e não quero mais nada no meu cuzinho!

Nos deitamos lado a lado e, sentindo nossos corações acelerados, cochilamos por um tempinho. Minutos mais tarde despertamos, trocamos carícias como forma de agradecer o prazer proporcionado, juramos nosso amor, tomamos um banho relaxante e nos deitamos.

Rosinha (segurando meu pinto mole antes de adormecer) – Amor, adorei fantasiar com o Bruno e a Maria, ficarei aguardando você decidir quando vamos nos encontrar com eles, tá!

Eu (acariciando seu corpo com carinho, mas fingindo lhe dar uma bronca) – Relaxe e pare de pensar em sexo, Rosinha. No final de semana o tio Carvalho voltará e você esquecerá o Bruno e a Maria.

Rosinha (sussurrando antes de adormecer) – Você fala pra eu não mais pensar em sexo, mas lembra que o tio voltará pra casa tarado pra me pegar e trazendo aquele pintão gigante pra eu comer, né! Assim fica difícil não pensar em sexo!

Dormimos felizes e saciados.

Normalmente eu acordo mais cedo que a Rosinha, mas naquela manhã de segunda-feira fui surpreendido quando tive a deliciosa sensação de acordar com meu pinto duro sendo envolvido por carnes quentes e molhadas. Nem precisei abrir os olhos pra saber que a Rosinha estava montada em mim e sua xaninha agasalhava meu pinto endurecido com vontade de mijar. Peguei a garrafinha de água ao lado da cama, tomei uns goles pra lavar a boca, pois sabia que minha mulher logo, logo iria me beijar.

Rosinha (me presenteando logo cedo com seu lindo sorriso) – Bom dia, amorzinho!

Eu (sorrindo ao ver minha esposinha me cavalgando lentamente pra me acordar) – Bom dia, gatinha gostosa! Acordou taradinha hoje, é? Aposto que tá pensando num pintão preto dentro da sua xaninha!

Rosinha (apoiando as mãos sobre meu peito e sorrindo) – Ontem fantasiei muito com xota e pinto pretos e, apesar de eu ter gozado gostoso imaginando safadezas com a Maria e o Bruno, hoje, aliás, esta semana quero só pensar e curtir o meu maridinho branco e seu pau branquinho, gostoso e duro que eu amo de paixão porque me faz gozar de montão!

Eu (provocando) – Cê tá querendo dizer que não vai mais pensar em outros pintos além do meu?

Rosinha (rindo e aumentando o ritmo do rebolado) – Não é bem assim, Fer; o que eu tô dizendo é que não vou pensar mais no Bruno e na Maria por enquanto, mas não vou esquecê-los. Vou deixar que você, se quiser, um dia me dê de presente um encontro com eles pra fazermos, nós quatro, uma suruba bem gostosa! Nesta semana quero curtir muito você, só você, quero dar muito, gozar e te fazer gozar sem pensar em outro pau que não seja o seu!

Encarei minha esposa e apenas sorri pensando no retorno do tio Carvalho pro fim de semana próximo.

Rosinha (parecendo ter lido meus pensamentos, provocando) – Claro que no próximo final de semana pensarei muito no tio Carvalho, já que ele voltará taradão pra casa, doido pra me comer com aquele cacetão de cavalo. (sorrindo) - Você não se importa se eu der a ele uma atenção especial enquanto ele estiver conosco, né, amor?

Eu (provocando) – Se for só atenção que você pretende dar a ele, não me incomodo!

Rosinha (sorrindo) – Oh, Fer, tô com saudades do tio, da amizade, da companhia e do bom humor dele. (me encarando, fingindo timidez) – E também sinto saudades daquele galo enorme que ele tem, com aquela cor de chocolate e recheio de baunilha!

Eu (sorrindo) – Putinha! Cê disse há pouco que só vai pensar no meu pinto esta semana, mas já está imaginando o galo do tio, né, safada!

Rosinha (sorrindo e aumentando o rebolado) – É verdade, amor, eu não devia estar pensando no pintão do tio, não; mas a culpa é sua, pois foi você quem lembrou que ele voltará. (olhando pro relógio no criado mudo) - Agora vou comer e gozar no seu cacete branco gostoso, vou pensar só nele e gozar rapidinho pra não te atrasar pro trabalho.

Minha esposa estava cada dia mais safada e necessitada de gozar. Ela própria pegou minhas mãos e as direcionou pras suas nádegas me fazendo entender que gostaria que eu lhe acariciasse naquela região tão sensível.

Rosinha (agarrando seus peitos, beliscando e puxando os mamilos) – Fer, enfie o dedo no meu cuzinho que eu gozo rapidinho!

Eu (molhando o dedo no caldinho que escorria da buceta e enfiando no cuzinho dela sentindo o aperto e o calor daquele buraquinho delicioso) – Assim que você gosta, putinha, um pau na buceta e um dedo no cu?

Rosinha (sorrindo de olhos fechados) – Adoro, amor, seu pau e seu dedo me dão muito tesão, ai, vou gozar, vou gozar pra você, Fer, ai que delícia gozar com o meu amorzinho sentindo o seu pau duro na minha bucetinha, ai, que coisa gostooosaaaaa!

Eu não gozei, pois além de poupar minhas energias, tinha que preparar o café e ir trabalhar. Delicadamente tirei minha mulher de cima de mim, fui ao banheiro, fiz minha higiene matinal, fui pra cozinha preparar o café e em seguida saí apressado pro trabalho.

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