SIDNEY E EU PARTE 1 DE 2

Um conto erótico de KLAUDIO
Categoria: Gay
Contém 1703 palavras
Data: 14/04/2026 13:53:31
Assuntos: Gay

Na empresa de porte médio, todos sabiam que entre Sidney e eu não havia amizade. Ele representante em SP, vinha entre dois e três dias e voltava embora. Eu dava meu jeito de sair e não ficar no mesmo recinto. Ele era realmente bom no que fazia. Meu maior rival em vendas. Mas minha equipe sempre ganhava as campanhas de vendas. E comercialmente, nossos santos não se batiam. E seguíamos assim.

Numa quinta-feira chuvosa de março, estava eu sozinho fechando a empresa, quando vejo a porta se abrir. A imagem de Sidney jovem alto sempre bem arrumado e perfumado, atravessando a porta, me fez pensar em mil coisas. Ele não deveria estar ali. Encarei-o.

- O QUE FAZ AQUI?

- Vim pra reunião de amanhã. Meu voo atrasou e Acabei de chegar. Tem mais alguém aqui?

- NÃO. TODOS JÁ FORAM E EU ESTOU INDO TAMBÉM. ACHO MELHOR VOCÊ IR TAMBEM.

- Como você está? Sei que perdeu a promoção que tanto queria. Perguntou cordialmente.

Olhei para ele de cima embaixo e sem responder, arrumei minha mesa e o convidei a sair. No elevador o silencio foi profundo. Na portaria do prédio ele fez o convite.

- Vamos sair, beber e conversar. Você precisa disso.

- NÃO SEI SE VOU SER BOA COMPANHIA HOJE.

- Por isso mesmo. Estou num Hotel a duas quadras daqui e tem um bar executivo. Podemos ficar lá .

Caminhamos rápido entre a chuva até lá. Enquanto devorávamos uma dose de whisky, a chuva apertou muito mais. Dobramos as doses. Eram quase nove da noite e nada da chuva parar. Eu apenas olhava para ele e nada dizia. Ele me encarava e ficava no silencio. Percebo que já não tinha mais tempo hábil para pegar meu carro no estacionamento e ir para minha casa e tão pouco queria pegar um táxi aquela hora.

- VOU DAR UM JEITO DE IR EMBORA.

- Você dorme aqui hoje. Afirmou ele com aquela voz forte. Era quase uma Ordem. E Sem discussão.

Me levantei da mesa e me dirigi ao telefone do bar. Liguei para minha residência avisando que eu iria pernoitar no centro da capital Voltei e pedi a chave do apto e o numero.

- VOU SUBIR, TOMAR UM BANHO E ME DEITAR. QUERO TRINTA MINUTOS SOZINHO NO QUARTO.

-Vou logo depois, após saborear mais uma dose, respondeu.

Entro no apto e tomo meu banho. Deito-me encolhido em conchinha na cama de viúvo e encaro a parede lateral do quarto. No silêncio do momento só se ouve meu choro leve. Sidney já estava no banho. Entrou no quarto e nem a luz acendeu. O dia não havia sido nada fácil. Terminar ali não era o planejado. Após alguns minutos ele sai do banho, caminhando no escuro, levanta o lençol da cama e deita. Sem que eu diga nenhuma palavra, ele me aloja de conchinha bem trás de mim e me abraça forte. Seu corpo nu se gruda no meu também sem roupa. Meu coração acelerou nesse momento.

- Vou ficar quietinho aqui. Aqui você estará confortável.

Não disse mais nada e parei com o choro. Sim, me senti confortável com todo o calor daquele corpo no meu. Meus pensamentos já não estavam comigo mais. Me livro daquele abraço por trás e viro, encarando aquele olhar azul, pele clara e de sorriso fácil. Seu olhar me transmitia um sentimento que já me perseguia a muito tempo. Sem dizer nada, apenas fechei os olhos e busquei pela boca dele. Um beijo. Nosso primeiro beijo. Senti na minha boca, a língua dele entrar e trocamos o mais desejado beijo entre nós

Sidney e eu, fora da empresa, éramos amigos. Ele sabia da minha tara por ele e eu sabia dos desejos dele por mim. Mas nunca havíamos tido uma só oportunidade e nem conversado sobre isso. E a oportunidade surgiu naquela noite de chuva.

- Pensei que nunca iria acontecer. Disse Sidney.

- NÃO MORRERIA SEM VIVER ESSE MOMENTO. CERTEZA DO QUE QUER?? DO QUE PODE ACONTECER AGORA??

- Sim, quero viver esse momento e ver se é diferente com o que já sonhei.

Ao escutar isso, volto ao beijo quente enquanto tenho minhas costas apertadas pelo abraço daquele cara, bem mais forte e mais encorpado que eu. Minha bunda começa a roçar as partes baixas dele que a essa altura do momento erótico, as partes já estavam altas.

Percebo pelo contato físico que o pau dele é avantajado e grosso, e eu que até então, havia tido menos que cinco casos, peço que ele seja cauteloso.

Desço ao tórax e coloco em prática, tudo oque já havia lido e pouco vivido, mordendo e lambendo as tetinhas dele enquanto minhas mãos alisam o corpo. E vou descendo até chegar ao falo pulsante.

Abro a boca e recebo ali, o cacete de meu homem daquela noite. Faço nele com muito mais lentidão do que fiz nos outros meninos que eu tive. Hoje não tinha pressa. E eu queria aproveitar.

Foram momentos de extenso prazer que tive. Lamber as bolas, beijar a cabeça, colocar a rola toda na boca até me engasgar.

Sidney apenas me conduzia a cabaça com suas mãos. Levantava e afundada. Deixei aquele cacete tão molhado quanto o tempo estava lá fora. Percebo que é o momento. Subo devagar até seu rosto e vou beijando sua face. Sem algum nojo, ele me puxa para um beijo forte na boca. Amei isso. Mesmo tendo chupado muito ele, nada de receio.

Enquanto nossas línguas gladiavam, minha bunda foi se ajeitando no colo dele e quando sinto a cabeça do pau encostar meu cu, forço um pouquinho para que ele entre. Doeu a entrada. Mas era suportável.

O Gemido e a dor nem saiu de nossas bocas que se fundiam numa só. Meu corpo começa a receber todo o cacete. Não foi fácil. Mas foi prazeroso sentir na bunda, os pentelhos deles encostando. Sinal que tudo estava dentro.

Sinto que uma lágrima quente começa a descer de meus olhos. A dor e o prazer estavam misturados nela. Sem problema. Queria apenas sentir o prazer de ser amado e possuído por ele.

Cavalguei alguns minutos, as vezes me segurando para não gritar.

Mas talvez, por todo o tempo se segurando e nos desejando, ele e eu estávamos a um passo do gozo. E não retrocedemos.

Ele me puxa para baixo e o pau começa a pinotear dentro de mim. Um espirro.. Dois.. e meu rabo se enche da gala quente de um jovem senhor que demonstrou saber fazer o amor.

Gozamos quase juntos. Meu pequeno pau jorrou algumas gotas na barriga dele. Fiquei envergonhado. Nunca havia acontecido isso. Sentadinho no cacete dele eu fiquei até sentir que ele estava diminuindo. Murchando até sair de dentro de mim.

Deito no peito dele e fico quietinho. Ele ficou fazendo cafuné em mim. Por minutos ouvimos apenas os trovões que vinham de fora e nossa respiração. Acabei por dormir ao lado dele.

Acordo perto das três da manha. Sem me movimentar, recobro os pensamentos e sinto uma leve ardência em meu rabo. Era a prova de que eu realmente havia sido amado por ele, que dormia a sono profundo. Após um tempinho, saio de perto de ele e vou ao banheiro. Entro no box e começo a tomar um banho relaxante.

Estou no escuro e de costa para a porta. Deixo a agua morna percorrer todo meu corpo. A porta do box se abre. Não me movimento. Apenas continuo olhando a parede. Sidney se posiciona atras de mim e me faz caricias nas costas. Com o sabonete, faz bastante espuma. Alisa meu pescoço, desce em minhas costas e aproveita minhas nádegas. Abre e coloca um dedo que entra com a lubrificação do sabonete. Doí um pouco mas é tolerável. Logo ele se coloca atrás de mim.

Sinto que novamente serei possuído pelo caralho delicioso dele. E é realmente isso que acontece.

Em X, com as mãos na parede, apenas empino a bunda para trás.

No começo, foram estocadas leves, maliciosas. Entrava a cabeça e tirava, Depois foram mais profundas. A agua facilitava a transa. Foram várias enterradas em meu rabo que eu já estava subindo as paredes de novo. Ele fodeu meu cuzinho quantas vezes quis naquela posição. Mas dessa vez, não gozou. Apenas relaxou naturalmente e saiu. Me deixou ali no banheiro, na agua e voltou pra cama. Logo após, eu fiz o mesmo. Aquilo foi um tranquilizante para dormirmos um pouco mais.

Os raios de sol começavam a entrar pela janela quando começo a acordar. Sinto sensação estranha e gostosa. Ele estava passando o pau em minha boca. Meia bomba, pedindo para eu reaviva-lo. Abri a boca e ele coloca a cabeça. Logo após, meus lábios chegam até as bolas e assim o faço por bons minutos seguintes. Aquele cacete já estava duro de novo.

Eu estava amando cada momento. Ele então, me segura e começa a fuder minha boca, lentamente e cadenciado. Logo começo a sentir na boca, um sabor até então desconhecido. Sem dizer nada e sem perguntar, ele começa a despejar o leite do amor. Eu que nunca havia tomado, olho para cima, assustado, mas sou tranquilizado com o sorriso do prazer dele. Então abaixo a cabeça e forço mais. E o gozo veio. Forte e quente. Minha boca sente o gosto e continuo. Penso em cuspir, mas acabo por engolir todo. E foi muito mais delicioso. Continuo chupando até o máximo da resistência dele. Nosso amor estava consumado.

Quase Nove horas da da manha, estou na minha mesa, arrumando minhas coisas quando ele chega. Naquela sala, muitos notam a minha reação. Cara fechada me levanto e me dirijo a porta. Ninguém me pergunta nada.

- USE MINHA MESA. VOU TRABALHAR EXTERNO HOJE. Disse no mesmo tom de voz que todos conheciam e me encaminhando a porta.

- Após as 15h você pode voltar pra cá, disse ele. Não estarei mais aqui.

Não respondo a provocação. Mas ele complementa em alto e bom tom, para que todos ali escutasse :

- Hoje, as 16 horas, vou estar no meu hotel, curtindo minha tarde e começo de noite. Quem sabe, bebendo uma dose de bebida. Riu...

Saio do recinto. Sei que ele vai estar lá mesmo. Afinal, eu também estarei. Só que dessa vez, para fazer um amor muito mais gostoso com ele.

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Foto de perfil de NINA - KLAUDIA NINA - KLAUDIA Contos: 78Seguidores: 30Seguindo: 1Mensagem * Sou tal qual muitos, buscando por prazer, com segurança* ESTÁ AFIM??? ENTRE EM CONTATO. SOU DISCRETO E VOU TE RESPONDER - CTBA/ PR

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DOIS ENRUSTIDOS MANTENDO AS APARÊNCIAS NA EMPRESA. RSSSSSSSSSSSSSSSS MAS NA CALADA DA NOITE SE ENTREGAM UM AO OUTRO. RSSSSSSSSSSSSSSSS

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