Meu cu virou brinquedo dos cães.

Um conto erótico de Potra Alice
Categoria: Zoofilia
Contém 1220 palavras
Data: 13/04/2026 21:40:16
Última revisão: 13/04/2026 23:39:25

Olá amores, tudo bem com vocês? Espero que já estejam com a mão na rola ou na bucetinha, porque hoje vim contar uma história recente, que ainda me deixa piscando só de lembrar.

Pra quem não me conhece, sou a Potra, 28 anos, mãe de um menino de 5 anos, carioca, 1,62m, 70kg, pele bronzeada, cabelo moreno longo agora, olhos castanho escuro, seios médios, coxas grossas e uma bunda grandinha, redonda e empinada. Minha buceta vive peludinha, cheia de pelo escuro, do jeitinho que eu gosto e que os machos adoram lamber.

Essa história foi o dia que deixei meu pastor alemão, o Beto, e o Teo — um vira-lata grande, magrelo e tarado de um amigo do meio zoo — me cruzarem o dia inteiro… só no cu.

Assim que minha mãe saiu com meu filho pra passar o dia fora, eu já fiquei toda arrepiada de tesão. Fechei a porta, tirei toda a roupa devagar, soltei meu cabelo longo e deixei ele cair nas costas. Peguei a toalha velha que sempre uso com o Beto, estendi bem no meio da sala e me ajoelhei ali, já sentindo minha buceta peluda molhando.

Chamei os dois com a voz manhosa:

— Vem, meninos… vem brincar com a mamãe hoje…

O Beto veio correndo primeiro, abanando o rabo, o Teo logo atrás, já com o pau vermelho aparecendo. Eles não perderam tempo. Caíram os dois de boca na minha buceta peluda, duas línguas grandes, quentes e babadas brigando pelo meu grelo, enfiando entre meus pelos grossos, lambendo tudo. O barulho era obsceno, molhado, alto.

— Isso… lambe a buceta peluda da mamãe… os dois ao mesmo tempo… ai caralho, que delícia! Lambe bem fundo… isso… assim!

Eu gemia alto, empurrando minha buceta contra os focinhos deles. Gozei pela primeira vez em menos de cinco minutos, tremendo inteira, melando a cara dos dois. Mas hoje eles queriam só cu. E eu lógico haha queria sentir eles me arrombando de verdade.

Fiquei de quatro bem no meio da toalha, empinei minha bunda grandinha o máximo que consegui, abri bem as pernas e comecei a dar tapinhas molhados na minha raba.

— Quem vai ser o primeiro a foder o cu da dona hoje? Hein? Vem… quem quer esse cuzão guloso?

O Beto não esperou. Montou em mim com aquele peso todo, as patas fortes na minha cintura, e enfiou aquele pauzão grosso e vermelho direto no meu cu. Eu soltei um grito gostoso, quase um uivo:

— Aaaai porraaa! Que piroca grande do caralho! Mete fundo, Beto! Arromba o cu da sua cadela!

Ele começou a meter com força, rápido, daquele jeito animal e desesperado. O pau dele é realmente maior que o do Teo, mais grosso, mais comprido. Eu sentia cada centímetro abrindo espaço dentro de mim. O nó inchou enorme, travando bem fundo. Fiquei engatada com ele uns bons minutos. Ele dava estocadinhas curtas e fortes enquanto o nó pulsava, enchendo meu cu de porra quente jato atrás de jato.

— Isso, meu macho! Enche o cu da sua puta! Me enche todinha de leite quente… enche o cu da sua cadela, Beto! Sou seu buraco pra você gozar! Ai caralho… tá tão fundo… me destruindo…

Eu babava no chão, cabelo longo grudado no suor do rosto, gemendo sem parar. Quando ele finalmente conseguiu tirar o nó, uma avalanche grossa de porra branca escorreu do meu cu arrombado, escorrendo pela minha buceta peluda e pingando na toalha.

Mal tive tempo de respirar e o Teo já pulou em cima de mim, montando com fome. O pau dele é grande pro tamanho de vira-lata, mas ainda perde pro Beto. Mesmo assim, ele meteu com raiva, como se quisesse marcar território.

— Isso Teo! Mete no meu cu! Usa esse buraco largo de puta! Vocês vão me arrombar o dia inteiro, seus safados! Ai que delícia… soca mais fundo!

Eles entraram num caos delicioso e bruto. Mal o Teo desmontava, o Beto já montava de novo, empurrando o outro, rosnando, disputando quem ia me comer. Eu ria entre gemidos, toda suada e melada:

— Calma, seus machos brutos! Tem cu pra todo mundo… mas o Beto fode mais gostoso, né? Vai Beto, mostra pra ele como se fode uma cadela de verdade! Mete essa pica enorme no meu cu!

O Beto montou de novo e me deu outra cruzada ainda mais longa e intensa. Fiquei um loongo tempo engatada com ele dessa vez, o nó enorme dilatando meu cu ao limite. Eu sentia tudo inchado de tanta porra. Babava, gemia, xingava de tesão:

— Ai meu Deus do céu… tá me abrindo toda… eu sou só um cuzão pra vocês… me usa gostoso… sou putinha de cachorro hoje… enche meu cu de leite de macho!

Depois veio o Teo de novo, metendo com mais força ainda, quase como vingança. Fiquei uns 25 minutos engatada com ele, sentindo o pau girando e latejando dentro de mim.

Em determinado momento, o Beto ficou agitadíssimo. Enquanto eu ainda estava de quatro, ele levantou a perna e mijou quente na minha coxa, na lateral da minha bunda e um pouco nas minhas costas. O mijo escorrendo pela minha pele me deixou ainda mais louca:

— Isso… marca sua cadela… mija em mim, Beto! Marca esse cu largo que é seu… ai que delícia, seu safado!

No final da tarde eu estava destruída. Meu cu estava inchado, vermelho, piscando sem parar, o cu cuspindo porra a cada movimento. Tinha pelo de cachorro grudado no cu, nas coxas, no rosto. A sala inteira fedia forte a porra, mijo, suor e sexo animal.

Mesmo assim, eu me arrastei até eles, sentei no chão toda dolorida e chupei os dois paus gozados, um de cada vez, com muito carinho e gula:

— Vou deixar vocês limpinhos, meus machos… mamãe é bem gulosa… olha como eu limpo esse nó todo melado… hmmm… da leitinho pra mamãe de vocês…

Mais tarde, quando minha mãe e meu filho chegaram, eu já tinha jogado Bom Ar pra caralho, passado álcool em tudo, tomado banho rápido e colocado um shortinho folgado com calcinha. Meu cu ainda latejava forte por baixo da roupa, a calcinha roçando no cuzinho piscando era uma tortura gostosa, como se meu cu estivesse mastigando o tecido.

Meu filho entrou correndo, todo animado:

— Mamãe! Posso brincar com o Beto e o Teo agora?

Eu sorri, sentando no sofá com bastante cuidado, com certeza com porra quente dentro de mim ainda:

— Hoje não, meu amor… eles brincaram bastante o dia todo. Estão bem cansadinhos, olha pra eles…

Os dois cachorros estavam deitados no canto da sala, exaustos. Meu filho fez bico, mas aceitou. Fiquei ali conversando normalmente com minha mãe sobre o dia dela, enquanto meu cu ardia, latejava e ainda guardava bastante leite de cachorro lá dentro.

Ainda bem que cu não fala, né? Porque o meu tava completamente arrombado, destruído e cheio de porra.

Quando fui dormir, deitei de lado, passei a mão devagar no meu cuzinho inchado e sorri no escuro, satisfeita pra caralho. Foi, sem dúvida, um dos dias mais safados e intensos da minha vida.

Amores, tentei dar bastante detalhes, gozaram bastante? Quero muito saber nos comentários! Também to deixando email e telegram caso queiram saber mais ou só conversar mesmo, ou saber como sou visualmente.

Beijos da sua Potra do cu larguinho.

Telegram: @LZatsy

Email: potra.alice25@gmail.com

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Comentários

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Gosto assim, mulher cuzeira!

Não interessa se é negão, japonês, cachorro, jegue... o importante é vara entrando no seu cu!!!

Acho que vai se identificar com meus relatos, já que é fetichista.

Sou dominador e adepto BDSM.

BEIJÃO NO GRELO😎😈♥️

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Adorei o seu conto emandei mensagem para vc no seu email e espero resposta.

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Ai que tesão! Achei meio corrido. Precisa de mais detalhes.

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