O conto erótico que vou contar é real, e aconteceu há alguns anos atrás. Desde que me entendo por gente, eu sei o que é sexo, por ter tido acesso a conteúdos eróticos desde muito novo.
Antes de começar o ocorrido, preciso voltar ao passado para contextualizar a história que vou contar. Claro que irei preservar as pessoas e a mim mesmo, por isso irei criar nomes fictícios. Aqui vocês irão me conhecer como Lucas.
Quando mudei de residência meus novos vizinhos se tornaram meus amigos, era uma família com 03 filhos, sendo os dois mais velhos homens, e uma garota mais nova.
Na minha casa sempre teve mulheres para realizar os afazeres de casa, e Clarinha( nome fictício ) gostava muito de uma delas, sempre ia para minha casa ficar com ela, mas nessas idas, na real, ela acabava ficando brincando comigo enquanto a nossa empregada ficava assistindo TV.
Foi aí que aconteceu o que proporcionou início desse conto, por ela ser muito nova e inocente, lógico, eu me aproveitava pra ficar passando a mão nas partes dela. Ela sempre ia de vestido e sapatinho, eu muito astuto inventava brincadeiras em que ela tivesse que ficar com as pernas abertas, inventava uma mentira dizendo que tinha algum mosquito entre as suas pernas, só pra eu poder pegar na sua buceta, que era bem inchadinha, sem nenhum pelinho, muito fofinha. Ela toda abertinha, e eu ficava lá, passando a mão por um tempo, pois como ela não entendia nada, eu me aproveitava.
Tudo isso passou, segui minha vida, me casei, ela continuou solteira, nunca teve relação com nenhuma pessoa, pra falar a verdade, ela era tipo uma noviça, era muito religiosa. Nós nos seguimos nas redes sociais, e ela sempre olhava as coisas que eu postava, principalmente meus stories, e eu fazia o mesmo, porém sempre reagia a tudo que ela postava, exceto as coisas religiosas, que eram muitas.
Eis que um dia, ela reagiu algo que postei, e a partir daí, trocamos directs pelo Instagram. Não lembro de como iniciou, com certeza foi algo banal, mas desde esse dia, ela começou a reagir a maioria das coisas que eu postava.
Apesar de morarmos ao lado, e eu ser muito amigo de seus irmãos, principalmente o do meio. A gente não tinha uma relação próxima. Em uma dessas mensagens perguntei a ela sobre ser tão nova, e tão religiosa, ela apenas falou que gostava e tinha muita fé, eu pedi desculpas por ser tão intrometido, mas tinha uma curiosidade, queria saber sobre os relacionamentos que ela teve, se eles também eram bem religiosos como ela. Porém ela me fez ficar muito curioso, pois ela disse que nunca havia se relacionado sério com ninguém, e que no máximo andou beijando um primo no interior, onde moravam alguns familiares, mas foi a única vez, e por sinal, não achou legal.
Depois desse dia, eu só pensava em como eu conseguiria fazer ela pecar, mas eu achava impossível, e não sabia como eu conseguiria uma alternativa pra entrar nesse tipo de assunto.
Um dia a gente conversando, eu perguntei como ficava a questão do corpo dela, se ela sentia algum tipo de sensação, pois mesmo ela não ter se relacionado com ninguém, e sendo religiosa , com certeza deveria ter seus desejos, e necessidades. Ela me falou que algumas vezes já teve sensações, e perguntou se o que eu queria saber, era se ela se masturbava. Ela já foi dizendo que não, e que achava que era pecado. Notei que a forma como ela me respondeu, parecia querer deixar uma porta aberta para esses tipos de assuntos, pois em nenhum momento ela se esquivou, e nem retrucou, eu não perdi tempo e entrei.
Comecei a filosofar, de como a masturbação era um tabu, que as mulheres precisavam aprender a se conhecer, se tocar, deixar o corpo sentir algumas sensações. Ela porém retrucou, e falou que mesmo que ela sentisse vontade, teria vergonha dela mesma. Eu falo que seria mais fácil se ela se relacionasse com alguém, assim em momentos de intimidade, ela poderia desfrutar desses prazeres. Logo ela disse que não encontrou alguém de confiança. Eu me dispus a ajudar, caso ela tivesse vontade de se conhecer como mulher, e que ela não se preocupasse, pois não estava falando em sexo, mas em ajudar ela se entender, provocar algumas sensações em seu corpo. Ela logo mencionou a questão deu ser casado, ela nunca teria coragem, e caso seus irmãos descobrissem eles falariam para seu pai, e seria uma situação horrível, além da questão da minha esposa.
Eu me ofereci para criar toda a logística, e que a levaria para um local, onde nós teríamos privacidade. Ela de pronto disse que não faria isso, que para a religião dela seria pecado mortal. Eu aceitei, mas não tirei essa ideia da cabeça.
Depois dessa conversa ela se distanciou de mim, e ficamos um tempo sem se falar. Mas quando as coisas tem que acontecerem, elas acontecem. Um certo dia postei uma foto minha nos stories, ela mandou uma mensagem, perguntando se eu poderia conversar. Só pra deixar claro, não sou um cara feio, mas não sou galã, porém na época eu malhava, chamava bastante atenção por ser moreno e tenho 1,82 de altura, uma estatura boa. Eu respondo que estava disponível e ela poderia me dizer o que queria conversar. Foi aí que ela desabafou, falou que tentou me evitar esses dias, pois aquela conversa teria deixado ela desconcertada na hora, e que depois aconteceram algumas coisas que mexeram com ela, eu perguntei se ela poderia me falar sobre essas coisas.
Ela começou a relatar uma situação no ônibus, que estava muito lotado e um senhor se posicionou atrás dela. Devido o chacualhar do veículo, ele acaba encostando nela algumas vezes, no começo ela tentou se sair, mas com a frequência dos contatos ela acabou se deixando ser tocada. Apesar de perceber que o senhor não estava com essa intenção, e não sentia nenhum tipo de ereção por parte dele. Ela disse que não sabe como aconteceu, ou em qual momento ela começou a jogar a sua bunda ao encontro do corpo do senhor, só aí ela começou a perceber uma ereção. Quando ela notou o pau do senhor duro, começou a fazer um leve rebolado e continuou precionando o seu corpo contra o do homem. Ela só se tocou do que estava fazendo, e saiu da transe em que estava, quando o homem se movimentou para descer do ônibus. Ela disse que ficou estática e não teve coragem de olhar pra trás. Sem contar a vergonha da possibilidade de alguém ter percebido.
Ela me disse que o cheiro de suor do senhor era muito forte, e tudo aquilo havia ficado muito intenso em sua cabeça, ela não entendeu o que aconteceu, não sabe se gozou, mas que sua calcinha estava ensopada por ter se lubrificado muito. Eu todo paciente e se mostrando muito atencioso, tentei explicar que possivelmente ela não tenha tido o orgasmo, mas que tenha tido uma espécie de preliminar.
Ela disse que a culpa era minha, por eu ter plantado essas coisas na cabeça dela. Eu falei que queria ajuda-la, que a gente poderia ir em um motel e eu quebrar esse tabu. Ela falou que não faria isso. Pois já se sentia culpada por tudo o que tinha acontecido no ônibus.
Um certo dia mexendo no meu Instagram, vi que ela tinha acabado de postar uma foto nos stories em um evento de uma igreja, no bairro vizinho. Por impulso, me levantei rápido, peguei minha moto, e fui nesse local onde ela estava. Procurei uma parada de ônibus onde ela possivelmente pegaria o ônibus, na época não existia o serviço de Uber, e ao lado da parada tinha uma lanchonete, pedi um lanche e fiquei nesse local aguardando sua saída. Em um determinado momento, muitas pessoas começaram a sair, e nada dela. Fiquei esperando mais um pouco, ate que vejo ela saindo com um padre, ela se despede e vem na direção da parada, e o padre no sentido contrário.
Quando ela chega na parada, eu me aproximo e falo, poxa pensava que você já havia ido embora, ela com uma cara de espanto me pergunta o que eu estava fazendo ali, falei que tinha visto onde ela estava, e pensei em dar uma carona, ou se a gente poderia aproveitar e ir em algum canto. Ela disse que jamais faria isso, e explicou que a demora tinha sido por ter ficado se confessando com o padre, eu insisti que era uma ótima oportunidade, minha esposa estava no trabalho, e como ela estava longe de casa, poderia inventar uma desculpa pelo atraso. Ela falou que era uma loucura. Nesse momento eu vejo o seu ônibus vindo, eu falo, se você não quiser ir, então é só pegar seu ônibus, ele vem logo ali. Eu subo na moto, ligo e estendo a mão com o capacete pra ela, noto uma certa indecisão, percebo que estou quase ganhando, ai eu falo, vamos que quero te fazer gozar bem gostoso, fazer você gemer de prazer. Ela olha para o ônibus, olha pra mim e pega o capacete e sobe na moto.
Caso você gostem do conto, avaliem e comentem que farei a continuação.