Perdi Aposta e, de Lingerie, virei Menina na Casa de Praia 1

Um conto erótico de Gabi69
Categoria: Gay
Contém 2892 palavras
Data: 13/04/2026 19:54:10
Última revisão: 14/04/2026 05:46:23

Aos 18 anos, fui passar as minhas férias de verão como convidado de um amigo, em sua casa de praia. Estavam na casa os seus pais, eu, ele (Edu) e sua irmã (Melissa), um ano mais velha que nós. Melissa sempre foi muito bonita, despertando desde cedo a atenção masculina com seus encantos femininos.

Eu sempre fui um garoto diferente, desde a adolescência, com um corpo lisinho, de pele branquinha, macia e totalmente desprovido de pelos. Como acontece com alguns garotos nesta fase, apesar de super magro, meus peitinhos despontaram e os meus mamilos ficaram bem bicudinhos, sendo que no meu caso o fenômeno foi um pouco mais acentuado (mais tarde um médico disse que eu tinha ginecomastia, ou seja, minhas glândulas mamárias eram mais desenvolvidas).

Eu não desenvolvi seios propriamente ditos, mas peitinhos ditos de menina-moça, o que era suficiente para me submeter a diversas gozações de meus colegas, principalmente de Edu, que vivia tentando apertar minhas mamas pra me provocar. Aquilo costumava me deixar acanhado e eu tentava me esquivar, o que servia mais ainda para atiçar as suas provocações.

Além disso, o meu bumbum também tinha contornos mais femininos, apesar de não muito grande, ele era bem redondinho e empinado, com nádegas carnudas, e os meu quadris, mais largos que a minha cintura, como os de uma mocinha. A minha bunda também despertava a atenção de Edu, que ficava me encoxando de brincadeira, ou apalpando as minhas nádegas arrebitadas.

A casa de praia contava com três quartos e dois banheiros com chuveiro, um deles destinado aos pais de Edu, enquanto nós e Melissa dividíamos o outro. Assim, cada vez que eu entrava naquele nosso banheiro compartilhado, eu me deparava com maiôs abandonados e biquínis de Melissa pendurados no box, despertando em mim uma estranha curiosidade.

A visão daquelas peças femininas me atiçava, a tal ponto que resolvi experimentar a parte de cima de um dos biquínis de Melissa, só pra ver se os meus peitinhos ficavam bonitos daquele jeito. Como Melissa era uma menina de seios pequenos e arrebitados não muito diferentes dos meus, o top do seu biquíni coube perfeitamente nos meus peitinhos, puxando-os para cima e formando um pequeno decote. Quando dei por mim, já havia tirado meu calção e vestido também a parte de baixo do biquíni e desfilava na frente do espelho, empinando a bundinha e imitando o gingado das meninas com os quadris. Enfiava o biquíni no meu bumbum como se fosse fio dental, rebolando sugestivamente as minhas nádegas em frente ao espelho. Fiquei extremamente excitado e acabei me masturbando.

Viciei em experimentar as roupinhas de Melissa, explorando também o cesto de roupas usadas, procurando calcinhas e sutiãs, mini-saias e tops... Até salto alto e tamanquinho andei calçando, pois eles serviam direitinho nos meus pezinhos tamanho 37. Quando fui ver, eu já estava todo trajado de mocinha, da cabeça aos pés; eu me olhava no espelho e ficava extremamente excitado com a visão das minhas curvas andróginas realçadas pelo modelito sensual que eu estava vestindo.

Apesar do tesão, a vergonha de experimentar aquelas roupas em segredo me deixava com peso na consciência e me fazia reagir ainda mais defensivamente quando Edu fazia as suas as gozações de costume com meus peitinhos e quando tocava no meu bumbum.

No dia seguinte, Rafael, atual namorado de Melissa, chegou para se hospedar conosco, numa noite em que os pais dela tinham saído para um compromisso. Antes de saírem, eles encarregaram Edu de ficar de olho em Melissa, para não deixar que ela fizesse nada com o namorado. Rafa garantiu que não tinha segundas intenções, mas, assim que ficamos a sós na casa, ficou claro que ele pretendia partir para o ataque. Era para eu e Edu dividirmos um quarto, enquanto Melissa ficaria no quarto dos pais, deixando o terceiro quarto só para Rafael.

Melissa, talvez com vergonha do irmão, inicialmente ficou na defensiva. Mas Rafa tinha o plano perfeito para fazer com que ela baixasse a guarda: Cheio de malícia, ele propôs que jogássemos cartas e sugeriu que quem perdesse cada rodada deveria tirar uma peça de roupa. Melissa ficou relutante e acabamos entrando num acordo de que quem perdesse se limitaria a beber um copo de vodka com coca-cola.

Após algumas rodadas já estávamos todos meio altinhos e Rafael voltou a insistir na ideia de tirar peças de roupa. Dessa vez Melissa acabou cedendo, desde que mudássemos para um jogo mais demorado e com a condição de que ela se limitaria no máximo a ficar de calcinha e sutiã. Sorteamos duplas de buraco e eu caí com Melissa.

Melissa e eu começamos ganhando algumas rodadas, deixando Edu e Rafa só de cuecas. Quando perdemos, Melissa tirou a sua blusinha, revelando um sutiã meia-taça de algodão branco, que exibia um tantinho das marquinhas de bronzeado na parte superior dos seus seios empinados. Eu tirei a minha camiseta, já prevendo a reação de Edu:

— Já tá de topless? Você não vai cumprir o acordo de no mínimo ficar de calcinha e sutiã?

Rafael olhou para meus peitinhos e abriu um sorriso sacana, enquanto eu dei uma risadinha nervosa e acanhada, com vergonha de retrucar Edu na frente do Rafa.

Para amenizar o clima, Rafael sugeriu que fizéssemos uma última rodada, valendo tudo ou nada, ou seja: quem perdesse terminaria de se despir e jogaria o resto da noite assim. Eu fiz a bobagem de reclamar que, se perdêssemos, eu seria o único completamente pelado (porque eu não estava vestindo nada por baixo do shorts).

Edu concordou e disse que ele também não ganhava nada em ver sua irmã de calcinha e sutiã e, me olhando com um sorriso gozador, sugeriu que eu também devia respeitar a regra da minha dupla e ficar de calcinha e sutiã. Protestei bastante, dizendo que não topava e que achava aquilo um absurdo. Não topei a proposta.

Apesar dos meus protestos, acabei sendo convencido a aceitar, resignado, pois de outra forma a brincadeira iria terminar ali. Só porque eu topei as novas regras, Melissa e eu acabamos perdendo, como se fosse ironia do destino. Melissa me conduziu até o seu quarto para escolhermos um conjunto de calcinha e sutiã para eu vestir.

Não sei se foi por efeito do álcool, mas Melissa parecia estar bastante entusiasmada com a ideia de me vestir com a sua lingerie. Ela selecionou para mim um conjuntinho branco de calcinha e sutiã, bem parecido com o que ela estava usando, mas com pequenos coraçõezinhos cor de rosa, enquanto o dela era branco liso, sem estampa. O sutiã era tamanho “P”, sem bojo, perfeito para se amoldar a seios pequenos e empinados, como os de Melissa e os meus. A calcinha, apesar de não ser fio dental, era uma tanga cuja parte de trás ficava entrando no meio das minhas nádegas conforme eu andava ou me curvava, por causa do tamanho acentuado da minha bunda.

Melissa e eu voltamos para a sala apenas de calcinha e sutiã, parecendo uma dupla de ninfetas. Apesar da vergonha inicial por estar vestindo lingerie na frente de todos, logo comecei a me excitar com aquela situação, afinal, eu tinha me admirado no espelho e constatado que aquele conjuntinho havia caído muito bem no meu corpo, com o decote do sutiã emoldurando as minhas tetinhas bicudas e deixando os meus mamilos marcados de forma provocante (já que ele não tinha bojo e os biquinhos dos meu peitinhos ficavam em contato direto com o fino algodão) e a calcinha, com sua cintura alta, acentuava as proporções voluptuosas da minha bunda e do meu quadril.

De volta à sala sofri as temidas gozações de Edu, que me chamou de gatinha gostosa e assoviou. Até Rafael assoviou, pedindo pra eu desfilar!

Continuamos jogando mais um pouco, nós de calcinha e sutiã, e eles só de cueca, de volta ao castigo de bebida. Quanto mais bebíamos, mais Edu me provocava …

Quando terminamos a última rodada de carteado, Melissa quis se vestir, mas Rafael a impediu, dizendo que o combinado era ficarmos de roupa de baixo até o fim da noite. Sem perder tempo, ele puxou Melissa para o sofá, começando os amassos.

Melissa estava meio alterada pela bebida e resolveu ignorar a presença do irmão, deixando Rafa explorar seu corpo com as mãos enquanto se beijavam. Quando ele puxou um dos seios de Melissa para fora com uma das mãos e enfiou a outra por dentro da calcinha dela, eles perceberam que precisavam de mais privacidade.

Os dois se levantaram do sofá e Melissa foi à frente, puxando Rafael pela mão em direção ao quarto, onde entraram e fecharam a porta. Edu e eu corremos para espiar pelo buraco da fechadura.

Começamos a ouvir os gemidos de Melissa. Edu, que estava ainda só de cueca, começou a exibir uma ereção descomunal, enquanto espiava sua irmã transando com o namorado dela. Eu nunca havia visto Edu de pau duro e não pude deixar de notar que ele era muito dotado. A visão de sua ereção monopolizou a minha atenção e me fez esquecer de Melissa por um momento.

Edu espontaneamente cedeu o lugar dele junto à fechadura para eu olhar e, por um breve instante, pude ver a Melissa chupando avidamente o pau enorme de Rafael.

Enquanto eu estava distraído, observando as habilidades orais de Melissa pelo buraco da fechadura, Edu resolveu passar a mão na minha bunda, que estava praticamente toda de fora, já que eu estava curvado para frente, fazendo a minha calcinha entrar toda no meu reguinho, entre as minhas nádegas empinadas.

De repente, Rafael, que havia notado a nossa presença, abriu a porta do quarto e nos pegou no flagra. Tomamos o maior esporro e corremos pro quarto de Edu, fechando a porta.

Já no quarto, a sós com Edu, fiz menção de trocar a lingerie pelas minhas roupas normais, e, ao ameaçar arriar a calcinha que eu vestia, Edu brincou, dizendo que, já que tinha perdido o sexo explicito, ia ter que se contentar com um strip-tease.

Parei imediatamente e disse que ia me trocar no banheiro, começando a escolher uma bermuda e uma camiseta na mochila, enquanto Edu continuou a gozação:

— Nesse sutiã sexy suas "tetinhas" ficam bem gostosinhas, hein? Aposto que devem ser boas de chupar.

E eu na defensiva:

— Querendo chupar peito de homem, é?

— Peito de homem não, você tem "tetinhas" bicudinhas de menina, isso sim …

— Eu vou me trocar, vê se para com essa brincadeira.

— Tudo bem, deve ser tudo caída e murcha mesmo …

Mais do que todas as provocações, essa última foi a que mais me abalou e me fez tomar uma atitude impensada, talvez provocada pelo efeito do álcool.

— Mole e caída, não! Aperta pra você ver!

Só aí me dei conta da estranheza da situação, de estar de calcinha e sutiã, arrebitando os meus peitinhos na frente de meu amigo, que estava só de cueca, com o pau ainda duraço. Edu vacilou com a minha resposta inesperada, mas lentamente estendeu as duas mãos, apertando de leve meus dois peitos, começando a apalpá-los.

Senti um arrepio com o toque de suas mãos nas minhas tetinhas, meus mamilos enrijeceram, e deixei escapar um leve gemido. Edu sorriu com ar de brincalhão:

— Gostou, né?

Olhando para o volume de sua ereção sob a cueca, retruquei:

— Quem gostou foi você … Olha como você tá!

Edu pediu desculpas por todas as gozações que tinha feito comigo por causa do meu corpo e disse que, se eu o deixasse chupar meus peitinhos, ele não contaria nada para ninguém sobre eu ter usado calcinha e sutiã. Também prometeu não me zoar mais.

Foi a minha vez de vacilar com a proposta inesperada, mas quase que involuntariamente, sem falar nada, abri o fecho do sutiã, convidativamente.

Edu entendeu a resposta e caiu de boca nos meus “seios”, chupando-os com vontade, e tirou o pau da cueca, começando a se masturbar. Eu já sem controle, gemia com os arrepios causados por sua boca gulosa, enquanto segurava sua cabeça, pressionando-a em direção aos meus peitinhos. Edu lambia, chupava, beijava e mordiscava meus mamilos. Meus biquinhos estavam super durinhos. Edu foi ficando cada vez mais excitado com os meus gemidos, e eu sentia seu pau roçando na minha perna, enquanto ele batia punheta.

Instintivamente, estendi a minha mão e substitui a sua, empunhando pela primeira vez o pau de outro homem. Edu me olhou assustado, mas sem interromper a nossa troca de carícias: eu, masturbando-o, olhando fixamente para seu pau, e ele lambendo um dos meus mamilos, ao mesmo tempo que beliscava o outro.

— Chupa! - ele pediu.

Relutei um pouco, mas ele insistiu, dizendo:

— Chupa, minha putinha!

Senti um impulso incontrolável de fêmea e me ajoelhei, abocanhando o seu membro!

Depois de alguns minutos experimentando aquela nova sensação de ter uma rola na minha boca, decidi empurrá-lo para cama e, deitando no meio de suas pernas, continuei o boquete.

Eu já não tinha mais inibições, me sentia uma fêmea no cio, deitado de bruços, só de calcinha, com o meu bumbum empinado para o alto e chupando aquela vara com vontade, enquanto Edu gemia e me chamava de “putinha gostosa”. Eu procurava imitar as mamadas que já havia visto nos filmes, primeiro lambendo a cabecinha, para depois engolir o máximo de seu cacete em minha boca, olhando nos olhos dele e fazendo uma cara safadinha.

Nunca me imaginara fazendo aquilo, mas estava adorando chupar o pau do meu amigo. Para mim, o sabor do seu membro em minha boca era maravilhoso. Eu estava mamando sofregamente, sugando cada centímetro daquele pau avantajado e delicioso, com muito prazer. Enquanto a minha boca percorria toda a extensão de seu membro, eu acariciava suas bolas com a minha mão.

— Que delícia! Sua boca é tão de menina quanto seus seios! Ahhhh! Não para, vai, isso!

Obediente, eu continuei. De repente um jorro quente me surpreendeu, inundando a minha garganta. Seu pau escapou de minha boca e um segundo jato atingiu minha bochecha. Voltei a abocanhar seu pau, para aproveitar as últimas golfadas daquele leitinho delicioso dentro da minha boca. Engoli tudinho e limpei-o completamente, lambendo os meus lábios enquanto olhava para Edu com a minha carinha safada e melada de porra.

Depois de gozar, Edu parecia meio atordoado:

— Meu, não acredito que a gente fez isso …

Eu, ainda no auge de excitação, preferi ignorar e continuei a chupá-lo avidamente. Seu pau continuava duro, mas Edu começou a demonstrar receio:

— Espera um pouco, vamos conversar …

Eu não queria desperdiçar aquela oportunidade de ser feito de fêmea por completo. Estava sem controle e querendo ir até as últimas consequências. Eu respondi:

— Depois a gente conversa, mas primeiro me come! Me faz menina de verdade!

Dizendo isso, virei-me de quatro na sua frente e puxei a calcinha que eu ainda usava, enfiando-a no meu rabinho sugestivamente.

— Não sei se é certo …

Foi seu último protesto.

Arreganhei as minhas nádegas com as mãos, puxei o gancho da calcinha para o lado, revelando o meu cuzinho virgem e disse:

— Me come, meu macho gostoso, me chama de putinha, me faz tua mulher!

Instantaneamente senti suas mãos apalparem a minha bunda e depois o seu dedo cheio de saliva começou a penetrar meu buraquinho inexplorado!

Era uma sensação totalmente nova para mim e extremamente excitante. Ele disse:

— Vou realizar teu desejo e te fazer mulher, minha putinha! Vou ser teu macho!

Logo senti algo bem mais grosso forçando meu rabinho e uma dor lancinante me fez gritar, o que conteve a primeira investida do pau de Edu contra as minhas preguinhas anais. Procurei relaxar e pedi:

— Vai Edu, coloca de novo, acho que agora vai …

Aos poucos, todo seu pau foi entrando lentamente e se alojando dentro do meu reto. Ele começou um vai e vem devagarinho e muito gostoso, com sua pica abrindo o meu canalzinho apertado.

Logo a dor deu vez a uma sensação muito prazerosa, e eu comecei a gemer como uma putinha, jogando o quadril pra trás, pedindo pra ele meter fundo. Ele percebeu que eu estava à mercê dele, totalmente passiva, e liberou suas inibições, começando a socar no meu cuzinho com força.

Eu estava indo ao delírio com aquela sensação se ser feito de fêmea pelo meu amigo! Eu gemia alto, pedia pra ser comido, pra ele me fazer sua putinha … De repente, Edu segurou minha cintura bem forte e gemeu alto, e eu senti o seu esperma quente jorrando dentro do meu canal retal, me preenchendo de sêmen. Não resisti ao tesão e gozei forte, sem nem encostar no meu pinto, que ainda estava dentro da calcinha.

Por fim, deixei meu corpo trêmulo desabar na cama. Edu me acompanhou, repousando seu corpo por sobre o meu.

Foi então que atinamos para o que estava sucedendo à nossa volta e percebemos Rafael, parado na porta, nos observando com um sorriso safado.

— A Melissa não vai gostar nada de saber que a calcinha dela está toda gozada …

Edu ficou mudo e não sabia onde enfiar a cara para se esconder. Eu implorei:

— Por favor, não conta nada pra ninguém?!

— Vou pensar, disse Rafael, mas vou querer algo em troca!

Eu sabia o que ele estava sugerindo, e questionei preocupado:

— E a Melissa?

— Relaxa, ela já tá dormindo pesado depois de beber e transar. Mas eu tô pronto pra outra!

Já era quase de madrugada, mas, para nós, a noite estava só começando …

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