Após muita reflexão e conversas com minha esposa, resolvi fazer minha transição. Passados dois anos, hoje sou toda feminina, troquei de emprego, uso o nome social Ashley e vivo uma vida de mulher trans. Após algum tempo acabei me separando, eu e Pâmela agora somos melhores amigas e vivemos várias experiências juntas.
Vou lhes apresentar a nova Ashley.
A pele clara, os olhos castanhos claros foram herdados da época de menino, o rosto agora afinado cirurgicamente, desde o queixo até o nariz e boca, além do cabelo longo e liso castanho com mechas loiras, além da voz fina e sensual, me deixam ainda mais feminina. O corpo acompanhou toda a mudança com hormônios, algumas plásticas e muito exercício físico, meus seios médios evidenciam minha delicadeza, pois tenho 1,69 de altura e não quis deixar nada desproporcional, a bunda já redondinha de tanto malhar fica ainda mais empinada quando uso meus saltos altos, e as coxas finas, lisas e torneadas me fazem parecer uma bonequinha.
Antes que fiquem com dúvida, meu pau continua intacto e dando muito prazer pra quem quiser.
Toda essa mudança veio acompanhada de uma transformação total também em minha vida. Hoje estudo psicologia, deixei meu antigo emprego e pretendo me formar antes dos 30 anos, assinando como Ashley. Na faculdade fiz alguns amigos, todos se interessam em saber como eu era, como foi a transição, o fato é que tudo é uma luta constante contra preconceitos e violência, mas vamos pular para a parte boa.
Meus recém completados 28 aninhos foram de muita festa, eu e Pâmela (minha ex esposa) fomos a velha boate em que ela sempre ia quando éramos casados, agora para paquerar juntas como amigas (risos).
Já no início da noite um homem magro se aproximou de Pâmela, com aquela conversa de sempre, pouco tempo depois vi que eles estavam se beijando, ele pagou uma bebida pra ela, conversaram e ele foi embora. Brinquei que ela estava muito soltinha, devia se controlar mais, porém ao terminar de falar um rapaz barbudo e alto se aproximou de mim, perguntou meu nome, mas não parava de olhar minha boca e meu decote, conversamos pouco e nos beijamos, vi Pâmela me olhar com satisfação quando terminei o beijo e o rapaz seguiu dançando pela boate.
Rimos juntas, dançamos, ela ainda me dá conselhos de como me portar, como agir, e assim sigo me tornando uma mocinha cada vez melhor. A noite foi passando, alguns beijos, algumas conversas e flertes e finalmente conhecemos dois caras que pareciam querer o mesmo que nós.
A gente já tinha bebido o suficente e já era quase de manhã quando um deles nos chamou para um lugar mais reservado, obviamente que aceitamos. A área VIP da boate é praticamente um motel, um sofá grande, bem escondido em um lugar escuro, e foi ali que nos sentamos. Pâmela e seu ficante de um lado, próximos a uma mesa onde estavam nossas bebidas e eu e o outro rapaz do outro lado. Não perdemos muito tempo conversando, logo vieram os beijos quentes e os toques.
Eu estava adorando a intensidade com que aquele macho me tocava, a língua dele explorando minha boca e as mãos passando por todo meu corpo, meu vestido curto já revelava mais do que devia, mas sob a luz fraca e piscante do ambiente, tudo era permitido. Abri minhas pernas, deixei que ele explorasse ainda mais e quando chegou no meu pau ele, ainda por cima da calcinha ele deu um suspiro de excitação e começou a tocar até endurecer, lógico que retribuí o favor e fiz o mesmo por ele, já fora da calça, grande e duro comecei a chupar. Não me importei se estavam vendo, naquele momento a gente só queria curtir.
A cada engolida naquele pau grande e duro, sentia ele empurrar ainda mais minha cabeça contra seu membro, me fazendo enfiar ainda mais fundo na garganta, quase me engasgando. Só parei de chupar quando o macho me puxou pra cima dele, me beijando e pegando uma camisinha no bolso, eu já totalmente entregue, puxei a calcinha pro lado deixando o cuzinho livre pra ele. Já devidamente protegido ele guiou seu pau até minha entrada, já lubrificada com minha saliva. O vestido levantado quase na cintura deixava minha bunda toda à mostra, mas nada importava eu só queria aproveitar cada segundo.
Sentada no colo do macho, de frente pra ele comecei a descer devagar naquele pauzão, lentamente ele foi me penetrando, quando senti que havia entrado tudo, comecei a beijá-lo e então os movimentos ficaram mais rápidos e mais intensos. Eu com os joelhos e pernas apoiadas no sofá, em cima daquele homem másculo e gostoso, sentindo pau entrar e sair do meu cuzinho enquanto meu próprio pau pulsava de tanto tesão era uma sensação incrível.
Não me contive e comecei a gemer, justamente no mesmo momento em que o macho começou a falar putaria no meu ouvido. A música alta, som de conversas pelo ambiente, nossos corpos, seminus se encontrando naquela foda em um lugar público me fez perder o controle. Além de subir e descer naquele caralho, comecei a rebolar e pedir mais, não sei o que deu em mim que me soltei de uma forma nunca imaginada.
– Me fode seu filho da puta! Eu dizia alto com minha voz safada e afeminada
Sentia uma das mãos dele apertando minha bunda e a outra segurando minha cintura, além de tudo a gente se beijava, ou melhor, se lambia loucamente. Fiquei surpresa quando o macho me puxou, praticamente me levantou com as mãos e me virou, me deixando de costas pra ele. Aquilo me excitou ainda mais!
As pessoas passando em volta a uma certa distância olhavam desconfiadas, algumas tentavam enxergar melhor o que estava acontecendo e eu não parava de subir e descer. Aquele pau gostoso parecia que estava crescendo ainda mais dentro de mim, eu sentia ele pulsar e abrir a cada metida. Apoiada nos joelhos do macho eu comecei a socar ainda mais forte, sentindo meu próprio pau latejar, foi quando gozei. Gozei deliciosamente sem ao menos me tocar, olhei pra toda aquela porra escorrendo pelo meu pau, pingando no chão da boate e sorri, quando olhei pra trás o macho estava ofegante e continuou socando, me puxando pela cintura e me fazendo bater contra seu corpo, eu podia sertir as bolas dele batendo em meu rabo e foi então que ele também gozou, apertando minha bunda com uma das mãos e puxando meu cabelo com outra.
Naquele momento levei meu corpo pra mais perto dele, deixando que me beijasse a nuca e a boca, enquanto ele tirava aquele pau melado de dentro de mim. Me levantei e o ajudei a tirar a camisinha, que ele jogou em algum canto. Quando voltei à realidade, percebi que Pâmela já não estava mais ali por perto, encontrei-a na pista de dança sozinha, ela sorriu e disse que várias pessoas comentaram e foram me ver foder com o macho, envergonhada perguntei se ela não transou, sorrindo ela disse que sim, mas que não foi tão intenso quanto a minha transa louca. Percebi que um dos seguranças me olhava maliciosamente com quem diz: seu segredo está guardado comigo!
Bebemos mais um pouco e saímos da boate já pela manhã, a noite havia sido divertida e deliciosa, como a gente gosta, e nós, agora amigas, estávamos cada vez mais cúmplices.